17 de julho de 2026

A politica as escolhas do mercado e o baralho com cinco ases

A politica, as escolhas do mercado e o baralho com cinco ases

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O mercado, em seu terrorismo, criou o ultimo espaço que faltava, para uma parte indecisa da população, se inclinar em direção a Dilma.

Bastou a economia dar uma pequena desacelerada – induzida por este segmento empresarial que faz oposição ao governo – e, o futuro não se mostrar tão claro e desenvolto como até então, para que as pessoas saíssem de sua zona de conforto, de  novos ocupantes da classe média baixa, e tivessem que repensar o porque de sua ascensão.

Simples. Talvez sim.

Confrontados com um possível horizonte em que a crise internacional poderia atingir o Brasil com mais força, muitas destas pessoas desenvolveram um raciocínio simples e lógico. Colocaram-se perante um questionamento essencial.

Quem vocês gostariam que estivesse no comando do país, se e quando o mercado internacional, em  crise, se direcionasse para tentar atingir o Brasil.

Feita a pergunta, neste mesmo instante eles se deram conta das escolhas a serem feitas, ou seja, qual a maneira como o país deve(ria) reagir a estes ataques??

E mais, ficou claro que a forma como se dará este enfrentamento, depende fundamentalmente de a quem será dado o governo, ou melhor,  a Presidência do Brasil.

Sob pressão, passaram a analisar os candidatos não mais sob a ótica dos últimos dias de crescimento e melhora de vida, mas sim sob o prisma da manutenção deste novo status quo, num possível cenário adverso.

E esta percepção esta sendo fundamental.

Sentem, intuitivamente, que Dilma e Lula, por suas trajetórias, tendem, num momento de crise, a defender e criar salvaguardas para a classe trabalhadora e para o pequeno empresariado – ainda que esta parcela se insira basicamente na definição de classe trabalhadora, em sua maioria, não se considera como tal, por isso a diferenciação -, bem como, se colocados perante diversas alternativas para gerir a economia, as primeiras escolhas sempre serão as que trouxerem maior proteção à esta população carente e trabalhadora, ai incluídos os pequenos empresários.

Da mesma forma, apesar de estarem vivendo seu complexo de Cinderela, ou seja, veem a figura do grande empresário como objeto de desejo e sonho, sentem, muito mais que sabem, a quem Aécio e o PSDB protegeriam na crise.

Em sua nova concepção de pertencimento a uma classe, a dos empreendedores, já perceberam que,  em determinadas situações, o grande mercado, no caso bancos e grandes empresas, invariavelmente,  se protege de forma mutua e excludente em relação aos demais setores da economia, ou seja, expressamente excluem a parte mais frágil do sistema, o pequeno empresariado, como passível de ser priorizado neste rearranjo econômico e estrutural do “mercado”.

Pois bem.

É a esta escolha, que os eleitores da classe “C” estão sendo apresentados, e, confrontados a se verem e a verem o seu futuro – como fruto de suas opções.

Em outros termos, estas pessoas, aos poucos, estão sendo chamadas, a responder com quem gostariam de ficar num cenário econômico hostil, e, a resposta, agora majoritária, expressamente exclui as alternativas Aécio e Marina, aonde se encontram ancoradas as fichas do grande empresariado nacional.

Tai a escolha.

O grande mercado fez seu jogo, colocou suas fichas e escancarou suas intenções, mas, nesta jogada, esqueceu que o pequeno mercado nada mais é do que uma extensão (ainda que rebelde) da grande classe trabalhadora,  e que, em épocas de crise, se devidamente esclarecidos,  tendem a compor e fechar alas com este setor puramente laboral, pois, em gênero com este não se diferencia.

Assim, quando compreendem, que o que atinge um, fere de morte o outro, passam a cerrar fileiras de forma conjunta e, com este pensamento, podem vir a constituir um formidável contraponto a politicas macro econômicas excludentes.

Nestas situações, as grandes corporações se tornam o inimigo comum a ser enfrentado.

Enfim, o mercado financeiro, via mídia, tentou usar a economia para impor sua politica e, neste movimento, ao errar na escolha da estratégia, acabou, por, mais uma vez, mostrar sua verdadeira cara e, que em nome de seus interesses espúrios, não hesita em colocar a população trabalhadora e pequenos empreendedores em situação de angústia e risco.

As alternativas se mostram mais claras.

O mercado apostou suas fichas, fez as regras, deu as cartas, e quis jogar de mão, mas, ao ser pego com cinco ases, vai ter que iniciar tudo de novo e tentar convencer a população de que era inocente.

Quem acredita nisso, acredita em tudo.

Mas, a escolha é sua.

Agora com conhecimento de causa e responsabilidade maior por seus atos.   

