Jornal GGN – O aumento do desmatamento na Amazônia aumentou a pressão dos estrangeiros sobre a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ofuscando o foco inicial de sua viagem aos Estados Unidos, que era promover a importação da carne in natura brasileira.
De acordo com informações do jornal O Globo, as questões ambientais passaram a ter a mesma importância que as questões sanitárias anos atrás. O tema ganhou força após a divulgação dos dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que indicaram um aumento de 29,5% do desmatamento na Amazônia entre agosto de 2018 e 31 de julho deste ano.
Mesmo com esses dados, Tereza Cristina disse em palestra que a legislação ambiental brasileira é uma das mais exigentes do mundo, e que o Código Florestal exige que os produtores deixem uma parte de suas propriedades para preservação.
Ao mesmo tempo, vereadores das cidades de Nova York e Los Angeles começaram a discutir leis para a proibição de compras de produtos de empresas que possam estar ligadas a incêndios florestais e desmatamento na Amazônia.
Especialistas dizem que tal boicote pode se agravar tanto nos Estados Unidos como na Europa – a Áustria apontou questões ambientais para se opor ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.
No ano, a balança comercial apresenta um superávit de US$ 34,8 bilhões, resultado 26,7% menor em relação ao visto em 2018.
Zé Sérgio
20 de novembro de 2019 10:37 am“A boiada passa enquanto os cães ladram’. Esta agenda de ONG’s Ambientalistas Européias só visam proteger os seus Mercados e sua AgroPecuária. Esta balela já caiu por terra, junto com o discurso daquela criança sendo manipulada e financiada por tais Ongs e no meio dos aterradores incêndios da Califórnia à Austrália. Será que o papa pedirá um Sínodo da Austrália? Ou a Internacionalização da Califórnia?
Eugenio
20 de novembro de 2019 12:53 pmCaro apedeuta da geografia, clima e economia. Ignoro o que mais pode ignorar, mas vejo que dá demonstrações de que vai muito além dos primeiros assuntos.
A preservação ambiental é importante para manter o equilíbrio dos regimes de chuvas, preservação do solo, fauna, enfim, para que haja equilíbrio entre as diferentes vidas do planeta. Compreendo seu sentimento de pouco se importar com qualquer tipo de vida.
Se mora no centro-sul, deve vir assistindo à redução paulatina das chuvas na região. Secas nesta região estão cada vez mais frequentes. Uma das razões é a queda da umidade gerada pelas florestas. Duvida? Basta saber que a fuligem que cobriu São Paulo dias desses, veio da região amazônica. Ah claro, você dirá que é uma agenda de ambientalista europeu. Claro.
A Austrália e Califórnia sofrem com incêndios em suas florestas. Um pouco pelo aspecto natural, outro por negligência e certa maldade de alguns interessados em prazeres toscos como caça e pesca, pelo interesse imobiliário. Mas para seu governo, a produção agrícola desses países é irrisória, especialmente quando se fala da Califórnia. A Austrália tem problemas com expansão da fronteira pecuária. Parece igual ao Brasil para você?
Se parece, tanto lá, quanto cá, são idiotas. Mas você só acha idiota, os de lá, ou talvez, dada sua estatura, aceitará que eles estão corretos.
Por fim, não há tanta água na Califórnia e Austrálias, quanto há na amazônia. Quase todos os idiotas concordam que sem água não se pode sobreviver. Quase todos os idiotas sabem que a água é um recurso escasso. Quase todos os idiotas sabem sobre a necessidade de equilibrar exploração econômica (já ouviu falar em rotação de cultura ou de descanso do solo? penso que não).
Mas há idiotas que acham que os recursos são infinitos, que não é necessário preservar, que não há limites para exploração.
Para vocês, caros gafanhotos, a terra há de devorar o cadáver seco dos seus filhos, que implorarão por um mísero copo de água, que eu gentilmente, irei oferecer. Pena que não dará para todos…
Espero que até lá, você já tenha passado para não assistir ao sofrimento que sua ignorância e de outros, provocaram.
Eugenio
20 de novembro de 2019 11:37 amÀ falta de argumentos, a mini-nistra da Agricultura evoca avanços de legislações anteriores. A depender dela, como sabemos, destruiria toda a legislação de proteção ambiental, já que seus pares “mantém reservas” como se isto não fosse às custas de outrora vigorosa ação do IBAMA, hoje desarticulado pelo micro-nistro Sales.
De fato, as barreiras ambientais assim como as sanitárias, hipócritas ou não, afetarão as exportações de commodities do Brasil e, quer saber? desejo que aconteça isto para que nosso país seja protegido dos seus próprios cidadãos, cujo único propósito é o enriquecimento imediato, nem que seja às custas de condenar seus herdeiros. Mas talvez enriqueçam o bastante para procurar novos planetas para predar.
Rui Ribeiro
20 de novembro de 2019 1:03 pm“Vocês viam o desmatamento quando a Dilma foi ministra? A Dilma não [alguém não identificado sopra o nome de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente]. Quando a Marina Silva foi ministra? Vocês viram? Foi recorde o desmatamento, então não pergunte para mim, não”. – Bolsonaro
“Não, não pergunta, não. Pergunta para o Ricardo Salles, que está ali. Conversa com ele”. – Bolsonaro
‘Você não vai acabar com desmatamentos nem queimadas. É cultural’. – Bolsonaro
Quando o Brasil se desertificar, a cultura do desmatamento e das queimadas vai acabar.
Se Bolsonaro fosse denunciado por um assassino de ter matado alguém, ele não negaria o crime. Ele diria: Mas você também matou. Em outras palavras, ele justificaria um assassinato com outro, assim como justifica a desvastação da Amazônia no seu mandato com a devastação da referida Floresta ocorrida em outros mandatos.
Esse pulha merece uma cana de uns trinta anos, sendo 29 deles em solitária.
Sonia
21 de novembro de 2019 8:38 amEssa é a tática do bolsoasno: não tendo como justificar seus crimes aponta para outros criminosos semelhantes! Sua passagem pelo governo deixará uma rastro de destruição irrecuperável! Com a complacência, conivência, cumplicidade de seus irresponsáveis eleitores!