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  1. Edsonmarcon

    20 de agosto de 2016 3:22 am

    Justiça divina?

    Esse aí com certeza falou demais.

    http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37136552

     

    Pastor que diz que Deus pune gays com desastres naturais tem casa destruída por inundação

     

    Um pastor americano conhecido por afirmar que desastres naturais são enviados por Deus para punir gays teve a casa inundada por uma enchente, na

     

    Tony Perkins contou que foi obrigado a deixar sua casa em uma canoa com sua família. Ele compartilhou fotos no Facebook e falou sobre o caso em um podcast.

    “Isso é uma enchente de proporções quase bíblicas”, disse Perkins ao grupo cristão Family Research Council, polêmico por sua agenda anti-LGBT.

    “Tivemos que escapar da nossa casa no sábado de canoa. Havia cerca de 3 metros de água na saída da garagem. Nossa casa encheu, nossos carros encheram”, disse.

     

    Em 2015, ele entrevistou o pastor extremista messiânico judeu Jonathan Cahn, que lhe disse que o furacão Joaquin, em sua passagem pelo Havaí no ano passado, era um “sinal da ira de Deus”.

     

    Na entrevista, Cahn disse que a tempestade era um sinal de que Deus estava bravo com a legalização do casamento gay e aborto e com a relação entre os Estados Unidos e Israel.

    Perkins concordou, acrescentando que “Deus está tentando nos mandar uma mensagem”.

    O pastor, que chegou a concorrer ao Senado americano, também já chamou a pedofilia de “um problema homossexual”.

    Enchentes

    A Cruz Vermelha descreveu a enchente em Louisiana como o pior desastre natural nos EUA desde o furacão Sandy, em 2012.

    Treze pessoas morreram nos EUA e milhares ficaram presas em suas casas e carros.

    A cantora Taylor Swift doou US$ 1 milhão para as vítimas.

    “O fato de tantas pessoas serem obrigadas a deixar suas casas nesta semana em Louisiana é que partir o coração”, disse ela.

     

     

     

  2. Vânia

    20 de agosto de 2016 5:29 am

    As vaias na nossa história

    http://www.cartacapital.com.br/sociedade/as-vaias-na-nossa-historia

  3. Odonir Oliveira

    20 de agosto de 2016 11:46 am

    Unicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças

    Unicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas

    Histórias verdadeiras de menores inspiram iniciativa global #actofhumanity, com três filmes de animação; campanha enfatiza que não importa de onde venham, cada criança tem direitos e merece uma chance. 

    Reprodução do vídeo “Ivine e o Travesseiro”.

     

         

    Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

    O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou três filmes de animação que contam histórias reais de crianças fugindo de conflitos e explicam o horror que as colocou nesta situação.

    A série “Contos que Não São de Fadas”, em tradução livre, faz parte da iniciativa #actofhumanity, ou “ato de humanidade”.

    Direitos

    A campanha enfatiza que crianças são crianças, não importa de onde venham, e que cada uma delas tem direitos e merece uma chance justa.

    A chefe de comunicação do Unicef, Paloma Escudero, fez um alerta: “não importa aonde estejam no mundo, quando uma criança refugiada ou migrante chega a seu destino, isto é o início de uma outra jornada, não o fim do caminho”.

    Atos de Humanidade

    Escudero afirmou que todos os dias, em todos os lugarem, pessoas estão ajudando esses menores com pequenos “atos de humanidade”.

    Ela ressaltou que essas ações raramente se tornam notícia, mas estão fazendo “toda a diferença do mundo” para crianças refugiadas e migrantes. Segundo a chefe de comunicação da agência, o Unicef “quer exibir esses atos de humanidade para inspirar outros e mostrar o caminho a seguir”.

    Histórias

    Uma das histórias que compõem a série, “Ivine e o Travesseiro”, ilustra a história verdadeira de uma menina de 14 anos. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine se estabelece em um campo de refugiados na Alemanha, onde tem outros desafios.

    “Malak e o Barco” conta a história de uma menina de sete anos em um barco furado. A terceira animação descreve a história de Mustafa, um menino que após deixar sua casa, se pergunta quem sobrou para ser seu amigo.

    Casa

    Paloma Escudero lembrou que as histórias dessas três crianças não são incomuns.

