Danilo Gentili se irrita com crítica e xinga internauta de forma exaltada na web
Humorista pegou pesado com garota que o criticou e chegou até a postar foto debochando delaFoto: Reinaldo Marques / Terra
Danilo Gentili não aguentou a crítica de uma internauta em sua página no Twitter e iniciou uma guerra de xingamentos na rede social, nesta quarta-feira (11). Entre os termos usados contra a garota, responsável pelo início das provocações, estiveram “puta” e “chupadora de rola”,
Tudo começou quando a internauta Larissa Machado criticou Gentili por uma entrevista exibida em seu programa na noite de terça-feira (10), na qual conversou com o colunista e escritor Rodrigo Constantino, autor do livro ‘Esquerda Caviar’. “O Jô Soares é de direita, mas é respeitado, pois tem conhecimento (leitura). Agora, esse Danilo Gentili cita a Forbes. Ridículo”, ela escreveu por volta da 0h desta quarta. Foi o suficiente para ele iniciar a baixaria.
“Chupadora de rola de genocida e corrupto detected –> @Larimedeirosss. Quem quiser deixá-la molhadinha, basta assassinar alguém. Ela pira!”, escreveu de forma grosseira e desnecessária o humorista, que recebeu críticas severas de seus seguidores, como “tá andando muito reaça” e “infantil”. Gentili, então, procurou se justificar:
“Só divulgarei o perfil e darei uns acessos a ela porque o caso evidencia claramente a canalhice – leiam a TL da @Larimedeirosss. Ela apareceu do nada na minha TL xingando gratuitamente eu e o Roger (SIC). Por quê? Porque não satisfizemos o ego dela falando na TV o que ela queria ouvir. Acredita que cometemos o crime de dizer algo que ela não concorda?”, escreveu ele. E continuou.
“Por isso, ela, de forma muito justa, claro, veio até minha TL me xingar. Quando xinguei de volta, ela deu chilique – e está dando até agora – porque, veja só, a dondoquinha só pode xingar os outros, mas receber um xingamento como resposta não pode! Judiação não é mesmo? Ela só quer a metade da lei natural- a da ação. A da reação ela considera ‘desrepeito’. É a ditadura do coitadinho que só pode ofender mas não pode ser ofendido. Qual é a conclusão? A conclusão é que o que falta mesmo é um pau bem grande no cu de todo mundo. Reflitam sobre isso. Esse é o desafio pra 2014: mais pau no cu de todo mundo.”
Para encerrar o assunto, Gentili ainda postou uma foto da internauta comparando-a a Joelma, da banda Calypso.
já sei que vais embora, que não queres mais o meu amor ouve minh’alma que chora e te pede por favor. deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que ainda vivo contigo. fica, abre a cruz dos teus braços, meu coração em pedacos, não pode falar assim. por Deus eu imploro, se fores embora eu choro, não te separes de mim. já sei que vais embora, que não queres mais o meu amor, ouve minh’alma que chora e te pede por favor. deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que ainda vivo contigo. deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que ainda vivo contigo.
