Jornal GGN – O novo partido político da família Bolsonaro quer mesclar militarismo e religião para atrair novos militantes. A sigla Aliança pelo Brasil foi estruturada com base naquilo que o presidente Jair Bolsonaro enxerga como bases prioritárias, ao remeter tanto a Deus como a acordos estratégicos.
Segundo a colunista Daniela Lima, do jornal Folha de São Paulo, o clã Bolsonaro pretende atrair aliados tanto no PSL como junto a dissidentes de outras siglas, o que pode gerar algum atrito com siglas de centro-direita. Inclusive, aliados do presidente Jair Bolsonaro dizem que o objetivo da legenda é superar o total de 106 deputados que o PFL (atual DEM) elegeu em 1998.
O texto que apresenta o novo partido foi lido por Jair Bolsonaro em reunião com deputados nesta terça-feira, e será usado para apresentar o site da nova sigla, que deve ir ao ar na próxima semana.
O presidente também citou sua intenção em ter o ministro da Justiça, Sergio Moro, como vice em sua chapa para disputar a reeleição em 2022 – o que sacramentou o entendimento de que Moro não será indicado pelo presidente para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Anônimo
13 de novembro de 2019 9:20 amÉ o partido do demônio !….
Anônimo
13 de novembro de 2019 10:24 amEssa manobra de criação de um novo partido de extrema direita saiu direto do manual de desestabilização política do Steve Bannon.
Joshua Ghosn
13 de novembro de 2019 11:06 amAliança Pelo Brasil, aliás AliBraBá e seus …
Alzira Maria de Castro
14 de novembro de 2019 12:26 amMuito triste ver nosso país nessa balbúrdia de partidos políticos direitistas, conservadores , fascistas que se agridem e continuam sua intolerância com quem pensa diferente deles! Não têm um pingo de respeito para com a Democracia!