    Pelo menos 65 milhões de crianças e jovens em todo o mundo estão em movimento, fugindo de conflitos, pobreza e condições climáticas extremas e “buscando uma vida mais estável e um lugar para chamar de casa”.

    Redes Sociais

    O Unicef quer envolver o público com mensagens nas redes sociais e pretende produzir mais animações.

    O pedido da agência é simples: mostre um ato de humanidade a crianças e jovens refugiados e migrantes; use a hashtag #actofhumanity para compartilhar histórias e inspirar outras pessoas.

    Assista aos vídeos: http://bit.ly/1UUrjd3 ; http://bit.ly/1RIGbYz ;http://bit.ly/21Tsf0v

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=2UMjSZaMY2Y%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=3scOr_d9Dwo%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=2mfkYtZkPVQ%5D

     

  4. Macuné

    20 de agosto de 2016 12:21 pm

    Guerra pelo poder entre gangs fascistas é fomentada pela Globo

    MP parte para cima do STF, com a capa da Veja

    POR  · 20/08/2016, no Tijolaço

     

    vejatofoli

    Ironicamente, no mesmo dia em que o empresário Léo Pinheiro, da OAS, assinou o termo de confidencialidade com os procuradores da Lava Jato, os envolvidos na delação da empreiteira vazaram para a Veja uma suposta “bomba”: acusações ao Ministro Dias Tóffoli.

    Ainda não se sabe exatamente quais, porque a revista publicou a capa de sua edição da semana e mais nada. O que se diz até agora seriam “intimidades”, o que não é, obviamente, crime, mas desvio ético.

    Quem conhece a situação das delações diz que há um leilão – “quem dá mais, quem dá mais” – sendo promovido pelo MP entre a OAS e a Odebrecht para fazer a delação, o que, aliás, já foi admitido publicamente pelo procurador “barbeta” Carlos Fernando,

    Os grandes jornais ainda não repercutiram, talvez pela insegurança no que tem ali a revelar-se.

    E, como até nossa reacionarísssima mídia sabe que a Veja é fonte de baixa confiança, a repercussão é pequena, até agora.

    Mas é inevitável que isso tenha consequências no Supremo.

    Não apenas porque Toffoli tem, obrigatoriamente, de reagir como, também, seu par constante Gilmar Mendes não deve estar disposto a perder seu voto replicante na corte suprema.

    Tóffoli, pela sua origem petista, é o alvo mas fácil, mas só aparentemente.

    Das suas origens, nada mais tem.

    O MP avançou uma pedra a mais sobre o poder do Supremo.

    Disputa o poder, cada vez menos discretamente.

    A guerra está declarada.

     

  5. Adir Tavares

    20 de agosto de 2016 12:30 pm

    Vila dos Idosos: modelo de política de moradia em São Paulo

    Vila dos Idosos: modelo de política de moradia em São Paulo inspira outras regiões

    por Tiago Pereira , da RBA

    São Paulo – A Vila dos Idosos, localizada no bairro do Pari, região central de São Paulo, que hoje (19) completa nove anos, é tida como exemplo de política pública bem-sucedida no oferecimento de moradia digna para os mais velhos. Mantido pela prefeitura de São Paulo, o complexo com 145 unidades habitacionais foi elaborado e desenvolvido em parceria com o Grupo de Articulação para Moradia do Idoso da Capital (Garmic), que agora segue em busca de multiplicar o modelo nas demais regiões da cidade.

    A Vila integra o Programa Locação Social, que oferece subsídios para populações vulneráveis e de baixa renda no acesso à moradia. Nesse caso, os idosos que recebem até três salários mínimos de aposentadoria pagam como aluguel o equivalente entre 10% e 15% dos rendimentos de suas aposentadorias, além de uma taxa condominial no valor de R$ 35.

    São 90 quitinetes para solteiros e 55 para casais, totalizando o atendimento a 200 idosos, que contam também com assistência médica pelo Programa de Atendimento ao Idoso (PAI), desenvolvido pela Unidade Básica de Saúde (UBS) da região, e o acompanhamento de assistentes sociais e psicólogos contratados.

