Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Ruy P F Neto
15 de maio de 2014 3:11 amDose maciça de vacina para sarampo cura cancer de paciente
Dose maciça de vacina para sarampo, equivalente à vacinação de 10 milhões de pessoas, cura câncer avançado de paciente na Mayo Clinic. Os vírus precisam ser inoculados dentro das células da paciente para evitar serem destruídos antes de alcançar o alvo.
http://www.startribune.com/investigators/259155541.html?page=all&prepage=1&c=y#continue
Ruy P F Neto
15 de maio de 2014 3:11 amDose maciça de vacina para sarampo cura cancer de paciente
Dose maciça de vacina para sarampo, equivalente à vacinação de 10 milhões de pessoas, cura câncer avançado de paciente na Mayo Clinic. Os vírus precisam ser inoculados dentro das células da paciente para evitar serem destruídos antes de alcançar o alvo.
http://www.startribune.com/investigators/259155541.html?page=all&prepage=1&c=y#continue
Motta Araujo
15 de maio de 2014 3:33 amhttp://www.scripofilia.it/sto
http://www.scripofilia.it/storeimgs/11373%20Istituto%20per%20la%20Ricostruzione%20Industriale%204,5%20-%20Serie%20Speciale%20Gestione%20I.R.I.-%20Mare%201937.jpg
IRI -ISTITUTO PER LA RICOSTRUZIONE INDUSTRIALI, O AVÕ DO BNDES – Em 1930 a Italia ainda mal recuperada da Primeira Guerra entra na Depressão de 1929 com um quadro de grave instabilidade economica. O governo fascista de Benito Mussolini resolve não deixar as empresas italianas irem à quebra, criando uma entidade estatal para salva-las através de compra de participações e emprestimos. Nasceu o IRI-Instituto para a Reconstrução Industrial, que seria uma organização central na vida politica e economica da Italia, existindo até hoje com grande presença. O IRI tornou-se tão importante e incorporado à vida italiana que sobreviveu ao fim do Fascismo e à Segunda Guerra.
Em 1980 tinha 1.000 empresas controladas, com 500.000 empregados, era a 7ª companhia industrial do mundo, dominava a siderurgia, a construção naval, as telecomunicações, a eletricidade, parte da quimica e alimentação, a navegação, as estradas pedagiadas, a aviação. Sua rival em poder era a ENI, igualmente uma autarquia, que se dedicava ao petroleo e gás. O IRI tambem controlava os maiores bancos comerciais da Italia.
Em 1960 o IRI respondia diretamente por 16,7% do PIB italiano. O IRI era um feudo do Partido Democrata Cristão em coalizão com o Partido da Republica, o primeiro ficava com a presidencia e o segundo com a vice-presidencia.
O IRI era tão grande que tinha subholdings, como a Finmeccanica para o setor de bens de capital, industria bélica, a Finsider, para a siderurgia e metais, a Fincantiere para os estaleiros. Teve Presidentes poderosos como Oscar Sinigaglia, de 1950 a 1969 e Giuseppe Petrilli, de 1960 a 1979.
Seu grande opositor no pós guerra foi o segundo Presidente da Italia, Luigi Einaudi, um economista famoso e que era totalmente contra o Estado na economia. Não teve força porem para desmantelar o IRI. Curiosamente o neto de Einaudi, com o mesmo nome do avô, foi um importante Subsecretario de Estado dos Estados Unidos.
Em 1992 o IRI foi transformado em sociedade anonima e grande parte de suas empresas foi privatizada mas ainda mantem um portfolio respeitavel de particiapções, trata-se hoje de uma instituição indestrutivel da cena politica italiana.
O IRI é de certa forma o pioneiro das entidades de fomento do Estado para amparar as empresas privadas, não havia antes estrutura semelhante na Europa ou nos EUA, pode-se dizer que é o avô do BNDES e do BNDESpar, inspirado nos mesmos objetivos.
Mara L. Baraúna
15 de maio de 2014 3:34 amExplicando o Bolsa Família
Explicando o Bolsa Família para Ney Matogrosso
Criticado por Ney Matogrosso e peça da campanha de Aécio, Campos e Dilma, benefício é pago para 14 milhões de famílias. Veja quais as respostas às perguntas mais frequentes sobre o programa
Entenda abaixo como funciona o Bolsa Família, benefício recentemente criticado pelo cantor Ney Matogrosso (Pragmatismo Político)
Uma das principais bandeiras dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, o programa de transferência de renda Bolsa Família entrou na pauta eleitoral de 2014.
O anúncio do reajuste de 10% em cadeia nacional, feito às vésperas do 1º de maio pela presidenta Dilma Rousseff, e as críticas de seu opositor Aécio Neves – de que o aumento é insuficiente e não atende às recomendações das Nações Unidas sobre o combate à pobreza – mostram que o benefício dado pelo governo federal será alvo de debate e disputa durante a campanha eleitoral. Recentemente, o cantor Ney Matogrosso também desqualificou o governo, ao tecer críticas ao programa social.
Conheça mais sobre o Bolsa Família e veja quais as respostas às perguntas mais frequentes sobre ele:
O que é o Bolsa Família?
O Programa Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza do País. O Bolsa Família integra o Plano Brasil Sem Miséria, que tem como foco de atuação brasileiros com renda familiar per capita inferior a 70 reais mensais.
Quantas pessoas são atingidas pelo Bolsa Família?
De acordo com o governo, no mês de abril de 2014 o Bolsa Família foi pago a 14.145.274 famílias, atingido cerca de 50 milhões de pessoas.
Qual o valor que cada família recebe e como ele é calculado?
O programa oferece às famílias quatro tipos de benefícios: o Básico, o Variável, o Variável para Jovem e o para Superação da Extrema Pobreza.
Leia o texto na íntegra
jns
15 de maio de 2014 8:03 amAnexação Corporativa da Ucrânia
O Projeto Americano Para o Novo Século
Os Bastidores da Geopolítica dos Estados Unidos para a Ucrânia e a Rússia.
Enquanto os EUA e a UE aplicam sanções à Rússia para punir a “anexação da Criméia”, JP Sottile revela como está sendo implementada a anexação da Ucrânia através das grandes corporações.
Victoria Nuland, vice-secretária de Estado norte-americana para os Assuntos Europeus
“A manobra visível sobre Criméia e a nostalgia da Guerra Fria, expressa por políticos beligerantes dos EUA, não chega a corresponder a aquisição corporativa vista no Iraque. Pelo contrário, ela se aproxima a da Guatemala pela United Fruit Co., em 1953 e com a do Irã pela CIA em 1953. Os movimentos estão acontecendo em duas frentes: energia e agronegócio” – JP Sottile
Para a Cargill, a Chevron e a Monsanto, há uma mina de ouro de lucros a serem realizados a partir do agronegócio e da exploração de energia na Ucrânia.
O potencial da agricultura e da agroindústria é incrível e a Ucrânia pode dobrar a sua produção agrícola, transformando-se em uma verdadeira mina de ouro.
No dia 12 de Janeiro de 2014, cerca de 50 mil pessoas reuniram-se na Praça da Independência, em Kiev, para protestar contra o governo do presidente Viktor Yanukovich.
A manifestação, inflada, em parte, pela revolta contra o brutal espancamento do proeminente ex-ministro Yuriy Lutsenk, que virou líder da oposição, marcou o início do fim de quatro anos do governo de Yanukovich.
No mesmo dia, o Financial Times anunciou a formalização de um grande negócio de um dos titãs do agronegócio americano, a Cargill.
As empresas nunca vacilaram
Apesar da turbulência na política ucraniana, após Yanukovych ter rejeitado um grande acordo comercial com a União Europeia, há apenas sete semanas antes, a Cargill estava confiante o suficiente sobre o futuro, que desembolsou mais de US $ 200 milhões para comprar uma participação na UkrLandFarming.
De acordo com o Financial Times, a UkrLandFarming é a oitava maior cultivadora de terras do mundo e é a segunda maior produtora de ovos.
