4 de junho de 2026

Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

24 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Pedro Rinck

    25 de dezembro de 2015 3:17 am

    Feliz Natal

     

    Feliz Natal  A vida é uma dança…

    Quando uma porta se fecha, outra se abre; quando um caminho termina, outro começa… nada é estático no Universo, tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor. 

    Habitue-se a pensar desta forma: tudo que chega é bom, tudo que parte também. 

    É a dança da vida… dance-a da forma como ela se apresentar, sem apego ou resistência.

    Não se apavore com as doenças… elas são despertadores, têm a missão de nos acordar. 

    De outra forma permaneceríamos distraídos com as seduções do mundo material, esquecidos do que viemos fazer neste planeta. 

    O universo nos mandou aqui para coisas mais importantes do que comer, dormir, pagar contas…

    Viemos para realizar o Divino em nós. 

    Toda inércia é um desserviço à obra divina. 

    Há um mundo a ser transformado, seu papel é contribuir para deixá-lo melhor do que você o encontrou. 

    Recursos para isso você tem, só falta a vontade de servir a Deus servindo aos homens.

    Não diga que as pessoas são difíceis e que convivência entre seres humanos é impossível. 

    Todos estão se esforçando para cumprir bem a missão que lhes foi confiada. 

    Se você já anda mais firme, tenha paciência com os seus companheiros de jornada. 

    Embora os caminhos sejam diferentes, estamos todos seguindo na mesma direção, em busca da mesma luz.

    E sempre que a impaciência ameaçar a sua boa vontade com o caminhar de um semelhante, faça o exercício da compaixão. 

    Ele vai ajudá-lo a perceber que na verdade ninguém está atrapalhando o seu caminho nem querendo lhe fazer nenhum mal, está apenas tentando ser feliz, assim como você.

    Quando nos colocamos no lugar do outro, algo muito mágico acontece dentro de nós: o coração se abre, a generosidade se instala dentro dele e nasce a partir daí uma enorme compreensão acerca do propósito maior da existência, que é a prática do AMOR. 

    Quando olhamos uma pessoa com os olhos do coração, percebemos o parentesco de nossas almas. 

    Somos uma só energia, juntos formamos um imenso tecido de luz… 

    Não existem as distâncias físicas. 

    A Física Quântica já provou que é tudo uma ilusão. 

    Estamos interligados por fios invisíveis que nos conectam ao Criador da vida. 

    A minha tristeza contamina o bem-estar do meu vizinho, assim como a minha alegria entusiasma alguém do outro lado do mundo. 

    É impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso. 

    O exercício diário da compaixão faz de nós seres humanos de primeira classe.

    Uma linda semana de Natal !
     

    1. Anna Dutra

      25 de dezembro de 2015 3:24 pm

      Muito Obrigada Pedro
      Obrigada por nos lembrar.

      Que a semana seja de Paz para todos nós.
      Lindo texto.

      “É impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso.”

      E um 2016 suave e próspero.

  2. NanaL

    25 de dezembro de 2015 3:46 am

    A boneca Pierina

    A boneca Pierina

    Quinta feira 17 de dezembro, sinto que todos em casa estão estranhos à mesa nesta manhã, sabe aquele olhos nos olhos? Estamos sem WhatsApp e no entanto há vida nesta casa, começou com um “passa o pão” e a palavra tagarelice se fez bem vinda ao meu lar.Passamos para a sala, montamos juntos as luzinhas natalinas, e entretidos a lembrar natais passados,minha filha  pergunta.

    -Mãe, qual o presente de Natal que mais marcou a sua vida?

    Tooiiiiimmm!Em segundos viajei no tempo e respondi.

    – Pierina! A minha boneca Pierina.

    Eu tinha quase 6 anos de idade e todas as noites era colocada uma bacia de alumínio de mais ou menos 80cm de largura embaixo da rede em que eu dormia , porque até aquela idade ainda fazia xixi na cama ou melhor na rede. As noites eram tenebrosas para uma criança que via pela janela monstros tentando entrar quando não passavam na verdade de sombras de galhos ao vento. Todas as tentativas para resolver o problema do xixi noturno fracassaram.