    Olga Quiroga, coordenadora-geral do Garmic, conta que a Vila dos Idosos recebe visitas de grupos e representantes de governo de diversas regiões do país, como Recife, Piauí e Minas Gerais, que querem reproduzir o modelo em seus estados.

    O Garmic busca, atualmente, que o modelo da Vila dos Idosos se espalhe pela capital paulista. A demanda do movimento é para que seja construída uma vila – em menor escala, com 40 habitações – em cada uma das 32 subprefeituras da cidade de São Paulo.

    A coordenadora do Garmic justifica a necessidade de expansão e descentralização: “Quem mora em São Miguel Paulista, não quer vir para o centro. Aquele que mora em Santo Amaro, também não quer. Acho que é muito legal deixá-los aonde se sintam melhor.” Para Olga, forçar o deslocamento do idoso, contrariando suas vontades e direitos, “é uma violência”.

    O Garmic tem uma lista de espera de 558 pessoas. Por serem idealizador, o movimento tem preferência na indicação para metade das vagas da vila. Já a Secretaria Municipal de Habitação, que controla o acesso da outra metade, tem 300 pessoas na fila.

    “Na maioria das vezes, o idoso que vai para a Vila trabalhou por muito tempo e quer um lugar de sossego, quer ter um espaço privado só para ele. Se trabalhou em casas de família, nunca teve nada dele”, afirma Olga, que relata o caso de uma senhora que viveu na casa do patrões por 58 anos e, após se aposentar, se viu desassistida. “Não tem família, não tem cama, não tem colchão. Não tem nada.”

    Outros ainda trabalham fazendo bicos para complementar os rendimentos da aposentadoria. “Alguns senhores trabalham nas ciclofaixas, com as bandeiras (na sinalização). Tem outros que trabalham entregando jornais no metrô.” Na maioria, os idosos que ocupam a Vila foram abandonados por familiares, por conta das complicações de saúde física e mental que dificultam o convívio.

    Além da ampliação das vilas, Olga defende a expansão da Política de Locação Social para os demais grupos vulneráveis. “A prostituta que ficou velha não tem direito à moradia? O gay que ficou velho não tem direito?”, questiona Olga. “Tem que ter habitação para todos, e não carimbar para este ou para outro grupo.”

    http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2016/08/idosos-querem-ampliacao-de-politicas-de-moradia-em-sp-8638.html

  6. Irene Rir

    20 de agosto de 2016 12:42 pm

    Deus conhece um gay enrustido, ouviu, Malafaia?

    Pastor que diz que Deus pune gays com desastres naturais tem casa destruída por inundação

    19 agosto 2016CompartilharPerkins postou foto de sua prórpia casa inundada por chuvas na LouisianaImage copyrightREPRODUÇÃOImage captionPerkins postou foto de sua prórpia casa inundada por chuvas na Louisiana

    Um pastor americano conhecido por afirmar que desastres naturais são enviados por Deus para punir gays teve a casa inundada por uma enchente, na Louisiana.

    Tony Perkins contou que foi obrigado a deixar sua casa em uma canoa com sua família. Ele compartilhou fotos no Facebook e falou sobre o caso em um podcast.

    “Isso é uma enchente de proporções quase bíblicas”, disse Perkins ao grupo cristão Family Research Council, polêmico por sua agenda anti-LGBT.

    “Tivemos que escapar da nossa casa no sábado de canoa. Havia cerca de 3 metros de água na saída da garagem. Nossa casa encheu, nossos carros encheram”, disse.

    Em 2015, ele entrevistou o pastor extremista messiânico judeu Jonathan Cahn, que lhe disse que o furacão Joaquin, em sua passagem pelo Havaí no ano passado, era um “sinal da ira de Deus”.

    Perkins concorreu ao Senado fazendo campanha anti-LGBTImage captionPerkins concorreu ao Senado fazendo campanha anti-LGBT

    Na entrevista, Cahn disse que a tempestade era um sinal de que Deus estava bravo com a legalização do casamento gay e aborto e com a relação entre os Estados Unidos e Israel.

    Perkins concordou, acrescentando que “Deus está tentando nos mandar uma mensagem”.

    O pastor, que chegou a concorrer ao Senado americano, também já chamou a pedofilia de “um problema homossexual”.