E esses não são os únicos ovos da cada vez mais ampla cesta da Cargill.
No dia 13 de dezembro de 2013, a Cargill anunciou a compra de uma participação em um terminal de grãos em Novorossiysk, na costa do Mar Negro, na Rússia.
A porta – a leste da importante base naval russa na estratégica e histórica Criméia – fornece um importante ponto de entrada para o mercado russo e o adiciona à lista de empresas Big Ag (síntese da expressão Big Agricultural Industries) que estão investindo em portos às margens do Mar Negro, na Rússia e na Ucrânia.
A Cargill atua na Ucrânia por mais de duas décadas, com investimento em elevadores de grãos e aquisição de uma grande empresa de processamento de alimentos para animais em 2011.
Além disso, com base em seus investimentos na UkrLandFarming, a Cargill demonstra que estava decididamente confiante em ratificar a sua participação em meio ao caos do acordo frustrado com a União Europeia.
É um posicionamento extremamente conflitante, em relação aos sinais de alarme emitidos pela mídia dos EUA, políticos belicistas do Capitólio e perplexos políticos da Casa Branca.
Instabilidade – que instabilidade?
É ainda mais gritante quando a investida da Cargil no mercado ucraniano é comparada com a ansiedade expressada por Morgan Williams, Presidente e CEO do Conselho Empresarial EUA-Ucrânia, que, de acordo com seu site, tem “Promovido as relações comerciais EUA-Ucrânia desde 1995”.
Williams foi entrevistado pelo International Business Times em 13 de março e, apesar da demonstração da intenção da Cargill para gastar, ele disse: “A instabilidade tem forçado as empresas a fazerem apenas o seu trabalho diário e não fazer planos para investimentos futuros, expansão e contratação de mais funcionários”.
Na verdade, Williams, que faz a dupla função como Diretor de Assuntos Governamentais da empresa de sociedade privada SigmaBleyzer setenciou: “Os planos de negócios estão parados”.
Aparentemente, ele não estava informado sobre o investimento da Cargill, o que é muito estranho, dado que ele poderia ter simplesmente feito uma ligação para Van A. Yeutter, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos da Cargill, para perguntar sobre os planos de negócios bastante ativos da empresa.
Não existe dúvida que Williams possui o número de telefone dele, porque o Yuetter atua no Comitê Executivo do mesmíssimo Conselho Empresarial EUA-Ucrânia, onde Williams atua.
Nota-se que é, também, um clube de investimentos muito cômodo.
De acordo com seu perfil, publicado pela SigmaBleyzer, “Williams começou o seu trabalho sobre a Ucrânia em 1992” e, desde então, aconselhou o agronegócio americano a “investir na ex-União Soviética”.
Como um consultor experiente para as Big Ag, ele deve ter bastante intimidade com o pessoal do Comitê Executivo e luminares da Monsanto, Eli Lilly, Dupont, John Deere …
O Comitê Executivo é um verdadeiro quem é quem das Big Ag.
Entre as celebridades que trabalham incansavelmente e, sem dúvida, abnegadamente “para uma Ucrânia melhor e mais livre” estão:
Melissa Agustin, Diretora Internacional do Comércio e Negócios com o Governo para a Monsanto
Brigitte Dias Ferreira, Assessora de Assuntos Internacionais para a John Deere
Steven Nadherny, Diretor de Relações Institucionais de Equipamentos e Maquinários para a Agricultura, da CNH Industrial NV
Jeff Rowe, Diretor Regional para a produtora de sementes melhoradas, DuPont Pioneer
John F. Steele, Diretor de Assuntos Internacionais para a Eli Lilly & Company
E, é claro, Van A. Yeutter da Cargill.
Mas a Cargill não está desacompanha ao expressar as suas intenções sobre a Ucrânia.
Como informou a Reuteurs, em maio de 2013, a Monsanto – a maior empresa de sementes do mundo – pretendia construir uma “planta de sementes de milho não-GM (geneticamente modificados) na Ucrânia” de 140 milhões dólares.
Logo após a decisão sobre o acordo de comércio com a UE, Jesus Madrazo, vice-presidente da Monsanto para a Corporate Engagement, reafirmou o antigo compromisso com a Ucrânia e “a importância de criar um ambiente favorável que possa estimular a inovação e promover o desenvolvimento contínuo da agricultura” por parte da sua empresa.
A estratégia da Monsanto também inclui uma estratégia de relações públicas para influenciar “corações e mentes”.
Na esteira da reafirmação do Sr. Madrazo, a Monsanto anunciou um programa de desenvolvimento social intitulado ‘Grain Basket of the Future’, “para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do país”.
Esta iniciativa vai distribuir subsídios de até US $ 25.000 para desenvolver programas que ofereçam “oportunidades educacionais e capacitação da comunidade para o desenvolvimento de pequenas empresas”.
Imensa Importância Econômica
‘Grain Basket of the Future’ é um nome bem trabalhado por estar associado a fato de a Ucrânia ser conhecida como o “Celeiro da União Soviética”.
A Ucrânia da era soviética perdia apenas para a Mãe Rússia como “o componente economicamente mais importante da antiga União Soviética”.
Ao gerar mais de um quarto da produção agrícola, o território ucraniano era a espinha dorsal da antiga URSS.
A exportação de grandes quantidades de alimentos para outras repúblicas forçou as suas fazendas a produzirem quatro vezes a capacidade das novas repúblicas soviéticas.
Embora a produção agrícola da Ucrânia tenha caído na primeira década, após a dissolução da União Soviética, o seu agronegócio tem crescido espetacularmente nos últimos anos.
Enquanto a Europa se esforçava para não ser fortemente sacudida durante a recente recessão, o setor agrícola da Ucrânia chegou a crescer 13,7% em 2013.
A economia agrícola da Ucrânia está aquecida enquanto a da Rússia está estagnada.
Prejudicada pelos efeitos da mudança climática e por contar com 25 milhões de hectares de terras agrícolas não cultivadas, a Rússia ficou para trás com seu antigo celeiro, sem poder contar com a produção da Ucrânia.
De acordo com o Centro de Estudos Orientais, as exportações agrícolas da Ucrânia subiram de US $ 4,3 bilhões, em 2005, para US $ 17,9 bilhões, em 2012.
Remetendo à época do auge da União Soviética, a agricultura responde atualmente por 25% do total das suas exportações.
A Ucrânia é também o terceiro maior exportador mundial de trigo e de milho, que não é apenas comida – é também etanol.
Alimentando a Europa
Como Frank Holmes, da US Global Investors, avaliou em 2011, a Ucrânia está prestes a se tornar o açougue da Europa.
A carne é difícil de transportar, mas a Ucrânia está perfeitamente localizada para saciar a fome da Europa.
Apenas dois dias após a Cargill ter comprado uma parte da UkrLandFarming, a Global Meat News relatou uma previsão de aumento em “todos os tipos” de exportações de carne da Ucrânia, com uma elevação de 8,1% em geral, atingindo uma escala de 71,4%, no pico máximo de exportações de carne suína.
Não admira que a Eli Lilly esteja representada no Comitê Executivo do Conselho de Negócios EUA-Ucrânia.
A sua unidade Elanco Animal Health é uma das principais fabricantes de suplementos alimentares.
É, também, notável que a planta de sementes da Monsanto seja planejada como não-OGM, antecipando-se, provavelmente, a ser fornecedora do emergente mercado europeu, hostil aos produtos agrícola GMO, e o crescente apetite da Europa para alimentos orgânicos.
No entanto, quando se trata de avaliar um futuro rentável para as Big Ag, na Europa, os riscos não poderiam ser maiores quando são confrontados com a situação conflituosa atual na Ucrânia.
A longa série de perdas russas
Para a Rússia e a sua economia, o prejuizo agrícola é mais uma longa sequência de perdas após a invasão dos EUA e a expansão da OTAN para a Europa Oriental, incluindo a presença militar dos EUA, ao sul, e o estabelecimento de um grande contrato de desenvolvimento de gás de xisto recentemente assinado pela Chevron, na Ucrânia.
