4 de junho de 2026

BNDES conclui captação externa de € 650 milhões

Enviado por Roberto São Paulo-SP

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Do BNDES

BNDES conclui com sucesso captação externa de € 650 milhões

Custo da operação é o menor já pago pelo Banco em euros

Demanda ultrapassa € 1,8 bilhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concluiu com grande sucesso uma captação de € 650 milhões em títulos no mercado internacional, com vencimento em janeiro de 2019.

A operação resultou em taxa de retorno ao investidor de 3,783% ao ano, o que representa prêmio de 260 pontos-base sobre os Mid-Swaps (principal referência para o mercado de euros).

O custo final da operação foi o menor já pago pelo Banco em uma emissão em euros e ficou em torno de 30 pontos-base mais barato do que se o BNDES fizesse uma nova emissão em dólares de prazo equivalente.

A demanda foi muito superior ao valor oferecido ao mercado e mais de 190 investidores participaram do processo de formação de preço dos títulos (bookbuilding), que ultrapassou € 1,8 bilhão de ordens.

A elevada demanda viabilizou uma grande pulverização dos títulos para compradores de diversos países, com destaque para os europeus, e com perfil de investimento de longo prazo.

A operação foi coordenada pelos bancos Deutsche Bank, JP Morgan e Santander e contou ainda com a participação do Banco do Brasil e do Mitsubishi UFJ Securities, o que permitiu a cobertura de diferentes regiões geográficas (Europa, Estados Unidos, Ásia e América Latina), ampliando a base de investidores do BNDES.

Precificada no dia 13 de janeiro, a operação foi antecedida por um breve roadshow de executivos do Banco, que realizaram reuniões com investidores internacionais em Londres, Paris, Amsterdã, Frankfurt e Munique.

A captação marcou o retorno do BNDES ao mercado de euros após uma ausência de mais de três anos, uma vez que o último título do Banco denominado nesta moeda havia sido lançado em setembro de 2010.

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8 Comentários
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  1. Osvaldo Ferreira

    23 de janeiro de 2014 3:46 pm

    Ué, mas não dizem por aí, dia

    Ué, mas não dizem por aí, dia sim e outro também que o BNDES não presta, que faz péssimos negócios, empresta muito mal, é cabide de empregos e é pessimamente utilizado pelo executivo federal? Parece que os investidores europeus não pensam desta forma ou será que gostam de rasgar dinheiro?

  2. Osvaldo Ferreira

    23 de janeiro de 2014 4:21 pm

    Ai, essa crise de

    Ai, essa crise de desconfiança no Brasil está mesmo terrível!

    1. carlos batista

      23 de janeiro de 2014 4:26 pm

      Este dinheiro talvez seja

      Este dinheiro talvez seja para cobrir o rombo do MARFRIG (Um dos campeoes nacionais).

      1. Osvaldo Ferreira

        23 de janeiro de 2014 5:01 pm

        E os investidores sabendo

        E os investidores sabendo disso foram atrás dos papéis do BNDES para cobrir um rombo, certo? Ou será que o BNDES enganou os investidores escondendo o problema na MARFRIG já que só você sabe dele? kkkkkkk

        1. A.Araujo

          23 de janeiro de 2014 7:42 pm

          Nada a ver. O risco do BNDES

          Nada a ver. O risco do BNDES é RISCO REPUBLICA, equivale ao do rating do Tesour Nacional, proprietario e garantidor do banco, podia vender 5 vezes mais que isso em bonus, é diferente do risco Petrobras, que não é Republica.

          Tampouco se sabe quando desses bonus foram comprados por brasileiros e ou  por instituições brasileiras no exterior como o Banco do Brasil-Nova York, que custodia reservas internacionais do Banco Central e tem muita liquidez.

          A venda dos bonus em si não quer dizer nada, quando se anuncia a venda e porque já estava vendido, uma instituição do porte do BNDES não pode se arriscar a ter bonus encalhado, destroi a reputação do Banco.

