Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Diogo Costa
13 de agosto de 2014 3:36 amBrasil só perde para Índia e China no enfrentamento da crise
O DESEMPENHO DO BRASIL FRENTE AO CRASH DE 2008 – Quando se diz que o Crash de 15 de setembro de 2008 ainda não foi superado e que esta crise econômico-financeira é a maior desde o Crash de outubro de 1929, algumas pessoas zombam e fazem pouco desta informação.
O fato é que em pouco mais de um mês completaremos 06 anos do estouro desta incomensurável crise econômica mundial e os sinais da recuperação ainda são tímidos.
Tomando como base o ano de 2007 (último ano antes do estouro do Crash), os resultados das principais economias do mundo são decepcionantes e talvez até assustadores.
É dentro deste contexto que se insere o Brasil.
Vamos, portanto, analisar os dados constantes no Banco Mundial¹ e no Eurostat².
-Crescimento Econômico Acumulado das Principais Economias do Mundo (acúmulo de seis anos, entre 2008 e 2013):
1) União Europeia: -0,94%;
2) Zona do Euro: -1,83%;
3) EUA: 5,51%;
4) Japão: 0,3%;
5) Alemanha: 4,21%;
6) França: 0,61%;
7) Reino Unido: -1,37%;
8) Itália: -8,73%;
9) Espanha: -5,73%;
10) Portugal: -6,79%;
11) Grécia: -23,65%;
12) México: 9,16%;
13) Brasil: 19,87%;
14) Rússia: 10,73%;
15) Índia: 45,57%;
16) China: 66,44%.
Entre as principais economias do mundo, apresentadas acima, o Brasil só tem desempenho inferior ao desempenho espetacular da Índia e da China.
O quadro mundial é preocupante, e quem ainda não entendeu o porquê do baixo crescimento econômico do Brasil atual deveria prestar mais atenção ao que está acontecendo no mundo.
Podem acreditar, o Crash de 2008 é sim a pior crise econômica da história desde o Crash de 1929. E está longe de ser superado.
O Brasil resiste bravamente, com desempenho superior ao de potências como os EUA, Japão, Alemanha, França e Reino Unido.
O quadro da Grécia infelizmente é de catástrofe econômica, sem dúvida alguma.
O Brasil cresceu mais do que o dobro do México (queridinho do mercado e dos neoliberais) neste período de crise.
Deve-se lamentar profundamente o fato de que não exista em nosso país uma imprensa séria, capaz de contextualizar os fatos econômicos que ocorrem no mundo, tampouco capaz de contextualizar a crise e os seus efeitos, diversos, em diferentes países.
É a mesma imprensa que diz que a inflação voltou, sendo que temos esta mesma inflação amplamente controlada e dentro das metas estabelecidas pelo Banco Central, há mais de dez anos consecutivos!
É a mesma imprensa que critica o baixo crescimento econômico do Brasil mas que omite o fato de que o Brasil está muito, mas muito melhor no enfrentamento da crise em relação a vários outros grandes países do mundo!
Somente pelo fato de manter o pleno emprego e de continuar distribuindo renda, dentro deste tenebroso contexto econômico internacional, Dilma Rousseff merece ser reeleita.
Enfrentar a maior crise existente desde 1929, como ela está fazendo com excelentes resultados em comparação com o restante dos grandes países, e com excelentes resultados para o bem estar da população como um todo, não é para qualquer um.
Este sucesso no enfrentamento da crise deve-se à política anti-cíclica adotada desde o governo Lula.
Política esta, frise-se, que tem como norte a manutenção e a expansão de um amplo mercado interno de massas, calcado no emprego, na valorização permanente do salário mínimo e na diminuição das desigualdades sociais.
¹ http://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.KD.ZG
² http://epp.eurostat.ec.europa.eu/tgm/table.do?tab=table&init=1&plugin=1&language=en&pcode=tec00115
IV AVATAR
13 de agosto de 2014 4:18 amO problema não é Wikipédia e sim a pregação anti-Estado do PSDB
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/12/alteracao-de-perfil-lula-dilma-petrobras/
Notívago
13 de agosto de 2014 6:53 amVIDEO CHOCANTE!
Vídeo elaborado com manchetes da imprensa sobre o desemprego na época FHC/PSDB. E com manchetes de jornais insuspeitos tipo Folha, Estadão, Globo, todos favoráveis as loucuras PSDBistas.
É impressionante, é de tirar o fôlego. Só um louco para querer que tudo isto volte, desta feita sob o comando de Aécio Neves ou de Eduardo Campos.
