4 de junho de 2026

Força Nacional conclui preparação para a Copa

 

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Brasília, 17/5/14 – Faltando 26 dias para a Copa do Mundo no Brasil, a Força Nacional (FN) já está pronta para atuar. A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) apresentou, na manhã deste sábado (17), em Brasília (DF), a última turma capacitada para o Mundial de futebol, com cerca de 600 bombeiros e policiais militares, além de profissionais de perícia.

Nos próximos dias, equipes serão enviadas para reforçar as ações de segurança pública em Natal (RN) e Cuiabá (MT) – cidades-sede da Copa.  Além do apoio direto a esses estados, cujos governos já solicitaram apoio da Força Nacional, a tropa também irá participar de operações em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro.

Segundo a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, a FN é uma força de contingência e poderá agir no apoio às forças estaduais e federais assim que for solicitada. “Nós temos um cadastro de 10,6 mil profissionais de segurança pública e chamaremos dentro do que for necessário. Estaremos em pontos estratégicos do país, com facilidade de locomoção para onde for necessário”, assegurou.

A respeito da qualificação do efetivo, o diretor-geral da Força Nacional, tenente coronel Alexandre Aragon, explicou que todos os profissionais mobilizados têm cinco anos de experiência, no mínimo. “Fazemos aqui uma instrução de nivelamento de conhecimento, onde os protocolos operacionais padrão da Força Nacional são passados. Aliado a isso, face aos grandes eventos, fizemos um preparo para distúrbios civis nas normas de procedimento da ONU em direitos humanos”, garantiu.

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 Allan de Carvalho

Ministério da Justiça
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Foto: Isaac Amorim/ Ag:MJ

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7 Comentários
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  1. Pachecão

    18 de maio de 2014 10:29 pm

    Prontos mesmo estão os

    Prontos mesmo estão os moçambicanos, os tanzanianos, os chineses, os cataris, e todos os outros de mais 41 países que estão a caminho ou já se encontram por aqui.

    Vai sobrar porrada prá todo lado sem direito a reclamação pro bispo.

     

    1. Carlos Dias

      18 de maio de 2014 11:04 pm

      Pachecão, só dá vc, meu filho..

      Dá um tempo.. Larga um pouco o PC… Vai ao cinema, vai dar um giro pela cidade, pega alguma coisa pra fazer..

      Tá cheio de mulher bonita pela rua.. Nessa época do ano todos andam mais arrumadinhos…

      Dá uma voltinha ai num shops centis próximo da tua casa… 

      Dá um tempo…. Curte um pouco tua vida… Chatice não é virtude…

  2. òtimo

    18 de maio de 2014 11:02 pm

    Cadê os tnaques??

    Cadê os tnaques??

  3. jns

    18 de maio de 2014 11:18 pm

    TIROS EM MANIFESTANTES E POLICIAIS

    “Durante as comemorações de gols, serão disparados tiros sobre os manifestantes e policiais em São Paulo e no Rio de Janeiro” – informação do rádio retransmitida pelo pai da moça que trabalha para a minha mãe.

    ***

    Brasileiros querem ver seu país perder a Copa do Mundo

    A heresia na rua: ‘”Eu adoraria ver o time Brasil perder todos os jogos”.

    Global Post | Ioan Grillo  | 16 de maio de 2014

    RIO DE JANEIRO, Brasil – Quando o Brasil foi premiado com a hospedagem da disputa da Copa do Mundo de Futebol de 2014, parecia uma acefalia que fosse do agrado do país conhecido como o mais qualificado e mais apaixonado do mundo pelo “jogo bonito”.

    “Vamos tentar entrar nas zonas de exclusão de qualquer maneira e vamos para o confronto”, disse o afiliado ao Black Bloc paulista, que se identificou apenas pelo apelido AM por causa do risco de ser preso. “Há um objetivo claro: se entrarmos na zona de exclusão, ganharemos…”

    Brasil protestar 2014 05 15

    “Amor à pátria e ódio ao Estado” – Christophe Simon / Getty Images

    O amor do Brasil e o domínio da bola ganhou um recorde de cinco Copas do Mundo, e o país é muitas vezes descrito, religiosamente, como “uma Meca para o futebol”, ou simplesmente o “País do Futebol”.

