21 de maio de 2026

Bancada Feminista do PSOL pede investigação sobre participação de vice de Covas em máfia das creches

Ricardo Nunes (MDB) teria uma teia de conexões com indicados políticos, empresas e parentes para lucrar com aluguel de creches de capital
Vereador Ricardo Nunes e prefeito de São Paulo Bruno Covas, em 2018. | Foto: Reprodução/Facebook

Jornal GGN – A Bancada Feminista do PSOL, candidatura coletiva para ocupar a Câmara Municipal de São Paulo, protocolou na tarde desta quinta-feira, 22, um pedido investigação no Ministério Público Estadual contra o candidato a vice-prefeito de Bruno Covas (PSDB), o vereador Ricardo Nunes (MDB). O político é apontado como protagonista da “máfia das creches”.

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Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Nunes “mantém uma teia de conexões entre empresas, parentes e indicados políticos com cargos na gestão que envolvem creches contratadas pelo município”. Com isso, o grupo de Nunes lucraria com o aluguel dessas creches.

Entre as conexões da rede do político está a Associação Amiga da Criança e do Adolescente (Acria), que recebe mais de R$ 14 milhões por ano em repasses da prefeitura. Desse total, R$ 2,3 milhões vão para o pagamento de aluguéis.

A representação contra Nunes, assinada pelas cinco cocandidatas da Bancada Feminista, foi direcionada ao Núcleo Especializado de Patrimônio Público e Social. De acordo com o texto “tal medida é não só imperiosa como também URGENTE”.

“Visto que, a pouco menos de um mês para o pleito eleitoral do qual o Representado concorre a cargo de Vice-Prefeito, e, caso esta “máfia das creches” se prove verdadeira assim como o envolvimento do ora Representado, alça-lo a tal cargo seria permitir que tal máfia se aprofunde e se enraíze ainda mais na malha da administração pública”, diz a representação.

Além disso, o texto solicita, com base na Lei de Acesso à Informação, dados sobre a investigação aberta pelo Ministério Público em 2019, ainda sem conclusão.

O candidato a vice-prefeito de Bruno Covas (PSDB) também é acusado de cometer violência doméstica contra a esposa e de executar modificações que retiraram menções à diversidade sexual no Plano Municipal de Educação em 2015.

Confira a íntegra da representação:

Redação

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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