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  1. Não se discute na matéria abaixo o que as empresas extintas faziam e como serão substituídas. Não se fala também sobre o que ocorrerá com serviço prestado pelos funcionários concursados e seu destino. É a sanha privatista… Ávida por terceirizações inescrupulosas e resultados maquiados em planilhas kafkanianas. Projeto grave votado em meio a pandemia. Golpistas de terno podem ser tão perigosos quanto um ex fardado moribundo. Lula está certo.

    Vereadores aprovam reforma administrativa que corta mais de 3.000 cargos em SP
    BY MUNHOZ
    JUNE 24, 2020

    Sessão Plenária desta quarta-feira (25/6)
    DA REDAÇÃO
    A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira, em segunda e definitiva votação, o Projeto de Lei 749/2019, do Executivo, que trata da reforma da administração pública municipal indireta. O PL foi aprovado com 31 votos favoráveis e 12 contrários. O projeto segue agora para sanção do prefeito Bruno Covas (PSDB).
    O PL prevê a extinção de órgãos como o Serviço Funerário, a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Ilume (Departamento de Iluminação Pública) e a SPTuris, entre outros. O projeto também cria uma agência reguladora, a SP Regula, para fiscalização de serviços públicos concedidos para a iniciativa privada.
    A reforma administrativa extingue 3.587 cargos e cria 627, segundo cálculo apresentado pelo Executivo. O saldo de cortes resultará em uma economia anual de aproximadamente R$ 125 milhões por ano.
    “Trata-se de um projeto que já vinha sendo debatido pela Câmara antes da pandemia, pois foi inclusive aprovado em primeira votação em fevereiro”, explicou o presidente da Câmara, Eduardo Tuma (PSDB). “No entanto, a crise atual reforçou ainda mais a necessidade de enxugamento da máquina, de eficiência nos gastos públicos, e é isso o que a reforma administrativa propicia”, disse Tuma.
    Ainda na sessão, os vereadores aprovaram em primeiro turno o texto Substitutivo apresentado coletivamente pela Casa ao PL 308/2020, do vereador Reis (PT), que prevê um auxílio aos voluntários do programa municipal do MOVA (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos).
    Também em primeira discussão, o Legislativo paulistano aprovou 12 projetos elaborados pelos próprios parlamentares.
    MOVA
    O texto Substitutivo assinado por todos os parlamentares da Casa ao PL (Projeto de Lei) 308/2020, do vereador Reis, foi aprovado de forma simbólica e por unanimidade em primeiro turno. O projeto garante o pagamento de uma ajuda de custo emergencial aos voluntários do programa municipal do MOVA. A iniciativa atende às reivindicações do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, que teve as atividades suspensas em virtude da Covid-19.
    Durante o discurso, o vereador Reis, autor da proposta inicial, agradeceu o apoio da Câmara Municipal de São Paulo. “Agradeço a contribuição de todos os vereadores da Câmara neste projeto. Que todos estes trabalhadores e profissionais, que são ligados ao programa do MOVA, possam ter o seu pleito reconhecido por esta Casa e pela cidade de São Paulo”.
    Reforma administrativa
    Protocolado pelo governo, o texto Substitutivo ao Projeto de Lei 749/2019, do Executivo, que propõe a reforma da administração pública municipal indireta, foi aprovado em segunda e definitiva votação por 31 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções. Com a aprovação, o projeto segue para sanção do prefeito Bruno Covas.
    O PL prevê a extinção de entidades municipais, como a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Serviço Funerário, após concessão à iniciativa privada, a Ade Sampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento), a Autarquia Municipal de Serviços Auxiliares de Saúde, a Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo, a Fundação Paulistana, a SPTuris e o Ilume (Departamento de Iluminação Pública).
    A proposta também extingue cargos em comissão, cria empregos públicos e institui duas agências – a SP Regula, para fiscalizar os serviços públicos concedidos para a iniciativa privada, e a SP Investe, que atuará na promoção do desenvolvimento econômico da cidade.
    O presidente da Casa, vereador Eduardo Tuma (PSDB), disse que o PL estava em discussão na Câmara antes do período da pandemia. Tuma ressaltou ainda que o Projeto de Lei é essencial para a realidade da capital paulista.
    “A crise atual reforçou ainda mais a necessidade de enxugamento da máquina, de eficiência nos gastos públicos, e é isso o que a reforma administrativa propicia”, disse Tuma.
    Posição dos líderes do governo e da oposição
    De acordo com o líder do governo na Câmara, vereador Fabio Riva (PSDB), alguns órgãos municipais previstos para extinção serão transferidos para a gestão de secretarias municipais. Riva disse que a reorganização administrativa irá extinguir 3.587 cargos e criar 627 empregos públicos. Segundo o parlamentar, a medida vai gerar economia aos cofres públicos.
    “Nós vamos ter uma economia potencial anual de R$ 125 milhões somente com a questão dos cargos, sem contar em aluguel dos imóveis, em IPTU, em tributos e em tecnologia. É uma medida essencial para o momento”, disse Riva.
    Já o líder da bancada do PT na Casa, vereador Alfredinho (PT), relembrou o voto contrário dos parlamentares do Partido dos Trabalhadores na primeira discussão do PL, em fevereiro deste ano, e manteve a mesma decisão para a segunda e definitiva votação.
    “Nada comprova que haverá essa economia. Portanto, nós (da bancada do PT) não conseguimos entender e votar favorável ao projeto com esse discurso e com a desculpa de que está enxugando cargos, e que está gerando economia”, falou Alfredinho.
    Encaminhamentos favoráveis e contrários
    Durante a fase de discussão do PL, outros vereadores também se manifestaram para falar sobre o Projeto de Lei. Parlamentares encaminharam os votos e apresentaram argumentos para justificar a decisão.
    Contrário ao Projeto de Lei, o vereador Celso Giannazi (PSOL) fez algumas considerações. Em uma das justificativas, o parlamentar alegou que este não é momento para votar a reforma administrativa. “Teria que votar em um momento oportuno, não agora durante a Covid-19. Todas as nossas atenções deveriam estar voltadas para proteção social e saúde”.
    O vereador Fernando Holiday (PATRIOTA) se posicionou favoravelmente ao PL. Ao longo do discurso para encaminhar o voto, o parlamentar fez ressalvas ao projeto e reconheceu pontos positivos. “Contudo, é importante que todos saibam. Ao final desta votação e, portanto, com a sanção deste projeto, São Paulo sairá mais leve, São Paulo sairá mais simplificada, e o dinheiro do paulistano sairá mais respeitado”.
    Emenda ao PL 749/2019
    Os vereadores também acataram uma emenda ao Projeto de Lei da reforma da administração pública municipal indireta. A proposta, de autoria do vereador José Police Neto (PSD), determina que pelo menos 20% dos recursos provenientes da desestatização do Complexo do Anhembi, Zona Norte, sejam destinados ao Fundo Municipal de Desenvolvimento Social para investimentos na região Norte da cidade.
    “A região Norte, hoje, é reconhecida por essa votação unânime da Câmara Municipal de São Paulo como aquela que vai receber os fortes investimentos públicos advindos dessa privatização”, disse Police Neto.