    Chegou o natal e no amanhecer do dia 25 misteriosamente a bacia tinha desaparecido, no lugar uma caixa enorme que Papai Noel tinha me deixado, dentro dela uma boneca chamada Pierina. Sai correndo com a boneca na mão para brincar com as crianças da minha rua, quando papai gritou.

    -Aninha!

    Olhei para trás e ele me mostrou um papelzinho dobrado que estava dentro da caixa e que eu não tinha visto. Leu bem alto para mim:

    Sou Pierina a boneca que ri

    Mas não posso ficar

    Se minha dona à noite fizer xixi.

    Segundo contavam meus pais a partir daquele dia a bacia amanhecia seca e foi retirada depois de uma semana.

    Minha filha ria da minha história quando meu caçula entrou e berrou .

    -Telegrama, telegrama!

    Quem nos mandaria um telegrama? Achei que não se usasse mais!

    -Telegram, mãe! O aplicativo que substitui o WhatsApp!

    De repente na sala só eu e as luzinhas de natal piscando. Respirei fundo e gritei.

    – Ei! eu também quero esse  telegrama! E sai correndo atrás dos meninos.

    Ana Lacerda

     

  3. Anna Dutra

    25 de dezembro de 2015 7:38 am

    Victoria: poesia, perigo, liberdade e pecado.
    http://m.oglobo.globo.com/cultura/filmes/filme-alemao-tem-plano-sequencia-de-134-minutos-sobre-assalto-banco-18363480

    Filme alemão tem plano-sequência de 134 minutos sobre assalto a bancoAtriz e diretor de ‘Victoria’, que está em cartaz, falam das dificuldades da gravação

    POR FABIANO RISTOW

    24/12/15 – 15p4 | Atualizado: 24/12/15 – 15p1

     
    RIO — Em “Victoria”, em cartaz no Brasil desde esta quinta-feira, os personagens principais dançam numa boate, roubam um carro no meio da rua e bebidas alcoólicas de uma loja de conveniência, brigam na calçada, usam drogas na cobertura de um prédio, vivem momentos românticos e, no clímax, invadem um banco e participam de uma intensa troca de tiros em vielas de Berlim. O longa tem extensos 134 minutos e é filmado num único plano-sequência, isto é, a câmera foi ligada e, durante todo aquele tempo, o que ela capturou é que o está nas telas. Ao contrário de alguns consagrados filmes que se propuseram a usar a mesma técnica, como “Festim diabólico” (1948) e “Birdman” (2014), não há truques nem cortes escondidos em “Victoria”. Pelo menos é o que a equipe alega, assim como o material de marketing da produção, que aqui no Brasil estampou nos cartazes, com letras garrafais, a informação sobre a existência do plano-sequência.

    Embora o formato chame a atenção, ele não é garantia de um bom filme. Mas, no Festival de Berlim, ele venceu o Urso de Prata de contribuição artística pela fotografia de Sturla Brandth, enquanto parte da crítica atribuía à obra do cineasta Sebastian Schipper o mérito de não se apoiar totalmente em sua complexa técnica e por focar, também, na dramaturgia e no desenvolvimento de seus personagens.

    — A protagonista, Victoria, foi uma boa moça a vida inteira. Seguiu todas as regras e acabou sem nada. Estudou intensamente, mas, no fim, ouviu que não era talentosa o suficiente. Será que ela é um exemplo para nós? Esse é um dos principais questionamentos do filme — diz o alemão Sebastian Schipper, mais conhecido por seu trabalho como ator em filmes como “Corra, Lola, corra” (1998).