    As vitórias anteriores foram recebidas com festas carnavalescas, celebradas das favelas aos resorts de praia exclusivas.

    Mas, ao aproximar a data do jogo inaugural do Brasil contra a Croácia, em 12 de junho, milhares de manifestantes afirmam que não estão apenas descontentes com o torneio, mas , na verdade, querem que a equipe do Brasil seja derrotada miseravelmente.

    “Eu adoraria ver a equipe Brasil perder todos os jogos e ser jogada para fora na primeira rodada”, diz Marcelo Amorim, um pesquisador universitário que está protestando contra o torneio desde o ano passado.

    “Nós já temos cinco taças, então o que representa mais uma? Neste momento, existem coisas mais importantes com que se preocupar.”

    Outro manifestante, Wellington Magalhães , morador de uma favela dos morros do Rio, diz que ele vai torcer ativamente para os rivais do Brasil .

    “Uma vitória para o time do Brasil seria uma vitória para o governo. Seria um tapa na cara das pessoas”, disse Magalhães. “Eu gostaria de ver o Brasil perder de 10 a 0. Basta pensar na repercussão sobre isso…”

    Tais sentimentos antagônicos se transformaram em manifestações de confronto nesta quinta-feira, quando milhares bloquearam as estradas da maior cidade do Brasil, São Paulo, queimando pneus e gritando palavras de ordem contra a Copa do Mundo .

    Os protestos contra o torneio e a equipe são alimentados a partir de um mix de queixas além da realização da Copa do Mundo, que se encontra no seio da sociedade brasileira em geral .

    Muitos estão enfurecidos com o governo de passar algum 11 bilhões de dólares no torneio, enquanto as escolas e hospitais estão necessitam, desesperadamente, de manutenção.

    Outros estão irritados com a natureza corporativa dos jogos.

    O maior estádio do Brasil, o Maracanã , no Rio, foi efetivamente privatizado e alugado por 35 anos a um consórcio que inclui um dos homens mais ricos do Brasil .

    Enquanto isso, a polícia despejou, à força, um grupo de posseiros indígenas perto do estádio para abrir espaço para a reforma.

    A FIFA, a entidade mundial de futebol, também foi colocada sob o fogo por suas demandas de marketing agressivas. O Brasil concordou em criar zonas exclusivas em torno de estádios onde só a FIFA e seus parceiros podem vender mercadorias.

    “O futebol é paixão e amor para as pessoas nas favelas. Mas como é que esta taça pode ajudar os pobres?”, perguntou Magalhães. “O governo brasileiro usa o futebol como um ópio para manter as pessoas felizes. Bem, estamos cansados ​​disso!”

    Talvez o seu comentário não seja surpreendente. Apesar de milhões de pessoas terem saído da pobreza nos últimos anos, durante os sucessivos governos de esquerda, o Brasil ainda está entre os países mais desiguais do mundo. Muitos aqui duvidam que os estádios turbinados para torneios de futebol global e as Olimpíadas de 2016 são uma grande prioridade.

    No entanto, aqueles que desejam a desgraça na equipe do Brasil podem se decepcionar.

    Seleção Brasileira

    Como nação onde será realizado o torneio, contando com uma geração talentosa de jogadores, o Brasil é o favorito nas apostas para levar a taça, com probabilidade média de 3 para 1 – à frente da Argentina, Alemanha e da atual campeã, a Espanha.

    O técnico Luiz Felipe Scolari já reclamou que os protestos poderiam colocar os jogadores desestabilizados em “um grande momento”.

    “Se [ os protestos ] forem normais, sem destruição, então isso é democracia. Mas eu não sei se é o momento certo”, disse Scolari no mês passado.

    É difícil prever o quão grande – ou quão agressivo – as manifestações serão.

    Durante o torneio das confederações, no ano passado, centenas de milhares marcharam contra os gastos nos mega eventos esportivos do país. Às vezes, as manifestações pacíficas se transformaram em motins caóticos submetidos a repressões brutais .

    Mas, enquanto os manifestantes estão se organizando contra os jogos da Copa do Mundo no Rio de Janeiro e São Paulo, há pouco sinal de marchas nas outras 10 cidades-sede.

    Os manifestantes também receberam alguma cobertura negativa da imprensa quando um cinegrafista foi morto por fogo de artifício quando filmava uma manifestação em fevereiro.