          Os Zés Colmeias de sempre vão bater palmas, vão achar um grande feito.

        2. carlos batista

          23 de janeiro de 2014 7:45 pm

          BNDES volta a favorecer o

          BNDES volta a favorecer o grupo frigorífico Marfrig

          RAQUEL LANDIM
          DE SÃO PAULO

          05/01/2014 16p9 Ouvir o textoMais opções

          Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos “campeões nacionais” do governo Lula.

          Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo
          R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada.

          O banco estatal aceitou adiar em um ano e meio o vencimento de uma debênture (título de dívida) de R$ 2,15 bilhões do Marfrig -de junho de 2015 para janeiro de 2017.

          O frigorífico também terá seis meses a mais para pagar R$ 130 milhões em juros dessa dívida, que venciam em junho deste ano.

          O BNDES concordou ainda em manter um dos pontos mais polêmicos da operação: a conversão das debêntures em ações, a um preço muito acima do mercado.

          O BNDESPar, braço de participação do BNDES em empresas, se comprometeu a pagar em 2017 a quantia de R$ 21,50 por ação do Marfrig.

          O valor é um pouco inferior aos R$ 24,50 acertado no primeiro contrato dessas debêntures, selado em junho de 2010, mas está muito acima do preço em Bolsa.

          Na sexta-feira, as ações do Marfrig fecharam a R$ 3,96.

          O acordo deve garantir algum fôlego financeiro ao frigorífico, que cresceu com a ajuda estatal, comprando concorrentes no exterior, e hoje não consegue administrar suas dívidas e é castigado pelos investidores.

          De acordo com comunicado divulgado na sexta-feira, a operação com o BNDES vai permitir ao Marfrig obter um caixa positivo de R$ 100 milhões neste ano. Sem essa ajuda, “queimaria” mais
          R$ 150 milhões de caixa.

          PÉSSIMO NEGÓCIO

          O BNDES, por sua vez, tenta postergar um péssimo negócio. Se as debêntures fossem convertidas hoje em ações, o banco pagaria R$ 2,15 bilhões por uma fatia do Marfrig que vale atualmente menos de R$ 400 milhões na Bolsa -um prejuízo de 81,4%.

          No final de 2012, o BNDES teve a oportunidade de converter, a preços de mercado, todas as debêntures (que chegavam a R$ 2,5 bilhões) e se tornar dono do Marfrig. Na época, as ações valiam R$ 8.

          No contrato entre o frigorífico e o banco estatal, estava prevista essa prerrogativa se a empresa realizasse um aumento de capital. O BNDES, no entanto, optou por converter apenas R$ 350 milhões, o que gerou pesadas críticas.

          O banco argumentou que foi uma exigência do Marfrig para fazer o aumento de capital. O frigorífico, que já enfrentava problemas, levantou R$ 2,3 bilhões no mercado e ganhou uma sobrevida.

          Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu
          R$ 5,85 bilhões em dívidas. Por questões cambiais e outros débitos, o endividamento líquido da empresa, no entanto, caiu apenas R$ 3,168 bilhões e continua altíssimo.

          O Marfrig é um dos principais problemas da BNDESPar, que, entre compra direta de ações e debêntures, já investiu R$ 3,5 bilhões na empresa e é o segundo maior acionista, com 19,6%. O BNDES não comenta a operação, e o Marfrig afirmou que vai se pronunciar apenas amanhã.

           

        3. carlos batista

          23 de janeiro de 2014 11:04 pm

          Osvaldo Cade vc???
           
          Será que

          Osvaldo Cade vc???

           

          Será que a reportagem abaixo é invensao do PIG????

  3. Zanchetta

    24 de janeiro de 2014 12:16 am

    Oba! Agora vai dar para

    Oba! Agora vai dar para construir mais um porto em Cuba e outro na Venezuela…

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