    DOZE DIAS DE ENSAIOS

    O filme gira em torno da personagem-título, vivida pela espanhola Laia Costa, a partir do momento em que ela sai de uma festa às 4h da manhã e conhece um grupo de alemães. Morando há pouco tempo em Berlim, a garota se aproxima dos rapazes, ainda que, aos poucos, fique claro que as intenções deles não são lá muito bondosas. A trama justifica a amizade repentina e inusitada entre os jovens quando se aprofunda no passado de Victoria. Numa das cenas mais intimistas, ambientada numa lanchonete, ela explica a Sonne (Frederick Lau) que praticou piano durante toda a infância, mas foi rejeitada pelo conservatório, terminando solitária e buscando companhia numa cidade que mal conhece. Victoria decide ajudar os novos colegas num plano obscuro, e não volta atrás nem quando fica evidente que se trata de assaltar um banco. Todo o filme é contado pelo ponto de vista de Victoria.

    [video:https://youtu.be/eUmrewmeOCQ%5D

    — A parte mais complicada foi memorizar os detalhes técnicos ao mesmo tempo em que eu tinha que permanecer no personagem — lembra a atriz Laia Costa. — A gente não tinha a opção de parar e dizer: “Podemos repetir essa cena, por favor?”. Nesse projeto, o diretor de fotografia se assemelha a um jornalista de guerra tentando registrar a ação. O plano-sequência é uma contribuição importante para a história no sentido de que ele captura a atmosfera de urgência e perigo, o interior dos personagens, a vida noturna de Berlim e as emoções cotidianas de uma maneira extremamente autêntica.

    Para sincronizar todos os eventos do enredo, foram necessários 12 dias de ensaios. Ao longo da projeção, são usadas mais de 20 locações. E mais de 150 figurantes trabalharam sob a coordenação de seis assistentes de direção.

    Para justificar a opção de filmar em plano-sequência, Sebastian Schipper cita um trecho do romance “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley: “Mas eu não quero conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo autêntico, quero a liberdade, quero a bondade. Quero o pecado”.

    — Para mim, isso é o cinema, e é por isso que fazemos filmes. Na maior parte das vezes o que vemos são obras dentro de zonas de conforto. “Victoria” não é algo banal como (o jogo) “Candy crush”. É poesia, perigo, liberdade e pecado.

    ERRO ENTROU NO FILME

    Foram três tentativas para rodar o filme. A versão lançada nos cinemas é a última. Mesmo assim, houve momentos de tensão. Na cena que sucede o assalto ao banco, por exemplo, Laia Costa deveria dirigir um carro por um trajeto específico. Só que ela errou o caminho, então o pânico dos outros atores e as súplicas para que ela vire na esquina certa são genuínos. Quando o cinegrafista percebeu que o carro estava passando por integrantes da equipe que estavam parados nas calçadas, tomou a decisão de deitar no banco e filmar a cena por baixo. Todo esse momento de desespero está registrado nas telas. Até mesmo o diretor, que estava escondido no chão do veículo, começou a gritar orientações, com medo de que toda a sequência, até então rodada como planejada, fosse desperdiçada. A voz dele, contudo, foi retirada durante a pós-produção. O cineasta diz que nada deu errado nas duas primeiras tentativas. Mas elas não teriam sido boas o suficiente.

    ‘Quando assisti ao filme completo, foi um momento emocionante, profundo, feliz e avassalador’

    – Sebastian SchipperDiretor

    — Filmar “Victoria” foi como criar uma máquina, como os Irmãos Wright fizeram com o avião. Na primeira tentativa, o avião não voou direito. Na segunda, faltou poesia. Já na terceira, o avião voou, e com graciosidade.

    Schipper descreve a sensação de quando a câmera foi finalmente desligada, com o dia amanhecendo:

    — Estávamos exaustos e vazios. Na minha cabeça, o resultado parecia positivo, mas eu, obviamente, ainda não tinha avaliado nenhuma cena num monitor ou numa sala de edição, como se faz numa produção tradicional. Então, apesar da sensação otimista, foi apenas no dia seguinte, quando assisti ao filme completo, que soube que tínhamos o resultado que queríamos. E aí, sim, foi um momento emocionante, profundo, feliz e avassalador.