    Ainda assim , os manifestantes entendem que, com os olhos do mundo sobre o Brasil, até mesmo pequenas tumultos poderiam provocar muito barulho.

    Um membro de um movimento radical conhecido como o Black Bloc, de São Paulo, afirmou que pretende passar pelas barreiras policiais nas zonas em torno dos estádios.

    “Vamos tentar entrar nas zonas de exclusão de qualquer maneira e vamos para o confronto”, disse o afiliado ao Black Bloc paulista, que se identificou apenas pelo apelido AM por causa do risco de ser preso. “Há um objetivo claro: se entrarmos na zona de exclusão, ganharemos…”

    Fora do movimento de protesto, os sentimentos em relação ao torneio são mistos.

    Em uma favela em São Paulo, o trabalhador Higo Carvalho disse que ele era crítico dos gastos da Copa do Mundo, mas que iria aplaudir o time do Brasil .

    “Apesar das coisas ruins no Brasil , eu ainda sou um patriota”, disse Carvalho.

    O entusiasmo geral com o time do Brasil parece ser mais suave do que nos últimos anos – com menos pessoas usando camisetas ou pintando as ruas com as cores do time.

    No entanto, alguns acreditam que uma vez que o torneio for iniciado, a mania do futebol vai voltar.

    “As pessoas aqui gostam de festa e eles gostam de ser anfitriões”, disse Matias de Pádua, proprietário de uma loja de materiais esportivos no centro do Rio.

    ” Uma vez que os jogos tenham começado, pessoas de todo o mundo tenham chegado e o grande futebol esteja sendo jogado, as pessoas vão deixar de lado os seus problemas.Vai ser um carnaval e o Brasil vai ganhar a Copa do Mundo.”

    Fonte: http://www.globalpost.com/dispatch/news/regions/americas/brazil/140515/brazilians-protest-world-cup-team

    Mais de GlobalPost : Venha para a Copa do Mundo, nadar com as fezes

    http://www.globalpost.com/dispatch/news/regions/americas/brazil/140513/rio-world-cup-sewage-sanitation

    ***

    Copa do Mundo 2014: protestos no Rio de Janeiro e São Paulo – vídeo

    Manifestantes irritados com o governo brasileiro da Copa do Mundo de gastos tomaram as ruas das cidades-sede do Rio de Janeiro e São Paulo. Manifestantes queimaram pneus na quinta-feira, saquearam lojas e vandalizaram bancos locais. Eles dizem que o dinheiro seria melhor gasto no sistema de ensino do país, no transporte público e na saúde.

    http://www.theguardian.com/football/video/2014/may/16/world-cup-2014-protests-rio-de-janeiro-sao-paulo-video

  4. jns

    18 de maio de 2014 11:46 pm

    Ataques contra delegações estrangeiras

    Black bloc de SP vai radicalizar na Copa

    O Estado de S.Paulo | Fabiana Cambricoli | 16/02/2014

    Mesmo após o uso de um rojão causar a morte do cinegrafista Santiago Andrade em um protesto no Rio, os adeptos da tática black bloc, em São Paulo, prometem radicalizar durante as manifestações contra a Copa do Mundo e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros.

    “Nossa tática nunca foi ferir civis, mas, se não formos ouvidos, a gente vai dar susto em gringo. Não queremos machucar, mas se for preciso ‘tacar’ (coquetel) molotov em ônibus de delegação ou em hotel em que as seleções vão ficar, a gente vai fazer”, disse, em entrevista ao Estado, o estudante Pedro (nome fictício), adepto da tática em São Paulo.

    Segundo ele, as ações são discutidas pelos black blocs, que estão organizados no que chamam de células – pequenos grupos de até 30 pessoas que participam dos protestos juntos. “A gente evita falar pelo Facebook. Essas estratégias combinamos pessoalmente ou pelo Whatsapp. Para te dar essa entrevista, eu tive de consultar os outros adeptos”, contou.

    Em São Paulo, são pelo menos dez células. “No total, devem ser uns 300 participantes que são realmente ativos, mas, na Copa, tenho certeza de que o número será maior. Acho que vão ser mais de mil”, afirma.

