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  1. Alexandre Weber - Santos -SP

    12 de dezembro de 2015 2:08 am

    A face sinistra do tesouro nacional

    O artigo do valor: “

    O aviso foi dado: pedalar faz mal

    POR LEANDRA PERES, de Brasília”

    Trás revelações que mudam o meu conceito sobre as pedaladas. O que foi feito pela Dilma e pelo Lula passa do razoável e merece explicações.

    http://www.valor.com.br/pedaladas

  2. romério rômulo

    12 de dezembro de 2015 4:58 am

    o jogo tem regras bem diferentes que cortam o poder do Cunha

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/12/1717880-para-renan-senado-nao-e-obrigado-a-seguir-camara-sobre-impeachment.shtml

    romério

  3. Passos

    12 de dezembro de 2015 7:54 am

    Cadê o nome do filho do Lula?

    o filho do Lula. Mas o nome dele nem sequer aparece nesta reportagem. Estaria o Estadão “blindando” o filho do Lula?

    “Com certeza”.

    Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/operacao-zelotes-investiga-bancos-montadoras-e-empreiteiras-diz-jornal.html

     

    Operação Zelotes investiga bancos, montadoras e empreiteiras, diz jornal

    PF apura suposta prática de suborno para anulação de débitos fiscais.
    Apuração envolve 70 empresas. Prejuízo estimado à Receita é de R$ 19 bi.

      Algumas das maiores empresas do país – entre bancos, montadoras e empreiteiras – são investigadas na Operação Zelotes, da Polícia Federal, segundo informou reportagem da edição deste sábado (28) do jornal “O Estado de S. Paulo”.

    De acordo com a reportagem, a PF apura suspeita de pagamento de propina para integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) a fim de anular ou reduzir débitos tributários com a Receita Federal.

    O Carf é um órgão do Ministério da Fazenda responsável pelo julgamento de recursos de empresas multadas pela Receita.

    De acordo com a PF, são alvos da investigação na Operação Zelotes ao menos 70 empresas, 15 escritórios de advocacia ou consultoria e 24 pessoas, entre as quais conselheiros e ex-conselheiros do Carf.

    O prejuízo estimado pelos investigadores aos cofres da Receita é de R$ 19 bilhões, dos quais R$ 5,7 bilhões, segundo a PF, já estão comprovados.

    saiba maisPF faz operação contra suspeitos de fraudar até R$ 19 bilhões da ReceitaFraude ao Fisco envolve pelo menos 24 pessoas e 15 escritórios, diz PFNo primeiro dia de ação contra fraude ao Fisco, PF apreende R$ 2 milhões

    Segundo “O Estado de S. Paulo”, estão entre as empresas investigadas as montadoras Ford e Mitsubishi; os bancos Bradesco, Santander, Safra e Bank Boston (este último, comprado pelo Itaú em 2006); a seguradora Bradesco Seguros; a empreiteira Camargo Corrêa; grupo Gerdau, do setor siderúrgico; a estatal Petrobras; a BR Foods, do setor de alimentos; a Light, distribuidora de energia do Rio de Janeiro; e o grupo de comunicação RBS – leia as versões das empresas ao final desta reportagem.

    A investigação de julgamentos de ações no Carf não significa condenação. Como o trabalho da PF ainda está na fase de apuração, o número de empresas suspeitas pode diminuir ou aumentar.

    A Operação Zelotes foi deflagrada na quinta-feira, com o cumprimento de 41 mandados de busca e apreensão em Brasília, São Paulo e Ceará. Em Brasília, foram apreendidos 16 carros, três motos, joias, R$ 1,84 milhão, US$ 9.087 e € 1.435. Entre os automóveis, estão quatro Mercedes, dois Mitsubishi Lancer e um Porsche Cayenne. Outros dez carros e cerca de R$ 240 mil em moeda nacional e estrangeira foram apreendidos em São Paulo, além de dois automóveis no Ceará. Os nomes dos proprietários não foram divulgados.

    A Polícia Federal apura se integrantes do Carf eram subornados para suspender julgamentos, alterar votos e aceitar recursos a fim favorecer empresas. Segundo informou “O Estado”, as propinas a membros do Carf variavam entre 1% e 10% do valor dos débitos tributários das empresas. O objetivo seria principalmente anular multas e obter amortização de ágio em casos de fusões e aquisições de empresas – a fim de se reduzir o pagamento de impostos.