  4. Cleofas

    25 de dezembro de 2015 10:06 am

    Em SP, a Rede Bandeirantes de João Saad está à frente do golpe

     

    Fotos do golpista João Saad. Simpático, não? Ele confia na polícia do Alckmin para defendê-lo.

    empresário bJoão/b Carlos bSaad/b, conhecido pela alcunha bde/b JohnnyDono bda/b bBand/b propôs novo projeto para o "Miss Brasil Universo ...

  5. Gilberto Cruvinel

    25 de dezembro de 2015 11:26 am

    Para Domenico de Masi, disputa entre situação e oposição …

    Para Domenico de Masi, disputa entre situação e oposição destruiu o Brasil

    Sociólogo italiano lança livro em que faz previsões para o país em 2025

     

    por Leonardo Cazes

    de O Globo

     

    Previsões. Sociólogo italiano Domenico de Masi analisa como será o Brasil em 2025 – RegisFilho / Valor
     

    RIO – Domenico de Masi é um otimista incorrigível. Dois anos após lançar “O futuro chegou” (Casa da Palavra), em que mergulhou nas interpretações do Brasil feitas por nomes como Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, o sociólogo italiano volta a escrever um livro sobre o país, mas agora apontando para o futuro. Em “2025 — Caminhos da cultura no Brasil” (Sextante), ele faz previsões sobre a cultura brasileira daqui a uma década. Seu diagnóstico foi baseado num questionário respondido por 11 representantes de diferentes áreas: Caio Túlio Costa, Cláudia Leitão, Cléber Eduardo Miranda dos Santos, Cristovam Buarque, Fábio Magalhães, Gloria Kalil, Jaime Lerner, Leonel Kaz, Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti, Paulo Werneck e Tárik de Souza.

    De Masi afirma que o mundo vive uma crise cultural pela falta de projetos capazes de orientarem o futuro. E, apesar do momento difícil pelo qual passa o Brasil, o sociólogo acredita que o país, por suas características culturais únicas, é capaz de oferecer um modelo alternativo de sociedade para a Europa e os Estados Unidos. Em entrevista ao GLOBO, por e-mail, ele explicou suas decisão de consultar 11 intelectuais antes de formular o seu prognóstico para os próximos dez anos.

    — A ideia para esta pesquisa surgiu de críticas que recebi por causa do meu último livro. Fui acusado de superficialidade intelectual e de não conhecer a estrutura e a cultura do país. Então, eu queria ouvir a opinião de 11 intelectuais para entender como as coisas realmente são — afirma o sociólogo.

    A economia do Brasil encolhe, a instabilidade política é grande. Mesmo nesse cenário, o senhor continua acreditando que o Brasil pode oferecer um modelo alternativo para a Europa e os Estados Unidos?

    Vista de fora, a situação brasileira nos últimos anos se caracterizou por uma impressionante disputa autodestrutiva entre os grupos no poder e na oposição. Os dois lados fizeram o possível para levar o Brasil à falência. E, ao menos em parte, eles tiveram sucesso. O mundo, que agora ganhou um profundo apreço pelo Brasil, se pergunta por que a classe dominante tem demonstrado tamanha miopia para destruir esse tesouro, o progresso socioeconômico que tornou o Brasil tão admirado no grupo dos BRICs. Mas as qualidades antropológicas do povo brasileiro continuam presentes, apesar de suas elites políticas, e continuam a oferecer um exemplo precioso que perpassa o pacifismo, a miscigenação, a estética e o ecletismo cultural.

    ‘A situação brasileira se caracterizou por uma impressionante disputa autodestrutiva entre os grupos no poder e na oposição. Os dois lados fizeram o possível para levar o Brasil à falência. E, ao menos em parte, eles tiveram sucesso’

    – DOMENICO DE MASI, Sociólogo italiano

    O senhor afirma nos seus dois últimos livros que o Brasil é o país do futuro e que esse futuro chegou. Por que então o sentimento do brasileiro é de uma crise sem fim?