Dzi Croquettes — Direção de Tatiana Issa e Raphael Alvarez (Brasil, 2009). Com depoimentos de Gilberto Gil, Nelson Motta, Pedro Cardoso, Miguel Falabella, Ney Matogrosso, Marília Pera, Cláudia Raia, Liza Minnelli, entre outros. O documentário resgata a trajetória dos atores/bailarinos que se tornaram símbolos da contracultura ao confrontar a ditadura usando a ironia e a inteligência. Os espetáculos revolucionaram os palcos com performances de homens com barba cultivada e pernas cabeludas, que contrastavam com sapatos de salto alto e roupas femininas. O grupo se tornou um enorme mito na cena teatral brasileira e parisiense nos anos 70. A década de 70 foi de rompimento, de mudança, de fugir de padrões e buscar o novo, o desconhecido. A contracultura abriu espaço para questionamentos sobre a realidade, a ruptura ideológica e a transformação social. Nesse contexto um Americano desembarca no Rio de Janeiro: Lennie Dale unia a bossa nova a um swing do jazz novaiorquino; o encontro de 13 homens, 13 talentos. Surgia então o furacão que iria abalar as estruturas sexuais das pessoas, abrir portas, quebrar tabus, mudar a cena teatral Brasileira e Internacional. Surgia então os Dzi Croquettes. O grupo revolucionou os palcos cariocas com seus espetáculos andróginos. Desobedientes e debochados, decidiram desrespeitar a ordem do regime militar com inteligência. Os sapatos de salto alto e as roupas femininas propositalmente exibiam as pernas cabeludas e a barba cultivada pelos homens do grupo. O primeiro show, em 1972, foi um grande sucesso, apesar de ter sido banido pelo Serviço Nacional de Teatro. A comédia de costumes era um deboche ao sistema de ditadura e à realidade brasileira. O grupo também fez muito sucesso na Europa, especialmente na França, onde levou platéias parisienses à loucura. Esse documentário conseguiu reunir os integrantes do grupo, assim como amigos e admiradores para uma bateria de entrevistas exclusivas sobre o que é ser um dzi croquette, a formação, os textos, a censura, o sucesso até a desintegração do grupo, mas nunca da idéia. O documentário conta com depoimentos de amigos e artistas consagrados no cenário artístico brasileiro e internacional, como o diretor e coreógrafo americano Ron Lewis, Gilberto Gil, Nelson Motta, Marília Pêra, Ney Matogrosso, Betty Faria, José Possi Neto, Miéle, Aderbal Freire Filho, Jorge Fernando, César Camargo Mariano, Elke Maravilha, Cláudia Raia, Miguel Falabella, Liza Minnelli (grande admiradora e amiga do grupo), Pedro Cardoso, Norma Bengell, entre tantos, e ainda os integrantes originais do grupo: Claudio Tovar, Ciro Barcelos, Bayard Tonelli, Rogério de Poly e Benedito Lacerda. Mais de 45 depoimentos colhidos no Rio de Janeiro, Nova York e Paris contam a trajetória desse grupo em uma trajetória fascinante recheada de sucessos, fracassos, assassinatos, grandes voltas por cima e a recuperação de uma parte da nossa história que não deveria jamais ser esquecida. Dzi Croquettes é hoje o documentário mais premiado do Brasil.
O termo foi usado, inicialmente, em uma canção de 1942 e gravada por vários artistas.
A composição faz referências a Rosie, uma trabalhadora da linha de montagem do aparato industrial de suporte ao esforço americano na guerra.
A personagem, criada para convencer as mulheres a contribuírem com a guerra e conquistarem o poder econômico do país, tornou-se um ícone do feminismo nos EUA.
“Desde o Descobrimento, o homem branco destrói a cultura indígena. Primeiro, foi para salvar sua alma, depois para roubar sua terra.”
Orlando Villas-Bôas (Santa Cruz do Rio Pardo, 12 de janeiro de 1914 — São Paulo, 12 de dezembro de 2002)
Orlando, o último dos três irmãos Villas-Bôas, sertanistas e indigenistas, prosseguidores da obra de defesa das populações indígenas iniciada por Cândido Rondon e fundadores do Parque do Xingu, primeira reserva indígena brasileira.
Sobre ele e seus irmãos, Darcy Ribeiro – que compõe com os Villas-Bôas e Rondon a tríade dos grandes do indigenismo brasileiro escreveu:
“Orlando, Cláudio e Leonardo compuseram as vidas mais extraordinárias e belas de que tenho notícia. Pequeno-burgueses paulistas, condenados a vidinhas burocráticas medíocres, saltaram delas para aventuras tão ousadas e generosas que seriam impensáveis se eles não as tivessem vivido. Só se compara à de Rondon a façanha desses três irmãos que se meteram pelo Brasil adentro por matas e campos indevassados ao encontro de índios intocados pela civilização.