    De acordo com o jornal, a Operação Zelotes também apura a suposta participação no esquema do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, preso na Operação Lava Jato, que apura desvio de recursos da estatal. Segundo o jornal, ele teria atuado como representante de fornecedores da Petrobras que tinham débitos com a Receita.

    O advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, disse desconhecer a investigação, afirmou que a suspeita é “absurda” e que não há relação entre o cliente dele e os julgamentos do Carf.

    Empresas
    Veja abaixo os valores dos débitos das empresas que estão em discussão com a Receita Federal, segundo informações de “O Estado de S. Paulo”, e a versão de cada uma:

    – Santander (R$ 3,3 bilhões): “O Santander tomou conhecimento do tema pela imprensa. Em todos os processos sob análise do CARF, assim como perante qualquer outro órgão administrativo ou judicial, a defesa da empresa é sempre apresentada de forma ética e em respeito à legislação aplicável. Informamos, ainda, que estamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar com qualquer esclarecimento que seja necessário”, informou o banco por meio de nota.

    – Bradesco e Bradesco Seguros (R$ 2,7 bilhões): “O Banco não comenta assunto sob investigação de autoridades”, informou a instituição por meio de nota enviada à TV Globo.

    – Ford (R$ 1,7 bilhão): A montadora informou à TV Globo que não irá se pronunciar.

    – Grupo Gerdau (R$ 1,2 bilhão): “A Gerdau esclarece que, até o momento, não foi contatada por nenhuma autoridade pública a respeito da Operação Zelotes. Também reitera que possui rigorosos padrões éticos na condução de seus pleitos junto aos órgãos públicos”, afirmou a empresa por meio de nota.

    – Light (R$ 929 milhões): “A Light foi surpreendida pelos noticiários, informa que até o momento não foi notificada e assegura que sempre agiu e agirá, na forma da lei”, afirmou a empresa por meio de nota.

    – Banco Safra (767 milhões): Por meio da assessoria, o banco informou que não vai se manifestar.

    – RBS (R$ 672 milhões): “O Grupo RBS desconhece a investigação e nega qualquer irregularidade em suas relações com a Receita Federal”, informou a empresa por meio de nota.

    – Camargo Corrêa (R$ 668 milhões): _____”A empresa desconhece as informações suscitadas pela reportagem”, informou a empresa à TV Globo.

    – Mitsubishi (R$ 505 milhões): Por meio da assessoria, a empresa informou que não vai se manifestar.

    – Bank Boston, adquirido pelo Itaú (R$ 106 milhões): O G1 procurou a assessoria do banco, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

    – Petrobras (R$ 53 milhões): Por meio da assessoria, a estatal informou que não vai se manifestar.

    – BR Foods (valor ainda em apuração): A empresa informou à TV Globo que não vai se manifestar sobre o assunto e que suas atividades sempre se pautaram pelo cumprimento da lei.

  4. Roberto São Paulo-SP 2015

    12 de dezembro de 2015 7:58 am

    Para controlar o PMDB, Temer rejeita deputados

    247 -10 de Dezembro de 2015 às 20:14

    A Executiva Nacional do PMDB vai impugnar a filiação de deputados federais que entrem no partido nos próximos dias apenas para restituir Leonardo Picciani à liderança da bancada do partido na Câmara;
    o ato atende a uma ordem do vice-presidente Michel Temer;
    a decisão, tomada nesta quinta (10), é uma maneira de blindar o novo líder Leonardo Quintão e, consequentemente, a maioria pró-impeachment dentro da legenda;
    o PMDB do Rio tenta filiar dois deputados do PR e refiliar Carlos Henrique Gaguim, que deixou o partido há menos de um mês e foi para o PMB
    ————————————–
    A Executiva Nacional do PMDB vai impugnar a filiação de deputados federais que entrem no partido nos próximos dias apenas para restituir Leonardo Picciani à liderança da bancada do partido na Câmara. O ato atende a uma ordem do vice-presidente Michel Temer.