Prossigam, sem enganos.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

23 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Júlio De Bem

    4 de outubro de 2014 1:07 am

    As vezes leio cada teoria
    As vezes leio cada teoria esdrúxula aqui…

  2. um belo exemplo

    4 de outubro de 2014 1:21 am

    Estatal é para trabalhar para

    Estatal é para trabalhar para o povo e não para o mercado e, portanto, quanto mais quebrada mais é do povo

     

    =========

    Com Dilma, Petrobras perdeu R$ 162 bi – saiba o que dá para comprar com esse valor

    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/com-dilma-petrobras-perdeu-r-162-bi-saiba-o-que-da-para-comprar-com-esse-valor

  3. Motta Araujo

    4 de outubro de 2014 1:32 am

    Que papo fantasmagorico, o

    Que papo fantasmagorico, o MERCADO somos nós, nossos empregos, casas, poupanças e futuro dos filhos. As pessoas tem seus horizontes e preocupações, suas carreiras ligadas a empresas, não é todo mundo “coitadinho”, essas pessoas são dezenas de milhões, não tem dinheiro no exterior e seu futuro está ligado à boa gestão da economia.

  4. Roberto São Paulo-SP 2014

    4 de outubro de 2014 1:35 am

    Apenas um ajuste diante do “novo” cenário eleitoral

    O que deve te ocorrido é uma precificação da vitória de Marina Silva, ou seja a compra de posição em ações da Petrobras, venda de posições em dólar, já que o que se pronunciava era equiparação dos preços da gasolina e o diesel com os preços do mercado internacional,  forte ajuste fiscal e aumentos dos juros da Selic, tudo baseado na legitimidade da urnas.

    Com a brusca virada nas expectativas eleitorais, e a volta do favoritismo de da Presidente Dilma Rousseff, os agentes do mercado financeiro estão se desfazendo rapidamente das posições assumidas em função da subida de Marina Silva, os seja estamos vendo o estoura da boiada, nada mais do que isso.

    Aos poucos voltarão para as posições anterior ao período da entrada de Marina Silva na atual disputa eleitoral, onde é grande o favoritismo da Presidente Dilma.

    Aliás, hoje verificando as pesquisas dos extremos, norte e sul deste país, se verifica a continuidade do crescimento da Candidatura da Presidenta Dilma Rousseff e queda acentuada de Marina Silva, o que indicaria uma vitória da Presidenta Dilma Roussef no primeiro turno.

    Muito provavelmente é que o indicarão as pesquisas eleitorais a serem divulgadas amanhã, vamos aguardar.

    1. Joao Pereira

      4 de outubro de 2014 9:13 am

      Contribuicoes excelentes

      Roberto, muito grato por suas excelentes contribuicoes. Ter os dados todos num lugar so’ ajuda bastante no trabalho de formiguinha de esclarecer pessoas com quem nos relacionamos.

  5. Marco St.

    4 de outubro de 2014 1:39 am

    Acabou o carnaval. Já

    Acabou o carnaval. Já rasgaram as fantasias.

    Desde ontem o mercado já deu mostras de  que “assimilou” a reeleição de Dilma. Tudo esteve bem calmo.

    Também a Globo jogou as toalhas e resolveu não esperar mais e negociou o pagamento da  “pequena” dívida de 1 bilhão que tinha com o fisco.

    As pesquisas efetuadas nos estados mostram um “crescimento” constante de Dilma. Votos de Marina estão migrando praticamente todos p/ ela.

    Coloquei o crescimento entre aspas, pois sempre disse aqui que isso na verdade nunca existiu. Dilma sempre esteve bem à frente dos demais. O que está havendo agora é a correção dos números fantasiosos e manipulados com a realidade inexorável do dia 05.

    Marina foi um sonho ligeiro. Aécio ficou no seu teto de 20%

    Segundo turno impossível? Difícil dizer.

    Mas ao contrário do que a mídia insinua, surpresa será se houver 2o turno.

    Vai que a Luciana Genro surpreende….

    1. alexis

      4 de outubro de 2014 10:38 am

      Verdade Marco

      Vai que Luciana surpreende e, num ato de rara maturidade política, resolve voltar ao PT e ajudar a consolidar este governo popular, que tem 1000 vezes mais chances de implantar alguma parte do programa do PSol que o próprio PSol

  6. Luis Sifer

    4 de outubro de 2014 2:01 am

    Grande

    Grande exercício de masturbação mental.

    Visito diariamente entre 6 a 10 pequenos comerciantes e não vejo nada do que está escrito aí. Não vejo nenhum, absolutamente nenhum deles tentando se agarrar a tábua da salvação petista.

    O sentimento unânime é que Dilma é uma incompetente e que jogou por terra a boa situação em que recebeu o país.

    Sobre a “crise internacional” onde os países emergentes estão crescendo entre 5 e 10% este ano, crise fabricada pelo marqueteiro de Dilma, essa não assusta nenhum pequeno empresário.

    Quem tem medo de crise vai fazer carreira na justiça federal, e não abrir a porta do seu negócio as 8 da manhã e dar duro o dia inteiro.

