5 de junho de 2026

Reino Unido investiga se mutação fez coronavírus se espalhar mais rápido na segunda onda

Ainda não há evidências de que mutações gerem casos mais graves de Covid, ou que tornem a vacina menos eficiente
Fotografia: Mario Tama / Getty Images

Jornal GGN – Cientistas do Reino Unido anunciaram nesta terça (15) que estão estudando a possibilidade de uma mutação ter aumentado a transmissão do coronavírus durante a segunda onda.

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De acordo com o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, as mudanças ocorreram na proteína “spike”, “por meio da qual o Sars-CoV-2 infecta células humanas”, escreveu O Globo.

“Esforços estão sendo feitos para confirmar se alguma destas mutações está contribuindo ou não para uma transmissão maior”, afirmou o Consórcio de Genômica de Covid-19 do Reino Unido.

O Reino Unido registrou no último domingo (13) 1.108 casos novos de Covid-19 com a nova variante. De acordo com os cientistas, durante a pandemia no mundo, ao menos duas mutações por mês foram registradas no vírus.

Ainda não há indícios de que a mutação gere infecções com sintomas mais graves ou que torne as vacinas menos eficientes. Os estudos em andamento devem trazer mais detalhes sobre esses dois pontos.

Redação

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2 Comentários
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  1. nender, o tal

    15 de dezembro de 2020 11:24 am

    É bem possível…

    Como organismo vivo que sobrevive às custas de um hospedeiro (como nós sobrevivemos parasitando o ambiente), as primeiras levas tendem a ser mais agressivas, para ganharem força evolutiva, espalhando-se de forma rápida em um número grande de hospedeiros…
    Neste processo, os danos da infecção são mais dramáticos.
    Depois, há uma estabilidade, quando os organismos adaptam sua sobrevivência e convivem melhor com o ambiente (hospedeiro).

    Mais ou menos como nós, quando precisamos de mais ambiente, tendemos a nos espalhar de forma mais rápida e violenta (guerras ou crises migratórias).

    Depois, dominado o território, a convivência é mais pacífica.

    Salve Richard Dawkins…

  2. Lúcio Vieira

    15 de dezembro de 2020 1:03 pm

    E na Bélgica, um presente desagradável veio através do Papai Noel. Um senhor foi contratado para fazer a festinha em um asilo e após o encontro, 75 idosos estavam infectados,

    https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2020/12/75-pessoas-sao-infectadas-depois-que-papai-noel-visitou-lar-de-idosos-na-belgica.html

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