São Paulo vai reabrir comércio “gradualmente” a partir de 10 de maio

Segundo Doria, "o planejamento de reabertura gradual dos setores produtivos" levará em conta a situação de cada município

Jornal GGN – O governador de São Paulo João Doria afirmou na segunda (20), nas redes sociais, que deve anunciar a flexibilização das medidas de mitigação contra o coronavírus na próxima quarta-feira (22).

Segundo Doria, “o planejamento de reabertura gradual dos setores produtivos” levará em conta a situação de cada município e só será executado a partir do dia 10 de maio, quando termina a quarentena.

“A reabertura levará em consideração diversos fatores como disseminação da epidemia, situação do sistema de saúde e distanciamento social. Todas as medidas estarão alinhadas com o Comitê de Saúde do Centro de Contingência do Coronavírus”, disse Doria.

São Paulo registra atualmente mais de 1 mil mortes pelo novo coronavírus e 14 mil casos confirmados.

3 Comentários

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naldo

- 2020-04-21 11:59:05

Pois é, gostaria de saber o que os papagaios de pirata acham desse medida...... Por o povo para trabalhar no auge da pandemia......

- 2020-04-21 11:22:21

Produtor rural destrói toneladas de alimentos no cinturão verde de São Paulo Hortifruticultores tentam doar produção encalhada, mas não têm dinheiro para o transporte 18.abr.2020 às 17h17 - Bruna Narcizo - SÃO PAULO Os 7.000 produtores do chamado cinturão verde da região metropolitana de São Paulo respondem por 25% do abastecimento nacional de verduras. De suas terras saem 90% das verduras e 40% dos legumes consumidos na capital paulista. A produção dessa extensa horta está encalhando durante a pandemia do coronavírus. Com o fechamento de bares e restaurantes, que estão entre os principais compradores, produtores estimam retração de até 80% das vendas. Numa cena que pode ser considerada dramática, já há produtores enterrando parte das cultura para utilizar como adubo. Na semana que passou, a reportagem da Folha acompanhou o momento em que um trator destruiu toneladas de alface, rúcula, agrião e outros tipos de verduras e temperos. “Eu vendia 10 mil maços de almeirão, alface, agrião e rúcula em uma semana e na outra passei a vender 500. Com essa queda foi inevitável fazer o descarte dos alimentos. Cerca de 70% da produção foi jogada fora”, diz Fábio Sussumu Hagio, que produz hortaliças há 12 anos em Mogi das Cruzes. Ele estima que já teve um prejuízo de R$ 50 mil. Os agricultores não se sentem bem em descartar os alimentos. “Eu tenho 4 toneladas de alface, agrião e rúcula que poderiam ser destinadas para doação toda semana, mas não temos como arcar com os custos para fazer com que esses alimentos cheguem até quem precisa”, diz Simone Silotti, produtora também de Mogi das Cruzes, que já perdeu R$ 40 mil com a queda das vendas. O cinturão verde paulista é dividido nos lados leste e oeste. Além de Mogi das Cruzes, o lado leste é composto por Santa Isabel e Suzano e concentra mais de 4 mil pequenos produtores rurais. Na região oeste, são aproximadamente 3 mil produtores divididos entre os municípios como Ibiúna, Itapetininga, Piedade do Sul e Sorocaba. Dados levantados pelo Sindicato Rural de Mogi das Cruzes apontam que as vendas de folhosas para a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) tiveram uma redução de 70%. Para feirantes, caíram 60%. “Sou empregadora de cinco profissionais. A queda nas minhas vendas foi da ordem de 75% a 80%. O que eu vou fazer com tantos alimentos prontos para o consumo? Não tenho para quem escoar. A Ceagesp está aberta, mas não tem clientes. Os pequenos restaurantes, cozinhas industriais e restaurantes a quilo, que eram meus clientes, estão todos fechados”, afirma Simone. Os produtores não têm recursos para implementar outras formas de comercialização. “Onde já se viu jogar alimento no lixo e na outra ponta pessoas passando fome. As cestas básicas que estão sendo compradas para doação contam com alimentos das grandes indústrias, que já estão cheias de dinheiro. Por que não incluir fruta, verdura e legumes de pequenos produtores?”, questiona Simone. Fornecedores de grandes restaurantes passam a vender direto ao consumidor Levantamento feito pela Folha no sistema Datasus mostra que, entre 2010 e 2017 (dado mais recente), foram 1.251 mortes ligadas à desnutrição só na cidade de São Paulo. Para conseguir viabilizar a doação, um grupo de produtores do bairro Quatinga, em Mogi das Cruzes, se uniu para fazer uma vaquinha online e arrecadar o montante que, segundo eles, seria usado para cobrir os custos de transporte. São 12 agricultores —Simone e Fábio entre eles— que se disponibilizaram a doar 4 toneladas por semana até agosto. O grupo tenta arrecadar R$ 300 mil. Por enquanto, conseguiram cerca de R$ 8.000. Mesmo sem o financiamento, o grupo já doou 4 toneladas na semana passada, mas teme demissão em massa no setor. “Somos talvez o segmento que mais emprega por hectare. É uma mão de obra de baixíssima escolaridade, de alta faixa etária e muitas mulheres. A gente tem ciência de que se eles forem dispensados, vão ter dificuldade para conseguir emprego na cidade”, diz Simone. Julio Hagio, também produtor de verduras, diz que, com a queda das vendas, não tem como sobreviver. “Terei que parar as atividades. Feirantes eram meus principais compradores, mas 90% deles estão parados. Estamos perdendo as verduras no campo”, diz. A doação dos alimentos que estão sendo incorporados ao solo na zona rural é a única saída, dizem os produtores. Na região oeste a situação também é delicada. Segundo Felipe Nalesso Xavier, engenheiro agrônomo da Caisp (Cooperativa Agropecuária de Ibiúna), a queda nas vendas chegam a 40%. “Tem produtor que chegou a jogar 15 mil pés de alface americana fora. É de cortar o coração ver o trator passando por cima. O produtor tem aquilo como filho. O perfil médio dos cooperados é da agricultura familiar a média. Se o governo não der flexibilização às linhas de crédito, ao acesso e a burocracia, muitos vão quebrar.” ************************************ 09/11/2018 Gustavo Junqueira, ex-SRB, assumirá Agricultura no governo Doria (...) MST é terrorista e reforma agrária,obsoleta,diz futuro secretário de Doria O produtor rural Gustavo Junqueira foi anunciado para a pasta nesta quinta (8). O futuro secretário da Agricultura do estado de São Paulo, Gustavo Junqueira, classificou a reforma agrária como "obsoleta" e o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) como "terrorista". A fala aconteceu na coletiva em que João Doria (PSDB) anunciou o nome de Junqueira, nesta quinta-feira (8). "O programa de reforma agrária é um programa do século 19 e nós temos no Brasil uma agricultura do século 21. Acho que isso não deveria ser uma preocupação dos pequenos produtores", disse ele, que é produtor rural. "Temos muita terra, muita gente com capacidade de produção e de fato os produtores têm uma importância no estado de São Paulo ainda maior do que no resto do Brasil", afirmou. Ele ressaltou que parte importante da produção agrícola paulista é feita por pequenos produtores com alta tecnologia e eficiência. "Entendo que o programa, qualquer que seja, de reforma agrária é um programa obsoleto", disse. Junqueira afirmou ainda que o MST é uma organização terrorista. "Eu não sou partidário de que a gente deva aliviar. Eu mesmo tive contraponto com o governador Geraldo Alckmin no momento que ele fez essa aproximação", lembrou. "Temos as leis e as leis precisam ser respeitadas. Nenhuma propriedade privada pode ser invadida e o governo do Estado não vai permitir que esses abusos ocorram". Segundo o futuro secretário, o grande desafio para a pasta é ajudar o produtor rural e o agronegócio. "Temos uma estrutura que precisa ser modernizada, precisamos levar tecnologia para o campo. Precisamos fazer isso de maneira que seja sustentável", disse. Junqueira é produtor rural nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Pará. Ele é sócio-diretor da Brasilpar Investimentos. Entre 2014 a 2017, presidiu a Sociedade Rural Brasileira (Folha de S.Paulo, 9/11/18) https://www.brasilagro.com.br/conteudo/gustavo-junqueira-ex-srb-assumira-agricultura-no-governo-doria-.html