     

    1. Roberto São Paulo-SP 2014

      4 de outubro de 2014 2:35 am

      Mercado formal gerou 5,6 milhões de empregos desde 2011

       

      Dados apontam para a abertura de 101.425 novas vagas em agosto. No ano já são 751.456 novos postos de trabalho com carteira assinada
      Ministério do Trabalho e Emprego—-Brasília, 11/09/2014 -Assessoria de Imprensa/MTE

      A geração de empregos no Brasil teve em agosto o melhor desempenho dos últimos três meses. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede o nível do emprego formal celetista a partir dos desligamentos e admissões nas empresas, foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias e apontam para a abertura de 101.425 novas vagas.  Foram 1.748.818 admissões contra 1.647.393 demissões. No ano o País soma 751.456 novos empregos e se firma como um dos poucos países do mundo a continuar ofertando trabalho, mesmo em meio a uma das piores crises internacionais da história.

      “O desempenho foi positivo em muitos setores, com destaque para indústria de alimentos, onde foram agregadas 13 mil novas vagas. A indústria química e a indústria da madeira também cresceram, junto com a de papelão e celulose, o que é considerada pelos analistas um indicativo de melhoria na economia, pela produção de embalagens. Como havíamos previsto, o ritmo das demissões na indústria de transformação continua caindo. O saldo deste mês foi de apenas um terço do saldo do mês anterior, pois houve alta na atividade industrial em muitos setores, contrariando muitas previsões que têm sido feitas por ai”, comentou o ministro. Segundo o cadastro, no mês,  a indústria perdeu 4 mil vagas. O setor que mais gerou empregos foi novamente o de serviços, com 71,2 mil novas vagas. Esse desempenho está associado, segundo o ministro, à importância crescente dos serviços no dia-a-dia dos brasileiros.

      O comércio também se destacou este mês, gerando 40 mil novas vagas. Esse desempenho está associado ao nível de consumo e a preparação do setor para as vendas de final de ano. “Devemos ter também a contratação de temporários nos próximos meses, o que deve manter a geração de postos aquecida”, citou Manoel Dias, lembrando que a Confederação Nacional do Comércio estimou, esta semana, a contratação de mais de 137 mil temporários para o final de ano.

      Mercado aquecido – A retomada dos lançamentos de novos empreendimentos imobiliários, segundo o ministro, também está aquecendo o emprego na construção civil. Esse mês o aumento nas vagas foi de 2,39 mil, com destaque para as áreas de preparação dos empreendimentos, o que indica que o setor deve continuar demandando mão de obra nos próximos meses, para o início das construções. O setor também está reagindo às medidas de estímulo ao crédito, que visam manter esse mercado aquecido.

      Sazonalidade – O final do ciclo do café, em Minas Gerais e no interior de São Paulo, deixou o saldo de empregos na agricultura negativo em 9 mil postos, mas com tendência de recuperação para os próximos meses. O setor começa a se preparar para as safras de verão, como as de soja e milho e sente os reflexos da procura internacional pela carne brasileira, que vai demandar mais insumos para a alimentação das criações. “A indústria de alimentos foi a que mais contratou este mês”, lembrou o ministro.

      Norte e Nordeste – O Caged de agosto também confirma a melhoria no nível de emprego nas regiões mais carentes do País. Em relação ao estoque de empregos, as regiões Norte e Nordeste foram as que mais abriram novas vagas no mês. Entre os destaques está o Ceará, com 9,5 mil novas vagas, Pernambuco com 8,5 mil novas vagas e Alagoas com 4,2 mil novas vagas. No Pará, o mês registrou 5 mil novas vagas.

      CAGED – O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED foi criado pelo Governo Federal, através da Lei nº 4.923/65, que instituiu o registro permanente de admissões e dispensa de empregados, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. O Cadastro serve como base para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que subsidia a tomada de decisões para ações governamentais. É utilizado, ainda, pelo Programa de Seguro-Desemprego, para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.
      Assessoria de Imprensa

      url:

      http://portal.mte.gov.br/data/files/FF808081475961470148652D54413460/CAG

       

      1. Luis Sifer

        4 de outubro de 2014 3:45 am

        …e se firma como um dos

        …e se firma como um dos poucos países do mundo a continuar ofertando trabalho, mesmo em meio a uma das piores crises internacionais da história.

         

        Esse tipo de informação mentirosa dá nojo. Quando parte de um governo, que deveria bem informar sua população então, é algo odioso. 

        Basta acessar os dados do Wb ou da OIT e constatar que é mentira. Que o mundo continua gerando empregos. Que as economias bem administradas tem índices de desempregos iguais ou menores que o nosso, Que Coréia, Japão, China, Malásia, Rússia, e tantos outros tem taxas de desemprego menores que a nossa.

        E que via de regra, todos os países desenvolvidos tem índices de ocupação 15+, de pessoas acima de 15 anos, maiores que o nosso, embora em alguns casos o desemprego seja maior, isso porque o desempregado é só aquele  que procura e não acha emprego.

