Jornal GGN – O grupo Gamecorp, de Lulinha, e a empresa Oi/Telemar não têm nenhuma conexão aparente com a Petrobras e seus contratos. Mas para estender sua jurisprudência sobre o filho mais velho do ex-presidente Lula, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba vende na imprensa a suposta existência de um possível elo entre o sítio de Atibaia e os pagamentos da Oi ao Gamecorp.
A estratégia ficou escancarada na entrevista que o procurador Roberson Pozzobom concedeu à imprensa na manhã desta terça (10). Segundo o jornal O Globo, ele disse que “a maior parte do dinheiro empregado para a aquisição desses dois sítios podem ter tido origem nos recursos repassados pelo grupo Oi/Telemar para um complexo de empresas criadas por Fabio Luis Lula da Silva, Jonas Suassuna, Kalil e Fernando Bittar”, os donos do Gamecorp.
A hipótese de investigação é conveniente porque, sem criar um vínculo que justifique a operação, a Lava Jato em Curitiba não deveria ser o “foro” do caso Gamecorp. No passado, aliás, a jurisdição foi de Brasília e São Paulo, que arquivaram os processos porque não vislumbraram ilegalidades.
Pozzobom também concedeu à imprensa uma informação contraditória. Disse que a investigação contra Lulinha começou “a partir do aprofundamento de uma ação penal já ajuizada, a ação penal na qual o ex-presidente Lula foi denunciado e condenado por ter participado de um esquema criminoso que envolveu a prática e o repasse por duas empreiteiras de valores sob a reforma no sítio de Atibaia.”
Mas o release do próprio Ministério Público Federal desbanca o procurador. A assessoria de imprensa divulgou mais cedo que a ação contra Lulinha foi subsidiada a partir de dados colhidos desde 2015 pela Lava Jato.
Leia mais: Lava Jato guarda há 4 anos informações usadas agora contra Lulinha
Edson J
10 de dezembro de 2019 1:12 pmProva nenhuma. “convicção” forçada. Credibilidade zero.
Andre Rs T
10 de dezembro de 2019 1:23 pmO regime golpista miliciano no poder sabe que prender um filho de Lula o abate mais do que prender ele Lula.
Aliás, prender Lula serviu para ganharem a eleição mas não para derrotar Lula
Agora tentam derrota lo prendendo o filho
Anônimo
10 de dezembro de 2019 1:51 pme assim vamos passando por cima da “suspeita” de corrupção do Procurador Januário!!!! Nesta não se fala mais embora existam provas fortes e grandes!!! Enquanto Lula estiver por aí, se tornando um obstáculo a eles, vão inventar um process atrás do outro. Basta lembrar que em relação a Aócio Neves, ninguém dá um pio e o cara circula por aí livre, leve e solto.
Ernesto
10 de dezembro de 2019 1:52 pmSerá que o interesse da AT & T pela Oi, manifestado a Bolsonaro, está no pacote de motivos da LJ?
João Bosco
10 de dezembro de 2019 2:40 pmEles estão provando que a condenação de LULA no caso do sítio, vinculando-o à corrupção na Petrobrás, é uma FARSA. A outra farsa é tentar levar pra farsa jato a investigação, vinculando, agora, a compra do sítio aos negócios do filho de LULA com a OI/TELEMAR, que não têm nada a ver com Curitiba.
Bonobo de Oliveira, Severino
10 de dezembro de 2019 3:49 pmComo dizia o ex-chefe do quadrilhão do MP, Rodrigo Janot, “… enquanto houver bambu, lá vai flechas!!” (SIC) Os filhos do Januário, enlameados até o pescoço, seguem o exemplo do ex-chefe e, pelo jeito, pretendem morrer atirando!!
Anônimo
10 de dezembro de 2019 3:59 pmE a desfaçatez vem como nos últimos anos ganhando espaço através da mídia. A mídia enfatiza tudo que possa ser usado pela bolha de fake news. As frases são prontas para serem difundidas na rede, e para reafirmar nos fanáticos, que de fato eles tinham razão E nos não tão fanáticos que eles tem desculpa para não se arrepender. Agora quem vem à coletiva de imprensa á Pozzobom mais um filho de Januário.
Anônimo
10 de dezembro de 2019 4:02 pmE a desfaçatez vem como nos últimos anos ganhando espaço através da mídia. A mídia enfatiza tudo que possa ser usado pela bolha de fake news. As frases são prontas para serem difundidas na rede, e para reafirmar nos fanáticos, que de fato eles tinham razão E nos não tão fanáticos que eles tem desculpa para não se arrepender. Agora quem vem à coletiva de imprensa á Pozzobom mais um filho de Januário.Dallagnol esta movendo processos
FLAVIO NATACCI
10 de dezembro de 2019 5:12 pmA Oi é uma empresa privada. A Gamecorp também. Não entendo porque o MP vai investigar essas empresas. A relação de empresas privada é matéria de investigação do MP? Sei que essa pergunta é lógica, o que não existe para o MP de Curitiba.
Professor Lênio, o senhor poderianos esclarecer? Obrigado.
Eduardo
10 de dezembro de 2019 5:17 pmUm pastor, um bispo, um padre, explorando a boa fé do seguidor da sua igreja. Um policial vendendo proteção ou cobrando propina. Um médico atendendo no SUS e cobrando “por fora”. Casos lamentáveis, sem dúvida, com prejuizo social, mas restritos aos personagens implicados e na maioria das vezes com vítima conivente. Necessitam combate na forma da lei mas não desestabilizam uma sociedade. Muito embora haja ministro da suprema corte que considera que são essas coisas e outras menos significativas as causas dos nossos males. Enquanto isso, pessoas que são pagas com dinheiro público e têm a função de combater o crime (inclusive os referidos) desvirtuam as finalidades, agindo na forma de uma lei própria, que não existe em nenhum código, aplicáveis apenas aos inimigos. E são estáveis, praticamente inimputáveis por proteção corporativa. E são persistentes. E são arrogantes. E são argentários. Até quando, “Catarina”, vão ser permitidos a continuar desestabilizando a sociedade ?
Mark
11 de dezembro de 2019 5:21 amContinuo com a opinião de que o tratamento certo para os senhores procuradores da Farsa-jato, e boa parte do judiciário, é o que foi aplicado na Revolução francesa, em 1789: aquelas lâminas pesadas, descendo em velocidade e fazendo rolar cabeças…