  2. Covas extingue empresas em meio a pandemia

    Não se discute na matéria abaixo o que as empresas extintas faziam e como serão substituídas. Não se fala também sobre o que ocorrerá com serviço prestado pelos funcionários concursados e seu destino. É a sanha privatista… Ávida por terceirizações inescrupulosas e resultados maquiados em planilhas kafkanianas. Projeto grave votado em meio a pandemia. Golpistas de terno podem ser tão perigosos quanto um ex fardado moribundo. Lula está certo.

    Vereadores aprovam reforma administrativa que corta mais de 3.000 cargos em SP
    BY MUNHOZ
    JUNE 24, 2020

    Sessão Plenária desta quarta-feira (25/6)
    DA REDAÇÃO
    A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira, em segunda e definitiva votação, o Projeto de Lei 749/2019, do Executivo, que trata da reforma da administração pública municipal indireta. O PL foi aprovado com 31 votos favoráveis e 12 contrários. O projeto segue agora para sanção do prefeito Bruno Covas (PSDB).
    O PL prevê a extinção de órgãos como o Serviço Funerário, a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Ilume (Departamento de Iluminação Pública) e a SPTuris, entre outros. O projeto também cria uma agência reguladora, a SP Regula, para fiscalização de serviços públicos concedidos para a iniciativa privada.
    A reforma administrativa extingue 3.587 cargos e cria 627, segundo cálculo apresentado pelo Executivo. O saldo de cortes resultará em uma economia anual de aproximadamente R$ 125 milhões por ano.
    “Trata-se de um projeto que já vinha sendo debatido pela Câmara antes da pandemia, pois foi inclusive aprovado em primeira votação em fevereiro”, explicou o presidente da Câmara, Eduardo Tuma (PSDB). “No entanto, a crise atual reforçou ainda mais a necessidade de enxugamento da máquina, de eficiência nos gastos públicos, e é isso o que a reforma administrativa propicia”, disse Tuma.
    Ainda na sessão, os vereadores aprovaram em primeiro turno o texto Substitutivo apresentado coletivamente pela Casa ao PL 308/2020, do vereador Reis (PT), que prevê um auxílio aos voluntários do programa municipal do MOVA (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos).
    Também em primeira discussão, o Legislativo paulistano aprovou 12 projetos elaborados pelos próprios parlamentares.
    MOVA
    O texto Substitutivo assinado por todos os parlamentares da Casa ao PL (Projeto de Lei) 308/2020, do vereador Reis, foi aprovado de forma simbólica e por unanimidade em primeiro turno. O projeto garante o pagamento de uma ajuda de custo emergencial aos voluntários do programa municipal do MOVA. A iniciativa atende às reivindicações do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, que teve as atividades suspensas em virtude da Covid-19.
    Durante o discurso, o vereador Reis, autor da proposta inicial, agradeceu o apoio da Câmara Municipal de São Paulo. “Agradeço a contribuição de todos os vereadores da Câmara neste projeto. Que todos estes trabalhadores e profissionais, que são ligados ao programa do MOVA, possam ter o seu pleito reconhecido por esta Casa e pela cidade de São Paulo”.
    Reforma administrativa
    Protocolado pelo governo, o texto Substitutivo ao Projeto de Lei 749/2019, do Executivo, que propõe a reforma da administração pública municipal indireta, foi aprovado em segunda e definitiva votação por 31 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções. Com a aprovação, o projeto segue para sanção do prefeito Bruno Covas.