        E saber que tem gente que é paga para divulgar essas mentiras diuturnamente na rede, paga com dinheiro dos nossos impostos, isso então é nojento demais.

        1. Roberto São Paulo-SP 2014

          4 de outubro de 2014 3:54 am

          Crecimento econômico com distribuição de renda

          O PIB no Brasil cresceu de R$ 1,5 trilhões em 2002(FHC) para mais de R$ 5 trilhões em 2014(Lula/Dilma)

          A massa salarial aumentou de R$ 635,7 bilhões 2002(FHC) para R$ 1,44 trilhões em 2013(Lula/Dilma), e deve ficar acima dos R$ R$ 1,6 trilhões em 2014, em função dos aumentos reais do salário e do aumento do emprego formal.

          Desde de 2003 ocorre um aumento espetacular do aumento do consumo da famílias, principalmente em função da redução do desemprego, e consequente aumento das pessoas com emprego com carteira assinada(férias remuneradas, FGTS, licença médica remunerada, licença maternidade remunerada, aposentadoria, 13o. salário, PIS e acesso ao crédito).

          Além da redução do desemprego, o aumento real dos salários, o aumento real do salário mínimo e a ampliação do crédito,  também contribuíram para o aumento consumo da famílias no Brasil, mas sem dúvida o principal responsável é o aumento do emprego com carteira assinada, pois além de aumentar a renda das famílias, passaram  a ter acesso acesso a linhas de crédito mais barato o que ampliou exponencialmente o consumo das famílias.

          Basta visitar os aeroportos, tanto na ala de voos nacionais como de voos internacionais, andar pela principais avenidas, ou pelo principais centros comerciais, é nítido o aumento do consumo em relação aos tempos dos governos de FHC.

          Em função da queda do dólar no Brasil, parte significativa do aumento do consumo das famílias foi atendida por produtos importados, o que limitou o crescimento do PIB.

          Com uma correção gradual da taxa de câmbio, a substituição de parte das importações vai possibilitar um  aumento no ritmo de crescimento do PIB, das horas trabalhadas, do emprego com carteira assinada e da renda das famílias.

          Empréstimos do BNDES geram emprego e renda, temos a Friboi e BRF que são os maiores produtores mundiais de carne bovina e de frango do mundo, a Embraer uma empresá de renome internacional.

          Além disso, cerca de 30%,mais de R$ 60 bilhões anuais dos empréstimos do BNDES se destinam a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).

          O BNDES é o principal financiador dos projetos de biocombustíveis, inclusive o etanol de segunda geração que já está  em fase implantação de plantas piloto, e todos contam com o apoio do BNDES.

          O Brasil é líder mundial na produção de biocombustíveis, o governo de Presidente Lula  implantou o Biodiesel no Brasil em 2004,com a adição de 2% Biodiesel ao diesel de petróleo, hoje a adição de biodiesel está em 6% e passará para 7% em novembro.
          Os biocombustíveis são fundamentais para o que seja possível gerar um excedente de petróleo e derivados e equilibrar as contas externas, onde o aumento da produção nos campos localizados na camada do pré-sal e a conclusão das novas refinarias que estão em construção desempenham também um papel fundamental.

          A indústria de equipamentos para a geração de energia eólica esta sendo implantada no Brasil, que está se tornando um dos maiores mercados de equipamentos para geração de energia eólica,  com apoio do BNDES gerando impostos, emprego, renda e é claro, energia elétrica..

          Também com apoio do BNDES, a indústria naval para atender as demandas do pré-sal já esta instalada no Brasil e em fase ampliação, gerando imposto, emprego e renda.

          Várias  novas fábricas de automóveis estão se instalando no Brasil, inclusive no nordeste, quase todas com apoio do BNDES.

          O Governo da Presidenta Dilma Rousseff, já realizou importantes desonerações fiscais, como na folha de pagamento, na redução da cide(diesel e gasolina), e na redução dos tributos federais sobre a energia elétrica, o que vai melhorar significativamente a capacidade de competição das empresas instaladas no Brasil.

          Falta apenas a redução dos juros da selic para a média dos juros internacionais e uma correção 20% na taxa de câmbio, o que deve ser conseguido no segundo mandato da Presidenta Dilma.

          No mais,  o Brasil tem excelência na produção de bioenergia, com o etanol combustível e o biodiesel, tem a mais avançada tecnologia para produção de petróleo em áreas marítimas, uma avançada indústria de automóveis e aviões, petroquímica, e vai melhorar a capacidade tecnológica, com o Pró-uni, o Pronatec, Programa Ciência sem Fronteiras

          O Brasil ainda tem muito a percorrer no campo tecnológico, mas para isso precisa completar o processo de distribuição de renda, quando isso ocorrer, não haverá mais necessidade das politicas sociais, todos poderão pagar mais impostos, e o estado poderá investir mais em tecnologia e em modernos processos produção de bens serviços.

