Vamos testar com vocês, leitores e comentaristas, um novo modelo de cobertura.

Os escândalos envolvendo o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, têm várias pontas. Já foram divulgadas reportagens relevantes em vários órgãos de imprensa, mas falta uma contextualização maior.

Ao longo do dia, vamos concentrar a cobertura levantando informações sobre as diversas pontas desse novelo, para consolidar a reportagem no final do dia.

Resumo

O grupo Mário Peixoto estava proibido de operar com o governo do Rio de Janeiro, devido a denúncias de irregularidades nos contratos.

Peixoto atuava junto a duas instituições, a Fatec e as organizações sociais da saúde, especialmente a IABAS, através de sua empresa, a Atrio.

Seus dois operadores são Alessandro Duarte e Juan Neves.

Assim que entrou no governo, Wilson Witzel levantou o embargo e permitiu novos contratos. Quando teve início a pandemia, obrigando a compras emergenciais, decretou sigilo nas compras. Denunciado, voltou atrás e anunciou um inquérito para apurar os responsáveis pelo sigilo.

Á medida que as operações avançam, há a divulgação de escutas mencionando WItzel, secretários e políticos influentes, como o pastor Everaldo.

Várias operações já identificaram a atuação pregressa de alguns desses personagens, como a Favorito, Quinto do Ouro, Cadeia Velha e Rizoma.

O mapa organiza os principais nomes que aparecem nas reportagens, sem avançar nenhum juízo prévio sobre sua atuação.

Ao longo do dia, vamos divulgando os dados levantados, que serão apresentados na tag “O caso Witzel”. Clicando no link da tag, você irá até à página com o material levantado.

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