    De acordo com o manifestante, o objetivo é mostrar para os estrangeiros que o País não tem segurança e fazê-los desistir de ficar no Brasil. “Se uma seleção sentir que há risco de vida, eles vão querer continuar aqui? Não somos contra a Copa do Mundo nem contra o futebol. A nossa luta é por uma educação e uma saúde melhores”, afirmou o jovem, morador de Itaquera, na zona leste.

    Ele disse que a morte do cinegrafista da Band foi uma fatalidade e que os responsáveis pela ação não são black blocs.

    Pedro revelou ainda que, embora os adeptos da tática não tenham reuniões periódicas nem uma liderança, eles estão se preparando juntos para os protestos contra a Copa, até mesmo com treinamento físico. “Todo mundo deve se preparar porque a Polícia Militar vai vir em peso. A gente está se preparando com treinos de artes marciais como Krav Magá, Jiu-jítsu e Muay Thai”, disse.

    O próximo grande ato contra a Copa está programado para o sábado, dia 22, em várias cidades do País. Pelo Facebook, mais de 10 mil pessoas já confirmaram presença na manifestação da capital paulista.

    Diversidade

    Ao contrário das manifestações de junho, que tiveram como principal articulador o Movimento Passe Livre (MPL), os protestos contra a Copa não têm um único organizador e reúnem os mais diversos movimentos sociais, desde militantes da área da saúde até os chamados hackerativistas, como os integrantes do Anonymous. Esses grupos formaram o coletivo Se Não Tiver Direitos Não Vai Ter Copa.

    Para I.G., integrante do movimento Contra Copa 2014 que divulga os atos nas redes sociais, os atuais protestos agrupam muitos manifestantes de junho que se sentiram “abandonados” após o MPL conseguir a redução da tarifa de ônibus em várias cidades do País.

    “Me senti órfão do MPL porque eles abandonaram as ruas. Foi assim que outros protestos horizontais foram aparecendo e começou a se criar grupos de afinidade. Os protestos agora são horizontais, populares e sem interferência de partidos e sindicatos”, disse.

    Os manifestantes contra a Copa prometem atuar em várias frentes, até mesmo fora das ruas. “O que posso dizer é que vamos apoiar os protestos de rua com ações virtuais que ainda não podem ser ditas”, afirmou um integrante do Anonymous. A invasão de páginas oficiais está prevista. As informações são do jornal.

    Link: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,black-bloc-de-sp-vai-radicalizar-na-copa,1130818,0.htm

    1. Carlos Dias

      19 de maio de 2014 12:58 am

      hahhahaha

      “A gente está se preparando com treinos de artes marciais como Krav Magá, Jiu-jítsu e Muay Thai”, disse. “

       

      hahahahaha é.. só o PIG mesmo para dar crédito a essa pataquada…..

      Ai ai..Minha vó dizia: filhinho, aprenda a perder.. não temos sempre sorte ou vitórias na vida…

      E pensar que o PIG e boa parte das pessoas ficam preocupadas com debilóides que não sabem perder .. Infantilóides ridículos..

      não sabe jogar e fica fora da peladinha, se acha dono da bola… pega a o bola e leva pra casa?

      Ahhhh coxinhas… “estou chatiado, então “não vai ter copa”. Não vai ter pelada na rua se eu não jogar…. eu sou chorão, sou teimoso, sou chatinho, sou coxinha… Se me contrariar, eu bato, eu chuto, eu mordo.. eu sou feroz, hein? eu sou fortão, sou o terror, cuidado comigo…. Só em Miami que eu fico bonzinho, lá na Disney”

       

       

    2. Alexandre Bitencourt

      19 de maio de 2014 1:11 pm

      Eu não esperava outra coisa …

      Eu não esperava outra coisa …

      Criticam a grande mídia, mas a usam como porta-voz de suas peripécias.

      E o Nassif achando que algum partido vai conseguir diálogo com integrantes de tal tática.

      Como sabemos que não teremos educação e saúde top em um mês (e eles também sabem) já se pode esperar a radicalização deles. A reinvindicação de saúde e educação é só uma desculpa, considerando que os ataques são direcionados apenas ao governo federal.

      Considerando que a grande mídia aposta no caos para utilizar nas eleições, é coerente ver um jornal que apoiou o Serra dar voz a grupos que queiram radicalizar. Para tais grupos soa incoerente, uma vez que criticam os grandes meios de comunicação, mas utilizam estes meios para propagandear suas ideias.

       

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