Vade retro, Satanás!
http://youtu.be/sTC8AYN82Y8
Assis Ribeiro
13 de agosto de 2014 9:16 amQuem tem medo de
Quem tem medo de democracia
Participação popular e reforma política formam uma agenda que incomoda o conservadorismo
No final de maio, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a proposta de criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS), por meio do Decreto 8.243/2014. O objetivo é articular e fortalecer as instâncias democráticas de atuação conjunta entre o governo federal e a sociedade civil. A política estabelece objetivos e diretrizes ao conjunto de mecanismos criados para possibilitar o compartilhamento de decisões sobre programas e políticas públicas, tais como conselhos, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, consultas públicas, audiências públicas e ambientes virtuais de participação social.
Ao apresentar a proposta, o governo enfatizou que ela foi construída por meio de processo participativo. O esboço do decreto foi submetido a uma consulta pública virtual no portal da Secretária-Geral da Presidência. O principal objetivo é a consolidação da participação social como método de governo. A ideia é que todos os órgãos e entidades da administração pública federal, direta e indireta, elaborem um plano de ação a cada dois anos para fomentar a participação social.
Os críticos da Política Nacional de Participação Social retomaram um debate que já foi superado inclusive no âmbito de organismos internacionais como o Banco Mundial e a ONU, que defendem o reforço de práticas democráticas de construção coletiva
O tema e a prática da democracia participativa não são propriamente uma novidade no país. Entre 2003 e 2012, mais de 7 milhões de pessoas participaram de 87 conferências nacionais, em 40 áreas setoriais. No âmbito do governo federal, existem hoje mais de 120 conselhos, dos quais cerca de 40 têm na sua composição expressiva presença de representantes da sociedade civil. Além disso, estão ativas cerca de 270 ouvidorias públicas federais que auxiliam o cidadão em suas relações com o governo.
“As emergentes formas de participação digital, as mobilizações e manifestações da sociedade brasileira expressam a necessidade de ampliação e qualificação dos mecanismos já existentes, bem como a criação de novos processos e formas de participação”, afirma o governo na justificativa da proposta apresentada.
Reação conservadora
O projeto provocou a reação de setores parlamentares conservadores e editoriais irados em alguns meios de comunicação. O jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, afirmou que a “instituição de conselhos populares abriria o risco de criação de um poder político paralelo no país”. O Estadão recorreu a alguns juristas afinados com sua tese para reforçar esses ataques. Entre eles, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que chamou o decreto de “autoritário”, e o ex-ministro do Supremo Carlos Velloso, que classificou a iniciativa de “uma coisa bolivariana, com aparência de legalidade”. As críticas do jornal chegaram ao extremo de sugerir que o objetivo de Dilma Rousseff seria criar uma espécie de sovietes (os conselhos de trabalhadores dos revolucionários bolcheviques) para acabar com o Parlamento.
Os críticos da iniciativa retomaram um debate que já foi superado inclusive no âmbito de organismos internacionais como o Banco Mundial e a Organização das Nações Unidas (ONU) e seu braço para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que defende o reforço de práticas democráticas de construção coletiva como condição para construção de uma nova ordem social mundial.
ANTONIO CRUZ/ABR
A Unesco apoia há anos propostas como: o fortalecimento da participação de movimentos sociais e outras organizações da sociedade civil no processo de tomada de decisões em nível de Estado e de governos; a criação de novas instâncias de regulação em nível nacional e internacional para fortalecer o controle e a participação da sociedade no Estado; e a abertura de espaços para atores não estatais como forma de criar uma governança do sistema mundial baseada em princípios democráticos.
Defensor da Política Nacional de Participação Social e da convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a reforma política, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, disparou contra o que chamou de reacionarismo e elitismo do jornal: “Está faltando para os juristas do Estadão ler a Constituição Federal e a própria Lei de Responsabilidade Fiscal, pois ali tem dispositivos legais claros, incentivando a participação direta da comunidade na gestão dos negócios públicos. Às vezes o reacionarismo e o elitismo ofuscam o brilho de autores de grossos tratados sobre a democracia sem povo, que sempre consagraram a democracia como instrumento de dominação, não como processo vivo de promoção de Justiça e de combate às desigualdades sociais brutais que permeiam a nossa história”.
