5 de junho de 2026

Marta Suplicy e cúpula do MDB no Rio são atingidos por delação agora homologada

Foto: Agência Senado
 
 
Jornal GGN – O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski homologou a delação premiada do marqueteiro Renato Pereira, sócio da Prole, agência responsável por cuidar de campanhas do MDB em 2014.
 
O acordo feito com a Procuradoria Geral da República havia sido devolvivo para ajustes porque os procuradores prometeram benefícios que só cabem a um juiz decidir. Agora, com o termo corrigido, as denúncias podem ser usadas em investigações.
 
Quem deve ser atingido pela delação é a senadora Marta Suplicy e a cúpula do MDB no Rio de Janeiro. Marta é acusada de ter despesas pagas por agência de publicidade e comunicação “em troca de contrato” com o poder público, na época em que ela era ministra, destacou o jornal O Globo desta quarta (14).
 
O jornal, responsável por antecipar parte do conteúdo da delação, acredita que os documentos e relatos feitos por Pereira devem ajudar a Lava Jato no Rio a abrir uma nova frente de investigação contra Sérgio Cabral, Pezão, Eduardo Paes, Pedro Paulo e Rodrigo Neves (PV). “Todos, diz o delator, teriam se servido de meios escusos para financiar campanhas eleitorais e propagandas de governo.”
 
Segundo o marqueteiro, parte do esquema consistia em fazer com que os executivos de agências de publicidade e comunicação devolvessem dinheiro de lucros obtidos em licitações fraudadas. Contratos também foram simulados para repassar caixa 2 de empreiteira à campanha de Pezão.
 
Pereira disse que Maurício Cabral, irmão do ex-governador, influenciou o Estado para contratar as agências de seu interesse, por mais de uma década. “Nomes do primeiro escalão de governos do PMDB e fornecedores do estado que já aparecem em outras operações passam a ter novas acusações no currículo, como Wilson Carlos e Jacob Barata”, acrescentou O Globo.
 
CAMPANHA DO PATO
 
Pereira é o responsável por também ter revelado que a campanha do pato da Fiesp, feita pela Prole essencialmente para derrubar Dilma Rousseff da presidência, em 2016, também teve fraude na licitação para beneficiar a sua agência.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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5 Comentários
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  1. EUGENIO VIEIRA

    14 de março de 2018 3:56 pm

    época em que era ministra,

    época em que era ministra, pelo PT, faltou dizer.

  2. Luciano Prado

    14 de março de 2018 4:22 pm

    Mesmo que não houvesse
    Mesmo que não houvesse nenhuma denúncia contra essa senhora…
    Ela é uma perdedora por opção própria.
    Escolheu o caminho aparentemente mais fácil. O caminho dos covardes e ressentidos.
    Pois,que padeça no “paraíso” que escolheu.

  3. EUGENIO VIEIRA

    14 de março de 2018 5:18 pm

    Achei que tinha

    Achei que tinha comentado…mas parece que não, né…Bom, faltou dizer que ela era, na época, ministra pelo PT.

    1. Eduardo Outro

      14 de março de 2018 10:36 pm

      Oras, cara, até os iletrados

      Oras, cara, até os iletrados sabem que Marta se fez na política quando estava no PT, não há necessidade nenhuma dizer isso. E também é do conhecimento de todos que ela traiu Dilma e saíu do PT. Agora, se ela está sendo indiciada com a cúpula do MDB, parece-me que o PT nada tem a ver com isso, a não ser para os que sofrem de patite fontocheira midiotizante, doença incurável. 

      PS: Correção. está sendo delatada, não indiciada,

  4. alvaro f

    14 de março de 2018 6:38 pm

    Coitada da martaxa.

    A tola já virou um bagaço, agora talvez não sobre mais nada da traíra falsa e malévola. Tomara que não se eleja nunca mais para cargo algum, pois não merece a confiança do povo.

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