O jogo jornalístico em torno das eleições consiste em emplacar o maior número de chamadas negativas. E esse modelo envereda pelo universo do palpitômetro, do achismo. O jornalista “acha que” tal coisa é ruim ou boa. Sendo do lado de Lula, sempre é ruim. Mas o “achômetro” não se baseia sequer nas pesquisas do próprio jornal. Achei porque acho e ninguém tem nada com isso.
Aí aparece a notícia do reajuste do Bolsa Família. A chamada é:

Na mesma página, outra nota – não de “achômetro”, mas de reportagem – falando da preocupação do bureau de Flávio Bolsonaro com a medida. Se está preocupado, é porque pode ser eficiente.
Então, o palpitômetro muda.

Se podem dar votos, onde está o risco?
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emerson57
18 de setembro de 2026 4:47 pmPor esse motivo deixei de ler jornais e assistir noticiários na tv ainda no Milênio passado.
Naldo
19 de setembro de 2026 8:19 amO Sr. ainda dá crédito para qualquer empregado da mídia oligarca? Se estão empregadinha mídia oligarca é por que são sabujos, submissos ao patrão, uns mais descarados e sem vergonha nenhuma, outros mais dissimulados, mas todos cadelinhas dos donos das empresas, que no final são os bancos …. nenhum deles tem credibilidade.
ed.
20 de setembro de 2026 8:51 pmÉ certo que a liberdade de imprensa é parte fundamental da democracia.
Assim como o sexo não é crime e o livre ir e vir é fundamental.
Mas há meios e maneiras de restringir estas liberdades caso prejudiquem a sociedade.
Assim, assassinos, estupradores, pedófilos e outros criminosos precisam ser controlados.
A míRdia corporativa braZileira sempre foi protagonista em defender e promover interesses contra a nação que deveria representar.
Ao contrário, sempre representou interesses escusos e indizíveis de outra(s) nações e de uma pequena (mas poderosa) parcela de capatazes e corretores do suor e das riquezas deste país tão farto delas e tão escasso de distribuí-las ao seu próprio povo.
Isso precisa ter um fim! Ou continuaremos sendo condores com as patas amarradas (por eles), voando como galinhas.
Ou esta democracia que tanto defendemos só se prestará a esta ínfima e abjeta parcela, nos mantendo no top 10 em riqueza e no top 5 em desigualdade dentre ~200 países.
Como fazer? Criando concorrência que concorra de igual pra igual com essa hegemonia anti-nação.
Ou fazer como a China, que até a época de FHC tinha um PIB menor do que o nosso.
Aí enquanto nós mergulhamos no neoliberalismo, nas privatarias, na desnacionalização, na desindustrialização, na FINANCEIRIZAÇÃO e na darwinização social e da nossa economia, na “meritocracia “hereditária” e na predação de riquezas brutas (é só colher e exportar, em US$!) …
A China … bem é só olhar e ver!