Na mesma linha, assinalou o economista Ladislau Dowbor que a participação cidadã está prevista no artigo 1º da Constituição Federal, que diz que todo poder emana do povo, que o exerce “por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. “Ver na aplicação deste artigo, por um presidente eleito, e que jurou defender a Constituição, um atentado à democracia não pode ser ignorância, é vulgar defesa de interesses elitistas por quem detesta ver cidadãos se imiscuindo na política. Preferem se entender com representantes”, criticou, em artigo publicado em seu blog (dowbor.org).
O advogado ambientalista Mauri Cruz, integrante da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), lembrou que reação semelhante ocorreu em Porto Alegre em 1989 quando o então prefeito Olívio Dutra (PT) editou o Orçamento Participativo (OP) discutindo, por meio de assembleias populares realizadas nos 16 bairros da cidade, a aplicação de recursos do orçamento municipal. Passados 25 anos, Mauri Cruz assinala que o OP continua funcionando em Porto Alegre mesmo depois de o PT deixar o governo e é reconhecido como instrumento de democratização da gestão pública por vários organismos internacionais.
O estado do Rio Grande do Sul, a propósito, promoveu no início de junho um processo de consulta pública para definir prioridades de parte do orçamento do estado em 2015 que alcançou 255 mil votantes. No ano anterior, foram 157 mil. Segundo Tiago Peixoto, especialista em Governo Aberto do Banco Mundial, foi a primeira consulta a utilizar os mais modernos recursos de mobilização, como telefonia móvel e redes sociais. “Acompanhamos diversos processos semelhantes em diversos países, e podemos dizer com segurança que a Votação de Prioridades do Rio Grande do Sul é a maior consulta orçamentária digital do mundo”, afirmou.
A internet tende a se constituir como peça-chave de participação social. No dia em que teve homologada sua candidatura à reeleição, a Dilma citou a rede como ferramenta de ampliação da democracia para além do eixo Executivo-Legislativo. E reconheceu que, para isso, requer acesso universalizado, com expansão das redes de fibra ótica para que os serviços de banda larga alcancem a população mais pobre. O tema faz parte de seu Plano de Transformação Nacional para um possível segundo mandato – campo em que seu governo deixa a desejar.
Cidadania
Um grupo de juristas, acadêmicos, intelectuais e líderes de movimentos sociais lançou um manifesto em defesa da PNPS, para ser entregue ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Os primeiros signatários do manifesto foram os juristas Fabio Konder Comparato, Celso Bandeira de Mello e Dalmo Dallari, José Antônio Moroni (do Instituto de Estudos Socioeconômicos, Inesc) e João Pedro Stédile (do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST).
O documento defende o decreto afirmando que “contribui para a ampliação da cidadania de todos os atores sociais, sem restrição ou privilégios de qualquer ordem, reconhecendo, inclusive, novas formas de participação social em rede”. E sustenta que a proposta não possui nenhuma inspiração antidemocrática, “pois não submete as instâncias de participação, os movimentos sociais ou o cidadão a qualquer forma de controle por parte do Estado Brasileiro; ao contrário, aprofunda as práticas democráticas e amplia as possibilidades de fiscalização do Estado pelo povo”.
Na avaliação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, a PNPS tem o propósito de articular os canais já existentes para que a participação social se transforme em método de governo e o povo, conforme demanda surgida nos protestos de junho do ano passado, possa participar mais efetivamente de definições das políticas públicas. Para ele, o decreto é até tímido, pois não cria novos conselhos, não retira atribuições do Congresso Nacional e não submete as instâncias de participação social a um controle centralizado.
Não parece ser um acaso que as mesmas vozes e os mesmos argumentos que se erguem agora contra uma política nacional de participação tenham se manifestado quando Dilma apresentou, no ano passado, a proposta de realização de um plebiscito e de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para fazer a reforma política – que com maior participação da sociedade parece constituir um par indissociável.
Diversos movimentos sociais participam da organização de um plebiscito que será realizado de 1º a 7 de setembro em todo o país. Embora não tenha força legal, a iniciativa espera desencadear uma mobilização em defesa da convocação de uma Constituinte exclusiva para fazer a reforma política. Em 2002, uma iniciativa similar foi feita para consultar a população sobre o possível ingresso do Brasil na Área de Livre Comércio das Américas (Alca), proposta que estava então na agenda do governo de Fernando Henrique Cardoso. Na ocasião, foram coletados 10.234.143 votos em 46.475 urnas, graças ao trabalho voluntário de mais de 157 mil pessoas. O resultado não deixou dúvida sobre a vontade da população: 98,32% dos eleitores se declararam contra a entrada do Brasil na Alca. A ideia, agora, é repetir a mesma estratégia em relação ao tema da reforma política.
http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/97/quem-tem-medo-de-democracia-5918.html
Assis Ribeiro
13 de agosto de 2014 9:19 amA hora do acerto: as doações
A hora do acerto: as doações de campanha
Estima-se que só as campanhas para presidente da República custariam perto do R$ 1 bilhão.
