Enviado por Roberto São Paulo-SP
Do BNDES
BNDES conclui com sucesso captação externa de € 650 milhões
Custo da operação é o menor já pago pelo Banco em euros
Demanda ultrapassa € 1,8 bilhão
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concluiu com grande sucesso uma captação de € 650 milhões em títulos no mercado internacional, com vencimento em janeiro de 2019.
A operação resultou em taxa de retorno ao investidor de 3,783% ao ano, o que representa prêmio de 260 pontos-base sobre os Mid-Swaps (principal referência para o mercado de euros).
O custo final da operação foi o menor já pago pelo Banco em uma emissão em euros e ficou em torno de 30 pontos-base mais barato do que se o BNDES fizesse uma nova emissão em dólares de prazo equivalente.
A demanda foi muito superior ao valor oferecido ao mercado e mais de 190 investidores participaram do processo de formação de preço dos títulos (bookbuilding), que ultrapassou € 1,8 bilhão de ordens.
A elevada demanda viabilizou uma grande pulverização dos títulos para compradores de diversos países, com destaque para os europeus, e com perfil de investimento de longo prazo.
A operação foi coordenada pelos bancos Deutsche Bank, JP Morgan e Santander e contou ainda com a participação do Banco do Brasil e do Mitsubishi UFJ Securities, o que permitiu a cobertura de diferentes regiões geográficas (Europa, Estados Unidos, Ásia e América Latina), ampliando a base de investidores do BNDES.
Precificada no dia 13 de janeiro, a operação foi antecedida por um breve roadshow de executivos do Banco, que realizaram reuniões com investidores internacionais em Londres, Paris, Amsterdã, Frankfurt e Munique.
A captação marcou o retorno do BNDES ao mercado de euros após uma ausência de mais de três anos, uma vez que o último título do Banco denominado nesta moeda havia sido lançado em setembro de 2010.
Osvaldo Ferreira
23 de janeiro de 2014 3:46 pmUé, mas não dizem por aí, dia
Ué, mas não dizem por aí, dia sim e outro também que o BNDES não presta, que faz péssimos negócios, empresta muito mal, é cabide de empregos e é pessimamente utilizado pelo executivo federal? Parece que os investidores europeus não pensam desta forma ou será que gostam de rasgar dinheiro?
Osvaldo Ferreira
23 de janeiro de 2014 4:21 pmAi, essa crise de
Ai, essa crise de desconfiança no Brasil está mesmo terrível!
carlos batista
23 de janeiro de 2014 4:26 pmEste dinheiro talvez seja
Este dinheiro talvez seja para cobrir o rombo do MARFRIG (Um dos campeoes nacionais).
Osvaldo Ferreira
23 de janeiro de 2014 5:01 pmE os investidores sabendo
E os investidores sabendo disso foram atrás dos papéis do BNDES para cobrir um rombo, certo? Ou será que o BNDES enganou os investidores escondendo o problema na MARFRIG já que só você sabe dele? kkkkkkk
A.Araujo
23 de janeiro de 2014 7:42 pmNada a ver. O risco do BNDES
Nada a ver. O risco do BNDES é RISCO REPUBLICA, equivale ao do rating do Tesour Nacional, proprietario e garantidor do banco, podia vender 5 vezes mais que isso em bonus, é diferente do risco Petrobras, que não é Republica.
Tampouco se sabe quando desses bonus foram comprados por brasileiros e ou por instituições brasileiras no exterior como o Banco do Brasil-Nova York, que custodia reservas internacionais do Banco Central e tem muita liquidez.
A venda dos bonus em si não quer dizer nada, quando se anuncia a venda e porque já estava vendido, uma instituição do porte do BNDES não pode se arriscar a ter bonus encalhado, destroi a reputação do Banco.
Os Zés Colmeias de sempre vão bater palmas, vão achar um grande feito.
carlos batista
23 de janeiro de 2014 7:45 pmBNDES volta a favorecer o
BNDES volta a favorecer o grupo frigorífico Marfrig
RAQUEL LANDIM
DE SÃO PAULO
05/01/2014 16p9Tweet
Mais opções
Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos “campeões nacionais” do governo Lula.
Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo
R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada.
O banco estatal aceitou adiar em um ano e meio o vencimento de uma debênture (título de dívida) de R$ 2,15 bilhões do Marfrig -de junho de 2015 para janeiro de 2017.
O frigorífico também terá seis meses a mais para pagar R$ 130 milhões em juros dessa dívida, que venciam em junho deste ano.
O BNDES concordou ainda em manter um dos pontos mais polêmicos da operação: a conversão das debêntures em ações, a um preço muito acima do mercado.
O BNDESPar, braço de participação do BNDES em empresas, se comprometeu a pagar em 2017 a quantia de R$ 21,50 por ação do Marfrig.
O valor é um pouco inferior aos R$ 24,50 acertado no primeiro contrato dessas debêntures, selado em junho de 2010, mas está muito acima do preço em Bolsa.
Na sexta-feira, as ações do Marfrig fecharam a R$ 3,96.
O acordo deve garantir algum fôlego financeiro ao frigorífico, que cresceu com a ajuda estatal, comprando concorrentes no exterior, e hoje não consegue administrar suas dívidas e é castigado pelos investidores.
De acordo com comunicado divulgado na sexta-feira, a operação com o BNDES vai permitir ao Marfrig obter um caixa positivo de R$ 100 milhões neste ano. Sem essa ajuda, “queimaria” mais
R$ 150 milhões de caixa.
PÉSSIMO NEGÓCIO
O BNDES, por sua vez, tenta postergar um péssimo negócio. Se as debêntures fossem convertidas hoje em ações, o banco pagaria R$ 2,15 bilhões por uma fatia do Marfrig que vale atualmente menos de R$ 400 milhões na Bolsa -um prejuízo de 81,4%.
No final de 2012, o BNDES teve a oportunidade de converter, a preços de mercado, todas as debêntures (que chegavam a R$ 2,5 bilhões) e se tornar dono do Marfrig. Na época, as ações valiam R$ 8.
No contrato entre o frigorífico e o banco estatal, estava prevista essa prerrogativa se a empresa realizasse um aumento de capital. O BNDES, no entanto, optou por converter apenas R$ 350 milhões, o que gerou pesadas críticas.
O banco argumentou que foi uma exigência do Marfrig para fazer o aumento de capital. O frigorífico, que já enfrentava problemas, levantou R$ 2,3 bilhões no mercado e ganhou uma sobrevida.
Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu
R$ 5,85 bilhões em dívidas. Por questões cambiais e outros débitos, o endividamento líquido da empresa, no entanto, caiu apenas R$ 3,168 bilhões e continua altíssimo.
O Marfrig é um dos principais problemas da BNDESPar, que, entre compra direta de ações e debêntures, já investiu R$ 3,5 bilhões na empresa e é o segundo maior acionista, com 19,6%. O BNDES não comenta a operação, e o Marfrig afirmou que vai se pronunciar apenas amanhã.
carlos batista
23 de janeiro de 2014 11:04 pmOsvaldo Cade vc???
Será que
Osvaldo Cade vc???
Será que a reportagem abaixo é invensao do PIG????
Zanchetta
24 de janeiro de 2014 12:16 amOba! Agora vai dar para
Oba! Agora vai dar para construir mais um porto em Cuba e outro na Venezuela…