Jornal GGN – É destaque na coluna de Lauro Jardim nesta quinta (24) que o general Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, editou a portaria 2282/2020, que na visão de profissionais da área dificulta o acesso ao aborto legal no Brasil.
A portaria continua determinando que médicos informem a polícia quando do recebimento de casos de estupro, embora tenha tirado a palavra “obrigatoriamente” do texto.
De acordo com o colunista, a única mudança de fato foi a exclusão do artigo que sujeitava as mulheres a conhecer detalhes do feto através de ultrassom antes do procedimento de interrupção da gravidez, uma medida considerada tortura psicológica por parte dos médicos que lidam com esses casos.
Leia mais sobre a portaria:
Aborto: médicas feministas detalham os problemas na Portaria 2282
peregrino
24 de setembro de 2020 11:55 amÉ bem deles a imposição de novas regras para se ter acesso a algo legal
Curto e grosso
24 de setembro de 2020 1:13 pmO cara perfeito no governo perfeito, pois não sabe nada de nada.
Hierarquia não combina com estupidez. Ou combina?