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5 Comentários
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  1. Jus Ad Rem

    18 de junho de 2019 2:47 am

    José Padilha vai lançar um novo filme na Netflix: “Jogaram Areia no Mecanismo”.

  2. Rui Ribeiro

    18 de junho de 2019 5:32 am

    $érgio Moro é inocente até agora não e. razão de possivel manipulação das conversa sordidas captadas, mas porque tais condutas não são defesas em lei. O argumento da falsidade fica na reserva.
    $abe aquele proverbio oriental que diz pra não se gastar tudo que se tem, não dizer tudo o que se sabe, não mostrar tudo o que se tem, etc?
    O Moro é oriental

  3. Rui Ribeiro

    18 de junho de 2019 10:19 am

    Até agora o $érgio Moro é inocente, pelo menos presumidamente. E sua inocência decorre não porque as conversas sórdidas captadas e publicadas não sejam autênticas, mas porque nenhuma das referidas conversas sórdidas até agora reveladas configura crime. O fato de ele mandar o Dallagnol formalizar uma apocrifia, de mandar processar apenas 30% dos delatados, de indicar testemunha, de mandar o MP dar entrevista para contrabalancear a audiência do Lula, nada disso vem ao causo. Assim, por enquanto, a negação de seus crimes basta para livrá-lo da culpa. Se de em determinada hora isso não colar mais, o $érgio Moro lança mão da descontextualização e da falta de autenticidade. Assim, ele poupa o argumento da autenticidade para a hipótese de rolar algum crime.

    Há um provérbio Árabe que diz:

    “Não diga tudo o que sabe, porque quem diz o que sabe muitas vezes diz o que não convém;
    não faça tudo o que pode, porque quem faz tudo o que pode, muitas vezes faz o que não deve;
    não acredite em tudo o que ouve, porque quem acredita em tudo o que ouve, muitas vezes julga o que não vê;
    não gaste tudo o que tem, porque quem gasta tudo o que tem, muitas vezes gasta o que não pode”.

    Bolsonaro é oriental e, por isso, ele não tá pensando em ir prá Papuda, mas para o Planalto. Se depender da Eliane Cantanhede, ele ainda não é Ministro do $TF mas já é quase Presidente:

    “Quanto mais Bolsonaro surpreende (ou assusta), mais Doria ganha desenvoltura (e simpatizantes bolsonaristas). Aliás, um ataque especulativo semelhante pode estar ocorrendo contra o ministro Sérgio Moro, que entrou no alvo a partir de diálogos com os procuradores da Lava Jato divulgados pelo site The Intercept Brasil. A cada vez que Bolsonaro acena com um ministro evangélico para o Supremo, mais as ações de Moro caem nas bolsas de apostas, mais as do ainda juiz Marcelo Bretas sobem. Bretas é o Doria de Moro.

    Bolsonaro não pode fazer com o ministro mais conhecido, mais admirado e mais amado do governo – o seu maior troféu – o que fez com Bebianno, Santos Cruz, Levy e Juarez de Paula, entre outros menos cotados e derrubados pelos seus filhos (como os presidentes da Apex). Mas, assim como ele não pode demitir Moro, Moro não tem para onde ir. Por ora, porque, depois, ninguém descarta a futura candidatura do ícone da Lava Jato à Presidência. É muito cedo, mas 2022 está começando”.

    Qua qua qua qua qua

  4. Rui Ribeiro

    18 de junho de 2019 2:00 pm

    O $érgio Moro tem a mesma opinião que eu tinha quando o Snowden vazou aquelas putarias dos governos norte-americanos:

    “Eu não acredito que seja um autor só. Deve ser um grupo criminoso contratado para atacar instituições brasileiras”.

    O Snownoden foi contratado para atacar as instuituições estadunidenses.

  5. Mauricio

    18 de junho de 2019 5:20 pm

    Canalhas, canalhas, canalhas. E o povo brasileiro dormindo em berço esplêndido enquanto o país é entregue aos espertalhões do grande capital.

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