    A decisão, tomada nesta quinta-feira (10), é uma maneira de blindar o novo líder Leonardo Quintão e, consequentemente, a maioria pró-impeachment dentro da legenda.

    O PMDB do Rio tenta filiar dois deputados do PR — Dr. João e Altineu Côrtes — ao PMDB, além de refiliar Carlos Henrique Gaguim, que deixou o partido há menos de um mês e foi para o PMB.

    O objetivo é fazer com que Picciani tenha mais do que 35 deputados em seu apoio.

    URL:
    http://www.brasil247.com/pt/247/poder/209050/Para-controlar-o-PMDB-Temer-rejeita-deputados.htm
     

  5. José Carlos - Spin

    12 de dezembro de 2015 8:22 am

    Gilmar Dantas indignado com a marcha anti-golpe e anti-fascista

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=yYIQfo3QN20%5D

  6. emerson57

    12 de dezembro de 2015 9:53 am

    Eduardo Guimarães

    http://www.blogdacidadania.com.br/2015/12/representar-ao-mpf-contra-cunha-e-obrigacao-cidada-como-votar-quem-topa/

    “…Com essas manobras, o gangster que preside a Câmara vai construindo sua impunidade enquanto trata de empurrar naquela Casa processo ilegal que visa tirar o mandato de uma mulher de vida limpa, contra quem não existe uma única prova – e nem mesmo uma acusação formal – de ter cometido qualquer ato antiético….”

  7. Igra

    12 de dezembro de 2015 10:02 am

    Ciro Gomes: o PSDB perdeu o pudor…
    http://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/209258/Ciro-Gomes-'O-PSDB-perdeu-pudor-e-ir%C3%A1-para-a-lata-de-lixo-da-hist%C3%B3ria‘.htm

    247 – O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) voltou a soltar o verbo contra os tucanos, o vice-presidente, Michel Temer, e contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Para ele, o PSDB, principal defensor do golpe, “perdeu o pudor e jogou sua história na lata do lixo”.

  8. bfcosta

    12 de dezembro de 2015 12:44 pm

    Entrevista de Wanderley Guilherme dos Santos
    O estado de SP como sempre faz ilações mesmo em uma entrevista ao afirmar que o entrevistado é contra a cassação de Cunha, embora ele não tenha dito isso em toda a entrevista. Veja a legenda da foto.

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,oposicao-se-coloca-na-posicao-de-juiz–afirma-professor,10000004653

     