    Todos os países no mundo estão em uma crise profunda: em alguns, a crise econômica, em outros, a crise da guerra. Mas em todos há uma crise cultural, uma crise de identidade. Nenhum país tem um modelo que inspire seu destino no médio e longo prazo. As duas únicas forças que têm um modelo a oferecer são a Igreja do Papa Francisco e o Estado Islâmico.

    E como isso afeta o Brasil?

    O Brasil ganhou sua identidade apenas no século XX, graças ao trabalho de grandes cientistas sociais, os chamados “inventores do Brasil”: Joaquim Nabuco, Euclides da Cunha, Gilberto Freyre, Florestan Fernandes, Raymundo Faoro, Sérgio Buarque de Holanda. Graças a esses intelectuais, que “revelaram o Brasil aos brasileiros”, como disse Fernando Henrique Cardoso, o povo brasileiro se tornou consciente da sua própria cultura e de suas pragas endêmicas: a corrupção, a violência, a desigualdade, o analfabetismo. Ao mesmo tempo, o PIB cresceu em média 1,6 ponto nos anos 1980, 2,6 pontos nos anos 1990 e 3,9 pontos na primeira década dos anos 2000. Por causa das políticas social-liberais de FHC e Lula, a classe média cresceu e a riqueza foi redistribuída. No entanto, desde 2013 há uma reação neoliberal, sustentada pelos erros e a corrupção da esquerda, que está alimentando esse sentimento de crise que deixa um país rico como o Brasil se sentindo pobre e sem futuro.

     

    “2025 — Caminhos da cultura no Brasil” parece um desdobramento de “O futuro chegou”. Agora, o senhor tenta antever o futuro. Que traços do passado vão continuar presentes em 2025?

    O passado do Brasil é marcado por duas características incríveis. A primeira é sua vocação para a paz demonstrada ao longo de 500 anos de boas relações com seus 11 vizinhos no continente, com exceção da guerra com o Paraguai, enquanto os países europeus ficam brigando entre si indefinidamente. A segunda característica é a miscigenação, que permite uma coexistência quase pacífica entre dúzias de grupos étnicos de todo o mundo. Essas duas características estão sedimentadas no curso da história do Brasil e vão marcar o futuro também. Em um mundo dilacerado por conflitos e ondas de migração, o Brasil já é um modelo de coexistência pacífica tanto externamente quanto internamente.

    Um dos pontos centrais para se pensar a cultura em 2025 é a inter-relação entre o local e o global. Como a cultura brasileira vai se inserir nesses circuitos globais?

    A terceira característica única da cultura brasileira é sua habilidade sensacional para pegar, digerir e assimilar diferentes culturas. Nada pode ser mais oposto, por exemplo, do que as culturas indígenas e a dos portuguesas, que ainda assim se juntaram e permitiram a criação de outra cultura, mameluca, original e frutífera. O Brasil está assimilando a cultura global sem perder as características positivas da sua cultura local. É aí que reside a superioridade do Brasil em relação à Europa, que, ao contrário, é muito mais americanizada.

    ‘O Brasil está assimilando a cultura global sem perder as características positivas da sua cultura local’

    – DOMENICO DE MASI, Sociólogo italiano

    O senhor tem uma visão otimista sobre o Brasil, ao contrário de grande parte dos brasileiros. De onde vem o seu otimismo?

    Nelson Rodrigues disse que o “Brasil não é popular no Brasil”. Mas, na verdade, poucos países no mundo são tão amados por seus habitantes. Pessimistas, no Brasil assim como em qualquer país no mundo, são a maioria dos intelectuais. Noam Chomsky é pessimista em relação aos Estados Unidos. Pessimistas somos Umberto Eco e eu em relação à Itália. Meu otimismo vem do fato de que eu conheço bem o Brasil, suas enormes diferenças naturais e antropológicas, sua história, seus talentos. E eu conheço bem o resto do mundo para fazer uma comparação embasada.

     

  6. Cláudio Montezuma

    25 de dezembro de 2015 11:44 am

    Aproveitem a liquidação

    Copiei do Conversa Afiada

    … Feliz Natal a todos … !!!

