Na manhã desta quarta-feira (15), a Câmara dos Deputados foi palco de um culto que terminou com um cântico em defesa da anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.
O vídeo, que circula nas redes sociais, mostra cerca de 15 parlamentares reunidos em tom de celebração, transformando criminosos em “irmãos injustiçados” por meio de uma retórica religiosa.
A canção foi conduzida pelo deputado e pastor Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) e fazia referência à Débora Rodrigues, conhecida como a “moça do batom na estátua”, símbolo do vandalismo nos ataques aos Três Poderes e usada por bolsonaristas para justificar o suposto excesso na dosimetria da pena dos criminosos.
O cântico mencionava ainda “um vendedor de algodão” e “uma idosa com a Bíblia na mão”, personagens que ganharam status de mártires no discurso bolsonarista.
“A anistia chegou, a justiça mais ampla.
O batom na estátua não apaga a esperança.
Uma criança sem mãe, um vendedor de algodão e uma idosa com a Bíblia na mão.
A voz do coração ninguém silencia,
quem sente a dor de um irmão.”
Veja o vídeo abaixo, do jornalista Evandro Éboli, do canal MyNews.
Deidi Rocha
15 de outubro de 2025 3:42 pmTenho uma versão para a música dos golpistas:
A anistia não vingou, a justiça não dormiu.
O batom manchou a estátua e a esperança de impunidade.
Uma criança foi abandonada pela mãe, um vendedor de ilusão se perdeu e uma idosa a Bíblia em casa esqueceu. Todos os 3 foram vandalizar em Brasília.
E a voz do povo ninguém silencia. O povo grita nas redes e nas ruas: SEM ANISTIA!!!
AMBAR
16 de outubro de 2025 7:45 pmHe!He!He!
AMBAR
15 de outubro de 2025 7:50 pmCrivella, quem diria, endoidou. Tenho dó dele, no que ele se transformou. Uma sombra caduca.
Marconi Cavalcante
16 de outubro de 2025 10:36 amO Brasil tem Constituição e tem leis legítimas. Deputados, qualquer agente político ou cidadão não podem estar acima das leis. Logo, sem anistia.
Carlos
18 de outubro de 2025 6:42 amO Brasil precisando andar e estas múmias paraliticas se charfundando em oceanos de merda.
Crivela deveria fundar um bloco de Carnaval com seus guardiões da prefeitura e defilar na frente de suas “igrejas”.
Vale lembrar que estes guardiões eram grupos de delinquente bem remunerados que, em 2020 e aos gritos de bolsonaro, impediam que a imprensa, ou mesmo a população, mostrasse falência dos serviços municipais de saúde na sua (indi)gestão como prefeito.
E ainda tinha o “procure a “Marcia” usado para agilizar atendimentos dos chegados. Esta senhora pode ser a porta-bandeira do bloco.