Policiais que revelaram grampo ilegal na cela de Youssef são “perseguidos” pela Lava Jato

Jornal afirma que força-tarefa de Curitiba apresentou denúncia contra os agentes por violação de sigilo funcional e vazamento de informações

Jornal GGN – É destaque na Folha de S. Paulo desta quarta (21) que a Lava Jato de Curitiba denunciou policiais federais considerados “desafetos” da Operação. A investida aconteceu após os agentes terem revelado que existia uma escuta ilegal na cela do doleiro e delator Alberto Youssef.

De acordo com o diário, os denunciados negam irregularidades e afirma que estão sendo perseguidos pelos procuradores de Curitiba. Mantido sob sigilo, o processo é por violação de sigilo funcional e vazamento de informações.

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“São alvos das acusações da força-tarefa o delegado Mario Renato Castanheira Fanton, o agente Dalmey Fernando Werlang e ainda Fernando Augusto Vicentine, ex-presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Paraná”, divulgou o jornal.

A Lava Jato alega que os policiais revelaram dados do inquérito que apurava a conduta de agentes e advogados suspeitos de tentarem produzir um dossiê contra a Lava Jato. As informações teriam sido repassadas à CPI da Petrobras e outro delegado.

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