Usando do subterfúgio de se fazerem passar por caboclos goianos, conseguiram incorporar-se a uma expedição oficial de penetração no centro do Brasil. Tomaram conta da expedição, transcenderam dela e viveram mais de trinta anos nas matas que vão do Xingu ao Tapajós, convivendo com povos indígenas que eles souberam amar e respeitar.
Entre seus feitos, assinala-se a coragem com que, arriscando suas vidas, atraíram diversos povos indígenas à civilização. Triste coisa para estes povos. Menos má, porém, porque sua pacificação foi conduzida pelos Villas-Bôas, que souberam defende-los, garantindo-lhes uma sobrevivência melhor que a dos povos chamados ao nosso convívio.
Sua façanha mais extraordinária, ao meu ver, foi a criação, ou recriação, de todo um povo – os Yawalapitis, que só existiam dispersos nas várias aldeias xinguanas, até que os Villas-Bôas os juntassem novamente, para retomarem seu destino de uma das caras do fenômeno humano.”
O documentário ‘A Marcha Para o Oeste’ relata os anos nas selvas então desconhecidas do País, tempo em que durou a expedição Roncador-Xingu até a consolidação do Parque Nacional do Xingu.
Henrique, O Outro
12 de dezembro de 2013 6:03 amSite Terra
11 de
Site Terra
11 de Dezembro de 2013•20h04 • atualizado às 20p3
Danilo Gentili se irrita com crítica e xinga internauta de forma exaltada na web
Danilo Gentili não aguentou a crítica de uma internauta em sua página no Twitter e iniciou uma guerra de xingamentos na rede social, nesta quarta-feira (11). Entre os termos usados contra a garota, responsável pelo início das provocações, estiveram “puta” e “chupadora de rola”,
Tudo começou quando a internauta Larissa Machado criticou Gentili por uma entrevista exibida em seu programa na noite de terça-feira (10), na qual conversou com o colunista e escritor Rodrigo Constantino, autor do livro ‘Esquerda Caviar’. “O Jô Soares é de direita, mas é respeitado, pois tem conhecimento (leitura). Agora, esse Danilo Gentili cita a Forbes. Ridículo”, ela escreveu por volta da 0h desta quarta. Foi o suficiente para ele iniciar a baixaria.
“Chupadora de rola de genocida e corrupto detected –> @Larimedeirosss. Quem quiser deixá-la molhadinha, basta assassinar alguém. Ela pira!”, escreveu de forma grosseira e desnecessária o humorista, que recebeu críticas severas de seus seguidores, como “tá andando muito reaça” e “infantil”. Gentili, então, procurou se justificar:
“Só divulgarei o perfil e darei uns acessos a ela porque o caso evidencia claramente a canalhice – leiam a TL da @Larimedeirosss. Ela apareceu do nada na minha TL xingando gratuitamente eu e o Roger (SIC). Por quê? Porque não satisfizemos o ego dela falando na TV o que ela queria ouvir. Acredita que cometemos o crime de dizer algo que ela não concorda?”, escreveu ele. E continuou.
“Por isso, ela, de forma muito justa, claro, veio até minha TL me xingar. Quando xinguei de volta, ela deu chilique – e está dando até agora – porque, veja só, a dondoquinha só pode xingar os outros, mas receber um xingamento como resposta não pode! Judiação não é mesmo? Ela só quer a metade da lei natural- a da ação. A da reação ela considera ‘desrepeito’. É a ditadura do coitadinho que só pode ofender mas não pode ser ofendido. Qual é a conclusão? A conclusão é que o que falta mesmo é um pau bem grande no cu de todo mundo. Reflitam sobre isso. Esse é o desafio pra 2014: mais pau no cu de todo mundo.”
Para encerrar o assunto, Gentili ainda postou uma foto da internauta comparando-a a Joelma, da banda Calypso.
