Número de jornalistas mortos em 2022 é o maior desde 2018

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Total de casos registrados aumentou quase 50% em relação a 2021, segundo dados do Comitê para Proteção de Jornalistas

Pelo menos 67 jornalistas e trabalhadores da mídia foram mortos em 2022, um salto de quase 50% ante 2021 e o número mais alto desde 2018, segundo dados do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ).

Dentre esses casos, pelo menos 41 profissionais de mídia foram mortos em conexão direta com seu trabalho, e o CPJ investiga se os outros 26 casos têm relação com o exercício profissional.

Mais da metade dos casos ocorreram em apenas três países: Ucrânia (15), México (13) e Haiti (7). Apenas na América Latina, 30 jornalistas foram mortos no ano de 2022, sendo que pelo menos 12 profissionais foram mortos em relação direta ao seu trabalho.

A instituição ressalta que, no México e no Haiti, os repórteres foram mortos por seu trabalho, e grande parte dos autores não foi responsabilizada.

Outros que foram mortos pelo mundo durante o ano cobriram casos de crime e corrupção na Colômbia; agitação política no Chade, Israel e Território Palestino Ocupado, e Myanmar; o meio ambiente no Brasil; e a política local na Turquia e nos Estados Unidos.

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Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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