Até agora foram doados no Caixa 1, no oficial, R$ 170 milhões. Doações essas não apenas para candidatos à presidência.
Dos 20 maiores doadores, 10 são empreiteiras, ou braços desse setor.
Há décadas grande parte dos escândalos e CPIs nacionais, estaduais ou municipais nasce nesse território: o das empreiteiras e similares.
Escândalos ligados a obras são centenas. E suas origens estão quase sempre nas licitações pós-campanhas, e nos acertos de campanha.
Já as maracutaias conectadas ao setor de incorporações imobiliárias quase não repercutem… mas infernizam o cotidiano das cidades.
O esquema é o de sempre: campanhas são financiadas e, em troca, Executivo, Legislativo ou funcionários liberam geral.
Cada um constrói o que quiser, onde quiser e com a altura que quiser. Daí cidades são arrebentadas, como o foram São Paulo, Salvador, Rio, Recife… e tantas outras.
Daí shoppings onde não deveria existir nem uma padaria. Daí prédios onde não se deveria liberar nem uma tenda.
Não apenas por tais motivos, mas também dai a multiplicação de engarrafamentos e de cidades enfartadas.
Até aqui o PMDB levou algo como R$ 51 milhões, 30% das doações. O PMDB, como se sabe, é a grande cunha no Congresso Nacional.
Cada congressista tem o direito de incluir no Orçamento anual da União até R$ 15 milhões em emendas individuais
Isso dá R$ 60 milhões por cabeça a cada mandato, R$ 35 bilhões a cada legislatura. Tal direito foi conquistado na marra; para não se dizer que foi fruto de chantagem.
Faltam menos de 2 meses para as eleições Candidatos (e seus habituais ecos) seguem na guerra diária e semanal de desgaste mútuo… E quem vai propor a sério a reforma política?
Seria com ou sem Constituinte Exclusiva? Com ou sem financiamento público para campanhas? Com ou sem voto distrital? Com ou sem fidelidade partidária? Com ou sem clausula de barreira?
Em relação a reformas, todas elas, o que se tem é silêncio. À espera do próximo escândalo de ocasião. À espera dos ecos e da marquetagem.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=L4vKiZGQqlI%5D
http://terramagazine.terra.com.br/bobfernandes/blog/2014/08/12/a-hora-do-acerto-as-doacoes-de-campanha/
Aroeira
13 de agosto de 2014 10:11 amJN x Dilma: qual a minha expectativa para hoje
Vai se repetir o que aconteceu em 2010: Bonner e Patrícia vão fazer dezenas de perguntas e interromper Dilma a todo momento para que ela não responda nenhuma de maneira satisfatória. Essa foi a tática empregada em 2010.
Veja o vídeo com a entrevista em 2010 e constate: http://youtu.be/_cKmTkntjJg
El Cid
13 de agosto de 2014 11:36 amUFMG pune estudantes por trote na Faculdade de Direito
https://www.ufmg.br/online/arquivos/034483.shtml
IV AVATAR
13 de agosto de 2014 11:54 amLula lançou um novo site
Editor Franklin Martins
Divulgue
http://www.brasildamudanca.com.br/
IV AVATAR
13 de agosto de 2014 12:07 pmUma gestão transparente de Haddad
Uma gestão transparente de Haddad
Por Altamiro Borges
A conceituada economista Leda Paulani, atual secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão da capital paulista, foi a entrevistada desta terça-feira (12) do “São Paulo Aberta”, uma iniciativa inovadora e ousada de vários órgãos da prefeitura. Ela expôs as principais ações da sua pasta e respondeu às perguntas de Marilu Cabañas (Rede Brasil Atual), Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania) e Antonio Martins (Outras Palavras). A entrevista confirmou que o prefeito Fernando Haddad tem investido na transparência e na democratização da gestão da maior e mais complexa cidade do país. O triste, porém, é que a mídia hegemônica não divulga estas iniciativas, numa operação explícita de bloqueio das informações.