Então, por que as Big Ag estavam tão otimistas sobre a Ucrânia, mesmo diante de tanta incerteza e uma esperada reação armada da Rússia?
A resposta é que as sementes, que brotam na Ucrânia, foram semeadas nos últimos 20 anos, através do trabalho persistente desenvolvido pelas grandes corporações e a política externa construída por décadas pela aliança anti-Rússia durante a Guerra Fria.
É uma versão do “Deep State”, que normalmente é associado com as indústrias de petróleo e de defesa, mas que também existe em outros setores altamente subsidiados pelos Estados Unidos, como a agricultura.
Morgan Williams está vinculado à aliança das Big Ag com a política externa dos EUA.
A saber, de acordo com o que é apregoado pela SigmaBleyzer, Williams trabalha com “várias agências do governo dos EUA, membros e comissões do Congresso, Embaixada da Ucrânia para os EUA, instituições financeiras internacionais, grupos de reflexão e outras organizações de negócios EUA-Ucrânia, comércio, investimento e questões de desenvolvimento econômico”.
Freedom – para as empresas dos EUA
Como Presidente do Conselho de Negócios EUA-Ucrânia, Williams tem acesso ao conselheiro David Kramer, presidente da Freedom House.
Oficialmente, a organização não governamental é associada com evidentes atividades encobertas para “promover a democracia” em lugares onde a porta não está aberta para os interesses americanos ou para as corporações norte-americanas.
A Freedom House, a National Endowment for Democracy e o Instituto Nacional Democrático ajudaram a financiar e apoiar a “Revolução Laranja”, em 2004, na Ucrânia.
A Freedom House é financiada diretamente pelo governo dos EUA.
A National Endowment for Democracy – NED é comandada pelo Departamento de Estado dos EUA.
David Kramer, ex-assistente do secretário de Estado Adjunto de Assuntos Europeus e Eurásia, de acordo com a sua biografia, publicada na página da Freedom House, é um ex-membro sênior que participou da formulação do “Projeto Americano Para o Novo Século” – PNAC.
Nuland – US $ 5 bilhões para a “democracia da Ucrânia”
Isso coloca Kramer e o ‘fixer’ Morgan Williams, na companhia do co-fundador do PNAC, Robert Kagan, que, por coincidência, é casado com Victoria ‘Foda-se a UE’ Nuland, a atual vice-secretária de Estado norte-americana para os Assuntos Europeus.
Curiosamente, Nuland falou à US-Ukrainian Foundation, no último dia 13 de dezembro, exaltando a virtudes do movimento Euromaidan, como a personificação dos “princípios e valores que são os pilares de todas as democracias livres”.
Nuland também disse que os Estados Unidos investiram mais de US $ 5 bilhões para apoiar as “aspirações européias da Ucrânia”, o que significa trazer a Ucrânia para longe da influência da Rússia.
Ela fez o seu discurso em um palanque com uma logomarca da Chevron estampada ao fundo.
Além disso, o seu colega e amigo, com trocou telefonemas, o Embaixador dos EUA na Ucrânia, Geoffrey Pyatt, ajudou a Chevron a preparar o seu negócio para explorar o gás de xisto na Ucrânia, por 50 anos, bem na cozinha russa.
Coca-Cola , Exxon-Mobil , Raytheon
Embora a Chevron tenha patrocinado o evento, ela não foi listada como apoiadora pela US-Ukrainian Foundation, que colocou na lista a Coca-Cola Company, a ExxonMobil e a Raytheon como os principais patrocinadores.
E, para fechar o círculo de influência, o Conselho de Negócios EUA-Ucrânia também é listado como um apoiador, o que traz de volta para a história, o ‘fixer’ das Big Ag, Morgan Williams.
Embora ele tenha revelado tensão sobre o estado atual de investimento na Ucrânia, o seu sentimento apresenta tons de desgaste quando ele analisa o futuro.
Morgan Williams contou ao International Business Times:
“O potencial da Ucrânia para agricultura e a agroindústria é incrível … a produção aqui poderia dobrar. O mundo precisa dos alimentos que a Ucrânia poderia produzir no futuro. A agricultura da Ucrânia poderá ser uma verdadeira mina de ouro.”
É claro que a sua prioridade é garantir que o pão das empresas bem conectadas fique ricamente amanteigado no antigo celeiro da Rússia.
E não há grupo melhor conectado entre as corporações interessadas na Ucrânia do que as do agronegócio americano.
Dada a extensão do envolvimento oficial dos EUA na política ucraniana – incluindo o fato interessante de o embaixador Pyatt ter prometido assistência do EUA, ao novo governo, na investigação da corrupção -, a estratégia de investimento aparentemente arriscada da Cargill provavelmente não tinha tantos riscos, afinal.
JP Sottile é jornalista free-lance, co-apresentador de rádio, documentarista e ex-produtor de noticiário, em Washington, DC. Seu programa semanal, Inside the Headlines w/ The Newsvandal , co-organizado por James Moore, vai ao ar toda sexta-feira na Kruu-FM em Fairfield, Iowa. Ele bloga no Newsvandal.com
IV AVATAR
15 de maio de 2014 9:45 amObama queria a Copa nos EUA
Obama quer EUA como sede da Copa do Mundo de 2018 ou de 2022, no Globo Esporte em 15/04/2009
‘O futebol unia as crianças do meu bairro’, diz presidente americano
Das agências de notíciasWashington
Fã de futebol, Obama brinca com menino americano durante jogo beneficente de basquete
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou uma carta à Fifa promovendo a candidatura de seu país como sede para a Copa do Mundo de 2018 ou 2022.
No documento, dirigido ao presidente da entidade, Joseph Blatter, Obama lembrou que, quando era criança, jogava futebol “em uma rua de terra em Jacarta”, capital da Indonésia.
Em 1994, os EUA foram a sede da Copa do Mundo. Naquele ano, os 52 jogos da competição – marcada pelo tetracampeonato do Brasil – atraíram aos estádios americanos cerca de 3,6 milhões de espectadores, com média de 69 mil torcedores por partida, em números sem precedentes para o futebol no país.
Fifa divulga lista de candidatos para receber Copas de 2018 e 2022
– O futebol unia as crianças do meu bairro. Como pai, vi o mesmo espírito de unidade vibrante nos campos nas quais jogaram minhas próprias filhas em Chicago (EUA). O futebol é, de fato, o esporte do mundo e a Copa do Mundo promove a camaradagem e a disputa amistosa em todo o planeta. Os EUA convidam o mundo a se unir em nossa nação para uma celebração de nossas esperanças e sonhos comuns – disse Obama, em sua carta a Blatter.
O comitê executivo da Fifa definirá as sedes das Copas de 2018 e 2022 em dezembro do próximo ano.
Entre os favoritos para sediar a competição em 2018 estão Inglaterra, Espanha e Portugal, sendo que estes dois últimos países apresentaram uma candidatura conjunta. Os EUA são considerados como favoritos para receber a Copa de 2022.
Austrália, Indonésia, México, Rússia, Japão e uma oferta compartilhada de Holanda e Bélgica também estão no páreo para estes dois mundiais. Coreia do Sul e Catar apresentaram suas respectivas propostas apenas para 2022.
Assis Ribeiro
15 de maio de 2014 10:12 amO futuro é uma escolha
Por
O futuro é uma escolha
Por johnnygo
No post: “PT e o win win“
Dizem que a oposição não tem projeto de governo. Discordo. Projeto eles têm. O problema de Aécio Neves – e aderentes – é que eles defendem um produto vencido. Vou falar um pouquinho sobre esse projeto/produto mais à frente. No caso, a palavra vencido pode ser aplicada em dois sentidos: vencido porque ultrapassado, com data prescrita, como um remédio velho e amargo que ficou no fundo da gaveta; e vencido, também, porque já exposto em três eleições presidenciais e sucessivamente rejeitado pelo eleitor brasileiro.
