Sugerido por implacavel
Do SporTV.com
Ademir da Guia no jogo das estrelas
No Jogo das Estrelas, o astro maior era Zico. Organizador da partida beneficente, o Galinho brilhou com um gol e belos passes.
Mas o maior artilheiro da história do Maracanã, com 333 gols anotados, fez questão de reverenciar um dos maiores craques do Palmeiras. Ademir da Guia, 71 anos, comandou o ataque do time Estrelas do Brasil, que saiu derrotado de campo por 7 a 3.
– Eu vim muitas vezes ao Maracanã para ver o Palmeiras jogar, aquela Academia… O Ademir jogou inclusive algumas vezes contra o meu irmão Antunes. Nós tivemos grandes camisas 10 e nos dez anos (de Jogo das Estrelas) estamos homenageando mais um deles, na figura do Ademir da Guia.
É gratificante para nós – comentou Zico, mostrando toda a sua admiração pelo Divino, como Ademir ficou conhecido.
Ademir vem de uma família de jogadores, sendo que seu pai, Domingos da Guia, foi o mais destacado deles. O zagueiro, que jogou por Vasco, Flamengo e Corinthians, além de Nacional-URU e Boca Juniors-ARG, tinha tanta técnica para um defensor que passou a ser chamado de “Divino Mestre”, apelido que passou em parte para Ademir.
– Rapaz… é sensacional. Dei três abraços no Zico, porque receber o convite, poder estar aqui no Maracanã é espetacular. Só Flamengo, né? Que coisa linda, os flamenguistas vindo. O Zico está de parabéns, como a torcida do Flamengo – falou Ademir da Guia, visivelmente lisonjeado com a oportunidade de jogar novamente.
Após ficar em campo por aproximadamente 30 minutos, Ademir ainda foi tietado por torcedores, que pediam para abraçá-lo e tirar fotos com ele.
– É uma coisa que passa do avô para o pai, do pai para o filho, e hoje eles têm a consciência que houve jogadores do passado que foram craques – finalizou Ademir, feliz com o carinho recebido por parte dos fãs.
Cláudio José
29 de dezembro de 2013 11:46 amParabéns para todos os
Parabéns para todos os jogadores que participaram desse jogo solidário! O Zico é um cara do bem, e um exemplo nesse meio nebuloso do futebol.
mello
29 de dezembro de 2013 3:23 pmZico, além de um jogador
Zico, além de um jogador e artilheiro excepcionais é uma figura human admirável : já havia emocionado o Goleiro Barbosa, por êle convidado, como todos os que vestiram a camisa da Seleção Brasileira, mesmo não sendo campeõs, num evento semelhante a esse ora citado.
O grande Zico homenageou muito propeiamente o futebol elegante e eficientíssimo do excelente Ademir da Guia.
Francisco Ernesto Guerra
29 de dezembro de 2013 4:27 pmO Divino
Como corintiano fanático (se é que existe corintiano não fanático), confesso que vi mais vezes o Ademir da Guia jogar do vi o Rivellino.
É que, como descendente de italianos, acompanhava meus primos, irmão e tio nos jogos do palestra. Evidentemente para torcer contra. Discretamente, já que não era bobo.
E, assim, me lembro bem de uma vitória do América de RIo Preto, em pleno Parque Antarctica, por 3X1, quando um certo Luis Poiani, inspirado naquele dia, destruiu a defesa do verdinho.
Noutra ocasião, vi o Juventus empatar com o palestra em 1X1 também no Parque Antarctica. O curioso é que o Juventus tinha um único torcedor uniformizado que ficava nos altos da arquibancada fazendo “micagens” para os palmeirenses e dançava prá lá e prá cá com um guarda-chuvas. Este torcedor era alvo de bolinhas de papel, amendoins, etc. E ele reagia com bom humor e não me consta que ele foi fazer uma tomografia para apurar sequelas de tamanha agressão de petistas, digo palestrinos.
Vamos resumir, quem gosta e pratica futebol, gosta do jogo bem jogado.
E nisso Ademir era demais.
Gosto de quem domina os fundamentos todos. Como Ademir o fazia.
Tanto que acho Beckembauer o melhor jogador de todos os tempos. O cara tem saber ter a visão completa do jogo, desarmar, matar a bola, passar, cabecear, cruzar, dar o passe final e, se for caso, na auséncia da eficiência dos companheiros, marcar o gol. E tudo isso requer uma qualidade fundamental o ítem “jogar com coração”, que é liga (sobrenatural?) que mescla, funde todas esatas qualidades.
Ninguém chama alguém de divino por acaso. O cara conhecia do ofício.Gênios, como se sabe, são modestos. Suspeito de que não desacreditam no seu talento, mas deixam aos pobres mortais a tarefa interesseira, parcial, facciosa, viciada e até venal de julgar.
No fim, suponho, o gênio rí da gente. É porque ele vislumbra o futuro reconhecimento. Algo como “ver por cima”, enquanto os julgadores veem horizontalmente.
A mim, pelo menos, não resta dúvida. O divino era Divino.
tiao
29 de dezembro de 2013 9:27 pmEu como santista desde que
Eu como santista desde que nasci,fui muito à jogos do Palmeiras com meu irmão palmeirense,só pra ver estre cara jogar. Pra mim foi um dos melhores que vi jogar.Ademir da Guia voce é eterno.Gostaria que estes perebas de hoje tivessem o privilegio de te ver jogar.Iam morrer de vergonha de se auto denominarem craques.Voce será sempre o Divino!
Pereira Pereira
30 de dezembro de 2013 8:29 amzidane é um pós ademir.
zidane é um pós ademir.