PF levou só 1 hora para abrir investigação sobre hacker de Moro

Em tom elogioso, o Estadão - porta-voz da Lava Jato na época em que Moro era juiz em Curitiba - produziu a matéria sobre a velocidade de Moro em se auto-preservar

Jornal GGN – Desgastado pelas revelações da Vaza Jato, pelas dificuldades com o Congresso e denúncias que recaem sobre o chefe Jair Bolsonaro, o ministro Sergio Moro aparece no Estadão desta segunda (7) como o responsável pelo sucesso da Operação Spoofing. Motivo: fez a Polícia Federal abrir em 1 hora a investigação contra a invasão hacking em seu celular, no começo do ano.

Em tom elogioso, o Estadão – porta-voz da Lava Jato na época em que Moro era juiz em Curitiba – produziu a matéria sobre a velocidade de Moro em se auto-preservar, depois de ter acesso exclusivo a documentos do inquérito.

De acordo com a reportagem, os agentes da Polícia Federal chegaram ao gabinete de Moro pouco tempo depois de ter sido acionado pelo ministro e imediatamente começaram a apurar a invasão.

O primeiro passo foi enviar mensagens ao hacker que estava “online” na conta de Moro. Com links do Ministério da Justiça servindo de isca, em busca de um click do hacker, conseguiram identificar assim que o IP era originário da Rússia.

Depois da invasão, Moro começou a dizer que o ataque era gigantesco, orquestrado por hackers russos e que teria custado milhares de dólares, pois era uma operação custosa. Informação incompatível com o que se revelou após a prisão do hacker de Araraquara (SP) pela Operação Spoofing.

 

2 comentários

  1. Pois, teimo em acreditar que tais hackers, na verdade, não passam de caça-niqueis virtuais e o restante da “estória”, baita patifaria desMoronada com o diacordo dos poliças. Essa lorota de “pescarem” no celular do coisa ruim, nem pensar: baita safadeza dos de sempre.

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  2. A farsa-jato é seus farsantes amaram mas uma vez, agora os rakers de Araraquara, tudo farsa tudo fake essa operação deveria ser banida pois só tem interesses políticos.

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