    Enchentes

    A Cruz Vermelha descreveu a enchente em Louisiana como o pior desastre natural nos EUA desde o furacão Sandy, em 2012.

    Treze pessoas morreram nos EUA e milhares ficaram presas em suas casas e carros.

    A cantora Taylor Swift doou US$ 1 milhão para as vítimas.

    “O fato de tantas pessoas serem obrigadas a deixar suas casas nesta semana em Louisiana é que partir o coração”, disse ela.

     

  7. Rabuja

    20 de agosto de 2016 12:55 pm

    Comentários certeiros sobre a

    Comentários certeiros sobre a classe média e os novos ricos cariocas feitos por um inglês que mora há muitos anos em uma comunidade do Rio de Janeiro.

    http://www.bbc.com/portuguese/geral-37131513

  8. Cláudio José

    20 de agosto de 2016 2:49 pm

    PROJETO:CONSELHO DE NOTÁVEIS

    Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2016

    ONU: Direção
    PROJETO:CONSELHO DE NOTÁVEIS

    Caros amigos (as) é dever de todo mundo,  tentar colaborar por um mundo mais justo e solidário. Eu mesmo, apesar de não ser rico, tento fazer a minha parte colaborando com projetos (ideias) para o ONU. Tenho certeza, que muitas poderiam ser implementadas, junto com a iniciativa privada. A ONU não pode depender exclusivamente de governos, mas sim de cidadãos conscientes, com o seu dever para o semelhante. Com a união de todas as forças em prol de um  mundo melhor, tenho certeza, que esse mundo, um dia se Deus quiser, será menos injusto e melhor para todos. Amigos (as) está na hora da ONU criar um Conselho de Notáveis, em todas as áreas, para criarem propostas de trabalho, para um mundo melhor, esse conselho teria gente disposta de lutar para melhorar a vida das pessoas no planeta terra, pois hoje em dia, muitas discussões são só infelizmente no campo politico.

    Atenciosamente:
    Cláudio José, um amigo do povo, da paz, da ONU e um Beija-flor da floresta do Betinho.
     

    ONU defende importância da ajuda humanitária em meio a recorde de pessoas sob risco

    Publicado em 17/08/2016Atualizado em 19/08/2016 AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA  

    O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o diretor-executivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Babatunde Osotimehin, enfatizaram a importância da ajuda humanitária em meio a um recorde de mais de 130 milhões de pessoas no mundo em situação de emergência por conflitos, desastres naturais, entre outros riscos. As declarações foram feitas para o Dia Mundial Humanitário, lembrado em 19 de agosto.

    Muitos iraquianos, que fugiram do Estado Islâmico para a região do Curdistão, dependem da ajuda humanitária para sobreviver . Foto: OCHA/Iason Athanasiadis

    Muitos iraquianos, que fugiram do Estado Islâmico para a região do Curdistão, dependem da ajuda humanitária para sobreviver . Foto: OCHA/Iason Athanasiadis

    O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o diretor-executivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Babatunde Osotimehin, enfatizaram a importância da ajuda humanitária em meio a um recorde de mais de 130 milhões de pessoas no mundo em situação de emergência por conflitos, desastres naturais, entre outros riscos. As declarações foram feitas para o Dia Mundial Humanitário, lembrado em 19 de agosto. 

    “Um recorde de 130 milhões de pessoas são dependentes de ajuda humanitária para sobreviver. Reunidas, essas pessoas em necessidade seriam a décima nação mais populosa da Terra”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, em comunicado.

    Segundo Ban, apesar de estarrecedores, esses números ainda não contam “a história toda”, uma vez que escondidos atrás das estatísticas estão indivíduos, famílias e comunidades cujas vidas foram devastadas. “São pessoas não muito diferentes de mim e de você: crianças, mulheres e homens que enfrentam escolhas impossíveis todos os dias”, declarou.

    “São pais que precisam escolher entre comprar comida ou remédios para suas crianças; crianças que precisam escolher entre ir à escola ou trabalhar para ajudar suas famílias; famílias que correm o risco de enfrentar um bombardeio em casa ou uma perigosa fuga pelo mar”, descreveu Ban.

    De acordo com o secretário-geral da ONU, as soluções para as crises não são simples nem rápidas. No entanto, há coisas que todos podem fazer. “Podemos demonstrar compaixão, podemos levantar nossas vozes contra a injustiça, e podemos trabalhar por mudanças”.

