5 de junho de 2026

Popularidade de Bolsonaro volta a cair depois de 4 meses em alta

A desaprovação hoje é maior entre a população mais vulnerável, que mais sofre os efeitos da crise econômica
Zak Bennett — AFP / Getty Images

Jornal GGN – Depois de ver a popularidade aumentar por quatro vezes consecutivas, Jair Bolsonaro volta a ter mais rejeição do que aprovação a seu governo. É o que mostra pesquisa realizada pelo Idea a pedido da revista Exame em setembro.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Segundo os resultados, 42% da população avaliam mal Bolsonaro enquanto 35% o aprovam. “É o nível mais baixo de aprovação desde o pico da pandemia, em março e abril”, aponta a Exame.

No começo de setembro , a popularidade de Bolsonaro chegou ao maior nível desde fevereiro, com 40% de aprovação, no rebote do pagamento do auxílio emergencial. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo Exame, a desaprovação hoje é maior entre a população mais vulnerável, que mais sofre os efeitos da crise econômica. “No grupo dos mais decepcionados com o presidente estão aqueles que não conseguiram completar o ensino fundamental (41%) e ganham até um salário mínimo (54%).”

Já entre os que aprovam o governo, a maioria é formada por gente com renda superior a cinco salários mínimos (49%), ensino superior (40%) e da região centro-oeste (42%).

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. alfredo machado

    25 de setembro de 2020 2:35 pm

    O sujeitinho é tão ilustrado que pediu para trocar o médico responsável por sua intervenção cirúrgica, já que o referido profissional discorda de de algumas idéias do Mito. Tal fato ocorreu no Hospital Albert Einstein, hospitalzinho de quinta categoria, yes…
    A gigantesca dificuldade para conviver com o contraditório, até mesmo numa situação completamente ridícula como esta, deixa à vista o também gigantesco desequilíbrio emocional do cidadão.

  2. Boeotorum Brasiliensis

    25 de setembro de 2020 3:29 pm

    Essa história de sucessivas cirurgias, tantas que já perdi a conta, deveria ser melhor investigada. Sem descartar a possibilidade de serem fruto de tanta praga rogada, é muito estranho.
    Desde que foi esfaqueado eu desconfio. Que raios de segurança tem esse homem que permite alguém chegar tão perto a ponto de ter a oportunidade de lhe enfiar a peixeira do bucho? Quem é Adélio Bispo? Além de se saber que é lelé-da-cuca, pouco mais, nada. É o (quase) assassino de um candidato presidencial e depois presidente menos investigado da história. Talvez pela frustração causada em muitos pelo seu fracasso? Ou será que é por não haver interesse em investigá-lo.
    Além da inépcia pública e notória da segurança pessoal do (quase) de cujus – mais rápida em proteger o perpetrador que o protegido a priori – resta saber como consentiram em expor o então candidato – cuja plataforma de campanha acirrava discórdia e promovia violência – a tamanha quebra das regras mais elementares de proteção pessoal? Indo desde a permitir que se colocasse em meio a uma multidão de desconhecidos até, ao o fazer, permitir que o fizesse sem um colete protetor decente?
    Por que logo após a cirurgia permitiu-se que se deslocasse para outro hospital, em local distante, sujeitando o paciente aos riscos da viagem, deslocamento e aos riscos decorrentes? Pelo que se sabe o hospital em Juiz de Fora é altamente capacitado.
    Dezenas de outras perguntas sem resposta permanecem e, assim criam dúvidas sobre a facada – elemento decisivo no resultado da eleição conforme reconhecido pelo próprio Bolsonaro. Seria um golpe publicitário? Seria uma maneira de esconder que o candidato sofria de uma doença grave que exigiu cirurgia? Seria a combinação dessas hispóteses? Ou de fato houve o atentado e, num prenúncio do que viria a ser seu governo, o aftermath transformou-se em uma verdadeira zona?
    Se alguém tiver as respostas que as apresente.

    1. Carlos Elisio

      25 de setembro de 2020 6:35 pm

      Bispo é da casa.

Recomendados para você

Recomendados