Segundo Leda Paulani, a prefeitura paulistana tem priorizado a participação democrática da sociedade. A elaboração do programa de metas, por exemplo, contou com a contribuição de mais de 10 mil paulistanos, que enviaram suas sugestões por meio eletrônico e até por cartas. Também foram feitas várias audiências públicas na cidade. “Não fomos apenas apresentar as nossas propostas, mas fomos ouvir a população. Inúmeras sugestões foram incorporadas ao plano de ação do governo”. Ela cita ainda outras iniciativas, como o observatório da cidade, que permitem que o cidadão acompanhe online a execução das obras e os recursos destinados. “São mecanismos democráticos, de participação da sociedade”.
Através desta prioridade à transparência, em pouco tempo de gestão a prefeitura conseguiu detectar antigos focos de corrupção. Num gesto de coragem, foi criada a Controladoria-Geral do Município, no âmbito da secretaria coordenada por Leda Paulani. Este órgão, que atua com plena autonomia no combate ao desvio de recursos públicos, rapidamente trouxe à tona o escândalo da “máfia dos fiscais do ISS”, que desviou mais de R$ 500 milhões dos cofres da prefeitura nas gestões anteriores. Segundo a secretária, o esforço agora é para ampliar ainda mais os mecanismos de controle da sociedade, inclusive com a criação de novas carreiras no funcionalismo – como a do auditor fiscal do município.
Diante destes significativos avanços na democratização da gestão, uma pergunta que não quer calar: Por que o prefeito Fernando Haddad é tão mal avaliado pelos paulistanos, segundo todas as pesquisas de opinião? Leda Paulani não vacila em afirmar que isto decorre, em boa medida, do “violento cerco da mídia”. A imprensa não divulga as iniciativas positivas da prefeitura. Não ajuda sequer a estimular a sociedade a participar da definição dos rumos da cidade. “Ela só destaca as dificuldades, os problemas”. Mas a secretária também reconhece que há problemas na comunicação da atual gestão. “Estamos perdendo de sete a zero neste terreno”. Ou seja, iniciativas como o do “São Paulo Aberta” precisam ser mais fortalecidas!
*****
Como explica o site deste programa inovador e ousado:
Governo aberto é um conceito em discussão nos âmbitos internacional e nacional. Atualmente, há uma série de parcerias e pactos internacionais que compreendem o governo aberto como uma estratégia de potencializar quatro áreas: participação social, transparência, inovação tecnológica e integridade. A partir dos debates realizados com a sociedade em torno da iniciativa ‘São Paulo Aberta’ desde outubro de 2013, avançou-se no entendimento sobre como deve ser um governo aberto em São Paulo, uma cidade em que:
– Todas e todos participem da gestão pública, desde a elaboração à avaliação das políticas, em instâncias e mecanismos plurais, descentralizados e representativos da sociedade;
– Seja garantido o acesso à informação pública, tanto por meio da transparência ativa dos dados e das ações da gestão pública municipal, quanto por meio de canais que possibilitem a apresentação de demandas;
– Promova a inovação tecnológica e o uso de tecnologias livres a serviço do aprimoramento das políticas e dos serviços públicos, ampliando as possibilidades de incidência sobre nossa metrópole e seus desafios;
– A prevenção e o combate ao desperdício de recursos públicos sejam instrumentos de controle interno e controle social para o aprimoramento e a responsabilização da gestão;
Por esse motivo, a ideia de um governo aberto agrega duas perspectivas: uma teórica e outra prática. Do ponto de vista teórico, o governo aberto é um novo pacto para a configuração de governos. A ideia por detrás do governo aberto é uma estratégia para a abertura da esfera estatal, aproximando-se, assim, das outras esferas e fomentando uma nova cultura política. Nesse sentido, o governo aberto busca diminuir a distância entre Estado e sociedade.
A abertura política, por meio do fortalecimento da participação social, do fomento à transparência e ao acesso democrático às informações públicas, do incentivo à inovação tecnológica e do comprometimento com a integridade pública formativas permite uma forma renovada de resolução de problemas crônicos do Estado. A marca de uma gestão aberta é a saída inovadora para os entraves permanentes da estrutura estatal.
