Bancada evangélica repudia ataques ao “segmento evangélico” pelo caso Flordelis

Para a Bancada, "mesmo respeitado o amplo direito de defesa, não é natural nem aceitável que alguém que se intitule Cristão possa cometer ato tão absurdo"

Jornal GGN – A Frente Parlamentar Evangélica emitiu uma nota à imprensa nesta quinta (3) repudiando a conduta “anti-ética” de quem nivela o “segmento evangélico do Brasil” pelo ocorrido com a deputada federal Flordelis. Ela é acusada de ser a mandante do assassinato de seu marido, o pastor Anderson do Carmo.

Para a Bancada Evangélica, “mesmo respeitado o amplo direito de defesa, não é natural nem aceitável que alguém que se intitule Cristão possa cometer ato tão absurdo.”

Leia a nota completa:

“A Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional vem a público manifestar seu repúdio ao comportamento anticristão, antiético, reprovável e repugnante daqueles que tentam nivelar o segmento evangélico do Brasil pelo ocorrido com a deputada federal Flordelis, conforme demonstrado pelas investigações policiais em curso e amplamente divulgados pela mídia.

Para FPE, mesmo respeitado o amplo direito de defesa, não é natural nem aceitável que alguém que se intitule Cristão possa cometer ato tão absurdo, como envolver-se em um assassinato brutal que chocou o Brasil. Infelizmente, à medida em que as investigações avançam, mais crimes estarrecedores vão se revelando e trazendo à tona fatos que jamais poderíamos imaginar.

Diante de acusações e evidências tão contundentes, resta a FPE ressaltar seu profundo descontentamento com os fatos ocorridos e levantar-se em defesa das famílias, do povo evangélico do Brasil e do genuíno evangelho do Senhor Jesus Cristo, que nada tem a ver com práticas tão deploráveis e repugnantes como as que parecem ter sido protagonizadas pela deputada. Pelo contrário, aprendemos nos ensinos bíblicos a dar bom testemunho de Cristo, fugindo do mal; “antes seguindo a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância e a mansidão” (I Timóteo 6:11).

Ressaltamos que a intenção da FPE em momento algum é fazer pré-julgamento, pelo contrário, muito nos alegrará se ao final do processo, restar-se comprovada a inocência da deputada. No entanto, temos que admitir que, até o momento, nenhum fato favorável a deputada foi apurado, muito pelo contrário.

Estamos orando para que os fatos se esclareçam definitivamente, para que a justiça se estabeleça e o bem, como sempre, prevaleça.”

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