          No momento o Brasil ainda precisa de programas sociais como o Bolsa Família, Pronaf, Pró-Uni, Pronatec e Minha Casa Minha Vida, mas com o aumento real e gradual do Salário Mínimo, em uma década ou duas a maioria destes programas sociais não serão mais necessários, e talvez ai poderemos flertar com o neoliberalismo econômico.

          1. Severino Januário

            4 de outubro de 2014 9:41 am

            Não adianta apresentar estes

            Não adianta apresentar estes números favoráveis a este rapaz, caro amigo. O que o rapaz está dizendo é que o mundo inteiro está muito bem, todos os países em paz e crescendo muito e felizes e gerando tantos e mais empregos que o Brasil, enquanto aqui estamos vivendo um inferno petista de crescimento medíocre e tomado por comunistas sem escrúpulos que gastam o dinheiro público para roubar e para dominar a opinião pública. Tudo isto faz com que o rapaz tenhao nojo, muito nojo, e sem dúvida muito ódio. A ele, um felizardo que pode saber disto tudo porque conseguiu escapar do garrote sufocante da total dominação petista das comunicações de massa, buscando se informar pelos poucos heróis da resistência da liberdade de imprensa que se entrincheiraram em alguns pobres meios de comunicação e que lutam “diuturnamente” (termo preferido por certos institutos) contra a poderosa ditadura petista.

          2. Rosan Amaral

            4 de outubro de 2014 10:22 am

            Parabéns por sua postura Roberto

            Você não fulaniza, não responde com citação do comentarista oponente, apenas expõe seus argumentos que geralmente são os números. É um exemplo para o blog.

        2. Ugo

          4 de outubro de 2014 12:46 pm

          troll da cocada preta

          Na velha Europa a taxa de desemprego entre os jovens é de aproximadamente 50%, na Italia, Espanha e outros mais ou menos votados. A arrogante Alemanha criou os mini salários que mascaram a necessidade de ter dois ou mais empregos precários.

          Agora um tonto a serviço da sonhática e aécioporto, cita OMC para afirmações inverídicas sem ao menos apontar um misero numerinho.

          Dou por descontado que o sujeito é um troll pago e isto como atenuante, caso seja convencido dos argumentos apresentados tendo as fontes da veja folhão globão estadão, bão então é um bobão.

    2. Roberto São Paulo-SP 2014

      4 de outubro de 2014 2:46 am

      Em agosto a produção de petróleo aumentou 15,7%

      PRODUÇÃO NO PRÉ-SAL CRESCE 11% EM AGOSTO

      03/10/2014–Fonte: ANP/Assessoria de Imprensa – (21) 2112-8333 – [email protected]
      Pela primeira vez a produção total superou os 600 Mboe/d e a de petróleo superou os 500 mil bbl/d no pré-sal

      A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de agosto atingiu 2,89 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 2,326 milhões de barris diários de petróleo e 90,9 milhões de metros cúbicos de gás natural. O volume é o maior já registrado, superando o do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,82 milhões de barris de óleo equivalente por dia.
      A produção de petróleo também superou a marca de 2,267 milhões de barris por dia, alcançada no mês anterior. Houve aumento de 2,6% na produção de petróleo em relação a julho de 2014 e de 15,7% na comparação com agosto de 2013.
      A produção de gás natural superou em 3,4% a do mês anterior, de 87,9 milhões de metros cúbicos por dia, e em 18,1% a de agosto de 2013. As informações são do Boletim da Produção da ANP, disponível em

      http://www.anp.gov.br/?pg=71248.

      Pré-sal
      A produção no pré-sal aumentou 11% em relação ao mês anterior, totalizando 647 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 533 mil barris diários de petróleo e 18,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 35 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e nas áreas de Iara e Entorno de Iara. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010.
      Queima de gás
       O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95%. A queima de gás natural em agosto foi de 4,549 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de aproximadamente 1% em relação ao mês anterior e de 38,5% em relação a agosto de 2013. Os principais motivos para o aumento da queima de gás natural foram os comissionamentos das plataformas P-55 e P-62, ambas localizadas no campo de Roncador.
      Campos produtores
       Em torno de 91,8% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,8% da produção de petróleo e 74,1% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 287,8 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Lula, na bacia de Santos, com média diária de 7,5 milhões de metros cúbicos.

       A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 14 poços a ela interligados, cerca de 132 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 94,4 barris diários de petróleo e 2 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Dentre esses campos, Bom Lugar, operado pela Alvopetro, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 35,6 barris de óleo equivalente por dia.

       A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 170,3 Mboe/d, sendo 139,8 Mbbl/d de petróleo e 4,8 MMm³/d de gás natural. Desse total, 4,1 Mboe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 330 boe/d no Estado de Alagoas, 2.048 boe/d na Bahia, 22 boe/d no Espírito Santo, 1.444 boe/d no Rio Grande do Norte e 265 boe/d em Sergipe.
      Outras informações
       Em agosto, 308 concessões, operadas por 23 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 86 são concessões marítimas e 222 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concessões produtoras, duas encontram-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD) ou Teste de Formação (TFR), e outras seis são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais.