O objetivo da São Paulo Aberta é articular e fomentar ações em toda a Prefeitura de São Paulo, tanto na Administração Direta (secretarias, subprefeituras e órgãos públicos) quanto na Administração Indireta (empresas públicas, fundações e autarquias municipais), e para coordenar a iniciativa, foi instituído o Comitê Intersecretarial de Governo Aberto da Cidade de São Paulo (CIGA-SP), por meio do Decreto nº 54.794 de 28 de Janeiro de 2014. Entre as atribuições do CIGA-SP, está a de elaborar, em diálogo com a sociedade, um Plano de Ação Municipal sobre Governo Aberto. http://altamiroborges.blogspot.com.br/
IV AVATAR
13 de agosto de 2014 12:25 pmOh dupla da pesada…kkk
El Cid
13 de agosto de 2014 12:50 pmMP apura suposto desvio de água para a Coca-Cola em Jundiaí
http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,mp-apura-suposto-desvio-de-agua-para-a-coca-cola-em-jundiai,1542843
O Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Jundiaí está sob investigação do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do Ministério Público de Campinas. O motivo é uma denúncia sobre um suposto desvio de água bruta do Rio Atibaia para a fábrica da Coca-Cola na cidade. O problema encontrado pelo Gaema é que a transferência de água bruta a terceiros descumpre a licença de captação do DAE.
O inquérito foi aberto no final de julho e nele consta um documento retirado do site oficial do Instituto Coca-Cola citando que a fábrica de Jundiaí utiliza água bruta captada pelo DAE, recurso retirado do Rio Jundiaí Mirim, que é abastecido pelo Rio Atibaia. A vazão de água seria de 500 litros por segundo.
O departamento esclareceu ao Ministério Público que apenas fornece à fábrica água tratada, a mesma declaração feita pela Coca-Cola.
A investigação deve continuar por causa da contradição entre as versões das partes envolvidas e as informações sobre a planta da fábrica disponível no site. O DAE tem 15 dias, a partir do recebimento da notificação do MP, para apresentar dados solicitados, como qual o tipo de tratamento que a água passa antes de ser disponibilizada à Coca-Cola.
Em nota, a multinacional informa que ainda não recebeu a notificação do Ministério Público, e que o contrato com o DAE está dentro da lei.
Mara L. Baraúna
13 de agosto de 2014 1:26 pmRoger ataca Marcelo Rubens Paiva
Roger Moreira ataca Marcelo Rubens Paiva no twitter por comentário na Flip
Do Pragmatismo Político
Cantor Roger xinga jornalista e debocha de perseguidos pela ditadura
Vocalista do “Ultraje a Rigor” critica Marcelo Rubens Paiva, que teve o pai assassinado durante a ditadura: “Seu bosta”. Cantor afirmou ainda que quem foi perseguido pelo regime militar é porque “fazia merda”.
O vocalista Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, usou o Twitter para atacar o jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, que há dez dias citou o líder do Ultraje durante uma participação na 12ª Flip (Feira Literária Internacional de Paraty), em Paraty (RJ).
Paiva, que participava de uma mesa sobre os 50 anos do golpe militar, lamentou o fato de muitas pessoas não saberem sobre a ditadura que comandou o Brasil por mais de duas décadas. O escritor citou Roger como exemplo, questionando que se até o roqueiro, que antes escrevia músicas a respeito do movimento das Diretas Já e críticas ao regime militar, hoje se converteu ao conservadorismo, o que esperar de muitos jovens que não têm acesso à informação sobre o tema?
“É compreensível que você considere o comunismo legal. Mas daí a me usar de exemplo na Flip foi canalha de sua parte. E errado”, escreveu Roger, em mensagem que foi posteriormente deletada no Twitter nesta terça-feira.
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Vergonha alheia: cantor Roger bate recorde brasileiro de idiotice
Irritado, o músico seguiu rebatendo as observações de Paiva e também publicou ofensas contra o jornalista. “E tem mais, seu bosta: minha família não foi perseguida pela ditadura. Porque não estava fazendo merda”, concluiu.
Desaparecimento de Rubens Paiva
O jornalista Marcelo Rubens Paiva é filho do engenheiro civil e político brasileiro Rubens Paiva, desaparecido na época da ditadura militar.
Em um dos mais importantes e verossímeis depoimentos já prestados por agentes da ditadura, o coronel reformado Paulo Magalhães confessou ter desenterrado em 1973 a ossada do desaparecido político Rubens Paiva.
No testemunho, o veterano da repressão também afirmou que ele e seus parceiros cortavam os dedos das mãos, arrancavam a arcada dentária e extirpavam as vísceras de presos políticos mortos sob tortura antes de jogar os corpos em rio onde jamais viriam a ser encontrados.
Ostracismo
Roger Moreira e sua banda caíram no ostracismo musical e não conseguiram emplacar mais nenhum sucesso desde meados da década de 90. O cantor, que se refere a Dilma Rousseff como ‘terrorista’ e dedica a maior parte do seu tempo para alardear na internet sobre os perigos da ‘ascensão comunista no Brasil’, trabalha hoje com o apresentador Danilo Gentili, no SBT. Ambos são admiradores confessos de Olavo de Carvalho – uma espécie de guru da nova direita brasileira.
