Desta vez, Bolsonaro não usou nome falso para fazer teste de COVID

"Os nomes usados anteriormente por Bolsonaro nos exames foram Airton, Rafael e 05. Por razões de segurança, segundo ele. Agora foi Jair Messias Bolsonaro, mesmo. Por que a mudança de conduta?"

Jornal GGN – Jair Bolsonaro anunciou no começo da tarde desta terça (7), por meio da CNN Brasil, Record e TV Brasil, que está com coronavírus. Mas a imagem do teste para covid-19 do presidente só começou a circular nas redes sociais horas depois.

Chamou atenção que, desta vez, o presidente mudou a estratégia para esconder sua identidade e não lançou mão de nomes falsos para fazer o teste. O resultado divulgado tem nome e sobrenome do líder de extrema-direita.

A colunista da Folha Mariliz Pereira Jorge indagou a mudança de postura. “Os nomes usados anteriormente por Bolsonaro nos exames foram Airton, Rafael e 05. Por razões de segurança, segundo ele. Agora foi Jair Messias Bolsonaro, mesmo. Por que a mudança de conduta?”

Bolsonaro anuncia que testou positivo para coronavírus

 

 

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9 comentários

  1. Estranho foram estas manifestações:
    https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/07/07/autoridades-e-politicos-desejam-melhoras-a-bolsonaro-apos-diagnostico-de-covid.ghtml

    Alguem ai viu o sujeito, ora com febre devido a “gripezinha”, desejar melhoras para alguma autoridade que tenha anunciado haver contraído o virus? Ou que este mesmo sujeito tenha manifestado um sincero pesar pelas dezenas de milhares de vítimas fatais cujo número, inclusive, vem sendo mantido num patamae assustador devido exatamente às suas irresponsabilidades (junto às do idiota genocida por ele idtolatado)?
    Para um sujeito dessses, com ressonância, respiradores e equipe medica particular à disposição, enfim, com todos recursos mas que continua com a farsa da cloroquina, acho que a única manifestação válida é a sua própria: “E daí?”

  2. Todo cuidado e prudência sempre será pouco em relação ao dito cujo.
    Sabe-se lá o que está efetivamente ocorrendo.
    A reação do filho Eduardo, por exemplo, bem demonstra o deboche.
    Sem contar a propaganda da cloroquina que, sabem as antas, não cura covid algum.
    Muito cuidado. Muito caldo de galinha.

  3. Pode ser fake news para dizer que tomou cloroquina e ficou bom, e desovar o estoque do veneno.

    Também pode ser defesa para não prestar o depoimento a PF, com a desculpa do atestado médico (mesma que usou para não ir a debates)

    Ou então a imunidade dele ficou baixa depois que o Queiroz foi preso e a mulher do Queiroz ameaçou delatar…

  4. Além do que disse logo acima Bruno Cabral, que pode mesmo ser tudo aquilo, é claro, ninguém se esqueça da comoção que ocorreu quando o então candidato Bolsonaro levou a facada. O sujeito espera um repeteco do efeito “coitado”, agora, não com a facada, mas com o covid, pra dar uma melhorada na imagem do sujeito, que estava rolando escada abaixo.

  5. Como acreditar numa criatura onde a incongruência e a mentira imperam?
    O que se sabe é que a Cloroquina voltou a fazer parte da propaganda. E, se a Ciência não a comprova, este estímulo poderá levar a sérias consequências àqueles que seguirem os ” conselhos ” desse senhor. Recuso- a pronunciar o nome próprio de tal figura.

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