       O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,6°, sendo que 9,3 % da produção é considerada óleo leve (>=31°API), 61,3% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 29,4% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000.

       A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.012 poços, sendo 830 marítimos e 8.182 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Carmópolis, bacia de Sergipe, com 1.105 poços. Marlim, localizado na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 63 no total.

      URL:

      http://www.anp.gov.br/?pg=72583&m=&t1=&t2=&t3=&t4=&ar=&ps=&cachebust=1412390146731

    3. alexis

      4 de outubro de 2014 9:15 am

      MAUS BRASILEIROS

      Quase exatamente um ano atrás se desenhou este plano empresarial, onde foram suspensos todos os investimentos, adiaram-se pagamentos a terceiros, e etc. Muitas empresas consultoras e de engenharia e as de serviços terceirizados fecharam as suas portas. O objetivo foi de colocar o discurso de PIB baixo e recessão na boca do Aécio. Todo esse bando de antipatriotas são os mesmos que ostentam casa em Miami e dinheiro depositado fora do país. A própria VALE, através do seu Presidente, denunciou esta situação em recente entrevista:

      http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/09/1512150-defasada-industria-de-sp-vive-um-fla-flu-com-dilma-diz-presidente-da-vale.shtml

  7. juarez.j.j.

    4 de outubro de 2014 3:15 am

    Interessante esse exercício

    Interessante esse exercício para tentar, da forma mais acertiva possível,  desvendar os motivos para o que está ocorrendo. Até podemos dar uma invertida nessa situação aventada, projetando-nos num momento zero crises, num Brasil maravilhoso a todo vapor com inflação zerada e PIB de 100% ao dia, segurança sob controle etc… e… e aí? E aí que podemos dizer que, talvez, tudo seria exatamente igual. Então, chegaríamos a conclusão que, provávelmente, o problema não é baralho com 5 ases, mas sim baralho com cartas marcadas, já sacado pela maioria, crescente. Daí, cairemos na real! Ausencia de oposição, política.

  8. Ita

    4 de outubro de 2014 4:41 am

    REPENSANDO

    Apesar de todo terrorismo direcionado aos incautos, não foi possível apagar o brilho da estrela Dilma, uma pessoa de valor, muita coragem e boa coluna. Concordo plenamente com o texto e é sabido que para quem não tem muitos filtros o que de fato pesa é o bolso. Ver a família desempregada e passando fome não é moleza. O empreendedorismo tirou muita gente de má situação financeira. 

  9. MarcoPOA

    4 de outubro de 2014 1:04 pm

    Mercado?

    Mercado? O que é? Quem é?

    Transnacionais de todos os ramos? Petroleiras? Mega construtoras? Gente que produz lá e cá!

    Ou estamos falando só do sistema financeiro? Ou é o ‘PIG’?

    A economia vem desacelerando desde o final do ano passado, quem trabalha com pequenos industriais e comerciantes sabe o que falo. Que baboseira é essa de ‘mercado’.

    Pequenos estabelecimentos não estão vendendo, não produzem e ‘por supuesto’ não geram riqueza. Que papo furado é esse de mercado!

    Tem gente desesperada em saber como vai pagar as contas e, principalmente, os funcionários no fim do mes. Esses são os representantes do mercado? E quando falir tudo, de onde vai sair o dinheiro para as contribuições, taxas e impostos que sustentam o ‘social’ dos governos, principalmente os ‘progressistas’? Do FMI?

    E lembrando o sistema tributário vemos que está cada vez mais louco, intrusivo e ‘espionante’ (saudades do ‘fiscalizante’). Pequenos empresários em muitas situações são tributados e ‘punidos’ como se fossem poderosas empresas!

    Que indicativo Dilma Rousseff deu que vai trocar o jardim de postes incompetentes e sem luz que ela plantou em torno dela? Nenhum! Pior ainda se trocar por outros piores, suas escolhas pessoais não são nada boas!

    Que rumo vai dar pra economia? O mesmo que vem dando? Se for é melhor ir avisando: não vai ter grana pro ‘Bolsa Família’ ali adiante.

    Bolsa Família, que é importante pra quem precisa (pra esses contribuo com prazer), inchou, e está contaminado por gente que tem condições de trabalhar, mas que, por conveniência/indução, escolhe o mais fácil. Quem não quer uma tetinha grátis do governo.

    Vamos continuar também com esses carrapatos bolivarianos nas costas do Brasil ou vamos abrir novos caminhos com Europa e Estados Unidos? Não está bastando os exemplos de Cristina Kirchner e Nicolas Maduro? E antes que perguntem: SIM, podemos continuar com os BRICS, porque não? Olhem as posições pragmáticas do uruguaio Pepé Mujica em relação ao assunto!

