Mais de 700 crianças morreram no ataque a Gaza, diz Unicef

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Instituição pede cessar fogo imediato e que acesso do socorro às famílias atingidas seja feito o mais rápido possível

Unicef pediu ao Conselho de Segurança da ONU uma resolução pelo cessar-fogo sob risco de a catástrofe se estender ainda mais sobre a vida de milhares de crianças. Foto: UNICEF

A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) afirmou neste sábado que mais de 700 crianças foram mortas na região da Faixa de Gaza, e que mais de 2.450 estavam feridas por conta dos bombardeios israelenses.

“Centenas e centenas de crianças foram mortas e feridas. A cada hora em Gaza aumenta o número de crianças mortas. A matança de crianças tem de acabar”, disse a instituição, em comunicado divulgado nas redes sociais.

Segundo a instituição, todos os relatórios apontam para novos ataques, mesmo com o nível “letal” da situação humanitária.

Além de pedir pela libertação das crianças israelenses mantidas como reféns pelo Hamas, a Unicef também quer um cessar-fogo imediato principalmente por conta da evacuação ordenada pelo exército israelense.

“As crianças e as famílias em Gaza praticamente ficaram sem alimentos, água, eletricidade, medicamentos e acesso seguro aos hospitais, após dias de ataques aéreos e cortes em todas as rotas de abastecimento”, afirma a Unicef.

“Em todas as guerras, quem mais sofre são as crianças. Isso é tragicamente verdade hoje.”

Com Telesur

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Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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