Lava Jato guarda há 4 anos informações usadas agora contra Lulinha

Operação deflagrada nesta terça (10) é baseada em evidências, inquéritos e relatórios colhidos ou produzidos a partir de 2015

Jornal GGN – A operação deflagrada nesta terça (10) contra Fábio Luis, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula, é mais uma prova de que o timing político pauta a Lava Jato em Curitiba.

Com Lula solto há um mês, os procuradores decidiram mirar em serviços prestados pelo grupo Gamecorp, de Lulinha e sócios, à empresa Oi/Telemar, alegando que os pagamentos têm suposta conexão com atos de Lula no governo federal.

Mas parte das informações utilizadas para justificar as buscas e apreensões de hoje está em posse da Lava Jato ao menos desde 2015, quando foi deflagrada a operação Erga Omnes, a 14ª fase.

As operações Aletheia (março de 2016) e Arquivo X (setembro de 2016) também subsidiaram a força-tarefa com mídias e arquivos eletrônicos apreendidos pela Polícia Federal.

Outros dados obtidos por meio de quebra do sigilo telemático dos investigados, de análise de transações bancárias e informações fiscais, além de relatórios da Receita Federal e inquéritos da Polícia Federal, datam de 2015, 2016 e 2018.

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