Jornal GGN – É destaque na coluna de Lauro Jardim (O Globo) deste sábado (4) que Jair Bolsonaro “abriu mão” das reservas cambiais do Brasil em 2019, torrando uma média diária de US$ 181 milhões, em apenas seis meses.
Quando Bolsonaro assumiu em 1º de janeiro de 2019, as reservas internacionais eram de US$ 374,715 bilhões.
“A partir daí, elas subiram até alcançar o recorde histórico de US$ 390,510 bilhões no dia 25 de junho”, que foi comemorado pelo governo.
Mas, logo depois, o Banco Central começou a vender seus dólares, e o Brasil chegou a 31 de dezembro de 2019 com US$ 365,481 bilhões em reservas.
A queda, em seis meses, foi de US$ 34 bilhões. “Dá uma média diária de US$ 181 milhões”, afirmou Jardim.
Sidnei
4 de janeiro de 2020 10:43 amApesar deste governo ter vindo “para destruir e entregar tudo”, inclusive a própria servidão do povo, em relação às reservas cambiais: nada de errado….(ainda).
(Ainda) nada de errado.
Acima de 300 bi tudo permanece tranquilo, desde que continue o superávit comercial.
Primeiro o governo tem que produzir déficit comercial, aí sim! aí pode queimar as reservas até termos a crise cambial, seu projeto.
O ladrão jardim, desculpe, o entreguista jardim ( amigo oculto do Bozo) está muito precipitado. Confie no Guedes! “Ele sabe o que faz!”.
Gama
4 de janeiro de 2020 4:06 pmO Brasil está em um caminho complicado. Déficit direto na conta de renda. Esse está sendo um dos períodos com maior fuga de capitais. Para piorar, o superavit na balança comercial só vem caindo, este ano teve o menor superávit dos últimos 4 anos. Déficit na conta de renda (fuga de capitais) e queda do superávit comercial… não tem como, é variação negativa das reservas.
Enfim, política liberal em países subdesenvolvido é isso! Se reduzir as tarifas e abrir as portas para as importações, sua balança comercial vai pro saco. Não tem como competir com os produtos industrializados dos países desenvolvido, ainda mais que nossos produtos de exportações não ajudam muito por ter baixo valor agregado e baixa elasticidade-renda (a demanda aumenta pouco na medida que a renda dos países aumentam).
Deveríamos fazer um esforço e proteger e incentivar nossos indústria, principalmente que investimentos e P&D para que ela avance e consiga competir no mercado internacional, mas não decidimos mina-la de vez e voltar à “velha república (1989 a 1930)” e virar um país essencialmente agroexportador.
Miguel Júnior
23 de abril de 2020 3:10 pmMencionar a origem das reservas é necessário, questão de justiça aos governos do PT… inclusive nosso livramento do açoite do FMI, isto é, o pagamento da Dívida Externa, ainda que os difamadores, os não isentos, os injustos, não costumem buscar os fatos e dados.
Edivaldo Dias de Oliveira
4 de janeiro de 2020 12:22 pmNessa picada as reserva resistirão até o final do mandato?
Dá para se fazer uma projeção de quando acaba, não?
É para a gente já ir agendando com o FMI o retorno triunfal.
hc.coelho
4 de janeiro de 2020 1:37 pmFoi o guedes que torrou estes 181 milhões de dólares todo dia.
O guedes tinha dois planos, implantar a CPMF (eu sou a favor) e fazer uma reforma fiscal. Ambas, devido a sua incompetência, foram para o espaço. Restou-lhe roubar dos pobres 0,8 trilhões de reis que se juntaram aos 2,3 trilhões que ele tirou do salário mínimo para os próximos 10 anos. Além de, é claro, devido ao ódio ao que é do povo, vender os bens e empresas do país.
O bolsonaro não conseguiria fazer tanto mal ao país. Só entra como (i)responsável que é.
Gama
4 de janeiro de 2020 4:02 pmBrasil está em um caminho complicado. Déficit direto na conta de renda. Esse está sendo um dos períodos com maior fuga de capitais. Para piorar, o superavit na balança comercial só vem caindo, este ano teve o menor superávit dos últimos 4 anos. Déficit na conta de renda (fuga de capitais) e queda do superávit comercial… não tem como, é variação negativa das reservas.
Enfim, política liberal em países subdesenvolvido é isso! Se reduzir as tarifas e abrir as portas para as importações, sua balança comercial vai pro saco. Não tem como competir com os produtos industrializados dos países desenvolvido, ainda mais que nossos produtos de exportações não ajudam muito por ter baixo valor agregado e baixa elasticidade-renda (a demanda aumenta pouco na medida que a renda dos países aumentam).
Deveríamos fazer um esforço e proteger e incentivar nossos indústria, principalmente que investimentos e P&D para que ela avance e consiga competir no mercado internacional, mas não decidimos mina-la de vez e voltar à “velha república (1989 a 1930)” e virar um país essencialmente agroexportador.
Gama
4 de janeiro de 2020 4:04 pmO Brasil está em um caminho complicado. Déficit direto na conta de renda. Esse está sendo um dos períodos com maior fuga de capitais. Para piorar, o superavit na balança comercial só vem caindo, este ano teve o menor superávit dos últimos 4 anos. Déficit na conta de renda (fuga de capitais) e queda do superávit comercial… não tem como, é variação negativa das reservas.
Enfim, política liberal em países subdesenvolvido é isso! Se reduzir as tarifas e abrir as portas para as importações, sua balança comercial vai pro saco. Não tem como competir com os produtos industrializados dos países desenvolvido, ainda mais que nossos produtos de exportações não ajudam muito por ter baixo valor agregado e baixa elasticidade-renda (a demanda aumenta pouco na medida que a renda dos países aumentam).
Deveríamos fazer um esforço e proteger e incentivar nossos indústria, principalmente que investimentos e P&D para que ela avance e consiga competir no mercado internacional, mas não decidimos mina-la de vez e voltar à “velha república (1989 a 1930)” e virar um país essencialmente agroexportador.
rcf
4 de janeiro de 2020 5:02 pmA notícia correta seria: BC aproveita condições de mercado e troca saldo em excesso das reservas externas por abatimento da divida interna.
Stalingrado
4 de janeiro de 2020 8:21 pmOs amigos de Guedes estão felizes, ganharam uma bolada e ganharão muito mais.