IV AVATAR
12 de dezembro de 2013 7:40 amOuça “Teu Retrato”, com Ney Matogrosso
Teu Retrato, composição de Nelon Gonçalves e Benjamin Baptista
http://www.radio.uol.com.br/#/letras-e-musicas/ney-matogrosso/teu-retrato/1144138
já sei que vais embora, que não queres mais o meu amor
ouve minh’alma que chora e te pede por favor.
deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que
ainda vivo contigo.
fica, abre a cruz dos teus braços, meu coração em
pedacos, não pode falar assim.
por Deus eu imploro, se fores embora eu choro, não te
separes de mim.
já sei que vais embora, que não queres mais o meu
amor,
ouve minh’alma que chora e te pede por favor.
deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que
ainda vivo contigo.
deixa ficar teu retrato comigo, quero ter a ilusão que
ainda vivo contigo.
IV AVATAR
12 de dezembro de 2013 8:32 amNey Matogrosso e Nelson Gonçalves, dois grandes cantores da MPB
Composição de Herbert Vianna e Paula Toller Nada por mim, com Nelson Gonçalves[video:http://www.youtube.com/watch?v=ZXyZ8pBIxS8%5D Nada por mim, com Ney Matogrosso[video:http://www.youtube.com/watch?v=DsdiH37ewpE%5D
Caminhemos + Segredo, de Herivelto Martins, com Ney Matogrosso, acompanhado por Raphael Rabello
[video:http://www.youtube.com/watch?v=G4i2YBtXT6o%5D
Com Nelson Gonçalves
[video:http://www.youtube.com/watch?v=apjQOlCWeqY%5D
IV AVATAR
12 de dezembro de 2013 10:25 amDzi Croquettes — Direção de Tatiana Issa e Raphael Alvarez
[video:http://www.youtube.com/watch?v=rgy8fXEqw98%5D
Dzi Croquettes — Direção de Tatiana Issa e Raphael Alvarez (Brasil, 2009). Com depoimentos de Gilberto Gil, Nelson Motta, Pedro Cardoso, Miguel Falabella, Ney Matogrosso, Marília Pera, Cláudia Raia, Liza Minnelli, entre outros. O documentário resgata a trajetória dos atores/bailarinos que se tornaram símbolos da contracultura ao confrontar a ditadura usando a ironia e a inteligência. Os espetáculos revolucionaram os palcos com performances de homens com barba cultivada e pernas cabeludas, que contrastavam com sapatos de salto alto e roupas femininas. O grupo se tornou um enorme mito na cena teatral brasileira e parisiense nos anos 70.
A década de 70 foi de rompimento, de mudança, de fugir de padrões e buscar o novo, o desconhecido. A contracultura abriu espaço para questionamentos sobre a realidade, a ruptura ideológica e a transformação social. Nesse contexto um Americano desembarca no Rio de Janeiro: Lennie Dale unia a bossa nova a um swing do jazz novaiorquino; o encontro de 13 homens, 13 talentos. Surgia então o furacão que iria abalar as estruturas sexuais das pessoas, abrir portas, quebrar tabus, mudar a cena teatral Brasileira e Internacional. Surgia então os Dzi Croquettes.
O grupo revolucionou os palcos cariocas com seus espetáculos andróginos. Desobedientes e debochados, decidiram desrespeitar a ordem do regime militar com inteligência. Os sapatos de salto alto e as roupas femininas propositalmente exibiam as pernas cabeludas e a barba cultivada pelos homens do grupo. O primeiro show, em 1972, foi um grande sucesso, apesar de ter sido banido pelo Serviço Nacional de Teatro. A comédia de costumes era um deboche ao sistema de ditadura e à realidade brasileira. O grupo também fez muito sucesso na Europa, especialmente na França, onde levou platéias parisienses à loucura.
Esse documentário conseguiu reunir os integrantes do grupo, assim como amigos e admiradores para uma bateria de entrevistas exclusivas sobre o que é ser um dzi croquette, a formação, os textos, a censura, o sucesso até a desintegração do grupo, mas nunca da idéia. O documentário conta com depoimentos de amigos e artistas consagrados no cenário artístico brasileiro e internacional, como o diretor e coreógrafo americano Ron Lewis, Gilberto Gil, Nelson Motta, Marília Pêra, Ney Matogrosso, Betty Faria, José Possi Neto, Miéle, Aderbal Freire Filho, Jorge Fernando, César Camargo Mariano, Elke Maravilha, Cláudia Raia, Miguel Falabella, Liza Minnelli (grande admiradora e amiga do grupo), Pedro Cardoso, Norma Bengell, entre tantos, e ainda os integrantes originais do grupo: Claudio Tovar, Ciro Barcelos, Bayard Tonelli, Rogério de Poly e Benedito Lacerda.