    <p class=”chapeu”>Para pesquisador que previu o golpe de 1964, oponentes de Dilma querem assumir papel que caberia ao Supremo</p> <p class=”titulo”>‘Oposição se coloca na posição de juiz’, afirma professor</p> <footer class=”tags”><ul><li>Tags: </li><span itemprop=”keywords”><li><a href=”http://topicos.estadao.com.br/dilma-rousseff“>Dilma Rousseff, </a></li><li><a href=”http://topicos.estadao.com.br/eduardo-cunha“>Eduardo Cunha, </a></li><li><a href=”http://topicos.estadao.com.br/politica“>Política, </a></li><li><a href=”http://topicos.estadao.com.br/brasilia“>Brasília</a></li></span></ul></footer> <div class=”autor”><p class=”nome”>Alexandra Martins</p></div> <p class=”data”>12 Dezembro 2015 | 07h 37</p>   </header> <p></p><p><span><span><span>O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos notabilizou-se em 1964 ao prever em ar</span></span></span><span><span><span>tigo o golpe militar que depôs o então presidente João Goulart. Hoje, aos 80 anos, sustenta que o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff carece de base jurídica. A postura da oposição, diz, de declarar ilegítimo o governo atual é “antidemocrática”. </span></span></span><span>“Eles estão se colocando na posição de juízes. Quem tem que fazer isso é o Supremo”,</span><span> diz o autor do livro </span><span><span>À Margem do Abismo</span></span><span> (Ed. Revan), lançado em outubro. </span>Ao receber o <span><span><b>Estado</b></span></span>, Wanderley concedeu a seguinte entrevista.</p>   </p><p><div class=”relacionadastexto relacionadas”><p class=”titulo”>Relacionadas</p><ul><li><a href=”http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,temer-e-desleal-e-encheu-o-governo-de-mumia-paralitica–afirma-ciro,10000004652” target=”_blank”>Temer é ‘desleal’, diz Ciro Gomes</a></li><li><a href=”http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-investiga-edicao-de-decretos-em-2015alguns-decretos,10000004651” target=”_blank”>TCU investiga decretos de Dilma</a></li><li><a href=”http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/apos-indiciamento-amigo-de-lula-sera-interrogado-pela-pf-na-segunda/” target=”_blank”>Amigo de Lula será interrogado</a></li></ul></div></p><p><strong><span><span><span>Qual balanço o senhor&nbsp;faz de 2015, considerando o processo de impeachment, investigações, ruas?</span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>Primeiramente, no médio prazo, não acredito em nenhuma das seguintes coisas: que o Supremo convalide a posição do (</span></span></span><span><span><span>presidente da Câmara, Eduardo</span></span></span><span><span><span>) Cunha, que o núcleo pró-impedimento consiga 2/3 da Câmara e que sejam capazes de fazer significativos de rua</span></span></span><span><span><span>. Enquanto o Supremo Tribunal Federal continuar dando respaldo, não nos resta outra opção senão considerar que nada efetivamente criminoso cometido pelo Judiciário está acontecendo. É impossível dizer qual vai ser o comportamento do PT, PSDB, PMDB daqui a 48 horas. Mesma coisa em relação ao Judiciário, ao Legislativo, ao Executivo. Tratando-se então de um processo de grande envergadura em execução, não parece prudente já falar em saldo. Neste momento, nós estamos em processo de investigação do desempenho da democracia brasileira. </span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>O processo de impeachment representa tentativa de golpe?</span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>A questão desde o início com relação ao problema do golpe é se havia ou há sustentação objetiva de crimes legalmente apurados e estabelecidos que, conforme a Constituição, autorizem o movimento de impedimento. Até agora, isso não se constituiu, não ficou evidente para o público em geral que há um comprometimento da pessoa pública da presidente da República que justificasse um pedido de impedimento. Os parlamentares da oposição têm qualquer direito de se manifestar. Para isso serve a democracia. Uma vez que não há essa base, então essa é uma atitude, obviamente, de violação das regras da democracia.</p><p> </p><p> <figure><img src=”http://img.estadao.com.br/thumbs/550/resources/jpg/1/1/1449913253011.jpg” alt=”O pesquisador &eacute; contra uma poss&iacute;vel cassa&ccedil;&atilde;o de Eduardo Cunha” title=”Marcelo Carnaval|Divulgação”><figcaption>O pesquisador é contra uma possível cassação de Eduardo Cunha</figcaption></figure></span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>O fato de o Tribunal de Contas da União ter rejeitado as contas do governo fortalece o argumento pró-impeachment? </span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>O processo decisório do TCU foi contaminado. Não ficou convincente para mim que estariam justificadas as desconsiderações de todos os precedentes, inclusive as do próprio Tribunal de Contas. Precedente não é só do governo, é do tribunal também. Eles são cúmplices ao longo de muitos anos em que aprovaram contas semelhantes. Não podem jogar responsabilidade em apenas um dos lados. Não foi uma decisão racional. Foi contaminada por emoção. O tribunal é um tribunal de assessoria. Ele não rejeitou as contas do governo, apenas não recomendou sua aprovação pelo Congresso, o que já é uma forma de alterar os nexos institucionais reais entre uma coisa e outra. </span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>Nesse contexto do impedimento, a oposição tem desempenhado um papel sadio para nossa democracia?</span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>A oposição tem todo o direito de querer o impedimento da presidente. Agora, por conta de que não é possível fazer mais nada enquanto não for aprovado o impedimento, e com isso se negarem a governar e obstruir o governo sem que esteja provado que existam dados para isso, eles estão se colocando na posição dos juízes e, consequentemente, na medida em que podem, estão impedindo o governo de governar. Isso é antidemocrático. Eles estão violando as regras democráticas por conta de uma ideia que teria que ser. Enquanto isso não acontecer, tudo o mais é ilegítimo? Quem tem que dizer isso é o Supremo. Ao tomar o lugar do Supremo e declarar o governo ilegítimo, eles estão violando a democracia. </span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>O senhor&nbsp;defendeu recentemente que o governo deveria dar um ‘chute no traseiro’ do PMDB. Ainda pensa assim?</span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>Não acho isso. Acho que a coalizão feita no primeiro mandato da presidente Dilma foi excessiva. Aí não mais só por conta do PMDB. Continuo achando que a coalizão-baleia (</span></span></span><span><span><span>grande e feita de vários partidos</span></span></span><span><span><span>) que ela constituiu não está sendo operacional. Nos últimos dois ou três anos, essa coalização desgastou muito o processo político institucionalizado brasileiro. Tanto que essa coalizão vem perdendo capacidade de se repeti. Os partidos da coalizão votam cada um por si no Parlamento. A esta altura, a questão partidária está subordinada à questão maior de salvaguardar o processo político e suas instituições. Neste momento, ninguém manda no processo. Procuradores e juízes não sabem o que as pessoas que eles estão prendendo vão dizer. </span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>A cassação de Eduardo Cunha favoreceria o governo Dilma?</span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>Para o governo, a cassação dele não representaria nada. Hoje os fatos a favor do governo têm que vir ou da economia ou do próprio desdobramento da Lava Jato, que está colocando sob suspeição toda a trajetória do PT no governo. É daí que tem que vir. Enquanto isso não acontecer, nada do que aconteça na Câmara traz benefícios para o governo. </span></span></span></p>   </p><p><strong><span><span><span>Nada? </span></span></span></strong></p>   </p><p><span><span><span>A rotina do governo, embora seja uma rotina importantíssima, não está servindo para trazer nenhum dividendo para o governo. Neste momento, o governo, o Legislativo e o Congresso em geral, nada que eles fizerem de bom será aplaudido. O que for positivo será interpretado pela sociedade como: ‘Não fizeram mais do que a obrigação’. Mas se fizerem algo ruim, vão ser cobrados ainda mais. Eles só podem piorar. </span></span></span></p></p>

