GGN Covid Brasil: as armadilhas das variações percentuais e dos aumentos reais

Na tabela de óbitos, Roraima registrou aumento de 92,3% na média diária semanal de óbitos. Mas seu número atual é de apenas 1,57 po dia. Enquanto isto, o Rio de Janeiro registrou aumento de 10,5% no número de óbitos, ms]as que passou para 93,86 na média diária semanal.

Continua caindo a média diária semanal de novos casos e novos óbitos, mas lentamente e ainda em patamares muito elevados.

Os aumentos de casos e óbitos

Cuidado com as ilusões estatísticas sobre aumentos de casos e óbitos. O aumento percentual depende da base de cálculo. De 1 para 2, o aumento foi de 100%. De 100 para 110, foi de apenas 10%. No entanto, em termos quantitativos o segundo aumento foi maior.

Entendido isso, compare a tabela de maiores aumentos percentuais com as altas quantitativas em cada caso.

Na tabela de óbitos, Roraima registrou aumento de 92,3% na média diária semanal de óbitos. Mas seu número atual é de apenas 1,57 po dia. Enquanto isto, o Rio de Janeiro registrou aumento de 10,5% no número de óbitos, ms]as que passou para 93,86 na média diária semanal.

O mesmo ocorreu com novos casos. Amazonas registrou alta de 34,4% na variação de 14 dias da média diária semanal, que passaram para 620. Mas Minas Gerais, com alta de apenas 0,6%, registrou 2.863,57 casos diários.

Regiões geográficas

Minas Gerais e Mato Grosso do Sul continuam sendo os pontos fora da curva.

O caso Minas Gerais

As regiões metropolitanas

Os dados per capita mostram que o Covid-19 é fundamentalmente uma pandemia para grandes aglomerações, as regiões metropolitanas. São Paulo, Salvador, Recife e Campinas puxam a fila.

Os Mapas com casos e óbitos

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