Mais de 45 depoimentos colhidos no Rio de Janeiro, Nova York e Paris contam a trajetória desse grupo em uma trajetória fascinante recheada de sucessos, fracassos, assassinatos, grandes voltas por cima e a recuperação de uma parte da nossa história que não deveria jamais ser esquecida.
Dzi Croquettes é hoje o documentário mais premiado do Brasil.
jns
12 de dezembro de 2013 11:18 amRosie, the Riveter
Rosie do Rebite, ao pé da letra.
O termo foi usado, inicialmente, em uma canção de 1942 e gravada por vários artistas.
A composição faz referências a Rosie, uma trabalhadora da linha de montagem do aparato industrial de suporte ao esforço americano na guerra.
A personagem, criada para convencer as mulheres a contribuírem com a guerra e conquistarem o poder econômico do país, tornou-se um ícone do feminismo nos EUA.
[video:http://youtu.be/9CQ0M0wx00s%5D
Tamára Baranov
12 de dezembro de 2013 7:56 pmOrlando, o cacique branco do Xingu
“Desde o Descobrimento, o homem branco destrói a cultura indígena.
Primeiro, foi para salvar sua alma, depois para roubar sua terra.”
Orlando Villas-Bôas
(Santa Cruz do Rio Pardo, 12 de janeiro de 1914 — São Paulo, 12 de dezembro de 2002)
Orlando, o último dos três irmãos Villas-Bôas, sertanistas e indigenistas, prosseguidores da obra de defesa das populações indígenas iniciada por Cândido Rondon e fundadores do Parque do Xingu, primeira reserva indígena brasileira.
Sobre ele e seus irmãos, Darcy Ribeiro – que compõe com os Villas-Bôas e Rondon a tríade dos grandes do indigenismo brasileiro escreveu:
“Orlando, Cláudio e Leonardo compuseram as vidas mais extraordinárias e belas de que tenho notícia. Pequeno-burgueses paulistas, condenados a vidinhas burocráticas medíocres, saltaram delas para aventuras tão ousadas e generosas que seriam impensáveis se eles não as tivessem vivido. Só se compara à de Rondon a façanha desses três irmãos que se meteram pelo Brasil adentro por matas e campos indevassados ao encontro de índios intocados pela civilização.
Usando do subterfúgio de se fazerem passar por caboclos goianos, conseguiram incorporar-se a uma expedição oficial de penetração no centro do Brasil. Tomaram conta da expedição, transcenderam dela e viveram mais de trinta anos nas matas que vão do Xingu ao Tapajós, convivendo com povos indígenas que eles souberam amar e respeitar.
Entre seus feitos, assinala-se a coragem com que, arriscando suas vidas, atraíram diversos povos indígenas à civilização. Triste coisa para estes povos. Menos má, porém, porque sua pacificação foi conduzida pelos Villas-Bôas, que souberam defende-los, garantindo-lhes uma sobrevivência melhor que a dos povos chamados ao nosso convívio.
Sua façanha mais extraordinária, ao meu ver, foi a criação, ou recriação, de todo um povo – os Yawalapitis, que só existiam dispersos nas várias aldeias xinguanas, até que os Villas-Bôas os juntassem novamente, para retomarem seu destino de uma das caras do fenômeno humano.”
O documentário ‘A Marcha Para o Oeste’ relata os anos nas selvas então desconhecidas do País, tempo em que durou a expedição Roncador-Xingu até a consolidação do Parque Nacional do Xingu.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=5R3u4Oo1jyc align:center]
taturanous
13 de dezembro de 2013 12:12 ammilk
O leite do Kid Bengala fazendo efeito…