17 de junho de 2026

Fator previdenciário. Dilma diz que não mudou de lado.

Dilma rompeu com pessoal que trabalhou no primeiro mandato. Será que os resultados até aqui da destruição causada pela dupla Tombini / Levy não são suficientemente óbvios. Sera estupidez o que não lhe deixa ver que eramos  felizes. E sabiamente confiamos o voto na continuidade das politicas de desenvolvimento, crescimento e emprego máximo.

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Dilma não é produto de candidatura independente. E seus compromissos de campanha estão gravados em áudios, vídeos, jornais e revistas.

Mas depois de eleita prefere fazer ouvidos de Mercador, de Mercado e de Mercadante.  E  bipolar entregou condução da economia a Terceiros com foco nos interesses dos Especuladores Internacionais e Banqueiros ao invés de fazer ouvidos dos movimentos sindicais sintonizados com a maior parcela da população e trabalhadores.

Dilma diz que não mudou de lado.

“Eu não fui eleita para trair a confiança do povo. Eu não fui eleita para arrochar o salário do trabalhador. Eu não fui eleita para vender patrimônio público, como outros fizeram…Essa não é minha receita. Eu fui eleita para governar de pé e com a cabeça erguida” . Será que Dilma poderia repetir esse discurso ?

Vejamos o que disse Mendonça de Barros, ministro de FHC, na entrevista concedida a repórter Alexa Salomão, publicada no Estadão de 11/Janeiro:  “Ela (Dilma) fez uma opção radical”.  Dilma adotou a política econômica do PSDB, a qual se opôs durante a campanha

” Eu ( Mendonça ) aprendi uma coisa com Sérgio Motta (falecido ex-ministro das Comunicações de causas atípicas), no tempo em que trabalhamos juntos no governo de Fernando Henrique. A política tem um código de ética diferente. Na política é permitido mentir e enganar. Todo mundo faz isso. Evidente que há certos limites. Mas Sérgio dizia: não há um linha ética na política, há uma faixa ética. Aquilo que para nós, cidadãos comuns, ou é ético ou não é ético – não tem outra opção –, na política é diferente.”

Sérgio Mota dizia que tudo ele fazia e respirava saia de FHC. Foi o articulador da vendas das estatais. Morreu pouco antes do processo de fixação dos preços e da etapa de leilão. 

A cada dia Dilma se mais afasta da figura de Lula e sim mais se parece um FHC de saias. Prefere a convivência da minoria rica de fina estampa do que atender a maioria da população. Prefere estar bem com os paulistas 70% anti PT, do que com Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e  70% Nordeste PT.

Movimento sindicalista precisa voltar as suas origens. Foi despejado do Governo. Não como em 1964 pela oposição, mas sim pela Presidente seguidora de Brizola.

Fator previdenciário tem a cara do PSDB, assim como as exorbitantes taxas de juros praticadas pelo BACEN e a irresponsabilidade financeira fora do alcance da Lei. Regra: se não existe proibição em lei para praticar desatinos no BACEN então é permitido.

Adiar benefícios previdenciários suportada por projeção de estouro em 2060 etc paribus é puro descaramento de gente mal intencionada.  Mediocridade dos ministros de Dilma não conseguem fazer fluxo de caixa de 6 meses ou projeção de inflação de 2 meses, ou sequer avaliar se PIB terá crescimento de 2% ou retração 1%. Mas essa gente tem a proteção do PiG para destruir a obra do PT.

É DESPOTISMO  limitar previdência privada a valores que mais parecem renda mata velho e ao mesmo tempo conceder a si mesmos os exorbitantes benefícios, aposentadorias e remunerações de Marajás.

Fator previdenciário é herança maldita do ex-presidente FHC, sem sequer cancelar a sua propria imoral aposentadoria agraciada aos 37 anos de idade sem querer querendo.  Recentemente ele afirmou que sua aposentadoria de R$ 22,1 mil é um valor compatível com suas necessidades básicas e o restante da população é que ganha pouco.

Para quem tal como de economia, de trabalhar e valor do trabalho conhece um pouco pela rica literatura disponível, sim soa seguramente razoável  mais ainda se comparado com R$ 35,2 mil para indicado a ministro do STF, ou bolsas barão de ajuda de moradia de R$ 4,7 mil ou de educação R$ 7,0 mil. Essas despesas não requerem previa provisão orçamentária. 

Dilma parece compartilhar com FHC que pobre aposentado é vagabundo.  Deveria morrer trabalhando.

Fator Previdenciário  foi feito para aumentar recursos para pagar juros de taxas abusivas continuadamente praticados para manter a boa vida sem trabalhar da aristocracia brasileira e ajudar os europeus quebrados desde 2008.

Aécio anunciou na sua campanha Fraga para liderar sua equipe econômica e arrochos, por isso foi derrotado. Marina capitulou com banqueiros do Itaú, ainda no período de campanha, por isso foi derrotada.

Dilma apresentou os excelentes indicadores macroeconômicos a partir do período Lula e comparou com a porcaria dos resultados e alto desemprego do governo FHC. Prometeu não fazer arrocho, priorizar crescimento, emprego e justiça social. Agora tudo que Lula fez foi errado. Dilma com Levy, Tombini, Mercadante estão destruindo a economia do pais e PSDB na plateia aplaudindo. 

Governo FHC omisso e incompetente.  Intelectual, torrou a boa herança do antecessor entregando no final um pais falido financeiramente, com péssimos indicadores macroeconômicos e vergonhosa reputação de corrupção.

Ninguém  acreditaria na possiblidade de traição.

Se Dilma tivesse sido honesta, anunciado Levy ou qualquer xerife de banqueiro para cuidar do Ministério da Fazenda e do BACEN não seria eleita.

Presidenta economista lamentando a baixa de preço de petróleo e de outros insumos cruciais, se não bastasse apoia os aumento de carga tributária, da restrição de benefícios sociais,  da sonegação de correção de imposto de renda dos assalariados, enfim a partitura para geração de massa de desempregados e descontrução do periodo Lula.

Um compromisso de relação trabalhista ou comercial não precisa estar formalizado para ter valor legal, bastando  ter evidencias e testemunhas, obviamente que a traição dos compromissos pelo Político também pode sustentar um pedido de entrega do cargo .

Somente se suportado por sentimentos internos e movido por interesses políticos para entender o STF considerando cargos majoritários pertencer ao Eleito, a ponto de aceitar um direito deles ignorar decisão da maioria do Partido e trair os compromissos assumidos durante a campanha e mesmo trocar de Partido.

Governo republicano nega para a si “servidores ” tudo que é negado a população.

Comportamentos, acuado e refém,  no entanto, demonstram que a Presidenta se afastou dos eleitores e do seus partidos, do PT e do PMDB.  As escolhas erradas para os Ministérios, se apoiando da Rede Globo, que tanto a sabotou, para tentar defender suas ações reforçam a perda da identidade e da inversão de valores depois de re-eleita.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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