    Isso tudo sem falar no afrouxamento, principalmente de leis e punições que se espalhou pais afora. Hoje cada um faz o que quer e estamos conversado! Temos Direitos de todos os lados, e os deveres? Como já disse aqui…Parem de se meter na vida das pessoas!

    Progressistas de plantão botem o pé no chão, tu só pode distribuir riquezas quando elas são produzidas e é exatamente o que não está acontecendo no Brasil!

    1. SergioMedeirosR

      4 de outubro de 2014 1:46 pm

      politica econômica e mercado – e as escolhas fundamentais

      … Detectaste o problema….  mas não tem nem idéia da causa…   precisa revisar teus conceitos… um pouco de lógica e razão naõ fazem mal para ninguém

      https://jornalggn.com.br/noticia/diminuir-salarios-e-empregos-no-brasil-e-pena-de-morte

       

      ….Adotar as medidas impopulares do PSDB e do PSB de Campos, de cessar a politica de aumento real do salário mínimo e do pleno emprego, significa,  de pronto,  condenar alguns milhões de brasileiros à morte.

      Tudo em nome do mercado

      A diferença entre a politica econômica atualmente adotada no Brasil, em relação ao salário mínimo e ao incentivo à criação de empregos, e a do resto do mundo, é centrada em dois pontos básicos, enquanto no Brasil temos pleno emprego e valorização real dos salários, nos demais países (Europa e Estados Unidos como base de comparação) vemos um desemprego em massa e a contínua retirada de direitos sociais…

      Tal realidade pode ser facilmente aferida em países da Europa, sendo os exemplos mais candentes o da Espanha, Grécia, Portugal Itália França…

      No governo anterior, FHC-PSDB(1994-2002), para não levar adiante uma politica de aumento real do salário mínimo, este afirmava  que o aumento de salário gerava inflação e desarrumava as contas públicas.

      Isso significava a manutenção de milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza (que nada mais é que uma sentença de morte com requintes de crueldade – ou pior, a subraça que estava se formando pelo desenvolvimento mental incompleto, pela falta de ingestão diária de nutrientes básicos, em outros termos, pela falta de comida).  

      A politica do governo Lula e Dilma desmentiu tal teoria de FHC/PSDB e de economistas como Armínio Fraga(ligado ao PSDB) e outros ..

      Durante os Governos Lula Dilma – 2003 a 2014, o salário mínimo teve um aumento real acima da inflação de mais de 73 por cento, e o Brasil não quebrou nem deixou de se desenvolver, nem a inflação estourou a meta (no último mandato de FHC, a inflação foi bem maior que a atual, que a mídia diz, de boca cheia, que está alta).

      Ainda, algo tão ou mais importante,  tal politica não se encerra na questão atinente ao salário mínimo.

      É que, a valorização real do salário mínimo não se reduz somente a esfera do salário mínimo, o aumento deste influencia diretamente no aumento das demais faixas salariais, ou seja, o aumento do salário mínimo faz com que, efeito cascata, os demais salários acima deste patamar também aumentem.

      Reitero, não somente o salário mínimo, mas todos os salários, sejam os percebidos junto a  iniciativa privada, sejam junto ao setor público, também aumentaram em termos de valores reais, na contramão do resto do mundo.

      E ai, eis o paradoxo, chega perto das eleições e, a maior parte das categorias profissionais, enganada pela mídia oficial e lideres oportunistas, apesar de terem tido aumentos acima da inflação … reclama porque seu salário não aumentou na mesma proporção do salário mínimo.

      Ora, o que realmente importa é se os salários aumentaram mais que a inflação, se o poder de compra aumentou, se existem empregos disponíveis para quem queira trabalhar…isso é o que importa…

      Frisa-se… Vejam a Europa, com toda a riqueza, com todo o poderio econômico… lá, indiscutivelmente (é fato incontroverso) existe uma crise sem precedentes de falta de empregos…Na Espanha chega a quase 30%….

      Enquanto isso no Brasil, há pleno emprego.

      E ai, novamente vem estes políticos oportunistas, e seus economistas de plantão, dizerem que o Brasil não pode dar aumento real de salários porque isso está inibindo o crescimento da economia.

      Ora, muito pelo contrário,  o Brasil é a prova concreta que aumentar salário não gera inflação, mas sim aumenta a produção interna e reduz a desigualdade.

      Eles sabem disso, mas o que eles querem é aumentar a margem de lucro, principalmente externa, por isso o desprezo pela atual politica de valorização dos salários e pleno emprego.

      Em outros termos, os ricos passaram a ganhar um pouco menos com este crescimento moderado, mas a imensa maioria do povo brasileiro passou a ter melhores condições de vida, pois houve melhor distribuição dos lucros advindos da atividade produtiva.

      E ai está a questão, nem mesmo esta ínfima parcela eles estão dispostas a deixar de ganhar…

      Mas a questão não se encerra no simplismo do salário mínimo e do pleno emprego.

