Jornal GGN – O governo Jair Bolsonaro pretende triplicar a verba publicitária para o ano de 2021, mesmo após a conclusão de auditoria elaborada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a falta de critérios técnicos para a distribuição de recursos a TVs abertas.
O jornal Folha de São Paulo revela que o presidente pretende reservar R$ 495,5 milhões no Orçamento do próximo ano para a comunicação institucional – o valor é bem acima dos R$ 124,5 milhões inicialmente previstos para 2020, e igualmente superior aos R$ 230 milhões de 2019.
O gesto presidencial foi impulsionado pela recriação do Ministério das Comunicações, atualmente comandado por Fábio Faria – deputado do PSD que assumiu o cargo em junho. Além de ser próximo do centrão, Faria é genro de Silvio Santos, dono do SBT.
Já Fabio Wajngarten passou a ocupar a secretaria-executiva da pasta, e segue responsável pela comunicação oficial da gestão Bolsonaro, mesmo após a auditoria do TCU que mostrou a mudança de padrão de direcionamento das verbas públicas para as emissoras – inclusive, foi revelado que o antigo chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom) é sócio da FW Comunicação, que recebe dinheiro de TVs e agências contratadas pela antiga secretaria.
euclides de oliveira pinto neto
2 de setembro de 2020 1:54 pmÉ primordial queimar R$ 500 milhões para abastecer os bolsos da imprensa parceira…. Deve ter “rachadinha” na parada, com certeza…
peregrino
2 de setembro de 2020 5:09 pmMais carvão na máquina de fazer dinheiro para donos de veículos de comunicação parceiros…
se bobear vai ter propaganda até no exterior