    Além de ser a ocasião de lembrar a necessidade de agir para aliviar o sofrimento de milhares, o Dia Mundial Humanitário também homenageia trabalhadores humanitários e voluntários na linha de frente das crises, segundo Ban. “Homenageio esses homens e mulheres dedicados que de forma corajosa enfrentam o perigo para ajudar outros que enfrentam riscos maiores”.

    Mais cedo neste ano, 9 mil participantes reuniram-se em Istambul para a primeira Cúpula Mundial Humanitária, na qual líderes mundiais se comprometeram em transformar as vidas de pessoas vivendo em conflitos, desastres e vulnerabilidade aguda. A cúpula deu origem à Agenda pela Humanidade, cujo objetivo é não deixar ninguém para trás.

    Essa promessa é também o centro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, conjunto de metas com foco nos direitos humanos, na resiliência e na erradicação da pobreza, que oferece um plano de 15 anos para reduzir as necessidades e vulnerabilidades e promover a paz mundial, a dignidade e a oportunidade para todos.

    “Para ter sucesso nessa jornada coletiva, precisamos que cada um exerça seu papel. Cada um de nós pode fazer diferença. Neste Dia Mundial Humanitário, vamos nos unir em nome da humanidade e mostrar que não podemos deixar e não deixaremos ninguém para trás”, concluiu o secretário-geral.

    Fundo de População das Nações Unidas

    Em sua mensagem para o Dia Mundial Humanitário, o diretor-executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin, pediu por sua vez solidariedade global e união para auxiliar os afetados por crises, em especial meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade.

    “Compartilhamos a responsabilidade de atingir aqueles deixados para trás, ajudar os mais vulneráveis e apoiar mais de 130 milhões de pessoas que precisam de assistência humanitária — uma em quatro pessoas desse total é mulher ou menina em idade fértil”, declarou.

    Em resposta aos desafios humanitários atuais, o UNFPA fornece serviços emergenciais, suprimentos e informação para saúde sexual e reprodutiva, prevenindo e respondendo à violência baseada em gênero nos locais de crise.

    O Fundo da ONU também está trabalhando com parceiros para transformar os compromissos da Cúpula Mundial Humanitária em ação concreta, segundo Osotimehin. “Por meio do novo Compacto para Jovens em Ação Humanitária, adotaremos iniciativas para atender prioridades e garantir a participação da juventude”, declarou, em comunicado.

    “Nosso foco vai além de atender necessidades imediatas para reduzir riscos, construindo paz, fortalecendo a resiliência e apoiando desenvolvimento de longo prazo.”

    Segundo o diretor-executivo do UNFPA, isso é especialmente importante enquanto países e comunidade internacional trabalham para entregar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. “Para atingir esses objetivos, precisamos alcançar mulheres, meninas e jovens vivendo em países afetados por crises”, disse.

    Ele lembrou que após o forte terremoto no Nepal em 2015, o UNFPA respondeu rapidamente com o fornecimento de equipamentos médicos e kits de saúde reprodutiva entregues a mais de 200 centros de saúde, beneficiando 150 mil pessoas e garantindo partos seguros para grávidas. Quatorze espaços foram criados para fornecer segurança, serviços e aconselhamento a 100 mil mulheres e meninas.

    Em resposta à grave crise na Síria, o UNFPA está apoiando aproximadamente 200 mil serviços de saúde reprodutiva a cada mês, incluindo 6 mil partos dentro do país e em nações vizinhas. Também forneceu serviços para evitar e mitigar o impacto da violência baseada em gênero.

    “Estes são apenas alguns exemplos das diferentes maneiras com as quais estamos trabalhando com parceiros para atingir pessoas em crise. Mas ainda há muito a ser feito”, disse Osotimehin. Em Alepo e em outras zonas de conflito, centros de saúde e outras infraestruturas civis estão sendo atacadas, deixando pessoas com poucos lugares para atendimento emergencial, e as mulheres estão pagando um preço muito alto, declarou.