Vídeo de Marcelo Rubens Paiva na Flip:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=XVesKInyCxY%5D
Assis Ribeiro
13 de agosto de 2014 1:52 pm(Sem título)
evandro condé de lima
13 de agosto de 2014 1:45 pmOcupações em BH
Uma novela, das boas, acontecendo em BH. E nesse imbróglio todo, para variar, manifestantes fecham vias e a polícia vai negociar a desocupação das vias. Eu sou ignorante, para mim a PM deveria garantir o livre trânsito das pessoas. Preciso me atualizar.
Manifestantes fecham Avenida Ivaí, em BHO protesto é uma mobilização em solidariedade às ocupações Rosa Leão, Vitória e Esperança
Luana Cruz –
Publicação: 13/08/2014 07:30 Atualização: 13/08/2014 08:54
Manifestantes queimaram pneus e fecharam, na manhã desta quarta-feira, a Avenida Ivaí, perto do Anel Rodoviário, no Bairro Dom Bosco, Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com a BHTrans, como a via ficou completamente interditada, o congestionamento refeletiu na Rua Pará de Minas, Avenida Itaú e Avenida Abílio Machado. Foram cerca de 30 manifestantes e a Polícia Militar (PM) monitorou a mobilização, que durou aproximadamente uma hora.
O protesto é uma mobilização em solidariedade às ocupações Rosa Leão, Vitória e Esperança, que estão com risco despejo no terreno próximo a mata do Isidoro, Região Norte de BH. Integrantes do movimento #ResisteIsidoro passaram a noite em vigília em apoio às famílias. Parte deles participaram do protesto nesta manhã.
A Polícia Militar (PM) estava com uma operação montada para apoiar o cumprimento da reintegração de posse na manhã de hoje, mas no fim da noite de ontem, uma liminar da Vara da Infância e da Juventude de Belo Horizonte, expedida em regime de urgência, determinou o cancelamento da ação de despejo.
Na ação cautelar, o MP argumenta que a desocupação forçada da área, sem a prévia destinação dos alunos matriculados em escolas da região para outras instituições de ensino próximas do novo endereço, fere o direito constitucional à educação. O órgão exige da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) a apresentação de plano circunstanciado de alocação escolar para todas as crianças e adolescentes que atualmente residem nas três comunidades.
O juiz considerou plausível o direito invocado pelo MP e determinou que as “Forças Policiais, as Forças de Segurança Pública, o Serviço de Defesa Civil e demais órgãos e agentes estaduais e municipais que atuam na ocorrência envolvendo a ocupação se abstenham de quaisquer ações para a retirada das crianças e adolescentes, assim como de seus pais ou responsáveis das comunidades denominadas Rosa Leão, Esperança e Vitória”.
A suspensão do despejo, de acordo com a decisão do juiz, é válida até que a PBH apresente plano circunstanciado de alocação escolar de todas as crianças e adolescentes residentes nas comunidades. Isso porque, na avaliação do magistrado, tal ação não seria possível após o processo de retirada das famílias. O magistrado determina ainda que o estudo seja entregue em juízo no prazo de 10 dias. O descumprimento da ordem resultará em multa diária no valor de R$ 5 mil.
Entenda
As comunidades estão instaladas em parte de uma área de mais de 3 milhões de metros quadrados. No caso da Ocupação Vitória, a permanência de famílias tem impedido a implantação de empreendimentos do programa federal Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, capaz de abrigar 13,2 mil famílias de baixa renda em Belo Horizonte. O projeto pretende diminuir o déficit de 62,5 mil moradias dessa faixa na capital mineira. A PM se preparou para retirar 2,5 mil pessoas baseada em levantamento da PBH. As ocupações declaram 8 mil moradores. Na ação de despejo, há programação de participação de mais de 1,5 mil militares da 1ª Região da PM, 3ª Região da PM e CPE.
Gilson AS
13 de agosto de 2014 1:46 pmTabela de preço
El Cid
13 de agosto de 2014 2:16 pmAgora tudo está acontecendo em Cláudio?