    O PL prevê a extinção de entidades municipais, como a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Serviço Funerário, após concessão à iniciativa privada, a Ade Sampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento), a Autarquia Municipal de Serviços Auxiliares de Saúde, a Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo, a Fundação Paulistana, a SPTuris e o Ilume (Departamento de Iluminação Pública).
    A proposta também extingue cargos em comissão, cria empregos públicos e institui duas agências – a SP Regula, para fiscalizar os serviços públicos concedidos para a iniciativa privada, e a SP Investe, que atuará na promoção do desenvolvimento econômico da cidade.
    O presidente da Casa, vereador Eduardo Tuma (PSDB), disse que o PL estava em discussão na Câmara antes do período da pandemia. Tuma ressaltou ainda que o Projeto de Lei é essencial para a realidade da capital paulista.
    “A crise atual reforçou ainda mais a necessidade de enxugamento da máquina, de eficiência nos gastos públicos, e é isso o que a reforma administrativa propicia”, disse Tuma.
    Posição dos líderes do governo e da oposição
    De acordo com o líder do governo na Câmara, vereador Fabio Riva (PSDB), alguns órgãos municipais previstos para extinção serão transferidos para a gestão de secretarias municipais. Riva disse que a reorganização administrativa irá extinguir 3.587 cargos e criar 627 empregos públicos. Segundo o parlamentar, a medida vai gerar economia aos cofres públicos.
    “Nós vamos ter uma economia potencial anual de R$ 125 milhões somente com a questão dos cargos, sem contar em aluguel dos imóveis, em IPTU, em tributos e em tecnologia. É uma medida essencial para o momento”, disse Riva.
    Já o líder da bancada do PT na Casa, vereador Alfredinho (PT), relembrou o voto contrário dos parlamentares do Partido dos Trabalhadores na primeira discussão do PL, em fevereiro deste ano, e manteve a mesma decisão para a segunda e definitiva votação.
    “Nada comprova que haverá essa economia. Portanto, nós (da bancada do PT) não conseguimos entender e votar favorável ao projeto com esse discurso e com a desculpa de que está enxugando cargos, e que está gerando economia”, falou Alfredinho.
    Encaminhamentos favoráveis e contrários
    Durante a fase de discussão do PL, outros vereadores também se manifestaram para falar sobre o Projeto de Lei. Parlamentares encaminharam os votos e apresentaram argumentos para justificar a decisão.
    Contrário ao Projeto de Lei, o vereador Celso Giannazi (PSOL) fez algumas considerações. Em uma das justificativas, o parlamentar alegou que este não é momento para votar a reforma administrativa. “Teria que votar em um momento oportuno, não agora durante a Covid-19. Todas as nossas atenções deveriam estar voltadas para proteção social e saúde”.
    O vereador Fernando Holiday (PATRIOTA) se posicionou favoravelmente ao PL. Ao longo do discurso para encaminhar o voto, o parlamentar fez ressalvas ao projeto e reconheceu pontos positivos. “Contudo, é importante que todos saibam. Ao final desta votação e, portanto, com a sanção deste projeto, São Paulo sairá mais leve, São Paulo sairá mais simplificada, e o dinheiro do paulistano sairá mais respeitado”.
    Emenda ao PL 749/2019
    Os vereadores também acataram uma emenda ao Projeto de Lei da reforma da administração pública municipal indireta. A proposta, de autoria do vereador José Police Neto (PSD), determina que pelo menos 20% dos recursos provenientes da desestatização do Complexo do Anhembi, Zona Norte, sejam destinados ao Fundo Municipal de Desenvolvimento Social para investimentos na região Norte da cidade.
    “A região Norte, hoje, é reconhecida por essa votação unânime da Câmara Municipal de São Paulo como aquela que vai receber os fortes investimentos públicos advindos dessa privatização”, disse Police Neto.