O importante agora é perceber que tudo parece ausência de projeto porque a oposição se envergonha dele, daí defendê-lo com meias palavras, em linguagem cifrada. Dia desses, por exemplo, o candidato tucano reuniu-se com a nata do empresariado brasileiro e disse que, caso eleito, adotaria medidas impopulares. Bati três vezes na madeira. A tal da nata presente aplaudiu com efusividade. Lógico, as tais medidas impopulares, como o próprio nome diz, valeriam apenas para o povo, um grupelho abjeto ao qual não pertencem, portanto nada a ver com eles. Vou escrevendo e percebo que me saem umas palavras irritantes para os tucanos. Povo é uma delas, tucano é outra. Tem um jornal que não aceita o termo tucano. Pelo menos não aceitava. Faz tempo que deixei de comentar por lá. A gente precisava escrever tu.ca.no, assim, separado por pontinhos, senão o filtro moderador (?) tesourava. Ora, o tucano é o símbolo do PSDB. Eles passaram a se envergonhar da própria marca. Do produto, então, nem se fala. Sem marca e sem produto, parece que não têm projeto. Só que têm.
O modelito proposto por tucanos – e aderentes – chama-se neoliberalismo. Quando a gente usa essa palavra, os caras também piram. Pior pra eles. Aí é que a gente usa mais ainda o chulo da política. Afinal, não somos tão bonzinhos assim. Todo mundo sabe que a verdade pode doer, principalmente quando ela desenterra velhos fantasmas do passado, sofrimentos que foram esquecidos desde a passagem do século. Neoliberais empedernidos, neoliberais relutantes, neoliberais e ponto. Se a gente chamar essas pessoas apenas de liberais, tudo bem, aceitam numa boa. Alguns lembram-se orgulhosos de Adam Smith, David Ricardo e até de Hayek. Chiques. Mas, se botarmos o “neo” na frente, ficam tiriricas da vida. Não que isso signifique lhes atribuir alguma deficiência de caráter. No meio dessa turminha, tem gente bem intencionada, mas que resiste bravamente a qualquer tipo de mudança. Falo aqui da mudança verdadeira, que mexe com os brios de classe, diferente daquela proposta pelo rei no Gatopardo de Lampedusa (já leu?), em que se deve mudar para que tudo continue igual.
Boa parte dessa gente bem intencionada que odeia o atual governo petista (ressalve-se aí uma contradição entre ódio e boa intenção) insere-se no perfil denominado conservador, outra palavrinha incômoda. Além de ser um rótulo besta, ninguém quer mostrar o desejo de conservar nada, já que vivemos na era das revoluções vazias. Quando anéis reluzentes estão em jogo, então, é melhor não dar bandeira. A outra parcela dos bem intencionados – constituida principalmente por jovens de pouca leitura – não sabe muito bem o que quer, apenas segue tangida como gado pelas manchetes azedas da grande mídia. Somos náufragos desorientados na superfície de cacos flutuantes denominada internet. Sofremos da comichão perturbadora dos tempos modernos. Uma raiva funda e inexplicável, você sabe como é. No meio de campo, entre uns e outros, fulgura a tal da velha mídia. Esta, sim, sabe muito bem o que quer: identifica-se com o primeiro grupo, de fato é integrante do mesmo, conhece as ferramentas sofisticadas da ilusão, domina a arte de persuadir.
Mas, em termos práticos, no que consiste o projeto neoliberal? Basta rever o filme ou, para quem é novinho e está boiando, basta assistir pela primeira vez. O que foi feito nos anos 90 em nosso Brasil varonil? Basicamente, o país saía de uma longa ditadura que mantinha a renda concentrada a ferro e fogo, deixando uma herança perversa chamada inflação. Era preciso combater o monstro. O método aplicado foi “lampedúsico”: mudar para deixar tudo igual – ou até pior.
Diziam: o problema está no tamanho do Estado, que é gastador e ineficiente. Empresas públicas passaram a ser execradas, a sociedade precisava de liberdade para o empreendimento individual, urgia uma nova liberdade (daí o termo neoliberal) que expurgasse as interferências do Estado corrupto. Compramos a fórmula. A bem da verdade, importamos a fórmula. Sabe aquele esmalte de unha que a apresentadora platinada recomenda nos comerciais de televisão, mas não usa? Foi assim. Todos os países tidos como desenvolvidos possuíam Estado forte, mas o nosso tinha que ser mínimo. E para ser mínimo, tinha que arrancar pedaços. Vieram as privatizações e desregulamentações. Caramba, este texto está se transformando numa fieira de palavrões horríveis. Os pedaços do Estado foram arrancados e entregues para aqueles mesmos que defendiam sua redução. As amarras sufocantes da lei foram afrouxadas, para não atrapalhar. No frigir dos ovos, vendemos quase tudo aquilo que nossos pais e nossos avós construíram com tanto suor. Ficamos quase pelados, tudo em nome da tal liberdade, e tudo para fazer caixa, uma vez que o passivo da nação era imenso. Só que vendemos as chamadas joias da coroa por um precinho camarada, mas não adiantou, saímos com roupa de mendigos. O tal espírito empreendor não desabrochou e o caixa do governo afundou no vermelho. O FMI mandava fazer a lição de casa, o noticiário falava toda hora em remédio amargo. Por quê?
Aí entra a parte mais interessante do projeto neoliberal-tucano-conservador. Putz, nessa hora vejo alguns dos meus leitores imaginários franzirem o cenho e encerrarem a leitura, contrariados. Sem problema, vamos em frente. Para baixar a inflação, os caras precisavam reduzir o consumo. Dizem os sábios que quando a oferta de produtos não é suficiente para atender a demanda (procura), os preços sobem. Como reduzir o consumo? Isso é fácil: basta reduzir os salários. Sem grana, ninguém compra nada. Nos dias de hoje, o consumismo é desbragado. Serve até para aplacar as nossas angústias. A turminha que ontem defendia os baixos salários reclama hoje do consumismo, e olha que se dizem capitalistas! Não veem que ainda tem muita gente para entrar na festa. Tem muita gente que ainda lava roupa no tanque, que esquenta comida na lenha, que não tem casa, carro e sapato bonito. A ideia de que o consumo é um erro do governo parte daqueles mesmos que consumiam nos tempos de Fernando Henrique e continuam a consumir hoje, dos mesmos que viajavam confortáveis em seus aviões, sem a companhia repelente da plebe. Falar de aumento do salário mínimo, para eles, significa aumentar o gasto público, um horror. Foi o que fizeram nos anos 90. Assim, o salário não aumentava nem a pau, Juvenal.
Outra maneira de reduzir o consumo é aumentar os juros. Quando o salário está apertado, quase todo mundo arruma um jeito de descolar um empréstimo para comprar o carrinho em suaves prestações. Se os juros sobem, o bicho pega, pois a prestação não cabe no pequeno salário. Aquilo que os mercados chamam de política contracionista deixa um efeito colateral terrível: os mais ricos, aqueles que conseguem juntar bastante dinheiro, deixam sua grana aplicada a juros altos e ficam ainda mais ricos. Só eles podem receber as suas bolsas, disfarçadas com o nome pomposo de taxa Selic.
Com salários baixos e juros altos, a economia do país vai esfriando. As empresas não vendem, não investem em novas máquinas para produzir mais, os lucros diminuem. Adivinhe o que acontece? As empresas demitem seus trabalhadores. Ocorre algo que, felizmente, já estamos esquecendo: o desemprego. O Brasil vive hoje uma situação de pleno emprego. Falta mão de obra qualificada para preencher as vagas. Ontem mesmo, ouvi no rádio que empresas brasileiras estavam contratando haitianos para trabalhar na construção civil e em restaurantes. Nos tempos de Fernando Henrique, a coisa fedia. Não havia emprego nem a pau, Juvenal.