      A se adotarem medidas que tenham o condão de estagnarem o salário mínimo e médio e as vagas de emprego, as micro e pequenas empresas seriam diretamente atingidas e todos os trabalhadores/empresários que nelas laboram.

      O que diria este grande contingente de pequenos e microempresários se, de uma hora para outra seus clientes começassem a minguar…

      Haveria uma luta fratricida entre elas, porque ao tentarem se manter no mercado iriam cada vez mais se endividando,  até um ponto insuportável e a partir dai somente as grandes sobreviveriam.

      Todos perderiam.

      Outro ponto, os mecanismos de crédito e os incentivos para a produção e desenvolvimento, que permitiram que uma imensidade de pequenas empresas florescesse, em face da tal turbulência também cessariam…

      Por isso, pequenos empresários, vocês também pensem muito e cautelosamente… a questão não se resume ao salário dos demais trabalhadores, mas sim ao fato de que vocês dependem desta nova classe de consumidores.

      Quem vende, seja serviço ou outros produtos, vende no varejo, a muitas pessoas, aos trabalhadores e aos da hoje considerada classe média (baixa).

      Pequenos empresários, ME, …os ricos nunca foram os que movimentaram seu mercado, ainda mais o tipo de mercado de consumo que vocês desenvolvem, que necessita de milhões de clientes…

      Pensem de novo, pensem que seu sucesso depende de uma economia com pleno emprego e com capacidade para consumir seus produtos..

      Olhem seu mercado consumidor ..seus clientes, e vejam como seria desastroso se estas pessoas tiverem diminuídos seus ganhos…

      E isto para todos, desde o vendedor de cachorro quente até para o vendedor de carros ou imóveis.

      Imaginem um quadro apenas um pouco desfavorável, onde um aumento do desemprego ocorra.

      Neste contexto, tirando os diretamente atingidos, os primeiros a sentirem tais efeitos são logicamente os pequenos empresários … 

      A batalha pela sobrevivência aviltará seus preços… e ainda terão que ouvir… é o mercado… é a livre inciativa…somente os capazes sobrevivem…

      Pensem um pouco… não demanda um grande raciocínio, estes são apenas alguns dados…

      Comparem estes dados com a propaganda dos grandes jornais, com as medidas impopulares  que o PSDB e o PSB de Campos estão pregando(que eles  dizem que são necessárias – desemprego e término dos aumentos reais de salário) e escolham cautelosamente seu destino.

      1. Paulo Monteiro

        4 de outubro de 2014 3:05 pm

        Ótimos argumentos que

        Ótimos argumentos que refletem quase que integralmente minhas percepções, pois sou um desses micro, mas micro mesmo, empresário e sei bem o que pode ocorrer caso uma política de estagnção dos salários, de desemprego, etc, poderá causar ao meu negócio, vai para o brejo de imediato. Só pra ter uma idéia, tenho clientes que cresceram justamente devido a essa nova classe de consumidores, empresas como: agencias de empregos, instaladoras de TV por assinatura, construtoras diversas, pequenos escritórios de advocacias, de contabilidade, de serviços de crédito, de prestadores de serviços variados, clinicas médicas, odontóligicas, estéticas, etc. Enfim uma grande cadeia de pequenos negócios que volta e meia estão demandando produtos que comercializo. Portanto, de fato é importante termos um governo que por experiência sabe como atuar e certamente procurará proteger os menos favorecidos de forma geral sejam os trabalhadores ou gente como eu que tem pequenos negócios.

      2. MarcoPOA

        4 de outubro de 2014 3:38 pm

        The Truth Is Out There!

        Em inglês mesmo que explicita exatamente o que quero dizer!

        Quanto ao resto deves dizer também para Dilma e seu staff economico, já que o que apregoas (no meu ver corretamente) esta sendo feito, infelizmente, sem os efeitos desejados!

        Quem sabe nossa Presidenta copie Lula e tente dialogar com todos os setores!

        Luiz Inácio de tempos em tempos chamava todo mundo, até os antagonicos, para discutir com ele. Varias vezes fez pequenos ajustes na economia que deram certo, mas sempre combinando com o outro lado que também é parte no processo! Sem esquecer da parte politica que Dilma tanto odeia!

        Na verdade o Brasil e todo o planeta está pegando o bafo quente e fetido da crise de 2008. Pra resolver todos tem sua solução!

         

  10. altamiro souza

    4 de outubro de 2014 3:07 pm

    essa análise é

    essa análise é importantíssima para convencer

    os pequenos e mini-empresários, milhões…

    no meio em que vivo, é isso mesmo.

    o dono do

    boteco perebe que se não houver

    inclusão social e pleno emprego,

    perderá seus fregueses.

    o cara conseguirá finalmente contratar

    com facilidade o chapeiro,

    mas o chapeiro poderá

    não terr o que fazer se não houver fregueses para consumir.

    esse é o receio desses mini-empresáris

    com as candidaturas de marina e aécio.

Recomendados para você

Recomendados