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  9. José Carlos - Spin

    12 de dezembro de 2015 2:23 pm

    Amanhã haverá reedição da Marcha que pediu o golpe de 64

    os golpistas se reunem amanhã na reedição da Marcha de 64 que pedia o golpe que foi uma tragédia para esse pais…..

      Foto de Jorge André Irion Jobim. 

     

  10. Fiódor Andrade

    12 de dezembro de 2015 5:19 pm

    As criticas de Temer a Lula em 2006

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    Telegrama dos EUA revela críticas de Temer a Lula em 2006 – 01/03/2011 – Poder – Folha de S.Paulo
    By  DE SÃO PAULO •  www1.folha.uol.com.br
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    Wikileaks
    Em uma conversa com o cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Christopher J McMullen, em 9 de janeiro de 2006, o vice-presidente Michel Temer afirmou que o desempenho do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo era decepcionante.
    Segundo telegrama obtido pelo site Wikileaks, a situação oferecia uma oportunidade para o PMDB lançar se próprio candidato.

    “Temer criticou a visão estreita de Lula e seu excessivo foco nos programas de seguridade social que não promovem o crescimento ou desenvolvimento econômico”, afirma McMullen no despacho.

    O então deputado peemedebista também classificou como fraude o governo petista.

    Ele ainda relatou a desilusão popular causada pelo “roubo de dinheiro público” que teria sido feito por líderes do PT.

    De acordo com Temer, a intenção dos petistas não era ter um ganho pessoal, mas aumentar o poder político do partido.

    Temer disse ao cônsul que a decisão sobre do PMDB dependeria do desempenho de Lula nas pesquisas. Ele cita como possíveis candidatos Anthony Garotinho, Germano Rigotto e Nelson Jobim.

    O vice-presidente lembrou que o partido esteve com o tucano José Serra em 2002.

    Em 2006, o PMDB só formalizou o apoio a Lula no segundo turno.

