7 de junho de 2026

Ex-assessor de Fux é delatado e ministro fica “chocado” com vazamento

Delação teria sido discutida com o MPF em 2017, mas o empresário Jacob Barata desistiu do acordo. Ainda assim, um dos anexos que atinge o ex-assessor de Fux acabou vazamento nesta semana
O ministro Luiz Fux, do STF
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se disse “chocado” com o vazamento de um anexo do acordo de delação premiada do empresário Jacob Barata, que acusa ex-assessor de gabinete do ministro de receber propinas milionárias.

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Fux falou à jornalista Mônica Bergamo que foi uma “leviandade” e demonstração de “desespero em querr ofender a honra e a dignidade de quem serve a nação.”

“Publicou-se apenas uma insinuação, um ataque a um ministro honrado e sem máculas. Ministro que continuará a apoiar os esforços da nação brasileira contra a corrupção, dentro da lei. E que continuará um defensor perpétuo da liberdade de imprensa, mesmo quando ela erra”, afirma Fux.

Em delação que começou a ser negociada em 2017, com o Ministério Público Federal, Barata acusou o ex-assessor José Antonio Nicolao Salvador de ser o “destinatário de uma propina de milhões de reais para ajudar a influenciar uma decisão judicial.”

O relato dá conta de que o dinheiro saiu do caixa da Fretranspor em 2011.

O ex-assessor foi demitido por Fux em 2016, sob a justificativa de que parecia “ostentar um padrão de vida superior ao que seu salário permitia.”

A assessoria de Barata diz que ele desistiu da delação e confessou seus crimes.

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Redação

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9 Comentários
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  1. João Bosco

    22 de março de 2019 4:21 pm

    Ora dr. Fux os vazamentos contra LULA e DILMA foram uma constante na farsa jato. Quando chega perto do senhor o sr. fica chocado? Por que não ficou chocado, repudiou e proibiu quando atingiam os outros?

  2. João Bosco

    22 de março de 2019 4:22 pm

    Ora doutor, os vazamentos contra LULA e DILMA foram uma constante na farsa jato. Quando chega perto do senhor o sr. fica chocado? Por que não ficou chocado, repudiou e proibiu quando atingiam os outros?

  3. JUAREZ CAMPOS

    22 de março de 2019 6:00 pm

    Isto parece a demissão do Queiroz assessor do Flávio Bolsonaro na assembléia do Rio de janeiro. Na véspera da ação se demite o laranja.

  4. Antonio souza

    23 de março de 2019 8:06 am

    Sou apartidário. Sou civil. Vou parar deverestejornal. São informações tendenciosas. Parece, ALIÁS,. É UMa metástase do PT.

    1. Ale Nogueira

      25 de março de 2019 8:32 pm

      A Folha de S. Paulo? Sério???

  5. Antonio souza

    23 de março de 2019 8:06 am

    Sou apartidário. Sou civil. Vou parar deverestejornal. São informações tendenciosas. Parece, ALIÁS,. É UMa metástase do PT.

  6. Jorge luiz

    23 de março de 2019 12:41 pm

    Só a CPI lava toga reestabelecer a a verdade
    Ta bom ministro,baba ovos,aguardem.

  7. Anônimo

    23 de março de 2019 12:58 pm

    O assessor citado era chefe da gabinete de Fux, segundo pesquisas no google. A imprensa omitiu essa informação. Outra omissão é que ele saiu da chefia de gabinete de Fux e foi ocupar um alto cargo no Ministério das Cidades no governo Temer (ministros Bruno Araújo do PSDB e depois Alexandre Baldy, passageiro de vários partidos).
    Se Fux diz que o exonerou por suspeita de patrimônio incompatível com a renda, não deveria se preocupar com o vazamento, deveria ter é pedido investigação ao MP na época da exoneração.

  8. Anônimo

    23 de março de 2019 4:42 pm

    Isto vem a tona agora. Abril é o julgamento da segunda instância se aproximam. A soltura de Lula seria um golpe contra as aspirações de poder da Lava Jato. Curiosamente a Lava jato começa atacando antigos aliados para demonstrar que tem todos na mão.
    Não tenho nenhum apreço por Fux ou Temer, mas tenho um apreço muito grande pelas leis e com certeza estes vazamentos e prisões configuram abuso de autoridade. Mas com certeza Fux jamais se levantou contra os abusos e Temer até disse que estes abusos jamais foram abusos.
    Me surpreende como dois juristas mudam de opinião e agora se tornam apenas moeda de troca nesta luta pelo poder.

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