Covid-19 – Balanço de momento: 25 milhões de casos, 840 mil mortes e 16,2 milhões de altas

Entre 20 países, a taxa de letalidade caiu de 3,6% para 3,5%. A taxa brasileira caiu de 3,2% para 3,1%

Por Felipe A. P. L. Costa 

Este artigo atualiza os números a respeito da pandemia da Covid-19 divulgados em artigo anterior (aqui).

Levando em conta as estatísticas obtidas na madrugada de ontem para hoje (28-29/8) [1], eis um balanço da situação mundial:

(A) Em números absolutos, os 20 países [2] mais afetados continuam a concentrar 83% dos casos (de um total de 24.749.759) e 85% das mortes (de um total de 837.353) [3].

(B) Entre esses 20 países, a taxa de letalidade caiu de 3,6% para 3,5%. A taxa brasileira caiu de 3,2% para 3,1%. (Chile e Argentina, dois dos quatro outros países da América do Sul que estão no topo da lista, têm taxas mais baixas, 2,7% e 2,1%. Peru e Colômbia têm taxas mais altas, 4,5% e 3,2%, respectivamente.)

(C) Nesses 20 países, 13,2 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 64% dos casos. Em escala global, 16,2 milhões de indivíduos já receberam alta.

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Notas.

[*] Para detalhes e informações sobre o livro mais recente do autor, O que é darwinismo (2019), inclusive sobre o modo de aquisição por via postal, faça contato pelo endereço [email protected]. Para conhecer outros livros e artigos, ver aqui.

[1] Vale lembrar que certos países atualizam suas estatísticas uma única vez ao longo do dia; outros atualizam duas vezes ou mais. (E há ainda uns poucos que estão a fazê-lo de modo um tanto errático.) Acompanho as estatísticas mundiais em dois painéis, Mapping 2019-nCov (Johns Hopkins University, EUA) e Worldometer: Coronavirus (Dadax, EUA).

[2] Os 20 primeiros países da lista podem ser arranjados em quatro grupos: (a) Entre 4 e 8 milhões de casos – Estados Unidos; (b) Entre 2 e 4 milhões – Brasil e Índia; (c) Entre 500 mil e 1 milhão – Rússia, Peru, África do Sul, Colômbia e México; e (d) Entre 200 e 500 mil – Espanha, Chile, Argentina, Irã, Reino Unido, Arábia Saudita, Bangladesh, França, Paquistão, Turquia, Itália e Alemanha.

Dois comentários. Primeiro. A situação na Índia é particularmente grave. Basta dizer que, nos primeiros dias de setembro, as estatísticas daquele país deverão superar as do Brasil. Segundo. Os seis países americanos citados acima concentram 50% dos casos e 51% das mortes em escala planetária. Em meio a tudo isso, no entanto, a situação no Peru talvez seja a mais preocupante. Índia e Peru talvez venham a precisar de ajuda internacional.

[3] Para detalhes sobre o comportamento da pandemia em escala mundial e nacional, ver os três volumes da coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado (aqui, aqui e aqui).

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