Jornal GGN – A primeira decisão da nova presidência da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos – agora sob a batuta do PSL e de “admiradores de Brilhante Ustra” – foi suspender sua participação em ato de entrega de atestados de óbitos de vítimas da ditadura, que ocorreria no final desse mês, em Pernambuco.
Entre os familiares das vítimas está Felipe Santa Cruz, filho de Fernando Santa Cruz, que teve o atestado de óbito retificado pela Comissão há pouco tempo.
O documento da Comissão confirma que Fernando, ao contrário do que afirmou Jair Bolsonaro, morreu nas mãos do regime militar.
Segundo informações do Radar da Veja, em reunião da comissão pelo skype, o novo presidente Marco Vinícius Pereira “falou até em entregar essas certidões e atestados via Correios.”
Pereira substitui a procuradora regional da República Eugenia Gonzaga, que foi removida da Comissão Especial em retaliação do governo Bolsonaro.
peregrino
10 de agosto de 2019 12:08 amÉ por essa e outras que, para o mundo civilizado, o Brasil de Bolsonaro caminha a passos largos numa degradação sem precedentes, moral, ética e religiosa
bestas humanas a arrebanhar milhões de admiradores
Luiz Carlos
10 de agosto de 2019 9:33 amEssas bestas (des) humanas deveriam saber que é impossível apagar a história. Ustra será sempre lembrado como um torturador e Bolsonaro como apoiador da tortura e da matança de brasileiros que se opunham à ditadura militar. Essa é a história escrita, esses são os fatos.
Ivan de Union
10 de agosto de 2019 3:00 pmHaja complexo…