Bolsonaro ironiza tortura em Dilma: “Até hoje aguardo o raio-x para ver o calo ósseo”

"Dizem que a Dilma foi torturada e fraturaram a mandíbula dela. Traz o raio X para a gente ver o calo ósseo. Olha que eu não sou médico, mas até hoje estou aguardando o raio X", disparou.

Jornal GGN – Jair Bolsonaro reuniu-se com apoiadores na manhã desta segunda (28), oportunidade em que “ironizou”, segundo o Broadcast do Estadão, a tortura sofrida pela ex-presidente Dilma Rousseff, presa por quase 3 anos durante a ditadura militar.

Bolsonaro pediu aos apoiadores a prova de que Dilma, de fato, fora torturada nos anos 1970. “Dizem que a Dilma foi torturada e fraturaram a mandíbula dela. Traz o raio X para a gente ver o calo ósseo. Olha que eu não sou médico, mas até hoje estou aguardando o raio X”, disparou.

Bolsonaro ainda atacou os ex-maridos da petista. “O primeiro marido dela, que está vivo, Claudio Galeno, sequestrou um avião e foi para qual País democrático? Cuba. O segundo, que morreu, Carlos Araújo, falou que passou a lua de mel com Dilma Rousseff assaltando caminhões de carga na baixada fluminense (risos)”, comentou.

Antes de falar de Dilma, Bolsonaro estava rebatendo supostas críticas do PT às forças armadas. Ele lembrou primeiro do caso Celso Daniel, afirmando que foi um crime hediondo com tortura que o partido nunca quis elucidar, em sua visão.

Na mesma manhã, Bolsonaro disse que seu gasto com cartão corporativa é “zero” e desafiou a imprensa a provar o contrário. A Folha de S. Paulo publicou reportagem mostrando que Bolsonaro, ao contrário do que prometeu na campanha, manteve gastos com cartão corporativa em 2020 que, inclusive, superam as despesas do ex-presidente Michel Temer. “Na gestão atual, foi gasto em média até agora R$ 672,1 mil por mês, o que representa uma alta de 51,7% em relação ao governo do emedebista”, apontou o diário.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora