Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Paulo Messias
14 de maio de 2015 3:31 amSite fake mostra enquete anti-Dilma e mais mentiras
Prezados,
O site abaixo mostra uma enquete onde ha milhares de pessoas que votaram, e mais de 80% querem a saída da presidente.
O problema é que o site é falso….É FAKE!!
E ainda tenta espalhar que o PT está criando o bolsa indulto. Outra MENTIRA DESLAVADA!
Primeiro indício: Utiliza um domínio “blogspot”, do Google, e gratuito!
Segundo indício: A montagem do site é amadora! Os links e estrutura não passavam de uma imagem de fundo!
Terceiro indício: A câmara jamais iria cometer uma gafe dessa, de emitir uma pesquisa com esse teor.
http://camarafederal.blogspot.com.br/
Spin Ggnauta
14 de maio de 2015 5:26 amPopstar, Moro tenta sua mais audaciosa cartada
Popstar, Moro tenta sua mais audaciosa cartada
Sergio Moro não é mais apenas um juiz interessado em levar adiante a Operação Lava Jato; neste domingo, ele revelou, no jornal Estado de S. Paulo, que tem planos para mudar todo o código de processo penal no País
O juiz paranaense Sergio Moro tem uma agenda legislativa para o País. Ela consiste em mudar o código de processo penal para que réus condenados em primeira instância sejam mantidos presos, mesmo que ainda não tenham tido sentenças transitadas em julgado. Hoje, pelas leis brasileiras, um cidadão que não represente risco para o convívio social só pode ser preso depois de esgotados todos os recursos – ou seja, só depois da última instância.
Moro, no entanto, entende que a lei deve mudar e explicitou seu ponto de vista no artigo “O problema é o processo”, escrito em parceria com Antônio Cesar Bochenek, presidente da Associação de Juízes Federais.
Mais do que simplesmente defender um ponto de vista abstrato, Moro antecipou algo que será apresentado, em breve, à sociedade. No artigo, Moro e Bochenek afirmam que a Ajufe apresentará ao Congresso uma proposta de lei nesse sentido. E como Moro se transformou num juiz-celebridade, seu capital político para propor mudanças efetivas nas leis não deve ser subestimado.
Recentemente, Moro já foi capa das revistas Veja e Época. Em seguida, foi premiado pelo grupo Globo, da família Marinho, como o brasileiro “que faz diferença”. Neste domingo, ganhou até uma canção-homenagem composta pelo compositor cearense Fagner. Moro é, portanto, um popstar que não se contenta apenas em julgar e levar adiante a Operação Lava Jato, que paralisou o setor de construção pesada no País e atingiu o coração do sistema de financiamento eleitoral no País.
Métodos questionados
Os métodos do juiz na Lava Jato, no entanto, são também questionados. Recentemente, o juiz Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, apontou que a prisão passou a ser regra e a liberdade, exceção entre os acusados. “O juiz acaba atropelando o processo, não sei se para ficar com a consciência em paz, e faz a anomalia em nome da segurança”, disse ele.
Réus na Lava Jato já estão presos de forma preventiva há mais de 120 dias e algumas dessas prisões, como a dos executivos da Camargo Correa, serviram para se obter delações premiadas, que confirmaram teses que o Ministério Público tenta demonstrar – como, por exemplo, a de que doações legais ao PT são “propina”.
Essas delações que têm como recompensa a liberdade são um fenômeno, se não inédito, bastante raro na história do Poder Judiciário brasileiro. Segundo o advogado Nélio Machado, um dos principais criminalistas brasileiros, Moro não age como juiz, mas sim como promotor. “Sua lógica é prender sem julgar”, diz ele.
No entanto, Moro nunca esteve tão forte como agora. Nas manifestações de 15 de março, havia quem desfilasse com camisas onde se lia “Je suis Sergio Moro”, numa alusão ao “Je suis Charlie”, da França. Ao receber o prêmio na Globo, Moro disse que se emocionou ao ver as manifestações de 15 de março.
Agora, além de julgar, ele quer mais. Seu objetivo é mudar, efetivamente, as leis penais no Brasil. Se a ideia vingar, acusados de corrupção serão presos por juízes de primeira instância e serão mantidos atrás das grades mesmo que as decisões inicias sejam equivocadas.
Moro avalia que este é um problema menor. “Não se ignora, por evidente, a possibilidade do erro judiciário e de eventual reforma do julgado, motivo pelo qual se propõe igualmente que as Cortes recursais possam, como exceção, suspender a eficácia da condenação criminal quando presente, por exemplo, plausibilidade do recurso. Mas a exceção não invalida a proposição”, diz ele.
http://www.tribunahoje.com/noticia/136621/politica/2015/03/30/popstar-moro-tenta-sua-mais-audaciosa-cartada.html
rdmaestri
14 de maio de 2015 6:39 amPEQUENO MANUAL DO CRIMINOSO DELATOR.
Como a delação premiada no Brasil está fugindo a norma que é utilizada em outros países que usam este instituto de usar o testemunho do menor para pegar o maior (nunca ao contrário), e não se tem um padrão para como empregá-la estou propondo o meu Pequeno Manual do Criminoso Delator, pois este manual explica a nova forma de praticar crimes e se manter imune
PEQUENO MANUAL DO CRIMINOSO DELATOR:
1º) Descubra alguma atividade ilícita no seu trabalho.
2º) Chame para esta atividade alguns companheiros e subordinados, se conseguir atrair algum nome ligado ao Governo Federal, a sua delação será premiada conforme a tabela no fim do manual.
3º) Roube adoidado sem limites colocando parte do dinheiro em coisas fáceis de esconder (diamantes é uma boa coisa) ou mesmo alguns milhões de dólares num buraco qualquer que possa desenterá-lo depois de ser libertado.
4º) Coloque alguma sucursal do seu crime no Paraná.
5º) Quando tiver certeza que a polícia em outros estados, que não o Paraná, estejam investigando o seu esquema criminoso, simplesmente faça um crime bem evidente no Paraná e espere ser julgado pelo Juiz Moro.
6º) Quando for preso, proponha ao Juiz Moro uma delação premiada.
7º) Na delação premia da entregue todos os seus colegas e subordinados, porém para melhorar as chances pontue conforme a tabela de valor de denunciados até 10, pois com isto a chance de sua pena cair a zero aumenta exponencialmente.
8º) Arrume algum elemento que trabalhe na polícia federal ou no ministério público que venda ou doe o produtos sigilosos da delação premiada a imprensa, principalmente quando houver qualquer referência aos citados no quadro.
9º) Entregue todo o dinheiro que possa ser rastreável e alguma parte de um local que pareça impossível. Pode guardar com algum parente distante um saquinho com alguns diamantes para garantir a aposentadoria de criminoso.
10) Espere o fim do processo, onde foste agraciado com a redução da pena ou se aposente com o patrimônio não revelado ou volte ao (1º) item.
Não garanto que a terceira passagem pelo ciclo do crime ocorra, mas até a segunda está claro que é possível, pois o Juiz Moro aceita arrependimentos espontâneos e naturais no mínimo duas vezes na vida.
Atenção: Para os coxinhas que não tem o mínimo senso de humor e podem achar que este manual sério, chamo a atenção que isto é uma BRINCADEIRA! Logo, não vão querer utilizá-lo nas suas falcatruas, pois o autor não se responsabiliza por qualquer problema resultante do uso deste manual. É uma manual FAKE.
Odonir Oliveira
14 de maio de 2015 8:30 amQuem são os Zé Ninguém nesse momento no Brasil?
Escuta, Zé Ninguém!
Wilhelm Reich
Chamam-te “Zé Ninguém!” “Homem Comum” e, ao que dizem, começou a tua era, a “Era do Homem Comum”. Mas não és tu que o dizes, Zé Ninguém, são eles, os vice-presidentes das grandes nações, os importantes dirigentes do proletariado, os filhos da burguesia arrependidos, os homens de Estado e os filósofos. Dão-te o futuro, mas não te perguntam pelo passado.
Tu és herdeiro de um passado terrível. A tua herança queima-te as mãos, e sou eu que to digo. A verdade é que todo o médico, sapateiro, mecânico ou educador que queira trabalhar e ganhar o seu pão deve conhecer as suas limitações. Há algumas décadas, tu, Zé Ninguém, começaste a penetrar no governo da Terra. O futuro.da raça humana depende, à partir de agora, da maneira como pensas e ages. Porém, nem os teus mestres nem os teus senhores te dizem como realmente pensas e és, ninguém ousa dirigir-te a única critica que te podia tornar apto a ser inabalável senhor dos teus destinos. És “livre” apenas num sentido: livre da educação que te permitiria conduzires a tua vida como te aprouvesse, acima da autocrítica.
Nunca te ouvi queixar: “Vocês promovem-me a futuro senhor de mim próprio e do meu mundo, mas não me dizem como fazê-lo e não me apontam erros no que penso e faço”.
Deixas que os homens no poder o assumam em teu nome. Mas tu mesmo nada dizes. Conferes aos homens que detêm o poder, quando não o conferes a importantes mal intencionados, mais poder ainda para te representarem. E só demasiado tarde reconheces que te enganaram uma vez mais.
Mas eu entendo-te. Vezes sem conta te vi nu, psíquica e fisicamente nu, sem máscara, sem opção, sem voto, sem aquilo que fiz de ti “membro do povo”. Nu como um recém-nascido ou um general em cuecas. Ouvi então os teus prantos e lamúrias, ouvi-te os apelos e esperanças, os teus amores e desditas. Conheço-te e entendo-te. E vou dizer-te quem és, Zé Ninguém, porque acredito na grandeza do teu futuro, que sem dúvida te pertencerá. Por isso mesmo, antes de tudo o mais, olha para ti. Vê-te como realmente és. Ouve o que nenhum dos teus chefes ou representantes se atreve a dizer-te:
És o “homem médio”, o “homem comum”. Repara bem no significado destas palavras: “médio” e “comum”. Não fujas. Tem ânimo e contempla-te. “Que direito tem este tipo de dizer-me o que quer que seja?” Leio esta pergunta nos teus olhos-amedrontados. Ouço-a na sua impertinência, Zé Ninguém. Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar. Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite. Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?” E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.
Diferes dos grandes homens que verdadeiramente o são apenas num ponto: todo o grande homem foi outrora um Zé Ninguém que desenvolveu apenas uma outra qualidade: a de reconhecer as áreas em que havia limitações e estreiteza no seu modo de pensar e agir. Através de qualquer tarefa que o apaixonasse, aprendeu a sentir cada vez melhor aquilo em que a sua pequenez e mediocridade ameaçavam a sua felicidade. O grande homem é, pois, aquele que reconhece quando e em que é pequeno. O homem pequeno é aquele que não reconhece a sua pequenez e teme reconhecê-la; que procura mascarar a sua pequenez e estreiteza de vistas com ilusões de força e grandeza, força e grandeza alheias. Que se orgulha dos seus grandes generais, mas não de si próprio. Que admira as ideias que não teve, mas nunca as que teve. Que acredita mais arraigadamente nas coisas que menos entende, e que não acredita no que quer que lhe pareça fácil de assimilar.
[…]
(8ª edição- Editora.Martins Fontes, p 21, 22, 23)
Sairé
14 de maio de 2015 9:31 amVale a pena ler de novo
Publicado em 12/05/2015 no Conversa Afiada
Lula chama Youssef
de bandido e ataca o PiG
Moro deu “legitimidade” a Youssef – PHA
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A propósito da CPI da GloboNews, palco do Roberto Carlos: prova? Nenhuma !
Nota à imprensa
É inaceitável que uma grande democracia como o Brasil, com 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo, seja transformada em refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos – e garante para si um percentual na recuperação do dinheiro que ajudou a roubar.
É inacreditável que um bandido com oito condenações, que já enganou a Justiça num acordo anterior de delação premiada, tenha palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país, legitimadas democraticamente pelo voto popular. Que se dê crédito a criminosos para apontar quem é e quem não é honesto neste País.
É uma pena que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis, quando tais pessoas se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição; quando se prestam a difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro.
O Brasil merece ser tratado com mais responsabilidade e seriedade.
Assessoria de Imprensa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
São Paulo, 12 de maio de 2015
maria rodrigues
14 de maio de 2015 11:47 amGugu Liberato está com um
Gugu Liberato está com um programa na Record todas as noites de terca, quarta e quinta feiras. Que é sensacionalismo puro, ninguém duvida, mas poderia ele, o apresentador ser mais bem orientado para fazer entrevistas. Rissctoff, aquela que mandou matar os pais, foi a primeira da série, que serviu muito mais para endossar o sangre frio que tem essa mulher, enquanto Gugu, despreparado, não soube conduzir as perguntas, deixando muito a desejar.
Ontem foi a vez de Simone, aquela que pegou uma cadeia de 10 anos por ter jogado a filha recém-nascida na lagoa da Pampulha em 2004, ou 5. Ao ser levada ao local do crime, já presa, simone disse: “Não fui eu quem fez isso. A verdade vai aparecer. Eu não sei que jogou essa droga de criança na lagoa”. Foi o que faltava pra população se revoltar e desejar a prisão dela. Mas diante de Gugu vimos a versão da mulher, que é cheia de contradições e muita mentira. Quando as lágrimas vertem dos seus olhos nunca são por pena da filha descartada, mas por auto-piedade.
Simone diz que à época tinha uma filha de 10 anos, Paola. Pensava estar pra operar um mioma, pois ja havia sofrido com esse problema outras vezes. Surpreendeu-se ao ver que era mãe de outra filha, Sandra. Esta nasceu esmirrada, e foi direto pra UTI, onde passou meses, sempre com os médicos garantindo que ela não sobreviveria. Mas a mãe não acreditava nisso, e diariamente votava ao hospital para acompanhar a filha da manhã à noite. Conta que tinha um caso com um homem, a quem elogiou muito pra não envolvê-lo no crime, por certo. Após tantos meses indo e voltando pra ver a menina, chegou a hora em que o médico deu alta. Ela saiu com a criança, de táxi, e foi direto para um supermercado. Vale dizer que ela conta que ninguém de sua família ficou contra ela, mas só o fato dela ir sozinha buscar a criança, já não é bom sinal de tanto amor familiar. No supermercado sua intenção era comprar tudo que a menina precisaria. Na sequência, diz que não sabe como surtou. E surtada, foi até uma mulher, que não lembra, desde o início, como ela era, apenas que tinha uma mecha branca nos cabelos. Entregou a menina nos braços dessa mulher e se mandou.
Diz que surtou, que não lebra de nada. No final da entrevista, num dado momento ela relata em detalhes a roupa que vestia e os sapatos que calçava, colocando que tem uma memória muito boa. Gugu, mais preocupado com sua imagem, não foi capaz de tratar dessa incoerência.
Para Simone foi essa mulher quem colocou sua filha num saco plástico, jogando-o na lagoa. Diz que pedia, sem cessar, que se fizesse uma perícia pra saber quem tinha feito aquilo, enquanto se diz revoltada por isso, achando que foi presa injustamente, e que jamais acredita na justiça. Vejamos que ela não apareceu em nenhua imagem para revelar isso, se defendendo.
Perguntada porque disse aquelas palavras grosseiras sobre sua própria filha, ao a ela se referir como “aquela droga de criança”, responde assim: “Fui muito agredida na prisão. O delegado batia muito em mim, inclusive com murros no meu estômago para que eu me acusasse”. Falei aquelas coisas sem saber o que estava falando, em razão das violências sofridas.
Na cadeia, como foi mostrado em vídeo, Simone se tornou obesa. Ela conta que os carcereiros diziam: “Ou a pessoas se acostuma aqui, ou usa a tereza”. Foi quando disse que várias se suicidaram com tereza, e que ela pensou muito em fazer o mesmo.
Mas das declarações, uma ficou ativa. Simone disse que teve u momento que, além do delegado que a agredia, quando retornou da lagoa com os policiais, encontrou o seu algoz e outro também, que era o delegado que investigou o goleiro Bruno, hoje deputado federal. Segundo a mulher, dessa feita eram os dois a baterem nela.
Simone diz que o delegado já pagou caro quando foi indiciado por abuso às mulheres na cadeia, hoje fechada.
Por fim, não acreditei em nenhuma palavra de Simone, que sabe ser muto dissimulada, e fria, enquanto em nenhum momento parece se arrepender de ter dado à luz uma filha, ficado sem ela, e dela não sentir falta.
Acho que após essa entrevista, o deputado federal, que esqueci o nome, não vai deixar barato essa denúncia. E como é um cara que demonstrou gostar muito de aparecer nas televisões, inclusive ao lado de Datena, terá agora mais uma oportunidade pra aparecer e até mover uma ação contra simone. É o que eu penso.
Spin Ggnauta
14 de maio de 2015 1:19 pmIndicação de site
Porto Alegre antigo
http://lealevalerosa.blogspot.com.br/
Andre Araujo
15 de maio de 2015 1:01 amhttp://1.bp.blogspot.com/-hAu
http://1.bp.blogspot.com/-hAuXbYToQJw/UQpRSh-MAI/AAAAAAAALZo/Gt14AdYtquA/s1600/Top-002.bmp
O CLUBE DOS TESTAS DE FERRO E O CANAL BRASIL-EUA
Uma festa no Waldorf (hoje de chineses) da Camara de Comercio Brasil-EUA de Nova York para FHC e Bill Clinton merece reflexões sobre o passado e o presente dessas “relações” empresariais entre gringos e caboclos.
O “”canal”” empresarial Brasil EUA teve donos celebres, personagens da Historia economica brasileira, hoje a mediocridade geral fez desaparecer esses “hommes charmantes”, tipos interessantes e “personalités” por si sós.
O primeiro dono do “canal” foi Valentim Bouças, um contador nascido em Santos no Seculo XIX que aproximou-se de Vargas no Estado Novo, representava a IBM no Brasil, que lhe concedeu a franquia do sistema de cartões perfurados “”Hollerith””, usados a partir de 1940 para pagar o funcionalismo publico federal. Bouças virou confidente e conselheiro
de Vargas, durante o Estado Novo e depois no governo da Republica de 1946. Qualquer assunto que se afetasse as
relações empresariais e financeiras (não politicas) com os EUA passava pelas mãos de Valentim Bouças, multimilionario, astuto, bem relacionado no espectro politico e social, do fechado “high society” carioca
e muito articulado, Vargas o tinha em alta conta. Morreu em 1964. O ator Dado Dolabella é seu bisneto.
O segundo dono do “canal” foi o banqueiro e Embaixador Walter Moreira Salles. Tinha todos os ingredientes, “panache”, excelente homem de negocios, intensa vida social, conhecedor dos projetos de Pais em voga,
inteligente e afavel.. Embaixador em Washington e Ministro da Fazenda, seu prestigio contrastava com sua extrema discreção e low profile. Nos anos 50 e 60 dominava o canal Rio de Janeiro-Washington., não era aventureiro.
Nos anos 70 um novo personagem pontificava no “canal”, Mario Garnero, bem relacionado mas excessivamente
exibicionista, o que lhe custou o capital politico e os negocios. O papel de “dono” do canal exige low profile.
Foi na perido Garnero que surgiu o “clube” dos testas de ferro, a Camara de Comercio Brasil-EUA de Nova York.
Antes que me acusarem de detrator de pessoas, a expressão de “testa de ferro” aqui usada não é pejorativa, é
objetiva, trata-se de brasileiros que representam interesses americanos porque os proprios por razões objetivas preferem não por a cara para bater em um pais onde os chamados “imperialistas” tem má imagem publica na area
politicos e de midia. A famosa LIGHT que era a grande concessionaria de eletricidade no Brasil, usava brasileiros de prestigio como Antonio Galotti, como “testas de ferro”.
A Camara de Comercio Brasil EUA de Nova York, fundada em 1969, em pleno regime militar, de comercio não tem nada.
É uma especie de “clube” onde pontificam personalidades que não são homens dos proprios negocios mas agentes e representantes de companhias, muitos advogados e consultores, o chairman da Camara é Carlos Alberto Vieira, do Grupo Safra, que não é nem judeu e nem Safra, quase todo Board e é de executivos e advogados de corporações,
a Camara escolhe esse “homem do ano” que já teve a fama de “naldição”, indicados que um ano depois vão à falencia e à prisão (já teve dos dois) ou curtem desgraça politica.
Agora escolheram o ex-Presidente FHC, uma homeagem estranha porque FHC está há muito tempo fora do poder e para abrilhantar o Homem do Ano americano (o evento indica um brasileiro e um americano) é Bill Clinton, que mostrando a importancia do evento nem veio ao jantar no Waldorf, chegou no café, ficou meia hora e caiu fora.
Uma novidade foi a presença do “papagaio de pirata” mor do Brasil, o plastificado João Doria Jr., que achou seu
“”millieu” perfeito e prevejo que dominará a Camara de Comercio, ele é muito mais eficiente do que os “aspones” que lá circulam, graças a ele, João Doria, o evento teve 1.200 pagantes, muito mais que em edições anteriores, o Doria é craque para esse trabalho, vai agregar a Chamber no seu grupo LIDE, que todo mundo pensa que é uma associação empresarial e na realidade é um negocio de um só dono, o Doria, dando a entender que é uma ONG não lucrativa, na realide é um business dele que dá a impressão que é uma entidade.
FHC tem sua biografia já pronta, não consigo perceber o que ganha com esses obas-obas, parece apenas vaidade,
os convivas adoram porque é uma oportunidades de uma viagem rapida e agradavel, shopping para as esposas,
grande parte, senadores e quetais não gastam um tostão, mas não acho que isso agregue capital politico aos tucanos,
fazer banquetagem com os gringos na Park Avenue não gera voto, até pega mal, aumenta a percepção anti-povo que lhes carimba a legenda, que má ideia. O PT faz coisas aberrantes mas tem concorrentes fortes no tucanato.
Gabriel G
15 de maio de 2015 1:54 pmThe Economist destaca a politicagem de Renan no caso de Fachin
Enquanto a mídia brasileira fica fazendo malabarismos para assassinar a reputação de Fachin, a The Economist destaca a politicagem de Renan e dos senadores para tentar impedir a aprovação de Fachin.
Segue o texto na íntegra:
The Americas
Brazil’s supreme court
Courtly intrigue
The battle between president and Congress moves to the judiciary
May 16th 2015
WHEN a Brazilian president picks someone to serve on the supreme court, he (or she) expects the choice to be waved through. The last time Congress rejected a nominee to the highest court was in 1894, when it turned down a former army medic and writer whose judicial experience consisted of serving on a military tribunal during the Paraguay war of 1865-70. Luiz Fachin, a former state prosecutor and expert in family law, is better qualified. But on May 12th he was subjected to a grilling by the Senate’s justice commission the likes of which no recent candidate has experienced.
The panel ended up approving him, by a vote of 20 to seven. But the Senate Speaker, Renan Calheiros, nominally a coalition ally of the president, Dilma Rousseff, has made it plain that Mr Fachin’s confirmation in a secret ballot of the full Senate on May 19th will be no mere formality.
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The Americas
Brazil’s supreme court
Courtly intrigue
The battle between president and Congress moves to the judiciary
May 16th 2015
WHEN a Brazilian president picks someone to serve on the supreme court, he (or she) expects the choice to be waved through. The last time Congress rejected a nominee to the highest court was in 1894, when it turned down a former army medic and writer whose judicial experience consisted of serving on a military tribunal during the Paraguay war of 1865-70. Luiz Fachin, a former state prosecutor and expert in family law, is better qualified. But on May 12th he was subjected to a grilling by the Senate’s justice commission the likes of which no recent candidate has experienced.
The panel ended up approving him, by a vote of 20 to seven. But the Senate Speaker, Renan Calheiros, nominally a coalition ally of the president, Dilma Rousseff, has made it plain that Mr Fachin’s confirmation in a secret ballot of the full Senate on May 19th will be no mere formality.
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Mr Fachin’s travails have little to do with jurisprudence and everything to do with a power struggle between an unruly Congress and an enfeebled president. The two sides have been tussling ever since the start of Ms Rousseff’s second term in January. The new battleground is the supreme court, the final interpreter of the constitution. On May 5th Congress amended the constitution to raise the age at which judges on higher federal courts must retire from 70 to 75. This could deprive Ms Rousseff of five supreme court nominations she had expected to be able to make before her term ends in 2018.
In principle, tougher congressional scrutiny and a higher retirement age are good ideas. The constitutional reform makes it easier for Congress to raise the retirement age for all public officials, which could save the government 4 billion reais ($1.3 billion) a year in pension payments. Mr Fachin’s inquisitors questioned him about his earlier political support for Ms Rousseff. He said he would be above party.
But the senators have less high-minded motives for their diligence. One is their struggle with the president, whose popularity has slumped because of a weakening economy and a multi-billion-dollar corruption scandal at Petrobras, the state oil company. Another motive, some suspect, is that eight members of the justice commission are being investigated in connection with the Petrobras scandal; they are among the 34 congressmen who face such investigations. All deny wrongdoing.
Only the supreme court can try elected federal officials, so the senators are vetting someone who could sit in judgment on them. Mr Fachin, if he is confirmed, would fill a seat left vacant by the retirement of Joaquim Barbosa, the first black justice. He became a popular hero for his pursuit of politicians embroiled in an earlier scandal. Ordinary Brazilians hope that Mr Fachin, if called upon, will be equally fearless.