    Leia o telegrama em inglês

    UNCLAS SECTION 01 OF 03 SAO PAULO 000030 SIPDIS SENSITIVE SIPDIS NSC FOR CRONIN STATE PASS USTR FOR SULLIVAN/LEZNY E.O. 12958: N/A TAGS: PINR, PGOV, ETRD, BR SUBJECT: PMDB Leader Ponders Party’s Electoral Options REF: (A) 05 Sao Paulo 1402; (B) Sao Paulo 1372

    1. (U) Sensitive but Unclassified – protect accordingly. 2. (SBU) Summary: Federal Deputy Michel Temer, national president of the Brazilian Democratic Movement Party (PMDB), believes that public disillusion with President Lula and the Workers’ Party (PT) provides an opportunity for the PMDB to field its own candidate in the 2006 presidential election. However, party divisions and the lack of a compelling choice as a candidate could force the PMDB into an alliance with Lula’s PT or the opposition PSDB. If Lula’s polling numbers do not improve before the PMDB primaries in March, Temer said his party might nominate its own candidate. This would still allow the party to forge an alliance with the PT or PSDB in a runoff, assuming that the PMDB candidate fails to make the second round. Given its centrist orientation, the PMDB may hold the balance of votes between the two opposing forces. It is also likely to remain a force at the local and state level. Temer believes it has a chance to win as many as 14 gubernatorial races.

    End Summary.

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    With Allies Like This

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    3. (SBU) Michel Temer, a Federal deputy from Sao Paulo who served as president of the Chamber of Deputies from 1997 through 2000, met January 9 with CG and poloffs to discuss the current political situation. Lula’s election, he said, had raised great hope among the Brazilian people, but his performance in office has been disappointing. Temer criticized Lula’s narrow vision and his excessive focus on social safety net programs that don’t promote growth or economic development. The PT had campaigned on one program and, once in office, had done the opposite of what it promised, which Temer characterized as electoral fraud. Worse, some PT leaders had stolen state money, not for personal gain, but to expand the party’s power, and had thus fomented a great deal of popular disillusion.

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    PMDB Perceives an Opening

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    4. (SBU) This reality, Temer continued, opens an opportunity for the PMDB. The party currently holds nine statehouses and has the second-highest number of federal deputies (after the PT), along with a great many mayoralties and city council and state legislative seats. Polls show that voters are tired of both the PT and the main opposition party, the Brazilian Social Democratic Party (PSDB). For example, a recent poll showed former governor (and PMDB state chairman) Orestes Quercia leading in the race for Sao Paulo state governor.

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    Divisions Dog the Party

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    5. (SBU) Asked why the PMDB remains so divided, Temer said the reasons were both historical and related to the nature of Brazilian political parties. The PMDB grew out of the Brazilian Democratic Movement (MDB) under the military dictatorship, which operated as an umbrella group for legitimate opposition to the military dictatorship. After the restoration of democracy, some members left the PMDB to form new parties (such as the PT and PSDB), but many of those who remained now act as power brokers at the local and regional level. Thus the PMDB has no real unifying national identity but rather an umbrella organization for regional “caciques” or bosses. Temer noted that the PMDB is not the only divided party. Although there are 28 political parties in Brazil, most of them do not represent an ideology or a particular line of political thinking that would support a national vision.

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    SAO PAULO 00000030 002 OF 003 PMDB Primaries Set for March

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    6. (SBU) Temer confirmed press reports that he is seeking to move the March 5 primary date to a date later in the month. (Note: March 31 is the deadline for executives and Ministers to resign their offices if they plan to run for public office. End Note.) There will be some 20,000 electors, he said, including all PMDB members who hold electoral office (federal and state deputies, governors, mayors, vice-governors and -mayors, and other elected municipal officials) as well as delegates chosen at state conventions.

    —————————————

    Lula’s Numbers Will Drive PMDB Strategy

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    7. (SBU) If, between now and the primary, the Lula government’s standing in the polls improves, it is still possible the PMDB will seek an electoral alliance with Lula and the PT, Temer said. If not, the PMDB will run its own candidate. So far, Rio de Janeiro ex-governor Anthony Garotinho has been working the hardest, reaching out to the whole country in search of support. But there is resistance to him from within the PMDB, in part due to his populist image, in part because there appears to be a ceiling to his support. Germano Rigotto, governor of Rio Grande do Sul (reftels) is a possible candidate, though he is still not well known outside the south. Nelson Jobim, a judge on the Supreme Federal Tribunal (STF) who has announced his intention to step down, is another possibility; however, he can’t campaign until he leaves the Tribunal, and he may not have time to attract the support necessary to win the primary.