    Miniatura

     

  7. Eduardo Ramos

    25 de dezembro de 2015 11:50 am

    da guerra civil…….

    Fico pensando…. o que é como pessoa, como ser humano, quem chama Chico Buarque de Holanda de “merda”, exclusivamente por motivos ideológicos…? A essência da intolerância, da mediocridade, de demência até, porque denota uma incapacidade absoluta de enxergar a grandeza de Chico como artista, como pessoa corajosa ao enfrentar a ditadura, como brasileiro que fez canções históricas, magníficas, sobre as mulheres, tantas, sobre os desfavorecidos, os pedreiros, as prostitutas, os guris das favelas…

    Uma obra tão absurdamente magnífica, que ninguém ousaria listar nossos maiores cinco artistas de todos os tempos, sem citar seu nome…. Muitos o colocariam no topo da lista.

    Então, para esses indigentes mentais se ele fosse mais um “da turma do Aécio”, como eles são, seria “um cara do bem”, “um não vendido”, de “merda” seria ídolo, não por sua obra, claro, ou sua história linda de vida, “mas pela lucidez de sentir nojo dos petralhas….”

    É a intolerância em seu ponto máximo, visceral, a incapacidade total de conviver com a diferença ideológica….

    É uma guerra civil ESTABELECIDA, por enquanto, com o uso “apenas” de constrangimentos e ofensas verbais….

    Mas eles têm medo de nós……

     

     

  8. maria rodrigues

    25 de dezembro de 2015 1:20 pm

    Fernanda Torres está sendo a

    Fernanda Torres está sendo a protagonista do final de semana. Pelo que li no 247, ela entende que o impeachment só serviria para livrar o PT da responsabilidade pela crise. Ou seja, ela prefere o quanto pior, melhor, tal como os oposionistas ao proporem que Dilma permancesses no poder até sangrar. 

    Marília Pera, como outros artistas, tiveram oportunidade de vir a público para dizer que se arrependiam de ter se envolvido com política. Pensando bem, já que se envolve, pelo menos seja coerente, e seja, sobretudo, parcimonioso, pra não perder o brilho. Assim faz Chico Buarque. 

    Eu, particularmente, sempre vi Fernanda Torre, como vejo sua mãe e via seu pai, como pessoas politizadas, importantes demais como artistas. Fernanda podia passar sem essa, de dar opiniões sobre política que em nada contribui para o desenvolvendo do País, onde ela já fez história. 

     

  9. anarquista sério

    25 de dezembro de 2015 2:03 pm

    Este blog lutou com todas  as

    Este blog lutou com todas  as forças pra acabar com a Lava Jato–Não conseguiu .

      Este blog dizia que as empresas PILANTRAS não podiam acabar–por enquANTo, não conseguiu.

      Elio Gaspari escreve : ”Os defensores do abrandamento dos acordos de leniência sustentam que a Lava Jato abala negócios, desemprega trabalhadores e inibe a economia. É um argumento parecido com aquele usado pelos defensores do tráfico negreiro no século 19, mas essa é outra discussão.”

      Digo eu traduzindo : Era o argumento CONTRA  a libertação dos escravos.–O Brasil iria quebrar.

      Este blog é colonialista,embora tenha um verniz de proguessista.

              Coluna magistral aqui :

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/eliogaspari/2015/12/1722332-dilma-aderiu-aos-oligarcas.shtml

    1. luisnassif

      25 de dezembro de 2015 2:22 pm

      O Gaspari faria melhor para o

      O Gaspari faria melhor para o país se ocntasse as ligações da OAS com jornalistas nos anos 80 e do ACM com os jornais. É uma imensa bobagem comparar o tráfico negreiro com empresas que detém tecnologia, capacidade de produção. Sö um craque como ele, que conseguiu transformar o Figueiredo em inttelectual, para defender essa tese esdrúxula.

      1. anarquista sério

        25 de dezembro de 2015 3:44 pm

        A resposta remonta aos anos

        A resposta remonta aos anos 80.

         Aonde eu curtia LSD.E Vivia em Londres;

                  E Dexamil tbm.