Já deu para perceber que, com salários arrochados, negócios em baixa e desemprego galopante, a inflação pode até cair, mas a vida se torna um inferno. Até o Maluf, que é um cara antiquado e conservador, dizia que é preciso pedalar para que a bicicleta fique de pé. Os resultados das políticas neoliberais dos anos 90 foram malignos. Uma verdadeira desgraça. O Brasil ficou sem patrimônio, sem reservas, com uma dívida gigante e uma inflação latente (com Plano Real e tudo o mais, Lula assumiu o governo e pegou 12,5% de inflação – hoje está pela metade e o pessoal reclama). A tal herança maldita (novamente eles piram) significou índices de desemprego assustadores, renda concentrada, muita pobreza e o escambau. No fim das contas, os brasileiros ficaram de saco cheio. Já podiam votar mesmo, botaram os tucanos pra correr, resolveram encarar o metalúrgico de nove dedos e o país deslanchou.
Falar que deslanchou tem um pouco de exagero, pois ainda existem grandes dificuldades. Tudo tem que ser negociado arduamente, pois vivemos a chamada democracia de coalizão, uma verdadeira bosta. Para conseguir tocar adiante os projetos de governo, tem que ceder muito. Se não ceder, já viu, volta pra casinha. Pra levar um projeto que é exatamente o oposto de tudo o que falei acima, tem que aguentar o PMDB, o PP, o PR, a Rede Globo, o Álvaro Dias e o diabo a quatro. Teve que fazer Carta aos Brasileiros. Teve que, no início, nomear como presidente do Banco Central um tucano de carteirinha. Apesar dos solavancos, a renda do brasileiro cresceu, o desemprego praticamente sumiu, a fome desapareceu do Jornal Nacional. A miséria absoluta está quase extinta.
Restou o discurso oposicionista contra a corrupção, como se a oposição não abrigasse corruptos, como se a corrupção fosse um problema recente. A maioria dos brasileiros desconfia desse discurso eivado de hipocrisia. Não que concorde com a roubalheira. Ela vê as notícias na TV falando de desvios de dinheiro, fica indignada, mas sabe que isso é conversa pra boi dormir. Não fique puto com corrupção se você já deu um dinheirinho para tirar a carteira de motorista, se você molhou a mão do fiscal da prefeitura, se corrompeu o policial rodoviário, se ficou quieto com um troco errado a seu favor, se trafegou pelo acostamento. O PT também não é perfeito. É feito de seres humanos como você. Existirá um governo perfeito? Difícil, né?
A diferença está no projeto, na maneira de ver o mundo, uma questão ideológica, até o Cazuza falava nisso. Vão dizer que é tudo a mesma coisa, que esquerda e direita não existem. Só que sim! Se você acha que direita e esquerda não existem, ou ainda não estudou bem o assunto, ou é de direita. Basicamente, a direita diz que é preciso primeiro crescer para depois distribuir. A esquerda tenta fazer o contrário. Um lado acha que o individual é mais importante, o outro acha que é o conjunto. Essas visões de mundo já nascem conosco, são difíceis de mudar. Tudo é parte de um processo civilizatório, que busca lentamente domesticar aquilo que o sócio-biólogo Richard Dawkins (já leu?) chamou de gene egoísta. Ainda somos todos macacos. Existe esquerda e direita, existe o muro e até o ET de Varginha. São estas visões que estão em jogo. O que você prefere?
André B
15 de maio de 2014 10:58 amAlguém sabe o que houve com o
Alguém sabe o que houve com o classe média sofre?
Francisco de Assis
15 de maio de 2014 11:02 amPARA QUE SERVE O FORA DE PAUTA ?
PARA QUE SERVE O FORA DE PAUTA ?
Para quê os colaboradores do Blog do Nassif produzem textos da própria lavra e os expõem no Fora de Pauta para avaliação de mérito para publicação como Post ?
Alguém, entre editores e responsáveis do Blog, lê o Fora de Pauta ?
Ou escrevemos à toa ?
Pois o que vemos aqui é uma imensa e nítida preferência pelo Clipping, que tem, claro, grande valor, em detrimento do Fora de Pauta.
Pois não é que,por teimosia, alguns dos colaboradoes, eu incluso, produzimos nosso próprio texto, e os expomos para avaliação de mérito no Fora de Pauta, e, às vezes, impacientes com a falta de atenção, os repetimos, não apropriadamente, no Clipping.
E então temos que publicá-los de novo aonde ? Como comentário em Posts que apenas reproduzem, muitas vezes, matérias da mídia corporativa, tendenciosa e golpista.
Como aconteceu ontem, no Post PGR defende direito de Dirceu a trabalho externo, reprodução de matéria de Carolina Brígido, de O Globo, em https://jornalggn.com.br/noticia/pgr-defende-direito-de-dirceu-a-trabalho-externo.
Carolina Brígido é aquela jornalista que, convidada pelo Tiranete de Paracatu, vaijou, ida e volta, sentadinha do ladinho de Joaquim Barbosa para a Costa Rica, com passagens pagas COM DINHEIRO PÚBLICO (não, não foi com dinheiro do Cartão VisaNet do psico-sociopata).
E a Globo, bem, é aquele órgão de imprensa, com sede no Brasil, que CHAMOU A SI (não sejamos mal educados, não vamos chamá-los de LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO), numa única operação de sonegação criativa, a valores de hoje, nada menos que 1 Bilhão. de Reais. E que não mostra o DARF.
E que é saudada nas ruas, por um povo eufórico, com o brado retumbante de A verdade é dura, a Globo operou na ditadura.. É isso mesmo ? Ou errei alguma palavra ?
Resumindo, o Dentro da Pauta do Blog é da Globo e seus satélites reunidos no Instituo Millenium ?.
E nós, os colaboradores do Blog, estamos mesmo Fora da Pauta ?
Cardoso
15 de maio de 2014 12:35 pmContinue escrevendo aqui..
Chicão,
Eu sou um que sempre leio o “Fora de Pauta”.
Rolam bons posts aqui, inclusive os seus.
Rorgéio Marco Antonio Silva
15 de maio de 2014 11:49 amTSE veta divulgação das realizações de Dilma
Onde vamos chegar com a ditadura desse aparato midiatico-penal criminoso:
A PEDIDO DO PSDB, TSE BARRA COMERCIAL DO PT COM DILMA
Ministra Laurita Vaz, do Tribunal Superior Eleitoral, suspendeu a veiculação de inserção do PT que falava sobre ações do governo Dilma Rousseff; iniciada em 6 de maio, publicidade tinha ainda críticas indiretas à oposição; comerciais exibiam fala da presidente e também de Lula; em uma das propagandas, Dilma afirmava que “o nosso governo tem o signo da mudança” e que “nós vamos continuar fazendo o Brasil avançar”; PT deverá substituir este comercial por outro, o do “Fantasmas do passado”, que tem sido muito criticado pela oposição
14 DE MAIO DE 2014 ÀS 21:15
247 com Agência Brasil – A pedido do PSDB, a ministra Laurita Vaz, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a veiculação de uma inserção do PT que falava sobre ações do governo Dilma Rousseff. Iniciada em 6 de maio, a publicidade também tinha críticas indiretas à oposição. Com a decisão, o partido poderá trocar os filmes que seriam exibidos nas próximas inserções. Cabe recurso ao plenário do tribunal. (veja o vídeo aqui).
O PT deverá substituir este comercial por outro, o do “Fantasmas do passado”, que tem sido muito criticado pela oposição (reveja aqui).
Os comerciais exibiam fala da presidente e também do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e começaram a ser veiculados na semana passada. Em uma das propagandas, Dilma afirma que “o nosso governo tem o signo da mudança” e que “nós vamos continuar fazendo o Brasil avançar”. A presidente defende combate à corrupção, fortalecimento da economia e melhoria dos serviços públicos.
