A perseguição do procurador fundamentalista ao Colégio Pedro 2o

Lotado no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, o procurador Fábio Aragão é um ativista político, um fundamentalista que se vale do cargo para militância política

Jornalistas que ajudaram a estimular o ódio não farão a autocrítica. Se limitarão a mudar de posição. E que sejam bem-vindos ao território da legalidade.

Lotado no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, o procurador Fábio Aragão é um ativista político, um fundamentalista que se vale do cargo para militância política.

Em 2012, defendeu a cura gay. Em outro momento, defendeu a constitucionalidade da Escola sem Partido.

Na fase de maior paroxismo do macarthismo que se instalou no país, foi um dos autores de ações contra a autonomia universitária.

Abriu uma ação contra o ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRF) e a estudante Thais Zacharia, ex-presidente do Centro Acadêmico do Curso de Engenharia, acusando-os de “improbidade administrativa”. A improbidade consistiria em utilizar “patrimônio público para promover visão político-partidária particular”; e da estudante por ter emitido certificados de horas extracurriculares a quem participasse do evento. O evento, em questão, foi em solidariedade à ex-presidente Dilma Rousseff, logo após a votação do impeachment.

A ação foi rejeitada pela juíza Maria Alice Paim Lyard, da 21ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Agora, Aragão juntou todo material, montou um dossiê e enviou ao Ministério da Educação, para promover uma punição ao Colégio D.Pedro 2º.

A peça de resistência é um artigo de Reinaldo Azevedo, publicado em 10 de março de 2017, pouco mais de dois anos atrás.

“MPF move ação contra sem-vergonhice do PSOL no Colégio Pedro II

Por Reinaldo Azevedo

Escola virou reduto do partido. Penas: perda da função pública, suspenso dos direitos políticos, pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração Por Reinaldo Azevedo 10 mar 2017. Publicado em 10 mar 2017,04h32 e00

Finalmente o MInistério Público Federal resolveu tomar uma atitude decente para tentar punir ao menos um dos múltiplos crimes cometidos por esquerdistas na unidade São Cristóvão II do Colégio Pedro II. Explica-se: durante as eleições municipais do ano passado, o colégio foi transformado num reduto do PSOL. A estrutura da escola foi visivelmente posta a serviço da candidatura de São Marcelo Freixo – o preferido de alguns cineastas, globetes e jornalistas – à Prefeitura do Rio.

Essa escola é mesmo revolucionária! É a única experiência humana conhecida em que os oprimidos oprimem os opressores… Nem Marx passou por aí. Afinal, ele era matemático!

Bem, acho desnecessário demonstrar por que uma escola pública, federal, que passa a servir a um partido político incide em Improbidade. O MPF recebeu denúncias de pais e alunos segundo asi quaids o sindicato havia fundado um núcleo da legenda dentro da escola, o que se constatou verdadeiro.

Os procuradores encontraram também evidências de propaganda eleitoral em favor de São Freixo e da candidatura do professor Tarcísio, que concorreu, com sucesso, a vaga na Câmara. 1 O MPF requer a aplicação de multa por dano moral coletivo ao Sindscope, ao PSOL, ao ‘reitor e à diretora do sindicato. Pede também a condenação dos acusados às penas previstas na lei. Lembro quais são para os que agridem, como é o caso, o Artigo 11: “ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditÍcios  direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos”.

Bem, meus caros, é o mínimo o que espero para esses valentes.

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