Na noite de quarta-feira (27), o presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou a universalização da rede pública de saúde. A mudança entrará em vigor a partir de 1º de setembro.
“O eixo do nosso governo é que a saúde seja um direito digno e nunca um negócio”, declarou o mandatário.
Como é hoje
Atualmente, aproximadamente 80% da população chilena é atendida pelo Fonasa, modelo de saúde pública no país. O Chile tem 19 milhões de habitantes.
O sistema é divido em quatro grupo de clientes, com base no nível de renda de cada um. Somente as seções A e B, que abrangem indivíduos de menor condições financeiras e os idosos, a partir de 60 anos de idade, não pagam para utilizar o Fonasa.
Os grupos C e D têm auxílio de entre 80% e 90% do serviço sanitário.
“A saúde tem que ser um direito que não está condicionado ao tamanho das carteiras das famílias”, explicou Boric.
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Como vai ser
Com a mudança, todas as classes atendidas do Fonasa serão isentas de custo para acessar ao sistema de saúde.
“Todos os benefícios da rede pública de saúde, do Norte ao extremo Sul, serão gratuitos para os 15 milhões no Fonasa”, disse Gabriel Boric.
A alteração terá impacto de 21 milhões de dólares por ano ao Chile.
Promessa cumprida
Ao universalizar o sistema de saúde pública no país, o presidente cumpre promessa de campanha. O Chile passa por um processo de transformação interna após anos de políticas econômicas liberais.
Também em setembro, pode haver a implementação de uma nova constituição no local.
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Conceição a p de souza
28 de julho de 2022 12:26 pmVIDA LONGA AO BORIC COM MUDANÇAS NA POLÍTICA SOCIAL – SAÚDE. QUE NENHUM “INTRUSO” DA DIREITA ESPÚRIA INTERFIRA ! O MUNDO TEM QUE APLAUDIR GOVERNOS PROGRESSISTAS. PROMESSAS DE CAMPANHA COMO ESTA SÃO JUSTAS E DIGNAS ! NÃO SE PODE ENGANAR O POVO.