Os dados abaixo foram tirados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Trimestral, do IBGE.
É curiosa a situação do emprego brasileiro, comparando o 1o trimestre de 2024 com o primeiro trimestre de 2023.
Quantitativamente houve um aumento discreto no emprego de todas as faixas de umidade.
Quando se analisa a situação do emprego por estado, observa-se um quadro curioso, dependendo do grau de instrução do trabalhador.
Quando se somam todos os trabalhadores, houve queda no emprego em 4 estados e crescimento em 24. Mas, entre os trabalhadores de baixa escolaridade, houve queda no emprego em 21 estados para o grupo “sem instrução”, em 16 estados (para ensino fundamental incompleto” e 18 para ensino médio incompleto.
Ou, para ficar mais claro.
Quando se analisa o percentual de cada faixa, tiram-se conclusões curiosas.
Obviamente, o maior percentual de ocupados tem relação direta com o nível de instrução. Cerca de 78,9% daqueles com Ensino Superior estão empregados. No entanto, há 17,8% fora do mercado e 3,4% desocupados.
O pior aproveitamento dos que têm ensino superior é em estados do norte e nordeste. Em relação aos desocupados, a liderança é do Amapá, com 5,4%, seguido do Sergipe, com 5% e Bahia, com 4,99%.
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