Precisa obteve R$ 9,5 milhões com venda da Covaxin

Intermediária recebeu ‘adiantamento’ por vacina que não foi entregue, uma vez que a Anvisa não aprovou o imunizante

Reprodução

Jornal GGN – A Precisa Medicamentos, empresa que atuou como intermediária para negociação da vacina Covaxin, vendeu o imunizante a 59 clínicas privadas e recebeu um total de R$ 9,5 milhões referente a um “sinal” de 10%, mas o imunizante nunca foi entregue.

Reportagem do jornal O Globo afirma que os negócios não foram adiante uma vez que a vacina não foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, até o momento, o Congresso Nacional não autorizou as clínicas privadas de vacinarem seus clientes contra a covid-19.

A oferta para as clínicas privadas foi feita entre o final de 2020 e fevereiro de 2021, e o menor preço oferecido era de US$ 32,71 para quem comprasse mais de 100 mil doses de imunizante. O valor é mais do que o dobro do que os US$ 15 pagos pelo Ministério da Saúde, que fechou contrato com a empresa em 25 de fevereiro, mas que foi suspenso uma vez que a Precisa não cumpriu os prazos estabelecidos.

Na faixa mínima de doses oferecidas, que variavam de 2 mil a 7,2 mil doses, o valor chegava a US$ 40,78. Algumas das empresas chegaram a buscar ressarcimento dos valores pagos, uma vez que o prazo contratual para que as doses fossem entregues expirou no final de abril.

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