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    PMDB’s Fallback – PT or PSDB in Second Round

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    8. (SBU) Temer was confident that despite its current division, the PMDB will unite for the election, whether in support of its own candidate or in alliance with another party. If it runs a candidate who fails to make it to the second round, the party will seek to negotiate an alliance with one of the two finalists. He noted that the PMDB had supported the government of PSDB former president Fernando Henrique Cardoso, and said there should be a “re-fusion” of the two parties into a permanent grand alliance. The PMDB would have no problem with either Sao Paulo Mayor Jose Serra or Sao Paulo state governor Geraldo Alckmin, who are competing for the PSDB nomination. In 2002, the PMDB supported Serra against Lula.

    9. (SBU) Asked about the party’s program, Temer indicated that the PMDB favors policies to support economic growth. It has no objection to the Free Trade Area of the Americas (FTAA). It would prefer to see Mercosul strengthened so as to negotiate FTAA as a bloc, but the trend appears to be moving the other way.

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    Comment: PMDB As Power Broker?

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    10. (SBU) For now, the PMDB is keeping its options open. Though Temer didn’t mention it, the party’s leadership is waiting to see whether the “verticalizacao” rule will remain in force for the 2006 elections. This rule, decreed by a 2002 decision of the Supreme Electoral Tribunal (TSE), dictates that electoral alliances at the national level must be replicated in races for governors and federal deputies. The Senate passed a measure repealing the rule, and the lower chamber is expected to vote on it shortly, with prospects uncertain. There is also a legal challenge to the rule pending which the TSE will likely take up in February. The PMDB wants to know the rules of the game before deciding on possible alliances, since most observers believe that a SAO PAULO 00000030 003 OF 003 PMDB presidential candidate would not fare well under the current system of “verticalizacao.” Temer appeared open to the possibility of an alliance with either the PT or the PSDB, or to a stand-alone PMDB candidate. Given its centrist orientation, the PMDB may hold the balance of votes between Lula’s PT and the opposition PSDB, and thus bears watching closely in the months ahead. End Comment.

    11. (U) Biographic Note: Michel Miguel Elias Temer Lulia has served as federal deputy from Sao Paulo since 1987, except for a two-year period (1993-94) when he was Secretary for Public Security in the Sao Paulo state government. He studied at the University of Sao Paulo and earned a Doctorate in Law from the Catholic University of Sao Paulo. From 1984 through 1986 he was the state’s Prosecutor General. He served as the PMDB’s leader in the Camara de Deputados 1995-97 and as President of the Camara 1997-2000. He was national president of the PMDB 2001-03 and 2004- present. 12. (U) This cable was cleared/coordinated with Embassy Brasilia. McMullen
    Source: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2011/03/882435-telegrama-dos-eua-revela-criticas-de-temer-a-lula-em-2006.shtml

  11. alfeu

    12 de dezembro de 2015 9:10 pm

    *

    Lisboa: Convocam concentração em solidariedade com os e as estudantes de São Paulo

    http://www.diarioliberdade.org/artigos-em-destaque/401-resenhas/59266-lisboa-convocam-concentração-em-solidariedade-com-os-e-as-estudantes-de-são-paulo.html

     

     

    111215 solidPortugal – Guilhotina – Será na quarta, 16 de dezembro às 18:30 na praça Luís de Camões, em frente ao Consulado Geral do Brasil.

    Dia 16 de Dezembro, quarta-feira, na praça Luís de Camões, às 18p0, estaremos frente ao Consulado Geral do Brasil em concentração de solidariedade com a luta dxs estudantes de SP, contra a reorganização do Ensino, por uma escola pública que seja efetivamente dxs estudantes, e não dos corpos burocráticos que xs desrespeitam!

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    Desde o dia 29 de Setembro que xs estudantes do Estado de São Paulo, Brasil, começaram a ocupar as suas escolas, contando neste momento mais de 200 ocupadas, muitas em solidariedade, contra a “reorganização do Ensino” do governador Geraldo Alckmin (PSDB) que prevê o fecho de 94 instituições de ensino, a segregação de 340 mil estudantes para as periferias e a degradação da qualidade da educação pública.

