5 de junho de 2026

“Se não treina, perde o jogo”, diz Hamilton Mourão sobre simulação militar

Vice-presidente defende manobras realizadas na Amazônia, e afirma que presença de secretário de Estado norte-americano foi “coincidência”
Vice-presidente Hamilton Mourão Foto: Reprodução

Jornal GGN – A operação militar na região realizada na Amazônia foi considerada “normal” pelo vice-presidente Hamilton Mourão, e que o fato de a movimentação ter sido realizada na presença do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, foi uma “coincidência”.

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“Isso é normal dentro do Exército, é feita anualmente em todos os comandos militares de área”, disse Mourão sobre a operação que custou R$ 6 milhões aos cofres públicos, segundo o jornal O Globo.

“A regra básica é a seguinte: treinamento difícil, combate fácil. O Exército tem que estar pronto para qualquer situação, se ele não treinar… É que nem time de futebol: se não treina, perde o jogo”, ressaltou.

Embora tenha dito que se trata de algo “normal”, o próprio Mourão declarou que a operação foi “inédita, em termos de combate convencional”, uma vez que os treinamentos mais comuns na Amazônia são os de Garantia da Lei e da Ordem, vigilância de fronteira e estratégia da resistência.

O Exército brasileiro gastou R$ 6 milhões entre os dias 08 e 22 de setembro para simular uma guerra entre dois países na Amazônia, onde foi criado um campo de guerra em que um suposto país “Vermelho” invadiu um país “Azul”, sendo necessário expulsar os invasores.

 

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6 Comentários
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  1. peregrino

    14 de outubro de 2020 5:52 pm

    É da história, do desperdício de dinheiro público, que todos os exércitos que aprenderam com o sacrifício do seu próprio povo nunca venceram inimigos externos

    o que fortalece um Exército vem da forma como seu povo é tratado

  2. Anônimo

    15 de outubro de 2020 12:20 am

    Nada mais que natural a presença do vice-presidente dos Estados Unidos observando os treinamentos do
    exército brasileiro. Ora, na qualidade de patrão ele tem todo o direito de acompanhar e avaliar o treinamento dos seus subordinados. Afinal ele precisa saber se os militares brasileiros estão aptos para o desempenho de bucha de canhão das forças armadas americanas.

  3. Rui Ribeiro

    15 de outubro de 2020 8:39 am

    Se os dois jogadores treinarem, então o jogo sairá empate.

  4. Vladimir

    15 de outubro de 2020 9:51 am

    R$6 milhões? Mobilizaram o quê com isso? O famoso cabo e soldado?
    Isso lá é notícia? É mera publicidade para a festa junina fora de época dos milicos.

  5. Antônio Manoel Gomes Góes

    15 de outubro de 2020 12:47 pm

    O general troglodita de pijama subtrai R$ 6 milhões de nossa combalida receita, necessários aos insumos nesta premência de socorro às vítimas da Covid19, para brincar de ‘guerra’ na Amazônia, na presença de Pompeo, capataz ‘yankee’.

  6. Rui Ribeiro

    16 de outubro de 2020 8:03 am

    Militar só serve pra sugar dinheiro público e promover golpezinhos de merda, por falta do que fazer. Vida na caserna deve ser mesmo uma coisa enriquecedora: lustrar botina, fazer ordem unida, hastear bandeira, fazer exercício, limpar alojamento, desmontar e montar armas, correr, pular, sentinela, meia volta volver, aula de educação física, aula de “planejamento tático” para uma guerra nuclear e outras piadas; puxar o saco do sargento; aulas sobre intimidação dos paisanos; como dirigir um brucutu e simulação de guerras que jamais existirão – (já imaginaram as forças armadas tupiniquins enfrentando uma invasão de mísseis americanos ou tropas chinesas? Ia ser uma rendição incondicional antes de iniciada a guerra)

    Chega! Não quero mais que meus impostos sirvam pra bancar a boa vida dessa cambada de inúteis e suas famílias

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