    “Imagine ter de se colocar em risco de violência sexual enquanto busca comida ou água para sua família. Imagine estar grávida e tentar dar à luz sozinha, esperando não haver nenhuma complicação ou risco de vida para o bebê, ou enfrentando tiroteio e ataques aéreos para encontrar uma clínica ou hospital funcionando.”

    Atualmente, mais de 65 milhões de pessoas foram deslocadas de forma forçada no mundo, incluindo mais de 21 milhões de refugiados, dos quais 47% são mulheres e 51% jovens menores de 18 anos.

    A cada dia, mais de 500 mulheres e meninas adolescentes morrem por gravidez e partos em instalações não apropriadas, de acordo com o UNFPA. O acesso a serviços, parto seguro, prevenção à gravidez indesejada e a proteção contra o HIV são tão cruciais quanto comida, água e abrigo, disse Osotimehin.

    “Toda pessoa precisa ter seus direitos humanos garantidos sem qualquer tipo de discriminação. Mesmo assim, todos os dias, pessoas afetadas por crises enfrentam escolhas impossíveis que prejudicam sua saúde, segurança e dignidade”, salientou.

         

  9. Ze Guimarães

    20 de agosto de 2016 7:11 pm

    Super Heróis emocionais

    Samurais

    Os Super Heróis Emocionais

    Os Samurais eram Mestres Zen no mais rigoroso sentido da palavra. Viviam em uma época de guerras, e eram obrigados a se alistarem e lutarem em batalhas. Mas mostravam que mesmo em momentos extremos de dor ou de sofrimento, qualquer momento pode ser um momento de Luz, Lucidez e Evolução.

    Treinados para não perder a Serenidade nem em um campo de batalha, eles se esforçavam para fazer todas as coisas da vida com perfeição e Disciplina.

    Em um Treinamento para Samurai constava o treino da Meditação Zen de grande Profundidade. Proporcionava Serenidade Extrema, e permitia antever os golpes do inimigo. Aqui, ganhava o Samurai que tivesse a Meditação mais Profunda e Perfeita. No filme “O último Samurai”, é possível ver esta técnica de meditação em batalhas.

    Muitos Samurais e Mestres Zen iam para as florestas, para as montanhas ou para os desertos meditar.

    Liam e Escreviam Poesia, para não perderem a Sensibilidade.

    Estudavam Filosofias e Escritos de Iluminados, como Buda.

    Treinavam caligrafia, Pela Caligrafia se pode perceber toda a vida de uma pessoa.

    Tinham um código de Honra, e acreditavam que se um ser humano fosse completamente sereno e imperturbável no cumprimento do seu dever, poderia ir para o Nirvana após a morte. Tinham o Código Bushidô, O Caminho do Guerreiro. Sem desejos egoicos, sem medo nem nenhum sentimento negativo o ser humano poderia alcançar a  Iluminação.

    Além de estudarem artes marciais, e Equilibrio Emocional Extremo.

    Não desejavam nada e não tinham o menor medo de morrer.

    Alguns Samurais ficaram tão lendários que até hoje se escrevem Livros sobre eles que são utilizados no mundo empresarial. Como o Samurai que lutava com duas espadas, e nunca perdeu uma batalha. Algumas história, como a do Samurai Pacífico, que lutava com uma espada embainhada ( para não ferir ninguém), viraram lendas.

    “A Essência da Vida, a Virtude Suprema na Filosofia oriental era a Serenidade, a Paz Interior, a pessoa que alcança o domínio desta Paz, estaria capacitada a Viver a Imortalidade no Nirvana, após a morte. “

     

    —————–

    “A Consciência é mesmo Transformadora. Ela pode transformar até mesmo um adversário num Grande Mestre.”

    “Enquanto possa se mexer, treine o corpo. Enquanto não possa se mexer, treine a mente.”

    “O limite é aquilo que a sua mente cria com medo do desconhecido”.

    ”O tempo dos samurais já se foram, mais o Bushido é coisa da alma, mesmo que você reencarne 100 vezes, ele sempre estará com você.”

     

  10. Luciano Prado

    20 de agosto de 2016 7:20 pm

    Caem as máscaras de Cristovam
    Caem as máscaras de Cristovam Buarque

    pot Erika Kokay

    http://www.brasil247.com/pt/colunistas/erikakokay/250434/Caem-as-máscaras-de-Cristovam-Buarque.htm

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