O principal indicador da eficiência do atendimento à pandemia, é o índice de mortalidade. Ele é calculado dividindo o número de mortes pelo número de casos.
As mortes ocorrem em locais com pior atendimento e são decorrentes da falta de leitos hospitalares e de UTI.
Não é surpresa a lista ser liderada pelo Rio de Janeiro. Chama atenção, no entanto, que São Paulo seja o terceiro da lista. Pelos indicadores do governo, há meses os índices de ocupação das UTIs estão abaixo dos 75%, indicando oferta maior que a demanda.
Então, onde se dão as mortes? Certamente nas zonas invisíveis, a periferia, o que acentua agudamente as enormes desigualdades existentes no estado, especialmente na região metropolitana de São Paulo.
Faltam estudos relacionando índices de mortalidade com IDHs (Índices de Desenvolvimento Humano) das diversas regiões.
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