21 de maio de 2026

Pesquisa Genial/Quaest aponta que cariocas defendem abordagem e prisão de bandidos

Outra percepção de 52% da população é a sensação de que estão menos seguros e 74% temem a reação de facções criminosas
Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Um levantamento da Genial/Quaest, realizado entre os dias 30 e 31 de outubro e divulgada neste domingo (2), mostra que metade dos moradores do estado do Rio de Janeiro defendem que a Polícia Militar (PM) aborde criminosos a fim de prendê-los sem atirar. Para 45%, os policiais já deveriam chegar atirando.

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Outra percepção de 52% da população é a sensação de que estão menos seguros e 74% temem a reação de facções criminosas, enquanto 35% se dizem mais seguros após a megaoperação.

Os entrevistados afirmaram ainda que não acreditam que as forças policiais fluminenses estão preparadas para entrar em conflito armado contra facções criminosas (48%) ou que a PM tenha capacidade de combater o crime organizado sozinha (62%).

Além de considerar insuficiente a ajuda do governo federal no combate ao narcotráfico (53%), mais entrevistados avaliaram positivamente o trabalho do governo Cláudio Castro na área da segurança pública, cuja aprovação passou de 22% para 39% entre agosto e outubro.

Após a operação que vitimou 121 pessoas na última semana, Castro passou a contar com a aprovação de 53% dos moradores do estado, ante 43% registrado em agosto.

A Quaest ouviu 1.500 pessoas no estado do Rio de Janeiro. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 3 pp. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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5 Comentários
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  1. Carlos

    2 de novembro de 2025 7:58 pm

    Você mora numa favela e recebe ligação de alguém que diz fazer pesquisa de opinião sobre sua visão da chacina.
    Esta pessoa sabe com quem está falando, sabe onde você mora, mas vc nao sabe nada dela. O que vc, sabendo que pode ser a próxima vítima do aparato policial, responde?
    Isso sem contar que vc pode estar em comunidade dominada por outra facção ou milícia que está vibrando com a liberação de novos territórios.
    E parece que a pesquisa saiu rapidinho, seguida de outra, com universo entrevistado limitado, sobre aprovação do infeliz que senta no governo do estado.
    O carioca precisa expulsar os bandidos, sejam traficante, milícia, corrupto e, principalmente, da extrema direita bolsonarista. Entendo este último grupo o mais perigoso de todos

    1. AMBAR

      3 de novembro de 2025 12:18 pm

      O Rio continua pensando que é Brasil, e o poder político está tão corrompido que acha que a presença do estado nas comunidades e nos bairros pobres é exibição de força bruta e extermínio. Os políticos não têm qualquer percepção das necessiddes do povo e o povo passou a ter moral duvidosa , para sobreviver, tem que tolerar a polícia criminosa de um lado e o bandido protetor do outro. O Rio é um estado inviável. Sendo o Rio o cartão postal do Brasil, saindo de lá as pesquisas deletérias correm mais depressa e de maneira enviesada denigrem a imagem do Lula. Estamos em mais uma fase do golpe continuado. O bolsonarismo é virulento e resistente.

  2. Rui Ribeiro

    3 de novembro de 2025 7:10 am

    Mataram os traficantes encurralados na mata pelo mesmo motivo que o Miluciano Bolsonarista cercado numa casa de campo na Bahia: para queimar arquivo.

    Se quisessem prender os favelados, bastava mantê-los isolados até que a fome e a sede obrigassem-nos à rendição incondicional. A morte, porém, é politicamente mais proveitosa do que a prisão

  3. Rui Ribeiro

    3 de novembro de 2025 7:18 am

    Cláudio Castro é aplaudido em Igreja na Barra da Tijuca.

    Os Cristãos por conveniência, e não por amor/convicção, aplaudem assassinos, mesmo que um dos mandamentos da lei de Deus seja não matar.

  4. Rui Ribeiro

    3 de novembro de 2025 1:12 pm

    O Cláudio Castro foi ovacionado numa pequena ingreja, grande negócio. Pilatos e Barrabás também foram aplaudidos pela população de Jerusalém, a mesma população que pediu a crucificação de Jesus Cristo e a libertação de Barrabás.

    Nihil novi sub sole

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