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  1. Webster Franklin

    21 de novembro de 2016 3:27 pm

    Golpe fracassa e a recessão se aprofunda

    Brasil 247

    Golpe fracassa e a recessão se aprofunda

     

    Vendido para a opinião pública e para os agentes econômicos como um passo necessário para retomar a confiança e o crescimento da economia brasileira, o golpe parlamentar de 2016 fracassou, como demonstra a manchete desta segunda-feira do Valor Econômico; no terceiro trimestre deste ano, a receita líquida das 278 empresas de capital aberto do País apresentou queda superior a 10%, na comparação com o mesmo período do ano passado; afetadas pelo desemprego e pela inadimplência, as empresas estão faturando menos; o tombo é inédito e revela a incapacidade do governo de Michel Temer e da equipe econômica de Henrique Meirelles, no poder há mais de seis meses, de apresentar saídas para a crise, que teve três etapas: a sabotagem ao segundo mandato de Dilma, a concessão de favores para viabilizar seu afastamento definitivo e, agora, a mera aplicação de medidas recessivas

    21 de Novembro de 2016 às 08:28

     

    247 – O golpe parlamentar de 2016, que começou a ser construído um dia após a vitória da presidente Dilma Rousseff nas eleições presidenciais de 2014, colocou a economia brasileira num buraco tão fundo, que produziu um resultado inédito: uma queda de mais de 10% do faturamento das empresas brasileiras de capital aberto, no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

    É o que revela a manchete do Valor Econômico desta segunda-feira: “Receita das empresas cai e mostra crise permanente”.

    Esse desastre econômico, produzido pelas próprias elites brasileiras, que deram suporte ao golpe contra a presidente Dilma Rousseff, comprova que a estratégia se revelou um tiro no próprio pé, uma vez que o tombo das empresas é inédito.

    A crise econômica brasileira passou por três etapas distintas. Um dia depois da derrota na disputa presidencial de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se aliou ao ex-deputado Eduardo Cunha e colocou em prática a política do “quanto pior, melhor”, sabotando o ajuste fiscal proposto por Dilma e seu ministro Joaquim Levy e, mais grave ainda, pondo em discussão as chamadas pautas-bomba.

    Quando Dilma foi afastada provisoriamente, no dia 12 de maio deste ano, Michel Temer e Henrique Meirelles entraram em cena, ampliando o déficit fiscal de R$ 70 milhões para R$ 172 bilhões. Ou seja: o governo decidiu engordar para depois emagrecer, concedendo aumentos e benesses a diversas categorias do funcionalismo. Era uma forma de sedimentar o apoio ao impeachment.

    Depois de 31 de agosto, com a confirmação do golpe parlamentar no Senado, a agenda passou a ser meramente recessiva, com medidas como a PEC que congela gastos por vinte anos.

    Resultado: os estados estão quebrados (o Rio de Janeiro é apenas o primeiro da fila), mais de 12 milhões de brasileiros estão desempregados e a receita das empresas brasileiras cai 10%, o que aprofundará ainda mais o rombo fiscal, a recessão e o desemprego. Além disso, os investimentos desapareceram, uma vez que, segundo o banco Goldman Sachs, metade dos projetos vinha de empresas atingidas pela Lava Jato, como as empreiteiras.

    Decorridos mais de seis meses de governo Temer, o discurso da herança maldita não cola mais e a conta da destruição econômica do Brasil fatalmente chegará para que os lançaram o País nesse pesadelo.

    http://www.brasil247.com/pt/247/economia/266347/Golpe-fracassa-e-a-recess%C3%A3o-se-aprofunda.htm

  2. Webster Franklin

    21 de novembro de 2016 3:38 pm

    Costa vai ajudar EUA em ação contra Petrobras

    Brasil 247

    Costa vai ajudar EUA em ação contra Petrobras

     

    DIDA SAMPAIO

    Pivô do maior escândalo da história da Petrobras, o ex-diretor Paulo Roberto Costa, que está em liberdade depois de se tornar delator premiado, decidiu também colaborar com o FBI e com autoridades dos Estados Unidos; com isso, ele ajudará autoridades norte-americanas a cobrar bilhões em reparação da estatal; escândalo da Petrobras criou condições para a queda da presidente Dilma Rousseff, para a abertura do pré-sal a grupos internacionais e, agora, para ações coletivas de acionistas americanos contra a empresa

    21 de Novembro de 2016 às 04:04

     

    247 – Pivô do maior escândalo da história da Petrobras, o ex-diretor Paulo Roberto Costa, decidiu colaborar com o FBI e com autoridades dos Estados Unidos, em ações que cobrarão bilhões da estatal.

    A informação é da colunista Mônica Bergamo. “Paulo Roberto Costa fechou acordo de cooperação com o FBI (polícia federal americana) e o Departamento de Justiça dos EUA. A defesa do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, primeiro delator da Operação Lava Jato, confirma a conclusão da negociação, mas não dá detalhes”, diz ela.

    “Pelo acordo, Costa se compromete a cooperar com as investigações no âmbito da Promotoria de Justiça americana, com fornecimento de documentos e outros materiais. Ele também deverá comparecer a depoimentos e entrevistas sempre que for chamado. O ex-diretor cumpre pena em regime aberto.”

    O escândalo da Petrobras criou condições para a queda da presidente Dilma Rousseff, para a abertura do pré-sal a grupos internacionais e, agora, para ações coletivas de acionistas americanos contra a empresa.

    http://www.brasil247.com/pt/247/economia/266338/Costa-vai-ajudar-EUA-em-a%C3%A7%C3%A3o-contra-Petrobras.htm

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