Jornal GGN – Apesar da repercussão negativa gerada por várias de suas falas, Jair Bolsonaro confirmou ao jornal O Globo que esse é seu jeito e não pretende mudar de estratégia de comunicação. Segundo ele, é porque não há preocupação com a eleição de 2022 que ele se permite ser autêntico ou impulsivo, e não comedido em suas declarações.
Na entrevista exclusiva concedida na terça (30), Bolsonaro falou em transformar a Baía de Angra dos Reis em uma “Cancún brasileira”. Segundo ele, empresários de vários países teriam demonstrado interesse em investir “bilhões” que gerariam empregos na região. Entre as nações estão Emirados Árabes, Japão e Israel.
Sobre a exploração de reservas indígenas para garimpo, Bolsonaro afirmou ter encomendado estudo ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para criar “pequenas Serras Peladas” Brasil afora, que poderiam ser exploradas tanto por grupos estrangeiros como por povos indígenas. “Mas a fiscalização seria pesada. E índio também poderia explorar”, comentou.
Ele ainda disse que a manifestação de Donald Trump sobre Eduardo Bolsonaro – elogiando a família e negando nepotismo na indicação do filho para a embaixada – deve garantir ao senador os votos necessários para se tornar embaixador do Brasil nos EUA.
Carlos Elisio
31 de julho de 2019 11:47 amSe sugerissem um macaco que garantisse subserviência do Brasil aos eua para assumir a embaixada trump, que apesar de racista nada tem de otário,
tambem elogiaria, mesmo que o simio nao fritasse o hamburguer dele naques churrascos dominicais.
Já o boquirroto nacional nada mais faz do que reproduzir as asneiras de Figueiredo.
José Ribeiro Jr
31 de julho de 2019 12:21 pmBolsonaro incorporou o espírito Gabriela – eu nasci assim, cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim. Não demora vai acabar se entregando a um libanês bigodudo lascivo! Atenção, bolsominions: quem se candidata a ser o seu Nassib do capitão? kkkkkkkkkkk
Maria Luisa
31 de julho de 2019 1:07 pmNão vou mudar. Esse caso não tem solução. Sou uma besta fera, no corpo, na alma e no coração.
JOSE RINALDO ALBINO
31 de julho de 2019 1:13 pmQuando ele fala ele não fala por ele mesmo; é a instituição “PRESIDENTE DA REPÚBLICA” quem está falando em nome da NAÇÃO BRASILEIRA. E a constituição é clara: a administração pública rege-se, entre outros, pelos princípios da IMPESSOALIDADE, MORALIDADE E LEGALIDADE.
Fábio de Oliveira Ribeiro
31 de julho de 2019 1:24 pmComo tenho dito desde que Bolsonaro foi eleito, o problema dele não é político e sim psiquiátrico. Bolsonaro não consegue nem mesmo ser maquiavélico. Maquiavel disse que a violência pode ser um instrumento político. Bolsonaro acredita que a violência é um fim em si mesmo. Além disso, ele simplesmente não consegue esconder os aspectos grotescos e sombrios da personalidade dele para construir ou preservar uma boa imagem pública. O caso dele é de Interdição. Ele deve ser recolhido num sanatório e conservado sedado na seção de isolamento, pois desde que entrou na política ele tem dado sinais claros de que é violento.
Lúcio Vieira
31 de julho de 2019 4:41 pmNão entende do que pode engrandecer ou criar melhoria, mas o mal que se pode levar a alguém, esta é a “especialidade”, declara Bolsonaro. Até o vernáculo ele assassina, já que matar não é uma virtude, uma especialidade. Agora, se o sujeito foi expulso de instituições do estado onde se treina e se concede a hipótese para matar outrem, entende-se melhor a sua simpatia e adesão ao milicianismo criminoso.
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