Na decisão, a ministra entendeu que o partido contrariou a finalidade dos espaços destinados à propaganda partidária ao se referir à presidenta Dilma Rousseff. “Os contornos peculiares das inserções questionadas nestes autos, sob o pretexto da disseminação de feitos do atual governo federal, sinalizam, ainda que de forma dissimulada, para a sua continuidade, comprometendo o atendimento às balizas fixadas pela Lei dos Partidos Políticos para a divulgação dos programas partidários”, decidiu.
Abaixo matéria do site do TSE:
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Laurita Vaz concedeu a liminar proposta pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em que pedia a suspensão de uma suposta propaganda eleitoral antecipada do Partido dos Trabalhadores em inserções nacionais veiculadas na televisão, no dia 6 de maio de 2014.
Em sua decisão, Laurita determinou a suspensão imediata da veiculação “na data de hoje ou em quaisquer outras, até um novo pronunciamento do TSE”. A ministra disse ainda que fica a cargo do partido substituir as peças publicitárias e que o conteúdo esteja de acordo com a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95).
Na representação, o PSDB disse que houve “evidente propaganda eleitoral antecipada em benefício da Representada [Dilma]”. Segundo o partido a intenção da publicidade foi de levar ao “conhecimento geral a ação política que pretendem desenvolver, bem como as razões para induzir que a Sra. Dilma Vana Rousseff é mais apta a continuar na função pública de Presidente da República”.
Para a ministra Laurita “constata-se que as peças impugnadas põem em relevo características da atual chefia do Executivo Federal, com alusão ao período de administração da segunda representada [Dilma Rouseff] e de seu antecessor [Lula], o que, por si só, não induz à exclusiva promoção pessoal, em afronta às prescrições legais”.
A ministra, no entanto, considera que houve uma “associação explicita às imagens do ex-presidente Lula e da atual titular do cargo, a segunda representada, a sugerir a ideia de continuidade dessas mudanças, a qual é expressamente corroborada nas assertivas da segunda peça, indicativas do mesmo propósito”, disse em sua decisão.
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/139855/A-pedido-do-PSDB-TSE-barra-comercial-do-PT-com-Dilma.htm
claudio bala
15 de maio de 2014 12:44 pmatraso nos direitos sociais
atraso nos direitos sociais na colombia
Candidata presidencial colombiana deixou a campanha fecha em Bogotá
O candidato democrata está confiante Polo chegar à segunda fase (Foto: Reuters)
O candidato do Pólo Democrático na Colômbia quer estabelecer a saúde como um direito fundamental pela aplicação de uma reforma profunda do sistema de saúde, ea criação de uma “pensão de cidadão para garantir a alimentação e saúde para os idosos.”
O candidato presidencial de uma coalizão de esquerda da Colômbia, Clara Lopez, planeja fechar sua campanha na quinta-feira com um comício no centro de Bogotá, antes das eleições marcadas para 25 de maio.
No modelo proposto pelo candidato do Pólo Democrático, Lopez pretende colocar o Estado em termos de geração de “pleno emprego”, através da modificação do modelo de desenvolvimento que está atualmente na Colômbia.
Nesse sentido, o candidato levanta renegociar acordos de comércio livre (ACL), que deixaram em desvantagem aos produtores nacionais, fortalecendo a indústria colombiana, com uma redistribuição de recursos para se concentrar em orçamentos da educação como base para o pós-conflito.
Na verdade, Lopez concebeu um programa onde graduados da rede pública de ensino têm garantido emprego empresarial, uma vez que terminar o seu processo de formação.
Da mesma forma, o líder esquerdista levanta a educação gratuita em todas as instituições públicas; passo do jardim de infância à universidade; aumentando ainda mais o orçamento da educação para melhorar as condições de trabalho e salários dos professores.
Em outro sentido, López propôs estabelecer a saúde como um direito fundamental pela aplicação de uma reforma profunda do sistema de saúde, ea criação de uma “pensão de cidadão para garantir a alimentação e saúde para as pessoas idosas em situação de vulnerabilidade.”
O candidato também promove a implementação de um programa de alimentação para crianças e estudantes, a criação de um superintendente que controla o investimento do Estado para a conservação dos recursos naturais e um plano de emergência humanitária para os municípios afetados por conflitos armados.
Finalmente, Lopez disse que tem certeza absoluta de seu avanço para a segunda rodada. “Eu não tenho dúvida de que este escândalo mudou o curso da campanha e ele disse não colombianos podem continuar a votar para continuar a ser governado como eles estão agora”, disse ele.
As eleições presidenciais a serem realizadas na Colômbia 25 de maio, com cinco candidatos para o chefe de Estado: Marta Lucia Ramirez (Partido Conservador), Oscar Ivan Zuluaga (Centro Democrático), Enrique Peñalosa (Green Alliance), Juan Manuel Santos (Partido Social Unidade Nacional) e Lopez.
teleSUR-ElEspectador-ElNuevoSiglo-ElPaís/MARL
El Cid
15 de maio de 2014 12:48 pmHelicoca
Fora de Pauta:
mais revelações sobre o “Helicoca”:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/exclusivo-helicoptero-dos-perrellas-deixou-50-kg-de-po-em-hotel-de-sao-paulo/
Alessandro
15 de maio de 2014 1:38 pmAinda a propaganda do PT
Continuando com a questão da propaganda do PT, parece-me que o cálculo foi correto.
O grupo de mídia dos Diários Associados – Estado de Minas e Correio Braziliense – que apoiam Aécio, estão divulgando as reações. Disseram que até petistas ficaram ‘assustados’ (ui…) com a propaganda. Quais petistas é que eles não disseram. Usaram isso para dar aquele jeitinho de dizer que foi ‘chocante demais’. O negócio parece que doeu mesmo.
OTAVIO BARROS
15 de maio de 2014 2:09 pmscreve
Autor de reportagem de
screve
Autor de reportagem de Veja contra Gushiken é contratado da Secom
publicado em 13 de maio de 2014 às 12:35
Luciano Prado
15 de maio de 2014 2:53 pmSão os Marinho em ação
Globo faz matéria com manifestação de… 2 pessoas em Brasília!
Enviado por Miguel do Rosário on 15/05/2014 – 11:05 am
A nossa sorte é que a Globo não tem sutileza. Os chefões dão a ordem:
Cubram protestos contra a Copa porque isso pode prejudicar o PT. Vamos lá, gente! Ao trabalho! Queremos ver protestos em todo Brasil!
E daí jornais de hoje amanheceram com agendas informando horários e locais dos protestos, para que todos possam participar. Em vários, há mais repórteres que manifestantes.
Mas alguns perdem o senso do ridículo.
Na capital do país, a Globo acaba de bater o recorde da patetice golpista. Fez uma matéria com uma manifestação de duas pessoas, que na verdade valem por um, porque é um casal.
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Luciano Prado
15 de maio de 2014 2:56 pmE ainda tem otário reclamando do Bolsa Família
O Brasil é a bolsa família “padrão Fifa” dos Marinho
14 de maio de 2014 | 18:57 Autor: Fernando Brito
A Forbes divulgou a lista das 15 mais ricas famílias do Brasil.
E, claro, ninguém supera a Família Marinho, dona do Império Globo, aquele que não mostra o Darf do imposto que sonegou na compra dos direitos da Copa de 2002.
São US$ 28,9 bilhões para triunvirato João Roberto, José Roberto e Roberto Irineu, todos Marinho.
O curioso é que a Globo perde audiência e ganha dinheiro, inclusive o meu, o seu, o nosso, via governo federal, sobre o qual fatura R$ 1 bilhão por ano.
E ainda querem que este pobre blog aqui mostre quem são os que lhe dão R$10, 20 ou R$ 50 reais… Não tenho o menor problema em, gentilmente, mandá-los plantar batatas.
Os três Marinho, montados nessa fábula de dinheiro, são os mesmos que mandam seu jornal escrever editoriais contra o reajuste do salário mínimo, alegando que “cada R$ 1 a mais no SM (representa)injetar quase R$ 340 milhões adicionais na conta da despesa pública”.