  3. PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA

    O SENADOR COCA-COLA e seus amigos vão matar o povo brasileiro de sede.

    Com a privatização, um simples banho vai se transformar num artigo de luxo.

    Quem cunhou o apelido SENADOR COCA-COLA para o senador Tasso Jereissati foi o deputado federal Glauber Braga PSOL).

    MATÉRIA COMPLETA: https://www.brasil247.com/poder/senado-aprova-projeto-que-preve-privatizacao-do-saneamento

    Leia a matéria e constate, no final, o seguinte:

    “Experiências internacionais negativas (com a privatização da água)

    Segundo estudo do Instituto Transnacional da Holanda (TNI), entre 2000 e 2017, 1600 municípios de 58 países tiveram que reestatizar serviços públicos. Foram ao menos 835 remunicipalizações e 49 nacionalizações, sendo que mais de 80% ocorreram de 2009 em diante. Na maioria dos casos, a reestatização foi uma resposta às falsas promessas dos operadores privados; à colocação do interesse do lucro por sobre o interesse das comunidades; ao não cumprimento dos contratos, das metas de investimentos e expansão e universalização, principalmente das áreas periféricas e mais carentes; AOS AUMENTOS ABUSIVOS DAS TARIFAS.

    O estudo detalha experiências de diversas cidades que recorreram a privatizações de seus sistemas de água e saneamento nas últimas décadas, mas decidiram voltar atrás – uma longa lista que inclui lugares como Atlanta, Berlim, Paris, Budapeste, Buenos Aires e La Paz”.

    OBS: A gozação que se ouve no Congresso é que o senador Coca-Cola, (Tasso Jereissati) quer privatizar até o dia das mães.

    Como todo bom político empresário, Tasso Jereissati defende na cara de pau seus interesses quando o assunto é IMPOSTOS. Veja esta notícia e vá à à sua fonte:

    “Tasso Jereissati, segundo maior engarrafador dos produtos da multinacional no Brasil, intermediou reunião entre presidente da empresa e Guido Mantega para evitar aumento de impostos”.

    https://outraspalavras.net/ojoioeotrigo/2017/10/presidente-do-psdb-usou-o-cargo-para-tratar-de-atividade-como-investidor-da-coca/

  4. https://twitter.com/i/events/1276089316318384128

    Lava Jato realiza operação contra fraudes na Eletronuclear; ex-ministro é alvo
    A força-tarefa da Lava Jato realiza na manhã desta quinta-feira a Operação Fiat Lux, contra fraudes na Eletronuclear. Ao todo, são 12 mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão. Um dos alvos é Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia entre 2005 e 2007.
    Foto via @EstadaoPolitica

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