A incrível estatística do Chile: mortos são tratados como recuperados, porque não mais contagiam

"Temos 898 pacientes que deixaram de ser contagiantes, que deixaram de ser uma fonte de contágio para todos nós e, como tal, são incluídos no grupo de recuperados. Estas são pessoas que cumpriram 14 dias de diagnóstico ou que, infelizmente, faleceram", justificou Sebastian Piñera.

Segundo o jornal português Correio da Manhã, o Presidente do Chile Sebastião Pinera admitiu que o número de óbitos devido a covid-19 entra na conta dos doentes recuperados. Sebastian Piñera explicou que a razão é simples: as vítimas mortais já não podem contagiar.

Diz o jornal:

“Mas o chefe de Estado do país da América do Sul foi mais longe e alegou mesmo que este critério, que não está a ser usado pela esmagadora maioria dos países, está a ser utilizado nas contagens

“Temos 898 pacientes que deixaram de ser contagiantes, que deixaram de ser uma fonte de contágio para todos nós e, como tal, são incluídos no grupo de recuperados. Estas são pessoas que cumpriram 14 dias de diagnóstico ou que, infelizmente, faleceram”, justificou Sebastian Piñera.

Sublinhe-se que, segundo o site Worldometers, o Chile tem 7.525 casos confirmados de covid-19, desde o início da epidemia de coronavírus naquele país, dos quais 82 pessoas morreram”.

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8 comentários

  1. Empresários adeptos da produtividade, cuidando de países, é sempre temeroso. Depois que outro “estadista” quis incluir os valores operados pelo tráfico de drogas, contrabando e prostituição na contagem do PIB, não é de estranhar que mortos possam ser considerados recuperados. Talvez seja pressa para que sua empresa aérea, possa voltar a voar. Só não estranhem se mais adiante, quando resolverem jogar os passageiros do alto com o intuito de entregar mais rápido o cliente, não critiquem mais um grande humanista.

    • Nem precisa. Aqui a filial brasileira, qdo o fundador se foi e a familia deixou a empresa sob os cuidados de cabeça de planilha egrrsso de um banco de investimentos, começou a disseminação da praga do overbooking. Não se preocupe que a filial brasileira já tem amplo know-how em termos ganhos sob as costas do passageiro.

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