Zé Sérgio

- 2020-04-21 10:28:36

Dória, tão preocupado com a transmissão desta doença, fechou os Pedágios? Pode haver um ponto de contágio tão significativo e expansionista quanto Pedágios? Conversação, tosse, espirros, dinheiro na mão, mão no volante, mão no dinheiro, mão no rosto, horas de volante, dinheiro nas mãos, mãos no rosto,.... Centenas e centenas de Atendentes que interagem com milhares e milhares de Viajantes e Caminhoneiros que atravessarão o país, todos os dias a todos minuto? Que cadeia de transmissão?!! Mas no meu bolso não!! Sabemos. A preocupação já havia sido revelada no Carnaval das Multidões, que Veículos como este apoiaram. Milhares de Estrangeiros "infectados", principalmente Europeus. Entre milhões d Brasileiros. O Vírus agradece. Agora vem a histeria e farsa, para tentar inflar o golpe. Falando nisto, o Muro de Vidros da Raia da USP, ao custo de mais de 25 milhões de reais, continua despencando e matando pássaros, enquanto Alunas, Funcionárias, Professoras e Professores da USP não tem uma Passarela Coberta, Iluminada e Policiada entre o Campus e a Estação de Trens do outro lado da Marginal Pinheiros. Será que custaria mais de 25 milhões? Pobre país rico, Mas de muito fácil explicação.

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