Ora, só o imposto que, comprovadamente sonegaram – mais de R$ 1 bilhão, em valores de hoje – na Copa de 2002, já daria para dar R$ 3 a cada trabalhador humilde ou aposentado, que dirá se o que tem amealhado fosse distribuído: nada menos que – segundo suas próprias contas – um aumento de R$ 188,23.
Isso daria um salário mínimo de R$ 912, quase um “padrão Fifa”.
Dinheiro que você lhes dá quando compra desde pasta de dentes até papel higiênico, porque tudo embute o IPG – o Imposto da Propaganda na Globo”, que vem no preço que você paga.
Os Marinho são os líderes de um grupo de 15 famílias – cerca de 100 pessoas -que detém, sozinhas, 5% de toda a riqueza brasileira, ou o equivalente a R$ 269 bilhões.
A própria Forbes diz que, no Brasil, sua lista de bilionários tem de ser feita por famílias, porque as maiores fortunas são, quase sempre, partilhadas em grupos familiares.
Aqui nós não temos o famoso “1%”.
As “famílias” têm só 0,0000005% (cinco milionésimos de um por cento) da população para 5% da riqueza.
Por isso é que precisam, desesperadamente, para ficar com o bolso assim, fazer a cabeça de quem vota com o estômago.
evandro condé de lima
15 de maio de 2014 3:11 pmDe novo as UPPs
Por ocasião de tiroteios, protestos e mortes ocorridos entre policiais militares das upps e marginais ficou mais que registrado o protesto dos moradores referentes a ação destes policiais. Denúncias não faltaram. Se verdadeiras, algumas devem ser, que se apure e se puna.
Mas, interessante, segundo notícia recente, no Rio, a quantidade de carros roubados e recuperados – apesar de desprovidos de alguns ítens- aumentou signficativamente, ainda mais que esses veículos encontravam-se abandonados em vias públicas. Segundo a PM, esses veículos não são mais levados às comunidades onde não só circulavam, como eram utilizados em atos criminosos. A questão é: como não denunciavam, esses mesmos moradores, a presença desses carros nas comunidades? Acreditavam que eram fruto do trabalho?
Mais recente ainda, uma senhora morreu ontem devido a exploxão de uma banana de dinamite que se encontrava na mochila do filho em quarto do mesmo. Reportagem mostra que parentes sabiam não só que o filho era marginal, como guardava a dinamite. Mas o silêncio imperava.
Sendo direto, se sou beneficiado de alguma forma, que se permita qualquer ação.
Luciano Prado
15 de maio de 2014 3:11 pmEnquanto a ELITE enchia os bolsos Lulinha levava a culpa
A fortuna dos Marinho e a grande batalha que se avizinha
Enviado por Miguel do Rosário on 15/05/2014 – 9:37 am
A mídia amanhece hoje anunciando, difundindo e cobrindo manifestações no Brasil inteiro. É a chamada quinta-feira negra da Copa, durante a qual movimentos sociais, alguns sérios outros nem tanto, tentarão chamar a atenção para os problemas nacionais.
A história, como se sabe, tem o hábito da ironia. Coube a ela produzir uma interessante coincidência. Na véspera dessas manifestações, a revista Forbes divulgou a lista das 15 famílias mais ricas do país.
No topo delas, encontra-se a família Marinho, proprietária do maior conglomerado de mídia da América Latina e talvez o maior do mundo ainda sob controle estritamente familiar.
A concentração das nossas riquezas agora tem nome e sobrenome. Não é mais uma tese acadêmica. Essas quinze famílias amealham hoje um patrimônio total de R$ 271,26 bilhões.
Os Marinho se destacam no ranking, com 23% do total, contra 16% para o segundo colocado e 12% para o terceiro.
Os Marinho antes não figuravam em primeiro lugar porque a Forbes não tinha o hábito de juntar as fortunas de familiares numa só conta. Até que eles perceberam que o Brasil tem a característica de que suas principais empresas permanecem familiares.
O controle familiar acrescenta uma nota mórbida ao que representa a Globo no país. É a concentração absoluta de poder. Eles são hegemônicos na mídia, na economia… e no gerenciamento de uma fortuna de proporções nababescas.
Não é mais possível, hoje, para ativistas e movimentos sociais que lutam para transformar o Brasil, omitir-se em relação a concentração estapafúrdia de dinheiro em mãos de tão poucas famílias.
O Brasil precisa de uma lei que imponha um imposto pesado sobre as grandes fortunas do país. Assim como há nos EUA e na Europa.
A fortuna dos Marinho, além disso, evidencia que os interesses econômicos e políticos da grande mídia brasileira jamais serão os do povo.
A hegemonia midiática da Globo é possivelmente o maior fator de desequilíbrio e desigualdade políticas presente em nossa democracia. Qualquer grupo político que tenha a preferência da Globo terá uma vantagem dupla: financeira e midiática.
É justamente isso que estamos assistindo. A Globo, mais uma vez, se posiciona de maneira clara. Seus braços midiáticos estão trabalhando, diuturnamente, para derrotar o projeto popular iniciado por Lula em 2003. Não lhes interessa que nunca tenham ganho tanto dinheiro. Eles já tem o poder midiático, já tem o poder financeiro. Só lhes falta o poder político direto. Eles querem alguém de absoluta confiança ocupando o Planalto. Alguém deles, com quem possam trocar confidências, com quem possam almoçar e contar piadas.
Diante da fortuna dos Marinho, vemos o quanto é ridículo a tentativa de vender à opinião pública a existência de uma “elite sindical”. Aliás, diante da fortuna dos Marinho, vemos a importância essencial de sindicatos e centrais para a existência de uma bancada mínima parlamentar que represente os trabalhadores. Como um brasileiro poderia alcançar a representação política no país assumindo posições políticas independentes da Globo?
É por isso que eles odeiam Lula.
Agora também entendemos o “pacto” tácito entre Lula e Globo. Foi um pacto entre adversários.
Pacto que permitiu Lula governar e distribuir renda e à Globo continuar amealhando dinheiro. PT e Globo cresceram nos últimos anos, como dois exércitos que acumulam forças enquanto esperam a próxima grande batalha entre si.
As eleições deste ano será esta grande batalha. E não será a última.
A fortuna dos Marinho ajuda a botar lenha no debate sobre a democratização da mídia. Mais que nunca, está claro que esta é necessária para a consolidação da nossa democracia, a qual, evidentemente, está em risco se há uma família que controla, sozinha, a mídia, o dinheiro e a política de um país.
Agora sabemos quanto rendeu o “mensalão”. Enquanto a Globo satanizava a classe política, seus donos ganhavam uma quantidade de dinheiro que fazem qualquer caixa 2 partidário parecer um grão de areia.
Agora sabemos que o poder corruptor da Globo é algo além da imaginação. Agora entendemos porque Joaquim Barbosa, presidente do STF, pôs seu filho para trabalhar na emissora e passou a frequentar convescotes de Luciano Huck. Agora entendemos porque Ayres Britto, ex-presidente do STF, assinou prefácio do livro de Merval Pereira e assumiu a presidência do Instituto Innovare, da Globo.
Agora entendemos a campanha da Globo para glorificar Joaquim Barbosa e detonar Lewandowski.
A Globo cuida, como sempre, de seu bolso.
A Globo explorou os preconceitos do povo (no qual incluo a classe média) para vender a ideia de que o julgamento do mensalão, pela primeira vez na história do Brasil, “prendeu poderosos”. Ora, ao vermos a fortuna dos Marinho e olharmos para José Genoíno, como evitar uma sombria e nervosa gargalhada interior? Que espécie de poderosos são esses cuja fortuna de uma vida inteira não daria sequer para comprar a graxa dos sapatos usados pela família Marinho?