                    Maconha era banal.

         Guerra contra o Ira ( fui um dos atuantes)

           Não terminei a faculdade—terminei em 1991

                  O mundo era outro.

                    E Nassa responde com esse passado ?

                    Até no mundo do médico Nostradamus, o mundo era mais interessante,

                   FIGUEIREDO NUNCA FOI INTELECTUAL, E NEM GASPARI TENTOU PROVAR ISSO.

                    

        1. luisnassif

          25 de dezembro de 2015 4:24 pm

          Claro que tentou. O tríplice

          Claro que tentou. O tríplice coroado, o especialista em matemática. No meu curto período de Secretário de Redação da Folha editei duas páginas desancando essas bobagens e a entrevista dele com Golbery.

        2. Aldo Cardoso

          25 de dezembro de 2015 7:12 pm

          Vê-se que os efeitos ainda…

          Vê-se que os efeitos ainda perduram porque drogas são assim, qdo não matam, alejam.

          “…Aonde eu curtia LSD.E Vivia em Londres;

                    E Dexamil tbm….”

           

           

          1. Aldo Cardoso

            25 de dezembro de 2015 9:09 pm

            Vê-se que os efeitos ainda…

            Corrigindo:

            Vê-se que os efeitos ainda perduram porque drogas são assim, qdo não matam, aleijam.

            “…Aonde eu curtia LSD.E Vivia em Londres;

                      E Dexamil tbm….”

  10. Sérgio T.

    25 de dezembro de 2015 2:11 pm

    Bom diagnóstico, remédio duvidoso

    [video:https://youtu.be/mKmOtmsViNs%5D

    Uma discusão importante!

    O diagnóstico é muito bom, mostra quem realmente comanda o processo. Haveria muito a ser dito ainda, mas o vídeo serve como um bom ponto de partida. Os governos “operam” principalmente para eles. Para nós fica apenas uma pequena parcela da “verba” arrecadada, a qual os diferentes governos (e diferentes partidos), manejam de maneira pouco diferente, apenas mais ou menos abrangente sob o ponto de vista “popular”, porém sem conseguir mudar o eixo central do poder, pois também estão enroscados na mesma teia de poder e dela dependem profundamente.

    Já o “remédio” que ele defende, a democracia direta, é um método ingênuo e virtualmente impraticável, visto que prevê comitês reguladores e várias pessoas lidando com informações privilegiadas, portanto sem escapar das relações do poder, ou seja, da política. Um governo dos “melhores” escolhido por testes, provas ou nível de estudo formal é uma ilusão. O Iluminismo e o positivismo já pregaram e tentaram ordenar a sociedade por princípios ditos “racionais” e embora tenham influenciado muito a doutrina socio política, fracassaram no principal, pois nunca há consenso sobre quem são realmente os melhores. A complexidade social e o número de seres humanos envolvidos nos dias atuais, torna a democracia direta frágil. O voto popular universal, com todas as suas limitações, ainda deve seguir soberano. Marx também tentou mudar o eixo do poder, mas prefiro seus diagnósticos do que a sua solução. Hoje, depois de várias leituras considero o comunismo (o dos livros, o real e sua ditadura do proletariado são indefensáveis) mecanicista, limitador e até relativamente ingênuo. Não existe uma classe “do bem” ou “progressista” e muito menos “revolucionária” seja operária ou pequena e média empresaria. As grandes mudanças e revoluções só ocorrem em situações limite e na maioria das vezes as mudanças mais radicais se suavizam e se diluem, oferecendo novos velhos problemas.

    Quanto ao povo em geral, a verdade é que todos preferem tocar a sua vida medíocre (média) e deixar que outros pensem e tomem as decisões, inclusive aqueles que vivem reclamando, dando a entender que não são assim, mas são. Porém que tudo é discutível e melhorável, e nesse sentido há muito que mudar. 

    A política sempre será necessária, ela é uma ferramenta civilizatória. Os erros, omissões e falcatruas não ocorrem por culpa dela, mas sim pelo fato de seus operadores sermos nós, seres imperfeitos, corrompedores e corrompíveis. 