Fogo em lote atinge galpão da Prefeitura de Cláudio, MG
http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2014/08/fogo-em-lote-atinge-galpao-da-prefeitura-de-claudio-mg.html
Cláudio José
13 de agosto de 2014 2:32 pmPROJETO: BRASIL DO BEM
Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2014 SISTEMA (S) SESI, SESC, SENAI, SENAC: DireçãoPROJETO: BRASIL DO BEM
Caros amigos (as) com um pouco de boa vontade e criatividade nós podemos fazer o bem, para muita gente. Por isso gostaria de sugerir um projeto: BRASIL DO BEM onde o SISTEMA (S) SESI, SESC, SENAI, SENAC abriria os seus estabelecimentos, para empresas solidárias participarem de eventos (reuniões) e uma parte da renda seria destinada, para instituições de caridade. Os alunos dos cursos de hotelária e gastronomia com certeza, também vão ganhar com esse projeto, por isso, acho importante a sua implementação, pois vai ajudar muita gente do bem. Observação; a instituição beneficiada pelo projeto, também poderia marcar presença no evento, para agradecer a empresa solidária e os seus convidados. Amigos (as) o BRASIL DO BEM, ganha com essa iniciativa. Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo e da paz.
Mara L. Baraúna
13 de agosto de 2014 4:04 pmMorre Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência
Do IG
Morre Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência
Candidato estava em jatinho particular que caiu em Santos, na manhã desta quarta-feira (13)
O candidato do PSB à Presidência, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Henrique Accioly Campos, morreu nesta quarta-feira (13) aos 49 anos no queda de um jato particular em Santos, no litoral de São Paulo, confirmou ao iG Bazileu Margarido, coordenador-adjunto da campanha do PSB.
Campos nasceu no Recife (PE) em 10 de agosto de 1965. Filho de Ana Arraes, ex-deputada federal, e do escritor e advogado Maximiano Accioly Campos, com apenas 16 anos ingressou na Universidade Federal de Pernambuco para cursar Economia; aos 20, formou-se e foi o orador da turma.
Começou a militância ainda na universidade, como presidente do Diretório Acadêmico. Não traiu o sangue político da família: em 1986, trocou a possibilidade de um mestrado nos EUA pela participação na campanha que elegeu governador de Pernambuco o seu avô, Miguel Arraes – que passara 15 anos de exílio provocado pelo regime militar.
Em 1990, depois de trabalhar como secretário de Governo do avô, filiou-se ao PSB e conquistou um mandato de deputado estadual. Chegou ao Congresso Nacional em 1994, dois anos depois de sofrer sua única derrota eleitoral até hoje: foi quinto lugar na eleição que levou Jarbas Vasconcelos pela segunda vez à prefeitura do Recife. Em 1998, foi reeleito para a Câmara dos Deputados como o deputado federal mais votado de Pernambuco. No seu terceiro mandato em Brasília, conquistado em 2002, atuou em defesa da candidatura de Lula, depois de um primeiro turno com Anthony Garotinho.
Ministro do Governo Lula
Em 2003, estreitando os laços com Lula, tomou posse como ministro de Ciência e Tecnologia – o mais jovem no primeiro mandato do presidente. Em sua gestão, foi aprovada a lei que autoriza pesquisa com células-tronco. Data dessa época suas desavenças com o todo-poderoso José Dirceu. Em 2005, Eduardo Campos e Aldo Rebelo, então ministro de Relações Institucionais, manobraram para barrar a CPI dos Correios, que trouxe à tona o Mensalão. Numa reunião com Dirceu, que terminou em clima hostil, Campos teria sido aconselhado a desistir da candidatura ao governo de Pernambuco, em favor do petista Humberto Costa. “Eu não preciso do PT para ser governador. A única pessoa a quem eu tenho de dar satisfação é o Lula”, teria respondido, especialmente exaltado. Mais tarde ganharia pontos adicionais com o presidente ao ser fiel durante a crise do Mensalão e ao retirar sua candidatura à presidência da Câmara em favor de Rebelo.
Cláudio José
13 de agosto de 2014 8:34 pmCAMPOS DO BEM
Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2014
CAMPOS DO BEM ( Cláudio José)
Eduardo Campos do BEM
Plantou sonhos e colheu amigos
Plantou esperança, mas infelizmente, se foi antes
Eduardo Campos do BEM
Neto de um guerreiro Pernambucano
Luz nos olhos e um sorriso sincero
Eduardo Campos do BEM
Se foi muito cedo, mas deixou um legado
Todo homem, tem o direito de sonhar
Todo brasileiro, tem o direito de melhorar de vida
O Brasil está mais triste e mais pobre hoje
O Brasil, está de luto
Eduardo Campos do BEM
Eduardo Campos do BRASIL