A concentração de mídia, dinheiro e poder é um problema muito maior que a corrupção, porque implica na destruição dos fundamentos de uma democracia, segundo o qual o poder deve emanar do povo, da maioria da população. A democracia implica, naturalmente, também em regras que protejam o direito das minorias e filtrem as paixões mórbidas do povo.
Explorar os preconceitos populares, como fez a nossa mídia durante a cobertura do mensalão, foi um tremendo mal ao processo democrático.
As pessoas que pensam a política no Brasil não tem mais o direito de omitir-se em relação ao risco democrático inerente ao descomunal poder midiático e financeiro da Globo. Lideranças de movimentos sociais, de partidos, de sindicatos, intelectuais progressistas, terão de ser muito mais atentos.
O PT e o governo federal, por sua vez, terão de refletir profundamente sobre este caso. Uma redistribuição profunda das verbas publicitárias se faz premente, porque não é possível continuar alimentando um monstro que não apresenta um risco somente para o PT, mas para a própria democracia.
Não querem dar nada à imprensa alternativa, tudo bem. Mas não dêem para a Globo. Criem uma portaria qualquer que obrigue concessões públicas a veicularem gratuitamente os anúncios de cunho institucional.
Pensem na democracia, pelo amor de Deus!
A única solução é a internet. Estive relendo uma matéria publicada ano passado no Viomundo, com uma entrevista com Helena Chagas, e voltei a ficar estarrecido com o desprezo dela por uma política de desconcentração e pluralidade das verbas federais voltadas para a publicidade.
Claro, a culpa não é dela. Trata-se de uma visão do PT e da própria Dilma. Mas agora temos dados reais. A política de concentração de verbas, incentivada pelo conceito de mídia técnica, ajudou a criar este monstro. Uma fortuna tão desproporcional em relação ao tamanho da economia brasileira, em mãos de uma família que controla o principal conglomerado de mídia no país, significa um risco altíssimo à democracia, porque o poder corruptor do dinheiro se soma ao poder manipulador da informação.
A mídia, em qualquer país, responde pela representação do nosso imaginário. Agora entendo porque jamais se fizeram (ou se fez tão poucos) filmes ou livros sobre a mídia.
Lima Barreto se deu mal quando lançou Memórias do Escrivão Isaías Caminha, no qual denunciava um jornal fictício chamado… O Globo! O escritor se baseou em sua experiência no Correio da Manhã. O Globo ainda não havia sido fundado quando escreveu o livro, mas a coincidência dos nomes tem um quê de visionária.
Depois daquele livro, Barreto entrou na lista negra da mídia carioca e nunca mais trabalhou em jornal nenhum. Ficou sem renda da noite para o dia, apesar de ser um dos maiores escritos vivos da época. Cem anos depois, o drama se repete, mas em proporções infinitamente maiores. E o que está em risco não é mais a segurança financeira de um pobre escritor carioca, mas sim a de um país inteiro, à mercê dos caprichos de uma família multibilionária e seus fantoches na política e no Judiciário.
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Gilson AS
15 de maio de 2014 3:37 pmPRESIDENTE DO TUCANAFRO É LOURA !
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/15/presidente-do-tucanafro-e-loura/
Gil Teixeira
15 de maio de 2014 5:57 pmGilson, respeito muito vc
Gilson, respeito muito vc pelos suas postagens, embora não poste com regularidade leio quase todos os dias tudo que é publicado aqui.
Vou repetir aqui o que escrevi sobre isso num comentário do face, o do face o signatário deletou, e no PHA:
Primeiro: sou ati tucano até a medula óssea! Sou descendente de negros e índios, com europeus de contrapeso.
só de olhar, principalmente pelo nariz, vê-se que ela tem ascendência negra! O cabelo pode ser produto de tintura. Esse post equivale a atirar uma banana num campo de futebol.
Racismo explícito, na minha humilde opinião, pois sei quando estão olhando pra mim ou pra melanina da minha pele
Lamentável!
Gilson AS
15 de maio de 2014 11:21 pm(Sem título)
evandro condé de lima
15 de maio de 2014 3:41 pmVoltando ao Aeroporto de Berlim
Lendo o post sobre as obras do Aeroporto de Berlim fiquei por um lado estarrecido e por outro pasmo ao ver que na Alemanha também ocorre o que tanto protestamos no Brasil. Os comentários, se não me engano todos, deram mostra de alívio (euforia?) por verem que não estamos sós, aliás, até em boa compania. Só faltou o regogizo por nossas obras atrasarem e ficarem muito mais caras que o estipulado.
Mas não vi meio comentário sobre o que a cidade de Berlim oferece que nem de longe possuimos. Como possuo amigos que por lá foram e vão e me relatam o que veem, acharia interessante a comparação da qualidade de vida usufruida pelos berlinenses comparadas com nossas metrópoles. Pelo que ouvi estamos em desvantagem – apesar de termos igual problema com nossos aeroportos.
Gilson AS
15 de maio de 2014 3:48 pmQuantos litros de álcool o Serra gastaria para tomar banho?
Quantos litros de álcool o Serra gastaria para tomar banho,depois de ficar no meio desse povo
Renato Silva
15 de maio de 2014 4:03 pmhttp://sites.uai.com.br/app/n
http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/revista/2014/05/13/noticia_revista,148630/energia-limpa-made-in-bh.shtml
Jayme
15 de maio de 2014 5:28 pmInvestimento estrangeiro e proteção do capital nacional na Franç
Alstom : l’Etat signe un décret de « patriotisme économique »
http://www.lemonde.fr/economie/article/2014/05/14/l-etat-s-arme-pour-proteger-les-industries-strategiques_4418777_3234.html?xtmc=patriotisme_economique&xtcr=4
Cláudio José
15 de maio de 2014 6:19 pmConcurso Literário
Rio de Janeiro, 15 de maio de 2014
Assunto: Concurso literário no mundo de Monteiro Lobato
Caros amigos (as) é dever de todos cidadãos lutarem por um educação de qualidade para todos os brasileiros. Pesando nisso, gostaria de sugerir um projeto; um concurso literário no qual as crianças brasileiras escreveriam pequenos contos sobre a obra de Monteiro Lobato. Os primeiros colocados seriam premiados com uma viagem internacional e os outros com computadores, prancha de surf, etc. Os melhores contos seriam selecionados para fazer parte de um livro, que será distribuído para as crianças assistidas pelo Instituto ou Fundação patrocinador do projeto (ideia). Amigos (as) precisamos de todos na luta (copa) pela educação.
Leonardo PP
15 de maio de 2014 8:32 pmTwitter Is The Favorite Social Network Of Terrorists
Tá explicado pq “Itagibas”, “Danilos”, “Lobões” preferem o Twitter para proliferarem suas insanidades:
Twitter Is The Favorite Social Network Of Terrorists
Read more: http://www.thewire.com/global/2014/05/social-media-terrorism-rises/370893/#ixzz31omyKAJr
Gilson AS
15 de maio de 2014 11:39 pmAPARTHEID NO 13 DE MAIO EM IPANEMA: MULHER NEGRA É IMPEDIDA DE T
APARTHEID NO 13 DE MAIO EM IPANEMA: MULHER NEGRA É IMPEDIDA DE TRABALHAR EM PADARIA E LEVADA ALGEMADA PARA DELEGACIA. “GENTE ASSIM NÃO PODE TRABALHAR AQUI, RECLAMOU A MADAME!”
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por marcos romão
Já vimos denunciando há tempos em nossa página Sos Racismo Brasil, o aumento do racismo geográfico espacial nas grandes cidades, e no Rio de Janeiro em especial. As grandes obras para a copa, além de provocarem o despejo em massa de milhares de negros e pobres das zonas nobres da cidade, tem como resultado a formação de guetos brancos do centro em direção à zona sul. Assistimos nos últimos anos uma verdadeira limpeza étnica da cidade do Rio de Janeiro, como se o objetivo único fosse apresentar para os turistas um Rio de Janeiro branco e europeu, “FREE FROM BLACKS”, limpos de negros.