    Nas escolas ocupadas, xs estudantes de forma organizada, horizontal e apartidária, cuidam, limpam e protegem as instalações, tomam as decisões em assembleia, organizam atividades lúdicas, culturais, aulas públicas, e resistem à pressão da Polícia Militar (PM).

    Nas ruas, grandes avenidas têm sido bloqueadas pelxs estudantes por dias consecutivos sob o mote “Se a escola fechar, a cidade vai parar”. A PM deteve já mais de 30 pessoas pelo simples ato de se manifestarem, e professores e funcionários das escolas têm sido alvo de chantagens e ameaças por parte do governo estadual, sendo agora também exigência dxs estudantes: a punição dos PMs, nenhuma criminalização ou punição para todxs xs apoiantes dxs estudantes envolvidxs na luta, e a oficialização de um cronograma de audiências públicas para debater de forma clara a reforma do ensino defendida pelxs estudantes com toda a sociedade.

     

  12. Anna Dutra

    12 de dezembro de 2015 11:36 pm

    A LONGO PRAZO ESTAREMOS TODOS
    A LONGO PRAZO ESTAREMOS TODOS MORTOS

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/qual-e-a-de-ciro-gomes-por-paulo-nogueira/

    Qual é a de Ciro Gomes?
    Por Paulo Nogueira

    Bem, Ciro Gomes é aquele tipo de cara que você precisa ter a seu lado em situações complicadas. E que possivelmente você vai querer longe quando as coisas se normalizarem.

    Suas características ora serão vistas, pelos mesmos olhos, como virtudes e ora como defeitos.

    O governo, hoje, quer tê-lo a seu lado. Ciro fala as coisas que ninguém fala. Ou melhor: ele as fala diante das câmaras e dos microfones.

    Não sussurra pelos cantos e as vaza para jornalistas amigos.

    Alguém tinha que dizer que um golpe espúrio está em curso. Alguém tinha que dizer que Eduardo Cunha é ladrão. Alguém tinha que dizer que Temer é o capitão do golpe.

    Este é Ciro Gomes.

    Ciro já está em 2018. Mudou fisicamente para o centro do país, São Paulo. O Ceará pode esperar. Ele viu um espaço no campo progressista para ser o candidato que pode livrar o país da direita reunida em torno de Aécio. E quer ocupá-lo.

    Mas um momento: e Lula, onde fica?

    Para Ciro, Lula fica onde está. No Instituto Lula.

    Nas entrevistas que tem dado já virtualmente como candidato, Ciro não poupa Lula. Diz que ele fala demais. E afirma que seria um “terrível erro” Lula se candidatar em 2018.

    Mas um momento: por que um “terrível erro”?

    E se o povo quiser? E se Lula estiver gozando de boa saúde em 2018: por que não? (Lula tem dito, sabiamente, que não sabe se estará vivo em 2018. Ele como que repete, aí, a grande máxima de Keynes segundo a qual a longo prazo estaremos todos mortos.)

    Ciro não consegue explicar onde está o erro. Numa visão mais pragmática, podemos depreender que o grande erro de Lula caso se candidate em 2018 seria o de atrapalhar as pretensões presidenciais de Ciro Gomes.

    E então entramos no lado B de Ciro.

    Ele pensa nele, nele e ainda nele. Ele, para usar a imagem empregada contra Temer, não é apenas o capitão do time. Ele é o time.

    Ciro é daquele tipo que tem imensa dificuldade de conviver em grupo, a não ser que sejam dele as ordens.

    Você em apuros paga para tê-lo a seu lado. Ele é firme, incisivo. Você estabilizado enxerga arrogância e intransigência onde apreciava antes firmeza e incisão.

    Numa palavra, Lula e ele estão no mesmo ônibus, neste instante – o que congrega opositores do golpe de direita.

    Mas cada um deles tem seu próprio destino.

    Para que qualquer um deles chegue ao objetivo, é preciso derrotar antes os inimigos comuns. E é nisso que, cada qual a seu jeito, ambos estão empenhados.

    Os progressistas torcem para que, juntos, vençam.

    Depois é depois. E, para lembrar outra vez Keynes, a longo prazo estaremos todos mortos.

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