    Vale a pena tirar meia hora para assistir, mas quase ninguém assiste a vídeos com mais de 3 ou 4 minutos… Muitos na internet “palpitam”, mas na realidade pensam pela cabeça dos outros e nem sabem. Desde sempre o senso comum reina absoluto na história humana…

    Uma pena!

    1. Sérgio T.

      25 de dezembro de 2015 2:27 pm

      No começo ele babaqueia, mas…

      [video:https://youtu.be/YXxrKzBnZAk%5D

  11. Jose mestre Carpina

    25 de dezembro de 2015 2:34 pm

    Levy: O que se esperava dele…..e o que ele fez…

  12. anarquista sério

    25 de dezembro de 2015 4:40 pm

    Quem inventou maçã na

    Quem inventou maçã na maionese ?

      Não dá liga,meu,

      Que horror !!!!

  13. anarquista sério

    25 de dezembro de 2015 6:04 pm

    O convertido escreveu isto

    O convertido escreveu isto :Sem medo de ter vergonha.E muito menos de ser pró corruptos.

  14. Aldo Cardoso

    25 de dezembro de 2015 6:24 pm

    Piada no salão

    Para quem ainda não leu/viu/ouviu

    Painel da Folha – 18/12/2015

    CONTRAPONTO

    Piada no salão

    O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) discursava animadamente na tribuna durante a sessão do Congresso desta quinta-feira (17) quando viu que seu tempo estava prestes a terminar. Pediu, então, para que Romero Jucá (PMDB-RR), que presidia os trabalhos no lugar de Renan Calheiros, estendesse sua fala:
    — Presidente, mais um minuto, por favor… Ou não vou ter tempo de elogiá-lo — disse Ribeiro, em tom galante.
    Jucá concedeu mais um minuto. Mas não perdeu a oportunidade de fazer galhofa com o vice-presidente, Michel Temer, que comanda sua legenda:
    — Manda o elogio por carta. Está na moda!

  15. GalileoGalilei

    25 de dezembro de 2015 6:30 pm

    Uma fábula

    Não é de Natal… pode ser “consumida” todos os dias do ano:

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=SApxWAxSHoQ align:center]

  16. GalileoGalilei

    25 de dezembro de 2015 10:29 pm

    Culturinha

    Teste do Sakamoto:

    Quem disse o quê?

    Assinale a alternativa correta:

    1) Não pensem que vim trazer paz. Vim trazer a espada. Vim causar a divisão entre filho e pai, filha e mãe, nora e sogra. Criar inimigos dentro da própria casa
    ( ) Jesus de Nazaré
    ( ) Karl Marx

    2) No final das contas, será muito difícil salvar um rico.
    ( ) Jesus de Nazaré
    ( ) Karl Marx

    3) Venda tudo o que tem e dê aos pobres.
    ( ) Jesus de Nazaré
    ( ) Karl Marx

    4) Não importa o quanto você tem. Importa quem você é.
    ( ) Jesus de Nazaré
    ( ) Karl Marx

    Respostas: 1) Jesus (Mateus 10: 34-39); 2) Jesus (Lucas 18:18-30); 3) Jesus (Mateus 19:21); 4) Jesus (Mateus 6: 19-21)

    Resultados: Se você acertou todas, meus pêsames. Estes últimos tempos de intolerância e falta de diálogo devem estar bem pesados pra você, né?

    http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2015/12/25/neste-natal-responda-o-teste-sem-titubear-jesus-de-nazare-ou-karl-marx/

  17. GalileoGalilei

    25 de dezembro de 2015 11:43 pm

    El País x Ley de Medios

    Do El Pais:

    Maurício Macri decreta fim do controle kirchnerista da mídia Argentina

     

     A Lei de Meios de Comunicação foi um dos símbolos do Governo de Cristina Kirchner

    http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/23/internacional/1450887728_777766.html

    Eta manchete safada do El País.

Recomendados para você

Recomendados